Operação babá

32 Chapther thirty-two


Notas iniciais
Isso são horas? Desculpa a demora povo eu ando com alguns contratempos mesmo feriados andam acontendo muita coisa prometo terminar em breve Agora como será a volta as aulas? *Vão ficar em cima deles? * Vão ficar no pé do Ken e da Miyako? * Merry e Takeru vão ter a conversa definitiva? Até o próximo

— Bom dia Catherine! Floramon cumprimentou ainda muito preguiçosa.

— Bom dia minha linda! Pode ser dia, mas acho que ainda estou na França, não creio que vou ter que deixar minha cama. A loira se espreguiça.

— Eu entendo você Catherine, mas não vamos conhecer nada aqui do quarto! Pentelhou a digimon.

— Quero muito reencontrar os digiescolhidos, aposto que você também não é? Perguntou a loira.

— Uie, uie, Cathe-Chan! Confirmou a digimon.

As duas pulam da cama e vão tomar banho, quando a francesa se trocou, floramon ajudou a parceira a pentear seus cabelos, ambas descem e digimon planta pegou a cesta de frutas e abriu as pétalas que formam sua cabeça e jogou as frutas dentro dando início a dança que Catherine acompanhou e entregou uma jarra com gelo para a digimon que começou a soltar o líquido de cor amarelada como um filtro, a loira depositou um pouco em cada copo e seus pais chegaram para tomar café.

A bebida era apreciada por todos e floramon tomava seu café em baixo da mesa ouvindo os elogios ao suco.

— Colocou a dose certa, minha filha você não me disse que sabia preparar sucos e sopas deliciosas, qual será a próxima surpresa? Perguntou a mãe de Catherine.

— "Queria eu poder te contar". Pensa a digiescolhida, passando uma vasilha com pães doces por baixo da mesa.

A família Deneuve passeava por Odaiba, foram até o colégio para filha conhecer as instalações e aprender algumas coisas que precisaria como o costume de tirar os sapatos e trocar na entrada antes de subir, ela observou que ao lado havia um armário com troféus e fotos das competições, a foto de Taichi comemorando o gol nos segundos finais a fez se lembrar dos amigos que fez naquela noite em que foi feita refém pelos irmão Mamemons, as fotos mostravam os meninos nas atividades e as competições ela viu Takeru com a medalha e se lembrou do beijo que ambos deram em sua bochecha ficando imediatamente corada.

—Algo errado? Questionou a diretora.

— Não, não! Desolé, eu me lembrei dos meus amigos quando eles me visitaram no Natal do ano passado foi apenas isso! Respondeu a francesa.

— Yagami e Takaishi? Bom eu não sabia que já os conheciam, eles não aparecem desde o início das férias e olha que nunca faltaram a um jogo, ou atividades, mas enfim, pelo menos não ficará sozinha, terá conhecidos para conversar após as aulas.

— Uie, uie! Mas estou ouvindo música!

— Essa seria a próxima na lista, é o nosso festival de verão, infelizmente posso dizer que por fontes confiáveis que nenhum dos seus amigos está, apesar de terem os nomes até nas barracas, acho que foram viajar. Explicou a diretora.

— Isso é uma pena! Mas quero muito conhecer, amo festivais. Catherine se anima.

A diretora apresentou o festival a família Deneuve. Que apesar de felizes a estranha pelúcia sobre os braços da filha chamava atenção dos pais da francesa.

— Minha filha, essa boneca no colo, não acha que devia tê-la deixado em casa? Questionou o senhor Deneuve.

— Apenas gosto muito dessa pelúcia, podemos experimentar. Catherine aponta para a barraca de doces, disfarçando e cobrindo seu real segredo e como toda degustação provou, reprovou alguns,Floramon também participou da degustação.


Falando em segredo, Emi estava preocupada com o recente desaparecimento do namorado que ainda estava na casa da família Inoue tentando arrancar Taichi de cima de Daisuke e quando isso foi feito tentaram fazer Joe se explicar, mas Joe teimava em dizer que apenas foi um passeio, sem querer explicar para onde foi, os digiescolhidos continuaram insistindo até Joe dizer que precisava voltar para casa e aos trabalhos passados no último dia de aulas principalmente porque o mais velho já estava na fase pré vestibular.

—Aw céus, tinha me esquecido dessas drogas de dever de casa. Reclamou Daisuke.

— Mas se lembrou de outra coisa rápido! Retrucou Taichi.

— Oneesan, me perdoa por isso. Queria te contar, mas teria que ser com tempo, não ia chegar assim em casa, enfim sei que não é tradição aqui no Japão nos reunir nas casas e fazer trabalho escolar, mas nosso grupo é diferente, podíamos nos reunir na minha casa e terminar. Convidou Hikari.

— Claro que sim! Concordou Daisuke.

— De preferência na sala onde eu posso ficar de olho. Retrucou o guardião da coragem.

— Vai fazer mesmo esse papel? Perguntou Daisuke.

— De irmão cão de guarda? Só viu agora! Isso sempre foi o papel dele. Provocou Sora.

— Ok preciso ligar para casa, já sumi ontem e hoje meus pais já devem estar preocupados, e a Emi-Chan…

— UHMM Os digiescolhidos pentelharam em coro.

— Mesmo tendo começado o relacionamento de uma forma não muito convencional com uma mentira…

— Mentira? Perguntou Miyako. — Mau entendido fica melhor Koushiro-san.

— Eu tentei inúmeras vezes uma forma de contar a Emi-Chan que os doces e as flores eram apenas um pedido singelo de desculpa, nunca foi intenção namoro, mas aconteceu de verdade, quando ela me beijou foi como se os circuitos entrasse em pane eu não consigo explicar.

— Circuito? Você é Android Senpai? Perguntou Daisuke. Arrancando risos.

— Foi apenas a forma nerd do Koushiro dizer que o coração disparou e o corpo se arrepiou e relaxou no final. Taichi provoca e foi provocado pelos amigos e a irmã que o encararam como se fosse uma confissão assinada.

— Quando você beijou a Sora no elevador foi por isso que subiu aquele cheiro? Perguntou Agumon, Taichi encarou o parceiro com as bochechas ruborizadas e os amigos riam da vergonha.

— Aquilo se chama pum Agumon. Explicou Koushiro.

— Podemos voltar ao assunto trabalho? Creio que nos reunir em casa é uma boa ideia. Concordou o castanho.

Koushiro foi para casa e quando entrou, a castanha que usava o uniforme do colégio, o abraçou como se fosse um reencontro. Quase Tentomon perde a pose de pelúcia e se entrega, o inseto chegou a ser sacudido.

—Koushiro-Kun onde estava? Perguntou Emi.

— Eu estava com os d-com os meu amigos, eu estava com Taichi, o Joe, os amigos de sempre, mas já terminamos o que o assunto, como você está? Perguntou o guardião da sabedoria bebendo água.

— Koushiro-Kun o que a home- homeostasis? Perguntou a castanha, fazendo o ruivo se engasgar..

— A homeostase é uma entidade sem forma, divina, ou grupo de entidades, que mantém o equilíbrio entre o bem e o mal no mundo digital. Porque não tem corpo, tem que possuir o corpo de outras pessoas para se comunicar. Explicou uma voz que Emi saltou do sofá ao ouvir.

— Tento! Repreende Koushiro.

— Não precisa ficar nervosinho não, senti firmeza , acho que podemos contar com ela! Tentomon voou para cima do sofá assustando Emi. — Olá eu sou um digimon, o meu nome é Tentomon tá beleza! O inseto esticou seu braço para obter um aperto de mão.

Mesmo trêmula, Emi esticou as mãos ao digimon e tocou em sua mão.

— Ele é de verdade! Exclama a garota, confusa.

— Mas é claro que sou de verdade! Eu sou parceiro digimon do Koushiro-san, não é comum contarmos para todo mundo, mas quando a pessoa se torna digna de confiança a gente conta.

— Isso não era um jogo? Koushiro-Kun? Perguntou Emi.

— Eu sou um digiescolhido, mas apesar de não saber como te pedir isso…

—O que achou que eu ia sair por aí gritando que vi um monstro digital,não acha que iam me chamar de maluca não? Perguntou Emi. —Kami, então por isso… Aquele gatinho no colo da Hikari-Chan, aquela pelúcia Rosa no da Sora…

— Fomos escolhidos pela homeostasis, a "gata" é a Tailmon apesar de não aparentar está no nível adulto, o da Sora é a Biyomon, está no nível infantil assim como o Tentomon. Explicou Koushiro.

— Apenas porque é muito orgulhosa e metida, gosta de se sentir superior aos outros.

— Você sabe que não é verdade tento, ela é… A gente volta nesse assunto outra hora, Emi-Chan eu passo que não publique nada…

— Koushiro-Kun, Eu já disse, eu não vou sair por aí espalhando algo que não posso provar, não trabalho sem pesquisar e sem autorização principalmente, mas não entendo como? Questionou Emi.

— Aí já é uma história longa dividida em muitos fragmentos alguns que nós mesmos estamos tentando juntar, mas no verão de noventa e nove e dois mil e um estivemos ligados aos acontecimentos, sabemos que podemos contar com você! Afirma Tentomon.

— Eu também sinto a mesma coisa. Reafirmou o ruivo.

Emi se sentiu especial por ser digna de tamanha confiança.


Enquanto os digiescolhidos e Emi se organizavam para fazer uma maratona de deveres de casa, Takeru, Mimi e Yamato ainda curtiam a boa vida no campo, Yamato naquela manhã fez uma brincadeira com o maninho, colocou leite pós formula numa xicara e colocou água quente, encheu de achocolatado.

—Você não toma jeito né Yama? Questionou Mimi.

—Ainda tem mais uma lata cheia, ele tá tomando isso todo dia e nem sabe o que tá tomando. Pentelhou o mais velho.

— Vou deixar você se divertir, ao menos não está dando mamadeira.

Takeru tomou o leite sem notar diferença até saboreou o conteúdo da xícara.

Naquele finzinho de tarde, o amigo da mãe de Hiroaki correu alarmado e disse a família que Yamato, Mimi e Takeru podiam se machucar correndo a cavalo, para o senhor três crianças que não foram criadas no campo estavam experimentando pela primeira vez, começaram montando e Mimi estava com Yamato que guiava o cavalo, em um segundo de distração do senhor que aguava as rosas os jovens arrancaram.

— Acalme-se Hashiro-san, essas crianças sabem se cuidar. Hiroaki defende os digiescolhidos.

— Está louco? Entendo que eles têm muitas aulas na escola, mas não creio que hipismo esteja na grade curricular, eles saíram em alta velocidade, como podem ficar calmos? Perguntou Hashiro.

— Eles ficaram bem, não vai acontecer nada, aqui sente-se. Chamou Natsuko entregando uma xícara de chá.

Somente ao cair da noite os jovens voltaram.

— Eu disse que voltávamos inteiros, não precisava o estresse. Yamato pentelhou o senhor.

—Vocês podiam se machucar gravemente!

— Calma vovô, já temos experiência na área. Somos os mosquiteiros. Mimi enfatiza.

— Onde foram? Perguntou Hiroaki.

— Não muito longe, só esfriando a cabeça antes de voltar para a rotina. Yamato explicou tentando se sentar, mas foi impedido pela mãe que viu as roupas toda suja.

—Yamato-Kun, você tá fedendo. Gabumon fareja.

— Estamos assim desde a ordenha, digamos que é melhor continuar bebendo leite da caixinha evita incomodar as vaquinha. Lembra Mimi.

— Em minha defesa disseram apenas "puxa e aperta" só não disseram pra qual direção a culpa pelo jato na cara foi sua oniisan quem manda ficar atrás. Só não precisava me dar um banho de leite com o balde. Comenta Takeru.

— Eles fizeram uma arruaça no celeiro.

—Tá aí, podemos usar isso na redação, não estaremos mentindo, apenas omitindo. Essas foram as melhores férias que eu já passei.

Após um longo banho, Yamato entrou no quarto sentido um aroma conhecido, Takeru e Mimi passavam creme na pele.

— O que é isso? Perguntou o mais velho.

— O hidratante de bebê tem um cheiro ótimo. Takeru espalhava na perna.

— Anda Yama-Kun, é muito bom.

— Não valeu, já tive hidratação demais num dia leite, lama, não gosto dessas coisas. Resmunga Yamato se deitando.

— Não adianta Mimi-Chan, o Yamato pensa que fica menos homem se passar creme.

— Mas ficar com a pele ressecada não dá, vem, Mimi puxa o namorado que reluta. — Não vai cair o colega não. Provocou a castanha, o rosto do músico ficou vermelho.

Mimi passa o creme nos pés do mais velho.


As semanas passaram e os digiescolhidos se reuniram na nem tão sonhada noite de estudos na casa da família Yagami. Apesar de Ken não ter os mesmos deveres de casa por vir de outro colégio, compareceu para ajudar no que podia.

Eram diversos deveres e trabalhos, artes, costura até a de história, matemática, o final de semana seria para recuperar o tempo perdido.

— Realizou seu sonho Senpai, todos reunidos de cara nos livros. Brincou Taichi.

Joe nem prestou atenção na zoeira, estava perdido nas boas lembranças e olhou a foto que foi tirada no último encontro, no concurso de hambúrguer.

— Acho que o Joe preferia que a Witchmon ficasse. Conclui Gomamon.

— Que amor, ele está mesmo apaixonado. Admira Biyomon.

— Anda Joe-San, cara pensa que você logo vai estar cercado de garotas, você já tem um pouco de experiência agora é só aplicar com as humanas. Aconselha Taichi, bagunçando os cabelos do amigo.

— Eu queria ir para uma escola onde não tivesse dever de casa nas férias. Reclama Daisuke.

— Acho que isso não existe aqui Dai-Kun! Lamentou Hikari.

— É melhor fazer o dever para escola não ligar para casa e cobrar. Cita Iori, lembrando as regras.

—Nem acredito que vou me despedir da minha randoseru. Passou muito rápido. Lembra Hikari, limpando a mochila guardando os livros do ano anterior, enfim colocando a capa protetora na randoseru e guardando no armário.

— Agora é um novo passo, novas responsabilidades. Sora abraçou a caçula.

— Vamos! Pior é que nem vamos saber como estão o Takeru-Kun, o Yamato-San e a Mimi-Chan. Lamenta Hikari.

— Logo vamos saber. Sora ajuda Hikari com bolsa de artes da castanha, que leva os livros e sua caixa de costuras.

As férias enfim ficaram para trás, a família Ishida Takaishi voltou para Odaiba, apenas com tempo para fazer a rematrícula dos filhos e comprar seus materiais, a semana seria de mudanças,muitas caixas para desfazer.

Os três digiescolhidos foram a residência da família Yagami avisar que estavam bem, que o feitiço acabou.

Yuuko abriu a porta, abraçando os amigos dos filhos.

— Eles passaram o final de semana todo estudando, ainda estão dormindo. Conta Yuuko.

— Estudando? Aí droga, bom pra gente é tarde, pelo visto o feitiço acabou para todos. Yamato observou os amigos dormindo pela sala.

— Patamon! A voz se fez presente e o anjinho voou para perto da amiga.

— Tailmon! Patamon abraçou a gata.

— Nos preocupamos, você não foi para o Havaí! Isso é muito bom.

— Não Tailmon, estamos todos aqui, temos novidades, anda belas adormecidas, o sol nasceu, levanta. Mimi puxa um pé. De quem é esse pezinho quarenta? Perguntou Mimi.

—Deve ser da arara de quatro olhos. Provocou Daisuke se levantando.

— Levantou querendo apanhar o suricato da cabeça vermelha, quarenta vai ser o número de tapas que você vai levar. Devolveu a provocação.

— Kyaaaaa as duas sinceras gritam se abraçando.

— Você voltou, você voltou, eu tô muito feliz, anda gente a Mimi, o Yamato e o Takeru voltaram. Miyako acordava os amigos.

— Kami não acredito… A lancha que eu tava pegando era do Ken?

— Ohayou, Tashikawa. Ken se espreguiça.

— Era só você ver a quantidade de pelos nas pernas a que tem mais é da Miyako a do Ken não nasceu. O guardião da bondade corou puxando suas pernas.

— Nossa falou o king Kong, você é muito peludo pra poder zoar assim não é? Perguntou Miyako.

Daisuke apenas riu.

— Vocês também tem histórias, cadê a moita ambulante? Perguntou Yamato.

— Taichi e Sora saíram pela manhã parece que vai ter jogo e o Taichi foi até o colégio depois vão sair com o time. Yuuko contou.