Only Hope
11 Capítulo 11 - To Love Again
Notas iniciais
finalmente decidi postar alguma coisa descente hoje aqui kkk. Bom estou super feliz com vcs, vcs estão me ajudando muito no momento em que eu preciso de alguém! Obriga vcs são demais *-* Bom todas sabemos que Matt odeia Damon, então por que não Matt fazer Damon sofrer um acidente perto do seu casamento com Elena? bom eu sei que vcs me mataram por causa desse capítulo mas precisava por emoção na fic.. Da uma separadinha no DELENA, mas calma esse capítulo tem vários momentos fofos dos dois! Não vou me delongar muito, mas quero saber se vcs querem que eu coloque os nomes das músicas que coloco nos caps nas notas? Quem quiser please comente! Leitoras e recomendações fantasmas apareçam! Até mais loves *-*
Elena Pov
‘‘ Eu me sinto como se tivesse sido trancada durante um século de noites solitárias. Aguardando por alguém para me liberar. ’’
Matt pegou minha mão dando um leve beijo, e me colocou de seu lado. O juiz começou com uma faladeira que parecia não ter fim. Olhei para o lado e vi Damon me encarando abobalhado. Sorri daquele jeitinho besta de menina apaixonada, e seu sorriso aumentou.
‘‘Você está lambendo seus lábios e soprando beijos em meu caminho, mas isso não significa que eu vou me entregar’’.
Aqueles lábios carnudos estavam me deixando a delírio. Minha vontade era de largar Matt e tascar um beijo em Damon. Mas eu não podia fazer isto. Não pelo Matt, sim pelo Damon, ele me acharia uma maníaca.
- Um casamento feliz se constrói com muito amor, carinho e compreensão. Que estes sentimentos estejam sempre presentes em suas vidas. – continuava o juiz com toda aquela palhaçada. Meu casamento não é feliz, e muito menos construído no amor. — Que este amor que os uniu permaneça para sempre em seus corações. Sejam muito felizes! – Felizes com ele? Acho meio que impossível. Matt se virou em minha direção, quando eu saquei que era a hora do beijo.
Eu não tava feliz, e não iria fingir. Virei toda dengosa e fui lentamente ao encontro de Matt. Ele sorria todo abobalhado. Aproximei nossos rostos, soltei um suspiro, não de prazer, mas de nojo, e fui até a sua orelha pronunciar tais palavras:
- My body's saying let's go – disse dando uma pausa. — But my heart is saying no. — após cantar esta bela música da Christina Aguilera, selei nossos lábios com um curto selinho e me virei sorrindo para todos. Matt continua com cara de babaca pelo que eu disse.
‘‘Meu corpo está dizendo ''vamos lá'' Ooooh... Mas meu coração está dizendo ''não''.’’
Damon Pov
Sentia-me acabado. Arrasado. Mas que diabos de sentimentos eram esses? Quando Elena selou um selinho com Matt me deu uma vontade de sair arrastando ela dele salão e leva-la para qualquer cidade longe de todos. Mas por que eu queria isso? Por que eu sentia isto?
‘‘Não, eu não consigo esquecer-se dessa noite e do seu rosto enquanto você estava saindo. Mas eu acho que era esse mesmo o rumo que a história tomaria Você sempre sorrindo, mas em seus olhos suas tristezas apareciam. Sim, apareciam. ’’
Todos foram para o outro lado da casa, encontrando um grande salão, mesas, e um grande lugar para dançar. Peguei uma mesa onde eu e Carol sentamos. Não estava com cabeça pra casamentos, muito menos daquela mulher.
‘‘Não, eu não posso esquecer-me de amanhã. Quando eu pensar em toda a minha tristeza. Quando eu tive você, mas deixei-o ir e agora é justo apenas que eu deixe você saber o que você deveria saber’’.
De repente um silêncio se apoderou dentro do salão e os noivos foram para o meio da pista. Parece que eles queriam acabar logo com a farra para aproveitarem a lua de mel. Aquele pensamento me deixou puto da vida, me fazendo da uma grande golada em meu copo de Martini.
DANÇA ELENA E MATT: http://www.youtube.com/watch?v=utL0rla8Dqc
Então uma música romântica apoderou o lugar. Elena não parecia feliz. Na verdade ela estava com cara de poucos amigos. Eles começaram a dançar e sua infelicidade aumentava cada vez mais. Ate que o safado do seu marido passou a mão por seu corpo. Isso me deixou louco, me fazendo virar por completo o meu copo. Quando de repente um tipo de lembrança invadiu minha mente.
‘‘Estava no bar, quando vi uma morena, com um vestido vermelho colado dançando até o chão com dois homens. ’’
‘‘– Você é bonito. – Falou a morena me encarando. ’’
Minha cabeça começava a doer aos poucos. O que era aquilo? Quem era a mulher do vestido vermelho? Tomei mais algumas e vi Elena se aproximar.
- Dança comigo, por favor? – disse ela com o olhar totalmente implorativo. Como negar? Levantei-me, peguei a sua mão e guie-a ate a pista. Para a coincidência do destino começou a tocar uma música lenta, romântica.
http://www.youtube.com/watch?v=WcxJnCUtmlI
‘‘Todas as noites. Todos os dias. Eu digo ao meu coração pra te esquecer e se afastar não se magoar mais ,mas não importa o que eu diga você está tão fundo em minha mente não há formas de deixar este amor pra trás.’’
Elena encostou sua cabeça em meu pescoço e segurava firme em meu palito, em forma de carinho, conforto, proteção. Comecei a massagear suas costas, me sentia bem, me fazia sentir bem. Ela deu um leve suspiro e levantou sua cabeça para me encarar.
‘‘Costumava ser, eu creio. Que eu poderia continuar e encontrar alguém pra me apoiar. Alguém, alguém, logo eu percebi que não havia outro’’.
Foi então que lágrimas escorreram de seus olhos. Por instinto comecei a acariciar seu rosto, e deu um forte abraço nela, grudando ainda mais nossos corpos. Aquele ato me fez suspirar.
‘‘Lá estava você armado contra o céu. Você é minha vida eu rezo pra quando você for meu para amar de novo... ’’
- Você não se lembra de nada né? – perguntou ela com esperança. Do que ela estava falando?
- Do que? – perguntei curioso e preocupado.
‘‘Eu vejo a chuva no céu e eu vejo seu rosto em cada lágrima que choro com cada suspiro, e cada som eu posso ouvir outra voz e juro que você está por perto e cada palavra é clara porque eu sei que a lembrança não irá embora até que você seja meu pra amar de novo. ’’
- Elena ta na hora de você ir. – apareceu Caroline do nada. Elena se assustou e logo saiu de perto de mim se perdendo no meio da multidão.
‘‘Quem disse o que vive no passado? Quem disse que o amor não vai durar? O tempo permanece aguardando pacientemente até aquele dia em que em que eu terei você pra amar de novo. ’’
Alguns minutos depois os noivos apareceram junto com uma jorrada de arroz. Elena sorria mais sua expressão era de tristeza. Logo eles desapareceram, e eu fui para um canto mais quieto naquela multidão. Forcei mais uma vez minha mente e lembranças me tomaram a tona.
– Me chamo Elena. — ela falou caindo um pouco em cima de mim. Um pouco zonzo com a minha bebida cai um pra frente dela. – Você é bonito. – Falou Elena me encarando.
– E você é linda. — Assim que terminei de falar me aproximei meus lábios dos dela e selamos com um pequeno selinho.
Selinho? Que lembrança era aquela? Lembrança ou imaginação da minha cabeça? Acho que é algo da minha cabeça, só podia ser. Devo-te encucado com seu selinho e agora fico imaginando coisas. Terminei de beber minha bebida e me despedi de Carol. Não havia mais motivos pra continuar ali.
Elena Pov
Saímos de minha casa e fomos direto para uma casa. Não íamos viajar, afinal não teria uma lua de mel com ele. Chegamos à nossa futura casa e entramos. Era linda, grande e bastante espaçosa pra somente duas pessoas. Fiquei ali avaliando a casa, quando senti beijos em meu pescoço.
É sério que ele pensava que eu ia ficar com ele? Que teríamos uma lua de mel? Ai só Matt mesmo pra fazer este momento ficar engraçado. Afastei-me dele, e virei para ver a sua cara.
- Qual é o problema agora Elena? – disse ele se jogando no sofá.
- Problema? Nenhum e o seu? – disse brincalhona.
- Eu não to com problemas, você que tá ai me rejeitando.
- Matt querido, eu não vou transar com você. Nunca. Coloca isso na sua cabeça. Se for pra eu transar vai ser com o Damon, somente com o Damon vê se toca. – falei subindo para meu futuro quarto, claro que era separado de Matt. Entrei no quarto e tratei logo de trancar a porta vai lá saber se o outro não resolve soltar a macaca.
Joguei minhas malas na cama e tratei logo de banhar. Precisava lavar meu corpo daquele dia, que vamos combinar né? A água caia em perfeita sintonia com meu corpo o relaxando por completo.
Como será que ele estava? Pensei por fim suspirando, deixando me levar somente por lembranças de um bom tempo. Terminei de tomar meu banho, me enrolei na toalha e peguei meu celular. Procurei por um nome que por fim encontrei e resolvi discar.
Após o terceiro toque aquele homem atendeu:
-Alô? – disse ele um tanto eufórico.
-Damon? – perguntei com uma voz chorosa.
‘‘ Eu não posso viver se viver é sem você. Eu não posso viver, eu não consigo mais. ’’
Damon Pov
Estava deitado na minha cama olhando para o teto quando meu celular começou a tocar. Na tela estava escrito Amor. Apressei-me para pegar o celular antes que desligasse e antendi.
- Alô? – falei eufórico.
- Damon? – eu conhecia aquela voz. Era Elena. Sua voz estava um pouco chorosa, e logo meu coração deu uma pequena doída.
- O que aconteceu Elena? – então ouve uma pausa na conversa por alguns minutos. Será que ela estava ali ainda? – Elena?
- Fala nada não. Eu só quero ouvir a sua voz. – disse ela agora chorando. Será? Não, não é possível.
- Aquele idiota fez alguma coisa com você? – falei puto, me levantando da cama e indo em direção à porta. O que eu tava fazendo? Nem sei onde ela está. Voltei me sentando no sofá derrotado.
- Não. Ele não me fez nada pode ficar tranquilo. Eu só queria te ouvir. – meu coração acelerou naquele momento. Ela queria me escutar, eu, não aquele babaca do seu marido.
- Eu também. – me rendi por fim. Eu sinto coisas por ela, coisas que não sinto por outra mulher que eu tenha visto até agora.
- Eh, eu tenho que ir. Posso te ligar depois? – disse ela tristonha.
- Você pode ligar sempre que quiser. – e assim ela encerrou nossa conversa. Fui para meu quarto. Joguei-me na cama e fui colocar os pensamentos em dia e assim logo adormeci.
Flash Back On (atenção isso não é lembranças do Damon)
– Me chamo Elena. — ela falou caindo um pouco em cima de mim. Um pouco zonzo com a minha bebida cai um pra frente dela. – Você é bonito. – Falou Elena me encarando.
– E você é linda. — Assim que terminei de falar me aproximei meus lábios dos dela e selamos com um pequeno selinho.
Então ele selou nossos lábios, demos um pequeno selinho e nos afastamos. Mas eu queria mais. Logo me adiantei e suguei seus lábios. Ele deu um suspiro e pediu passagem com a sua língua que eu logo cedi. Ele beijava bem, muito bem na verdade. Nossas línguas travavam uma briga intensa e gostosa, nos separamos quando o ar faltou. Olhei para ele, e me fixei em seus olhos azuis e me perdi na sua imensidão. Peguei sua mão e o guiei para a pista de dança. A música começou a soar e aproveitei pra grudar nossos corpos.
Flash Back Off (somente para explicar a lembrança que Damon teve no casamento)
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