Operação babá

33 Chapther thirty tree


Notas iniciais
Era para ser somente 5 capítulos foram 33 divertidos e gostosos capítulos, a lu tá certa quando diz que a fic me deu um novo gás me diverti na parte das fraldas Me apaixonei pelo casal Joe e Witch-Chan Como nossos digiescolhidos pagaram micos. Eu nem tinha reparado que o capítulo estava incompleto agora tá aí inteirinho Esse vai ser o último como eu prometi teremos muita treta

Após aquela tarde de estudos puxados, já tinha digiescolhido tirando uma soneca, ironicamente o ato deixou um ar nostálgico para alguns.

Yamato, Mimi e Takeru se juntaram ao grupo para fazer suas tarefas, enquanto Sora e Taichi não voltavam, a união do grupo mudava muitos costumes locais, Miyako acaricia os cabelos do namorado enquanto o mesmo dormia sereno, Mimi aproveita para tirar fotos, a veterana fará um antes e depois, Daisuke dormia na perna de Hikari.

— Ken-Kun, anda belo adormecido, tá pondo o sono em dia? Eu sei que foi puxado, mas vai se acostumando! Advertiu a violacea, dando um beijinho em Ken.

— Vocês já podem competir nas olimpíadas de matemática, esse dever todo foi um treino. Ken se espreguiça.

— Dai-Kun, Daisuke. Como é teimoso! Comentou a guardiã da luz.

— O Taichi-San chegou! Pentelhou Miyako.

O pulo que o ruivo deu se colocando em pé fez os amigos,os digimons e a namorada terem uma crise de risos.

— Você não tem mais nada pra fazer sua magrela! Esbravejou Daisuke, emburrado.

— Nossa que medo é esse da presença do Taichi? Perguntou Takeru.

— Ih histórias e mais histórias. Mimi pentelhou olhando debochado para Hikari que cora.

Após arrumar os sacos de dormir, as almofadas, e os livros, a senhora Yagami serviu um lanche para os amigos dos filhos e esses se despedem, seguiram seus caminhos, nessa linda tarde, Miyako acompanhou Ken até a estação.

— Miya-Chan, eu quase me esqueci. Ken recua a mão com o bilhete e o guarda, abrindo a mochila e tirando uma sacola. Arigato, essa é a roupinha do seu irmão, minha mãezinha lavou e é hora de devolver, agradeço muito o cuidado que teve…

— O que é isso Ken-Kun, não precisava devolver, você ficou um amor vestindo ela. Declarou a violacea se lembrando.

— Nos falamos, e a partir de segunda nos veremos todos os dias. Destaca Ken.

— É a primeira vez que digo, não vejo a hora de voltar às aulas. Comemorou Miyako.

— Eu também! Assume o bondoso.

— Ken-Kun, até entendo que você passe por muita pressão no seu colégio, e queira passar mais tempo com os amigos…

— Você entendeu errado Miyako-Chan, eu estou vindo para Odaiba high school, não somente pelos amigos… Você… Eu quero ficar mais perto de você! Declarou Ken com as bochechas ruborizadas e a violacea sentiu o coração disparado e o rosto queimando.

— Isso foi muito kawaii Ken. Eu te amo!

Ken se curvou e beijou Miyako, não importa o quanto as outras pessoas os olhasse reprovando o beijo em público, alguns idosos comentavam que no tempo deles não faziam tal escândalo.

Ken apenas sussurrou a frase "espero que goste da surpresa"! No ouvido de Miyako.

O menino dos cabelos índigo passou o bilhete e acenou, seguindo seu caminho de volta para Tamashi, deixando a amada confusa, era apenas uma sacola com roupas infantil, que surpresa?

Ao chegar em casa, Miyako abriu a sacola retirando o macarrão ao desdobrar para cheirar a peça uma rosa vermelha caiu de dentro.

— Você não existe. Comenta a sincera levantando a rosa e cheirando. O devaneio foi desfeito com o barulho da sacola de loja que Hawkmon mexia.

— Tem uma coisa aqui dentro! A ave avisou.

— Deixa eu ver, por isso pesava mais que eu imaginava, o que o Ken colocou aqui… A frase morreu quando ela tirou uma embalagem de doce, nela dois pedaços generosos de bolo, Miyako não a viu antes, pois a roupinha a escondia.

— Abre ae, ta com um cheiro ótimo! Pede a ave a deixando com uma gota.

— Eu vou dividir, mas calma né apressado, tá passando fome? Pentelhou a digiescolhida.

— Porque ele não disse logo que tinha bolo? Questionou o digimon.

— Era surpresa Hawkmon, se ele avisasse… Bem perderia uma parte da… da graça, ele é muito doce. Elogiou Miyako.

— O bolo deve tá mesmo doce. A frase arrancou risos de Miyako.

— É Hawkmon o bolo também. Miyako abre a embalagem e tira uma foto do bolo com a rosa, ela dividiu a sobremesa com seu parceiro.

Finalmente após longas semanas divididas em fofuras e fraldas sujas, brincadeiras e noites mal dormidas, os digiescolhidos estavam arrumando seus materiais para voltar às aulas.

O dia tão aguardado chegou, na entrada do colégio todos vestiam o uniforme verde, Ken estava bem diferente com as cores do novo colégio.

Como era de se esperar, fãs queriam um contato com seu ídolo, as meninas queriam nem que fosse um Ohayou, queriam vê-lo em atividade no colégio, ver Ken resolver os problemas aritméticos em curtos minutos.

Daisuke não foi expulso do time, mas foi cobrado de todos os lados, desmentiu o boato sobre filhos, a desculpa dos priminhos serviu para todos, Miyako também desmente os boatos sobre os gêmeos e mostrou suas montagens, feita as pressas.

A surpresa aguardava os digiescolhidos naquela manhã, uma nova aluna que vestia o sapato padrão a meia longa branca com o gatinho da Sailor Moon e o uniforme, que acompanhava uma mochila rosa com a torre eiffel, com grandes chaveiros fofos.

— Catherine… você, eu não estou acreditando! Afirma surpreso o guardião da esperança.

— Takeru, ah que saudades. Meus pais vão trabalhar no Japão, e eu vim terminar os estudos, nem acredito que vamos estudar juntos. Esses devem ser os seus amigos?

— Sim, esse são os… amigos que eu falei. Takeru quase falou a palavra no meio da classe.

— Trés bien, eu também mantenho meu segredo fico muito feliz em ter gente que me entende.

— Deneuve Catherine, podia se apresentar para classe? Pede a professora.

— Ohayou, me chamo Catherine Deneuve, vim transferida de Paris, espero que possamos fazer amizades.

Justo o grupinho que expulsou Hikari do grupo de dança fazia gracinhas esticando os olhos para cima, para realçar suas opiniões sobre os olhos da loira, debochada por ser diferente.

— Tinha que ter nome de assombração. Resmunga Hikari.

Na hora do intervalo o grupo se reuniu no pátio após a refeição dentro das classes .

A loira é logo apresentada a Miyako, Koushiro, Yamato.

— Seu digimon é uma Floramon não é Deneuve? Pergunta Koushiro.

— Uie, uie, parece que já os conheço a muito tempo, me sinto acolhida, temos tanto em comum.

— Você é fofa assim o dia todo? Perguntou brincalhona a violacea.

— Não sei se o dia todo! Responde a loira.

— Onde está a sua digimon Catherine-san? Perguntou Hikari.

— Sinto pena, mas a deixei em casa, é arriscado trazê-la .

— Pode trazer sua parceira, nossos amigos estão escondidos no telhado, ela vai amar ter companhia. Opina Hikari.

— Com toda certeza! Concordou Takeru.

—Yagami- Chan. Hikiko puxou a castanha sem mais e nem menos da roda.

— O que mais essa demonia quer com a Hikari-Chan? Perguntou Daisuke se levantando.

— Não sei, essa peste não é amiga de ninguém. Ressalta Miyako.

— Ela estava n-não deixa, eu percebi que a brincadeira com os olhos era direcionada para os meus. Constata a loira.

— Brincadeira? Isso é o preconceito isso sim, essa praga merece levar uns sacode faz tempo. Miyako marchava em direção a entrada, estrelando os dedos, mas um som antecipou suas ações, Hikiko levou a mão a face a qual Hikari acertou com um tapa.

— Alguém filmou isso? Brinca Yamato.

— Imouto você está bem? Perguntou o mais velho aparecendo diante de todos.

— Melhor impossível, não creio que pensou mesmo que eu ia trocar meu irmão por um lugar no seu grupinho. Hikari se solta do irmão e corre para o andar superior.

— Não entendi nada! Exclama o castanho.

— A Hikiko-chan depois dessa nem sei se dá pra ficar com você, isso foi muito baixo. Respondeu uma das meninas.

—O que foi muito baixo? Perguntou Daisuke se intrometendo.

— A Hikiko-San ofereceu a vaga da Hikari de volta em troca ela tinha que arrumar um encontro com você Yagami. Contou.

—Mas nem de graça! Não namoro crianças ainda mais manipuladoras. Retrucou o guardião da coragem correndo até a irmã.

— Eu vim te bater, mas acho que foi o suficiente por hoje. Provocou a violacea.

Hikiko deu um chilique frustrada.

Taichi encontrou a irmã sentada na janela da sala de computação com Tailmon no colo.

— Imouto, você foi muito corajosa lá em baixo. Elogiou Taichi.

— Eu concordo, nossa a doce anjinha se antecipou, ia descer a mão nela pelas merdas das férias e as de agora com a Catherine também, gostei de ver. Elogiou Miyako.

— Aprendi a me defender com uma amiga minha. Hikari abraçou Miyako.

— Vocês não precisam se meter em problemas por minha causa. Pede a francesa.

— Ia acontecer com ou sem a idiotice dentro da classe, ela apenas ajudou a aumentar a raiva. Explicou Tailmon.

— A Hikiko é apenas uma criança, um dia quem sabe aparece alguém que ame mesmo sendo manipuladora, eu ia me sentir tio dela, um tarado. Taichi provoca uma crise de risos nos amigos.

— Tá tudo bem Hikari-Chan? Perguntou Daisuke abraçando a namorada.

— Ela tá ótima, e você tá me amassando. Advertiu Tailmon empurrando Daisuke com as patas traseiras.

— Pronto era o que me faltava, Tailmon-chan, você e o Taichi, mas eu não vou ter sossego com o Daisuke? Perguntou a castanha.

— Claro que vai! Quando eu tiver o meu tempo com você ele pode ter a vez dele. Crítica a gata.

— Eu fico com você Tailmon! Se defendeu a digiescolhida da luz.

— Que amor eles têm ciúmes dos parceiros. Emi se derrete com a cena.

— Ciúmes, preocupação, sentido de proteção, eles são nossos melhores amigos. Catherine se anima.

— Eles nos amam incondicionalmente, mesmo com rejeição, eles fazem qualquer coisa para nós alegrar. Ken ressalta.

— Catherine-Chan você já esteve no digimundo? Perguntou Miyako.

— Somente na invasão do MaloMyotismon! Estava coberto por trevas…

— Graças ao Oikawa não está mais! Ressaltou Iori.

— Isso é ótimo!

— Você podia vir com a gente, digo na próxima vez que abrirmos o portal! Convidou Takeru.

— Vocês estão falando sério? Comemorou a francesa!

— Uie, uie mercey! Os digiescolhidos falam em coro.

— Espero que não se ofenda com nosso francês fajuto! Brinca a violacea.

— Não, não! Arigato! Esse dia mesmo com as brincadeiras de mau gosto está sendo o melhor. Indagou a loira.

O sinal toca.

— Então sinta-se convidada! Hikari abraçou Tailmon antes de abrir a janela para a digimon sair.

— Amanhã eu trago a Floramon! Garante a francesa.

— Tenho certeza que os digimons vão adorar uma nova amiga para se divertir.

O dia ia passando normalmente, mesmo com algumas dificuldades como o hashi, os kanjis, a francesa estava contando com a ajuda dos amigos, enquanto os digiescolhidos estudavam, Merry seguia o primo e acabou vendo Catherine o abraçando e rindo do sotaque do jovem Takaishi, a francesa brincava com Patamon, e o ato de devolução do alaranjado fez com que a priminha atentada entendesse como um presente.

— Então era por ela que estava me trocando. Um sentimento de ódio invadia Merry.

Principalmente ao ver Takeru andando lado a lado com a "amante", os digiescolhidos foram apresentar a sorveteria a digiescolhida, e como bons amigos tiravam selfies juntos, mostrando seus digivice, a diversão aquela tarde estava sob forte vigilância.

Com suas ligações e mensagens sendo ignoradas e constantemente vendo na hora da saída ambos juntos se divertindo pelos parques, e pontos turísticos durante os passeios escolares, a prima de Takeru não aguentava mais ver o garoto passar aquelas duas semanas se divertindo com a amiga, mesmo nunca os vendo sozinhos ela deduz que ambos tinham seus encontros e naquela nublada tarde, a Takaishi surpreende o grupo com uma acusação.

— Então era ela que estava nos afastando? Acusa Merry.

— Afastando vocês? Perguntou a francesa, confusa.

— É ótimo que esteja bem longe do meu irmão. Esbravejou Yamato.

— Oneesan podia não se meter aqui! Pede Takeru.

— Você já ficou quieto tempo demais, a criança não sabe ver que não terá o que quer.

— Yamato você tá piorando a coisa aqui! Takeru tentou alertar.

— Espero que goste da cunhada com a cara deformada. Merry espalmou a mão no rosto delicado de Catherine que ainda não entendeu a palavra "cunhada ".

Miyako odiava injustiça, ainda mais quando o alvo era seus amigos, a violacea em um impulso puxou o rabo de cavalo de Merry a trazendo de volta para o meio.

— Não pense que vai bater na nossa amiga assim e levantar seu narizinho e sair, faz tempo que eu peguei nojo de você, juro que não sei o que deu no Takeru-Kun, mas se tem alguém merecendo um tapa essa pessoa não é a Cather-Chan não, é você sua papa anjo. Miyako devolveu o tapa pela amiga, essa sequer levantou a voz, estava em choque e não gostava de arrumar problemas.

— O que acha que está fazendo? Vocês não podem nos impedir de ficar juntos! Confessou em público. E de onde nos conhecemos? Eu nunca te vi! Finaliza a loira.

— Mas eu posso Merry, nunca jamais deveria acontecer nada entre nós dois, eu me arrependo amargamente de ter me entregue às suas provocações, eu não sou seu, eu não sou mais nada seu, olha o que fez, a troco de nada. Esbravejou Takeru. — Catherine-Chan você tá bem? Perguntou Takeru.

— Uie, eu só não entendo o porquê? Catherine segurou o choro.

— Ela não passa de uma maluca, vem eu te acompanho até em casa. Ofereceu Takeru.

— Isso acompanha sua amante…

— Garota desde o dia que nos vimos eu te odiei, sua cara de prostituta, sua voz, e agora suas atitudes escrotas, some já daqui. Grita Miyako.

— Se não! Desafiou a Takaishi.

— Se não vai levar lama pra casa! Mimi acertou uma bola de barro na cabeça de Merry.

— Seus amigos estão… Merry achou que manipulava seu primo a seu bel prazer.

— Defendendo alguém que não merecia o tapa, eles estão acabando com a treva, desaparece Merry, some, eu não vou dizer de novo, não existe chance de ter nada entre a gente, nunca teve, já que eu sempre fui um brinquedo para você exibir para suas amigas, não me casaria com alguém como você nem se não houvesse parentesco. Desabafou Takeru.

— Me larga sua imbecil. Merry tenta dar um um tapa em Miyako, mas a diretora seguida de seguranças as impediu de continuar, a confusão tomou proporções inesperadas, até as seis da tarde daquele dia os digiescolhidos ficaram presos na sala de detenção, mesmo Merry que não pertencia a escola, mas estava envolvida, a diretora de Odaiba high school ligou para o colégio da loira que ficava em Shibuya, a semanas Merry não assistia as últimas aulas, os próximos a serem avisados foram os pais, foi o fim do segredo para a irmã mais velha de Natsuko e Stephanie, ambas foram ao colégio, Natsuko agiu com imparcialidade já que seu filho não foi uma "vitima" ali, o loiro permitiu, continuou com o jogo, mas a mãe de Merry nunca tinha visto primo namorando primo e se sentiu envergonhada, encarava o sobrinho, e quando a filha saiu da sala ali na frente de todos levou mais um tapa na cara.

— Nós terminamos essa conversa em casa! Ameaça sua mãe.

— Espero que não esteja grávida, como pode? Esbravejava o pai.

— Isso foi descartado! Afirma Hiroaki.

— Eu não quero mais ver confusão hoje, só quero chegar em casa.

— Catherine-Chan, desole, perdão, você não merecia nem ter ficado aqui. Lamenta Takeru.

— Não foi sua culpa!

— Na verdade foi! Se eu não tivesse me entregue as manipulações dela não tinha me metido nisso, e nem estava com receio das outras consequências. Eu nunca vou conseguir me desculpar…

— Eu não estou com raiva de vocês, eu de verdade ainda não entendo a ira da sua prima, não temos nada.

— Uma enorme confusão, uma doente paixão que foi piorando, Catherine…

— Não se desculpa de novo, está perdoado se é isso que queria ouvir.

—Arigato, até amanhã. Se despede o guardião da esperança.

— Parece que eu tirei um peso de cima dos meus ombros, só de pensar que não vamos mais ver essa cobra nunca mais. Indagou Miyako.

— Você está bem Miyako? Perguntou Ken.

— Melhor impossível, com a confusão você ficou preso aqui! Você pode dormir lá em casa, eu insisto no convite.

— Não tem problema Miyako-Chan eu também estava vendo a briga, eu…

— Anda vem, que foi tá com medo do Mantarou que nem o Daisuke do Taichi? Perguntou debochando a violacea.

— Claro que não, apenas não quero incomodar.

— Minha mãe vai amar, eu vou continuar insistindo até dizer.

— Ok Miya, eu vou! Concordou o bondoso. — Vou ligar para casa, nessas horas meus pais devem estar preocupados.

A mãe de Ken já tinha recebido a ligação da direção da escola, a primeira em anos, foi um alívio muito grande a ligação e o pedido para dormir na casa da família Inoue.

Os digiescolhidos subiram até o terraço e os digimons dramatizaram a demora dos parceiros.

— Achei que tinha me esquecido Kenzinho! Wormmon se aconchega no colo do parceiro.

— Isso nunca Wormmon, eu estava de castigo. Explica Ken.

— Castigo? Mas isso não é só para alunos bagunceiros? Perguntou a lagarta.

— Eu explico melhor a caminho, nós vamos dormir na casa da Miyako. Avisa Ken.

— Oba! Comemorou o digimon.

Após o incidente, os digiescolhidos cumpriram o prometido, eles abriram o portal e levaram a francesa e sua digimon para o digimundo após as aulas.

— Está muito diferente do ano passado, está verde, florido. Catherine se encanta com as paisagens.

— A restauração foi efetuada, o equilíbrio dos mundos está restaurado. Explicou Koushiro.

— Isso é muito bom, quantos digimons! Catherine olhava para o céu vendo os monstrinhos voando.

— Esse é um mundo como o nosso, mas habitado por criaturas digitais. Iori mexia nas moitas.

— O que está procurando aí Iori-San? Perguntou Armadillomon.

— Não é nada não Armadillomon. Respondeu o castanho.

— Ele deve estar passeando. Armadilomon assustou o parceiro.

— Do que ele está falando? Perguntou Floramon.

— Pipimon! Exclama Patamon.

— Um digimon? Perguntou Catherine.

— É o digimon do Oikawa, o humano que foi usado pelo MaloMyotismon como hospedeiro e usou suas últimas forças pra devolver a vida para o digimundo justo no momento que conheceu o digimon.

— Que triste! Catherine olhava com tristeza para a vegetação.

— Se ele não tivesse feito o mundo demoraria o dobro para se restaurar.

Passado o momento mórbido, a loira passeava com os amigos até a cidade do princípio, onde finalmente os amigos se sentaram para descansar, e provar a sopa feita pela parceira da francesa, muitos viram o nariz quando viram o modo de preparo, Takeru continuou virando a tigela assim como os digimons.

A loira é logo apresentada a Elecmon os bebês digimons se amontoaram aos poucos para conhecer sua nova amiga, cheiravam, pularam em seu colo, e por fim se sentam ao redor da dupla para a hora da história.

Sem perceber a nova integrante do grupo ninava um chicomon que não era de Daisuke.

A irmã de Natsuko, seu marido e Stephanie levaram um choque, mas os pais da loira a matricularam no internato na França somente para meninas, a loira protestou principalmente ao ler as rígidas regras, era mais rígido que o colégio dos primos, no dia seguinte Merry embarcou com o pai e se sentiu em uma prisão quando os portões pesados se fecharam.

— Eu devia ter contado desde que eu soube. Natsuko contou tudo.

— Devia mesmo, sempre quis proteger todo mundo, e o Takeru? Perguntou a tia dos loiros.

— Assim parece até que seu sobrinho é só o Takeru! Pentelhou a jornalista.

— Ele foi quem aprontou! Mas como estão? Perguntou de novo.

— Estão bem, se quer saber sobre castigo, o Takeru já ficou um bom tempo de castigo.

— Claro o colocou na cadeira de rosto pra parede. Debochou a mais velha. — Você sempre teve piedade e pegou leve com os meninos.

Natsuko olhou o celular Como se tivesse algo marcado.

— Eu não acredito em castigo físico, mas ele já ficou um bom tempo de castigo preso em seu quarto. Assegura a loira.

Para a tia dos irmãos Ishida Takaishi a punição foi insuficiente.

Semanalmente os digiescolhidos voltavam para o digimundo e se divertiam, Catherine estava cada dia mais próxima do grupo, principalmente das meninas, aprendia a usar os talheres japonês, e participava ativamente dos festivais, e com paciência foi aprendendo a fazer os kanjis, demorou, ela se frustrava com seus erros, e Takeru foi empurrado pelos amigos como guia já que a estrangeira pouco conhecia os costumes, a ajuda que todos dava dava frutos a cada novo aprendizado a loira demonstrava uma alegria contagiante.

Logo foi possível perceber o francês voltando a fazer parte do vocabulário de Takeru.

— Que kawaii, a vai me diz que eu não tô shippando sozinha! Saltitando Mimi.

— Eu também torço muito… Não é por um erro que ele tem que fazer voto de castidade. Ele já se arrependeu, a praga sumiu. Completa Miyako.

— Podíamos dar um empurrãozinho! Sora da uma piscadinha.

— Usar o truque das flores de baixo da mesa! Opina Hikari.

— Será que ela não vai pensar que é outro garoto? Perguntou Mimi.

— Só se não for vontade dela ficar com o Takeru. Constata a violacea.

— Gente para de jogar balde de água fria, vai dar certo, vamos usar trufas também. Mostra Mimi, deixando as amigas com água na boca.

Dia a dia semana após semana Catherine encontrava uma trufa, uma rosa em baixo de sua carteira, escondia para professores não pensar que estava comendo em horário de aula.

No dia do festival de primavera, Hikari suja propositalmente as mãos do amigo de chocolate, antes de Takeru conseguir chegar ao banheiro e se lavar, Catherine passava comendo uma trufa e viu a mão suja de Takeru, a francesa se engasga.

— Nem acredito que a ideia tá dando certo, anda loirinho o terreno tá arado, não é possível ser tonto e perder uma chance dessas. Mimi chilicava .

— Calma né Mimi-Chan, quer o que? Que o Takeru avance na boca da Catherine ou ela na dele? Pentelhou Sora.

— Seria bom! Devolve Mimi

Catherine comia os últimos pedaços do chocolate pensando nas mãos sujas de chocolate do loiro, "só pode ser ele" . Pensava a francesa.

As meninas comemoram secretamente a confusão, até o dia que Takeru viu a digiescolhida comendo a trufa e cheirando a rosa.

— Já tem admiradores? Questionou com um tom de ciúmes.

— Uie, uie! Catherine admite pensando ser um jogo. — Como se não soubesse. Brinca a francesa.

— O quer dizer Catherine? Perguntou Takeru.

Do outro lado do corredor a turma de digiescolhidos espionaram o casal.

Daisuke acabou perdendo a paciência com a enrolação.

— Acabar quem leva a fama de lerdo sou eu, para de procurar entender e beija logo seu albino. Gritou Daisuke.

Catherine não sabia onde enfiar a cara e nem Takeru, ambos estavam corados .

— Motomiya não era pra revelar. Repreendeu Ken.

— Cara tava embaçado, eu não tenho essa paciência.

A loira saiu para o lado oposto do amigo, que ainda estava confuso, enfim Iori se viu obrigado a contar a situação para Takeru.

— Pessoal eu agradeço a ajuda, mas eu não estou afim de uma relação agora, puxa gente a Catherine chegou faz alguns meses, eu não quero magoar ela, eu gosto muito dela… Só que não posso agora. Takeru sai atrás da digiescolhida. E não a encontrou até a volta pra classe, onde não podiam conversar.

Naquela semana toda ambos os digiescolhidos passaram cuidando dos bebês digimons, os quais amavam suas babás.

Demorou até o próximo verão, o qual foi marcado por reencontros, Patamon e Tailmon sentiram uma estranha presença no festival e estavam certos, um estranho digimon roxo parecido com o anjinho se escondia pelo festival no colégio, o qual Joe se divertia com os amigos.

— Hikari-Chan, você deixou seus cabelos crescer , nossa! Daisuke admira.

— Miya-Chan, a Catherine, enfim nossas amigas insistiram tanto que eu deixei, de fato está diferente.

—Você tá linda!

—Arigato, você também. Hikari beijou o ruivo.

Enquanto isso não muito longe...

— Tsukaimon! Parece que alguém gosta dos festivais. Aponta Tailmon.

— Veio ver o Joe-Kun? Ou causar novas confusões? Perguntou Gomamon.

— Os festivais são tão harmoniosos, coloridos…

— O Joe sente a sua falta! Indagou Gomamon.

— Eu juro que não era minha intenção, também senti falta do Joe, eu não devia ter vindo. Lamenta o digimon.

— Muito pelo contrário, ele vai ficar feliz com a visita. Afirma Gomamon.

Joe assistia a apresentação da sala do sétimo ano e uma figura feminina que se sentou ao seu lado lhe chamou a atenção.

— Witch-Chan Joe deu um sorriso e abraçou e beijou a bruxinha, com sentimento de saudades.

Após a apresentação durante a dança Takeru e Catherine finalmente deixaram o clima os envolver, a francesa foi paciente após o episódio com as trufas, a loira aproveitou a amizade ao invés de exigir, a verdade é que nem ela sabia o que sentia, com o passar dos meses, com a proximidade o sentimento foi amadurecendo e o beijo aconteceu em meio a dança ensaiada, como se não pudessem mais esperar, o lado bom é que a música falava de romance, o que fez o público acreditar que tudo era parte da apresentação.

— Eu espero que tenha entendido a coisa das trufas e rosas, bom confesso que eu faria, mas dessa vez foram nossos amigos. Conta Takeru.

— Uie, uie, eu entendo, achei meigo, confesso que fiquei pensando quando se declararia, mas adorei ter me contado a verdade.

— Eu te amo Cather-Chan. Declarou o guardião da esperança.

Catherine ficou corada e sorriu abraçando o digiescolhido.

— Eu também Takeru-Kun! Declarou a digiescolhida.

Taichi também dançava com Sora e soltou uma inesperada declaração.

— Eu amo você Sora-Chan! O castanho encostou seu rosto ao da ruiva.

—Eu também seu baka! Declarou a guardiã do amor.

—Eu sei que já parecemos, mas quero saber se você quer ser oficialmente minha namorada, após o episódio com a louca da Hikiko e da maluca da nossa classe , eu percebi o quão falta o pedido faz, nenhuma dessas garotas tem a sua essência.

—Yagami Taichi eu aceito seu pedido. Sora puxou a cabeça de Taichi para perto e ambos trocaram um beijo.

Notas finais
Acabou turminha do nyah
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!