Operação babá

30 Chapther thirty


Notas iniciais
Galerinha linda me desculpe por essa longa demora, eu tô sempre aqui mas ultimamente meu trabalho tá tendo umas mudanças, mudanças de horário que vai passar a valer mas que vem, meu horário de entrar, almoço e saída e isso fora ter que me acostumar com novatas. Não vou deixar vocês, mas to a demora é causada por tudo isso, antes eu tinha tempo, pois meu trabalho era outro, agora tá tudo de pernas para o ar. Eu vou deixar aqui o capítulo e vocês me digam o que acham

Após longas horas de vôo, a família Deneuve aterrissaram no aeroporto de Tóquio, a loira colocou seus óculos escuros a fim de esconder o semblante cansado, obviamente estava precisando muito de uma tarde de sono, fora ter que acostumar com o horário do país e sua rotina.

— Cath será que eu posso sair agora? Perguntou Tanemon dentro da bolsa de mão da parceira.

— Aguenta mais um pouquinho.

— Com quem você está conversando my petit? Perguntou a mãe da digiescolhida. Muitas gotinhas surgiram na cabeça da menina, junto com uma expressão de pavor.

— N-na- ninguém maman. Gaguejou a digiescolhida.

— My Petit, desde o natal passado você anda diferente! Tem alguma coisa que não está nos contando? Questionou a matriarca da família. Catherine engoliu seco e abraçou sua bolsa.

— É impressão sua maman, eu já estou curiosa com a cidade,vem vamos. Disfarçou a digiescolhida.

Na residência da família Inoue… Miyako se mexia desconfortável e inquieta no berço e ouviu um clique.

— Seu baka eu disse para colocar no silencioso. Resmungava Chizuru.

— Contava com o sono pesado! Pentelhou o mais velho. Miyako ainda estava sonolenta, mas bastou olhar ao redor e suas roupas para se dar conta.

— Eu voltei, eu… Miyako encarou os irmãos que estavam contando com a sorte da violacea não ter visto o celular.

— Eu acho bom eu não ver nenhuma foto minha assim. Reclama a violacea puxando o cobertor para cobrir a fralda, sua camiseta de unicórnio parecia um croped de tão curtinho, ainda tinha o mico de estar usando as chuquinhas.

— Ela voltou! Comemorou Poromon pulando no colo da parceira a derrubando no berço.

— Sim meu lindo, o feitiço acabou, eu… Mandou bem Senpai.

— Vou sentir falta! Lamentou Mamoe.

— Já estava me acostumando. Completa Mantarou.

— Isso quer dizer… Preciso me reunir com os digiescolhidos. Miyako se levantou e saiu do berço, abraçando os irmãos .

— Vai atrás do namorado. Provocou Chizuru.

— Antes eu preciso tomar um café reforçado.

— Seu tete já estava pronto! Pentelhou o mais velho.

— Eu prefiro panquecas, nem acredito! O Joe tem que nos contar qual o segredo. Miyako comemorava, foi ao banheiro tomar um banho e viu a banheira de bebê na qual não fazia muitas horas que tinha tomado um banho, ao sair sorri ao ver a roupinha que já estava separada no carrinho de bebê.

— Não tenho como não me derreter com essa coisa kawaii, nem acredito que acabou. Acho que vou guardar essa junto com o travesseiro. Anunciou a violacea, levando a peça ao nariz.

— Já tá planejando uma menina? Perguntou Mamoe pentelhando a mais nova,a deixando corada.

— Mamoe-nii… Repreendeu a irmã.

— Ainda temos muitos anos pra pensar, é somente uma gostosa lembrança que vou levar, além das fotos, isso significa que nesse momento o pastel também deve… kyaa como eu queria ver isso. Indagou Miyako.

Daisuke dormia com Jun no quarto dos pais, ambos foram cedo resolver problemas e deixaram os filhos sozinhos. Os irmãos Motomiya adormeceram sob o som de cantigas de ninar, naquela manhã ambos se viram de forma que as testas de ambos se encontraram, quando abriram seus olhos soltaram um grito que provavelmente muitos vizinhos ouviram e deram um pulo para fora da cama.

— Essa não! Você voltou ao normal. Jun lamentou.

— Tá de brincadeira, isso é a melhor coisa que podia ter acontecido, não vou mais precisar de você trocando minhas fraldas. Quando o ruivo ia falando Jun sorriu e sacudiu as mãos de forma pentelha.

— Tem certeza? Você fez bastante pipi essa noite. Brincou a ruiva, vendo o rosto do mais novo avermelhar, ele olhou para baixo e viu que apenas estava com um pouco de pomada saindo da linha da fralda, e pegou uma almofada para acertar sua irmã que ria descontrolada.

— Pentelho, já sinto muita falta do bebê. Brincou a ruiva.

—Daisuke! Chibimon pulou no colo do parceiro, comemorando seu retorno.

— Acabou Chibimon, o Joe conseguiu! Eu nunca duvidei desse cara.

Enquanto a violacea despertava toda animada, Iori era desperto pela mãe que trazia mais uma mamadeira, ao olhar para o berço viu seu “bebê” com um dos pés para fora da grade e o cobertor só cobria da cintura para cima.

— Meu filho, Iori. A senhora Hida tentava despertar o filho, e Upamon acabou acordando primeiro se deparando com seu parceiro.

— O Iori-San voltou, ele voltou! Comemorou o digimon. Iori ainda estava sonolento e acordou aos poucos, o castanho abriu seus olhos verdes e olhou para mãe, ainda chupava o dedo, quando se olhou no espelho que ficava logo atrás da mãe se viu um adolescente de boddy, fralda e pior chupando o dedo como uma criança,se engasgou repudiando o ato.

— Que nojo! Iori puxou o dedo da boca e corou ao ver sua família o olhando.

— O feitiço acabou! Comemorou o digimon.

— A melhor notícia do verão. Desabafa o digiescolhido. — Podemos voltar a passear juntos.

— Claro Upamon, não só isso… bom espero não causar problemas com nosso retorno.

— Que tipo de problemas Iori? Perguntou sua mãe.

— Muitos, mas agora isso não tem tanta importância. Iori se põe de pé no berço e abraçou a mãe, a qual o tirou do berço.

Por falar em berço não somente Iori foi desperto pela família, Ken naquela manhã se espreguiçava no berço, sentindo uma limitação estranha, encolheu a perna e voltou a dormir, abraçava seu digimon. Wormmon sentiu que o peso do abraço estava diferente, nessa hora a senhora Ichijouji entrou no quarto balançando a mamadeira e abre o mosquiteiro, se deparando com um adolescente que usava fralda, e chupava a chupeta enquanto abraçava seu digimon.

—Ken, meu filho! A mãe do bondoso não pode evitar as lágrimas, mas as seca e tenta acordar Ken, que teimava em não acordar, até sentir a chupeta ser tirada da boca, quando abriu os olhos se deparou com Wormmon o olhando emocionado, não pareceu tão grande quanto a dois meses atrás, quando o feitiço foi lançado, seu quarto não pareceu assim tão grande quanto antes.

— O Ken-Chan cresceu de novo. Comemorou o inseto subindo no ombro do digiescolhido que ainda estava estático, até que resolveu se pronunciar.

— W-Wormmon, mãezinha, não dá pra acreditar, a Witchimon ela cumpriu mesmo a promessa. Ken olhava para as mãos e os pés, mexendo os dedos.

— Senti falta de ouvir sua voz Kenzinho, eu tentava conversar com você, mas você não sabia mais falar. Wormmon contava como se Ken não soubesse do desespero da lagartinha em ouvir Ken responder.

— Eu sei Wormmon, eu ouvi tudo o que me dizia, garanto que teremos tempo o bastante para conversar.

— Você ainda vai ter que usar fraldinha Ken-Chan? Questionou o digimon. Ken corou olhando para baixo.

— Não Wormmon, Ken já não é mais um bebê. A senhora Ichijouji respondeu abraçando o filho.

— Mãezinha, eu sei que queria que eu ficasse daquele tamanho, m-mas a… acho que ninguém para no tempo não é? Ainda que eu não…

— Eu queria muito poder recuperar o tempo que perdemos, eu estou muito feliz por você ter voltado, não foi apenas o Wormmon que sentiu sua falta. Declarou a mãe do bondoso. Apesar de ter gostado de ter o filho mais uma vez nos braços ela estava feliz ao ver o filho de volta ao tamanho normal.

Voltando a Odaiba onde ao contrário dos irmãos Motomiya, os irmãos Yagami despertavam comemorando, Tailmon foi se espreguiçar e passou a ponta de sua cauda no nariz de Taichi que se virou incomodado, quando abre seus olhos viu a irmãzinha usando a camiseta de ursinho na altura dos seios, de fralda e chupeta a qual cheirava o paninho, o castanho despertou todo mundo, Hikari abraçou o irmão e os digimons acompanham o carinho, a primeira coisa que Taichi pensou para comemorar foi preparar omelete, já que Hikari devia estar com fome enquanto a mais nova tomava banho para tirar a pomada, o talco.

Os digiescolhidos e digiescolhidas comemoravam eufóricos e após o café da manhã o qual descontaram todas as semanas que passaram a base de leite marcaram de se encontrar no parque, mas ao sair de seu apartamento Miyako e Iori se depararam com uma surpresa nada agradável na porta, uma placa de vende-se bem na porta do apartamento da família Takaishi.

— Ow não, não, será que… Foi tudo em vão. Resmungou o castanho passando a mão na placa . Ambos não sabiam como estavam a família dos amigos.

— Iori-Kun, você acha que o… Não fizemos nada para impedir, os pais deles os encontraram e… Que triste. Miyako faz suposições e Iori abraça a amiga e derramou algumas lágrimas.

Nem sabiam sobre a volta do casal, que nesse momento dormiam, enquanto seus filhos e a futura nora também dormiam, Yamato levantou para ir ao banheiro, quando voltou para o quarto, se deparou com as pernas do irmão totalmente para fora da coberta do Mickey, expondo a fralda, o loiro usava uma camiseta de gatinhos a qual estava curta. Yamato sorriu com a cena e levantou trocando um sinal de silêncio com a namorada que ficou sem entender o músico, que após um tempo adentrou o quarto com uma mamadeira de mingau, torcendo para o caçula não ter acordado o mais velho quis pentelhar o maninho ainda adormecido, Takeru nem abriu os olhos, apenas ao sentir a borracha do bico da chupeta sair de sua boca, coçou o nariz e voltou a relaxar sob o colchão e Yamato passou o bico da mamadeira em sua boca se surpreende pelo fato do mais novo abocanhar o bico e sugar o líquido, a cena provocou uma crise de risos no casal, Takeru ainda pensava que era um bebê e sugava o mingau. Apenas quando o mama chegava ao fim o guardião da esperança abriu seus olhos e percebeu suas mãos em cima das do irmão, e viu os digimons também o cercando.

— Ue depois de grande o Takeru-Kun ainda vai tomar leite na mamadeira? Perguntou de forma inocente, Patamon.

O tolo questionamento o fez corar muito e levantar bruscamente empurrando a mão do mais velho.

— Olha quem acordou! Limpa a boquinha aqui. Yamato pentelhou o irmão o limpando com lenço umedecido. — Só quero ver fazer o desfralde, vai querer o peniquinho. Provocou Yamato beliscando as bochechas do caçula.

— Ah vai se ferrar Yamato! Responde o mais novo acertando um travesseiro no irmão que estava numa crise de risos.

— Agora que ele tá grande ele vai continuar usando fralda? Perguntou Palmon. Mimi negava com a cabeça, mas ria sem parar quando o mais novo se levantou.

— Óbvio que não! Graças ao Joe-Senpai, acabou. Comemorou Takeru e Patamon o abraçou .

— Apesar de tudo, e dessa piada sem graça, eu até que me diverti, principalmente nessas últimas semanas, oniisan, arigato, você fez tudo o que pode e o que não pode para a mamãe não me levar para outro país, pra me manter por perto. Takeru agradece abraçando o mais velho.

— Eu faria tudo de novo, mas sabe que eu ia querer você ainda mais perto se não estivesse cheirando a mijo. A frase fez Takeru olhar para fralda e correr para o banheiro envergonhado. Yamato gargalhou e beijou Mimi.

— Vou emprestar umas roupas para o bebê, afinal, isso aqui não entra mais nele. Yamato ergue o macacão jeans e camiseta xadrez pequena. O loiro mexeu na mochila e escolheu uma muda de roupas já que o que tinham na mala do mais novo não caberiam. Os digiescolhidos entraram no chat, para contar aos amigos sobre o fim do feitiço, somente os irmãos Ishida Takaishi e Mimi não estavam online, Koushiro ficou feliz pelos amigos, mas preocupado, pois tentou ligar para Joe que não atendeu.

— Pessoal precisamos nos encontrar no parque de Odaiba, ir até a casa do Senpai.

— Claro Koushiro-san, principalmente saber da tática do nosso herói. Pentelhou a violacea.

— Essa eu também quero saber! Continua Taichi.

— Você já vai deixar o Joe constrangido não vão? Questionou o ruivo.

— Constranger? Só queremos detalhes da negociação! Disfarçou Miyako.

Após chegar ao local marcado a turma se abraçou, feliz, os casais se beijavam, mostrando a saudades que sentiam.

— Pessoal tenho algo muito sério para revelar… Acho que a Takaishi-san foi embora! Conta a violacea.

— Como assim Miyako-Chan? Eles foram a minha casa, e meu pai os ajudou a encontrar os filhos e a Tachikawa. Lembra Ken.

— Eu e a Miyako-Chan, vimos uma placa de vende-se na porta do apartamento deles, eu quero acreditar no contrário, mas ao que…

— Vocês estavam errados quando teorizaram sobre a forma como voltaríamos ao normal, se ela fez isso… Daisuke esbravejou, serrando com força os punhos.

— O que podemos fazer Dai-Kun, gritar? Eu compartilho da sua agonia dele ter mesmo ido, e não sei se serei capaz de perdoar a senhora Takaishi. Hikari abraçou o ruivo e foi correspondida.

— Nem eu Hikari-chan, se ao menos não tivesse acontecido isso… Será que podíamos impedir? Questionou Daisuke.

— Se isso é verdade, o Yamato deve estar… Não gosto nem de imaginar,que ódio tudo para nada? Esbravejou Taichi.

—Precisamos averiguar, isso e principalmente onde está o Joe-Senpai, liguei para casa da família Kido e o pai dele me perguntou se ele estava lá em casa. Relatou Koushiro.

— Então… Isso quer dizer que ele não está na casa dele? Perguntou Ken.

— Temos que nos organizar, que tal Taichi, eu e Koushiro-san irem procurar o Joe e a Miyako, Ken, Daisuke e Hikari irem até o prédio procurar informações sobre a venda do apartamento. Sugeriu Sora.

— Por que vocês não saem logo dessa moita? Perguntou Daisuke, provocando uma vergonha na dupla que só pensavam em calar o líder da segunda geração.

— Imouto, você vem comigo e a Sora-Chan? Ordenou o castanho.

—Por que isso agora oniisan? Perguntou Hikari.

— Simples pra calar seu namorado, ele vai com a Miyako, Ken, e o Iori vai no seu lugar já que mora no prédio.

— Sinto muito Yagami-San, combinei com a Miyako-Chan que iria procurar a Merry, prima do Takeru e do Yamato. Corta o castanho mais novo.

— Não tem motivo para não ir, Taichi-San para de ser criança. Pentelhou a caçula, causando gargalhadas.

Voltando a casa da mãe de Hiroaki…

Takeru desceu as escadas usando uma das roupas do mais velho.

— Meu filho!

— O feitiço acabou mamãe! Acordei… Takeru corou ao lembrar da última mamadeira de leite pos fórmula que tomou aquela manhã.

— Já estava me acostumando a ter um bebê na casa! Mas senti falta dos dois. Hiroaki abraçou os dois filhos.

— Mas o que é isso Yamato? Questionou Natsuko observando um envelope nas mãos do músico.

— Ah, bem esses são os documentos do Takeru-Kun, creio que você vai precisar para matrícular ele de volta na escola. Yamato devolveu o envelope.

— Então estavam aqui? Eu não sei o que eu faço com esses dois. Natsuko coloca o envelope na mesa e abraçou o filho.

— Arigato! Sussurra a jornalista no ouvido do filho.

— Ainda precisamos ter uma séria conversa Takeru! Lembra Hiroaki pigarreando.

— Eu sabia que eu não ia me livrar! Mas prefiro que o nii-san participe, e desde já eu te peço desculpas. O caçula se curva.

— Do que ele está falando? Perguntou Yamato.

— Eu vou te contar! Prometeu Takeru.

A conversa familiar foi longa, Yamato ficou enjoado e sem reação com a confissão do irmão, que prometeu que de agora em diante ele e Merry não eram mais nada além de primos, que não deixaria mais se levar por qualquer provocação que a priminha faça, confessou que não sentia nada além de repulsa do que fez. Foi inevitável a conversa sobre o risco de doenças e gravidez, que foram muita sorte não acontecer.

Mimi Acabou tornando a vergonha um pouco pior, já que começou a fazer perguntas nada discretas sobre os tipos de posições, se Takeru foi de uma vez ou descobriu aos poucos, seria esse um castigo?

— Eu não quero mais ver, ouvir, e falar sobre essa meretriz! Advertiu Yamato.

— Yama-Kun ela é prima de vocês! Advertiu Mimi.

— Uma parente distante! Não quero mais nem ouvir o nome dela! Acho bom sua promessa não ser falsa ouviu, a última coisa que eu queria era um sobrinho vindo desse tipo de relação, feito pelas costas. Argumentou Yamato.

— Você não tem noção… Se arrependimento matasse… Eu também não quero, nunca mais ver, tocar, eu quero distância. Assegura Takeru.

— Eu acho bom, não me faz quebrar o nariz arrebitado. Ameaça Yamato.

— Oniisan, ela é mulher! Alega Takeru.

— Eu tô falando do seu! Pentelhou o mais velho.

— Se eu tenho o nariz arrebitado, você acha que o seu é o que? Retrucou Takeru.

Os amigos se dividem e Daisuke puxou Iori de perto da roda.

— Nanico, ah… Você vai atrás da prima tarada do Takaishi? Perguntou Daisuke.

— Na verdade vou voltar para as aulas de Kendo! Explica Iori.

— Então… Eu não entendi!

— Novidade! Bom fico feliz de não precisar trocar mais suas fraldas, você fica me devendo! Finalizou o herdeiro da sabedoria e confiança.

Daisuke sacudiu a cabeça e cruzou os braços e foi interrompido por um abraço.

— Vamos Dai-Kun? Chamou Hikari.

— Eu nunca vou entender esse moleque! Admite o ruivo.

— Está falando de quem Dai-Kun? Perguntou a castanha.

— Esquece, e aí vamos, também estou curioso, se ela levou mesmo o Takeru-Kun pra longe, nunca terá o meu perdão, isso não se faz! Será que ele está no aeroporto? Perguntou Daisuke.

— Pode ser! Já que voltamos hoje pela manhã! Seria bom mandar alguém para lá assim podemos saber. Analisa Hikari.

Joe continua seu passeio pela dimensão da bruxinha, montados na vassoura de Witchimon, ambos se beijavam enquanto gomamon dormia no colo do parceiro e sua família se preocupava com seu desaparecimento já que viram Joe indo para cama. Tentomon revelava a caminho sobre Emi ter descoberto sobre os digimons e que ela achava que era um jogo. Taichi pede para Koushiro ter mais cuidado com a informação, e finalmente quando chegam os pais do amigo os enchem de perguntas, o ruivo tenta contornar e diz que Joe não fugiria assim, que elas iam ajudar com o digivice a encontrá-lo.