Only Hope

12 Capítulo 12 - Fix a Heart


Notas iniciais
Oi Meninas! Demorei mais postei. Nesse capítulo não tem muita coisa nova, mas finalmente aconteceu algo que todas esperávamos!!!! E finalmente vamos ver outro lado do nosso querido Matt um lado amoroso com nossa Elenita. Bom não vou me alongar mais, espero que gostem e comente please!
Leitoras fantasmas apareçam!

Elena Pov

‘‘Provavelmente é o melhor para você, eu só quero o melhor para você. E se eu não sou o melhor, então você está preso. ’’

Eu precisava aceitar. Aceitar que no momento Damon seria feliz sem mim, com outra pessoa, outra mulher, sem ser eu. Eu nunca poderia deixa-lo feliz. Não com esse maldito contrato. Meu Deus eu o amo tanto, por que as coisas tem que ser tão difíceis?

‘‘Tentei cortar os laços e eu terminei com ferimentos para vincular como se você estivesse derramando sal em meus cortes. ’’

Estava deitada em meu quarto chorando quando Matt entrou no meu quarto com uma cara preocupada.

- Elena já faz três dias que você está chorando nesse quarto, por favor, não faça mais isso. – disse ele sendo educado e preocupado pela primeira vez na vida comigo.

- Como você não quer que eu fique assim? Matt você me tirou o amor. Você me separou dele. – disse chorando mais ainda.

- Mas eu também te amo Elena. – disse ele um tanto desesperado.

- Mas eu amo ele Matt. E sempre vai ser ele. Você nunca vai ser feliz comigo. Nunca.

‘‘E eu já nem tenho mais band-aids eu não sei nem por onde começar. Porque você não pode curar o dano você nunca pode consertar um coração. ’’

- Elena deixe me tentar? – disse Matt chorando. Ele tinha sentimentos?

- Matt, você nunca poderá consertar meu coração. Só ele pode. Damon, Matt.

‘‘Mesmo que eu saiba o que está errado como posso ter tanta certeza se você nunca diz o que você sente, sente. ’’

- Eu te amo. – disse Matt segurando a minha mão.

- Eu amo ele. Deixa-me ser feliz Matt? – disse desconsolada. Matt havia me pegado falando com Damon no celular e havia tomado ele de mim.

‘‘Devo ter segurado sua mão tão forte você não tem vontade de lutar eu acho que você precisava de mais tempo para melhorar. ’’

- Você nunca vai ser feliz com ele Elena você não percebe isso? – disse ele irritado saindo do quarto.

Eu só queria poder ouvir sua voz mais uma vez, só mais uma vez. E deixar-me levar pelo seu amor, mesmo ele não sentindo. Eu só queria poder senti-lo. Ainda me lembro da nossa última conversa, ele estava tão preocupado:

Flash Back On

- Damon? – disse um pouco presunçosa. Era a segunda vez que ligava pra ele nessa semana.

- Elena? Finalmente estava preocupado. – disse ele em um tom de alivio. O que me fez rir é muito.

- Desculpa. – disse sendo sincera.

- Tudo bem, mas como anda as coisas? A viagem. – disse com uma pontada de ciúmes. Será?

- Viagem? Quem disse que eu fui viajar?

- Não? Ah, pensei que vocês tinham ido. – falou envergonhado.

- Damon, por favor, né? – disse rindo.

- Damon, Elena? – disse Matt entrando no meu quarto com raiva.

- Depois a gente se fala. – disse desligando na cara de Damon. – O que você ta fazendo aqui?

- Vim saber como minha mulher estar e acabo encontrando ela falando com o ex-peguete. – disse com menosprezo.

- O Damon não é meu ex, e muito menos peguete. E você não tem o direito de sair entrando desta maneira em meu quarto.

- Eu entro quando quiser. – Disse Matt arrancando o celular de minhas mãos.

- O que você ta fazendo? – disse perplexa.

- Salvando nosso casamento. – disse saindo do quarto.

Flash Back Off

Depois desse dia eu nunca mais vi a cor do meu celular. Mas já estou providenciando outro. Tive que implorar, mas Carol concordou em arrumar outro celular pra eu. Matt estava arrumando uma transferência de escola pra mim. Ele não queria que eu estudasse na mesma escola em que Damon dava aula. Ainda estamos brigando por causa disso, se ele acha que eu vou deixar meus amigos por causa dele? Ele está muito enganado.

‘‘Você deve ser um milagre caminhando para cima e para baixo. Você não pode consertar o que foi quebrado. Por favor, não dê minhas esperanças, não, não. Baby me diga como você pode Ser tão cruel. ’’

Damon Pov.

Elena nunca mais havia me ligado, acho que aquele idiota fez alguma coisa com ela e só de pensar nesta possibilidade isto me deixava louco. Eu queria protegê-la, ama-la, não sei por que mais eu a queria aqui comigo, só comigo.

Estava em frente à televisão, quando um comercial começou a passar e do nada aquilo me lembrou de Elena. Daquele cheiro de morangos que seus cabelos continha. Epa perai, como eu sabia disso?

– Elena isto é muito sério. Eu também quero muito você, mas não sei o que fazer. — Disse olhando para os seus olhos que transbordavam desejo.

Desejo? Como assim? O que é isso que está rondando minha mente?

–Eu sei o que você deve fazer. — Elena terminou de falar e já veio me beijando. Ela foi descendo sua mão pelo meu corpo e chegou lá naquele ponto. Naquele ponto que nenhum homem resiste e deu uma forte puxada. A joguei na cama e comecei a desabotoar seu vestido. Ela estava com um conjunto vermelho que assentava muito bem com sua cor branca. Minhas mãos involuntariamente foram direto para fecho de seu sutiã. Tirei com alguma dificuldade, mas a recompensa que foi boa.

– Ok, ótimo então agora eu vou ali fora atrás de outro cara que queria transar comigo. -Falando isto ela começou a levantar. Fiquei puto com isto, não deixaria outro FDP abusar da inocência de Elena. A puxei e deitei na cama. Penetrei dentro dela e esperei alguns minutos para seu corpo se acostumar com o meu tamanho. Ela era apertada e quente. Não aguentando mais esta situação, comecei a dar leves estocadas nela. Nós dois gememos juntos. Elena rebolava freneticamente tentando aumentar o volume, mais não melhorava muita coisa. Percebendo sua urgência, comecei uma sequencia de estocadas agora rápidas.

– Oowh Damon. — Eram as únicas coisas que Elena falava e eu conseguia raciocinar. Fui estocando cada vez mais rápido e pude sentir que ela havia gozado. Alguns minutos depois gozei e dei um leve beijo em sua testa.

Eu e Elena já transamos? Não isso só pode ser coisa da minha cabeça. Ou são lembranças de meu passado. Lembro-me do médico me falando que eu teria vagas lembranças do passado e que talvez eu pudesse confundir com outra coisa. Desliguei a televisão e me concentrei em me lembrar de mais coisas.

Acordei, e logo tratei de levantar sei que é domingo mais preciso resolver as coisas do meu novo trabalho. Foi quando eu senti algo macio sendo arremessado na minha cara. Joguei o travesseiro do lado e logo ouvi uma voz doce um tanto irritada.

–Assim. — Coloquei minha mão em sua bochecha em uma forma de demonstrar afeto, grudei um pouco nossos corpos, e suguei seu lábio inferior. Ela suspirou. Grudei meus lábios com os delas e pedi passagem com a minha língua. Ela exitou por alguns instantes mais logo cedeu. Nossas línguas assim que se encontravam começaram a travar uma briga. Lembranças da noite anterior começavam a surgir em minha cabeça. Encostei-a mais na parede, e comecei a acariciar suas pernas. Ela gemeu e mordeu meus lábios. Ela cortou nosso beijo e ficou me olhando perplexa.

Ela ficou me encarando e acabei me perdendo nos seus olhos castanhos claros, quando dei por mim já estava me aproximando dela. Suguei seus lábios e comecei a intensificar o beijo. Elena começava a descer suas mãos para a minha intimidade. Tirei seu cinto e a puxei para meu colo. Paramos de nos beijar por falta de fôlego, aproveitei e comecei a subir seu vestido. Percebi que ela esta sem calcinha, provavelmente havia esquecido no hotel. Penetrei dois dedos em sua intimidade. Ela ungiu de prazer

–Damooon – ela tentava falar, mais arfava de prazer. Ela me beijou com calma e tranquila, mais trasbordava amor e carinho, foi ai que percebi que a beijava da mesma forma, como se este fosse nosso ultimo beijo. Terminamos o beijo, dando umas leves sugadas, suspiramos juntos.

– Não, não vamos fazer isto novamente. – sua voz saiu triste, mas no fundo ela falava a verdade.

Acordei com o corpo daquela mulher ainda na minha cabeça. Meu Deus o que é isto? Será que eu nunca mais vou tirar Elena da minha cabeça, já basta ter dormindo pensando nela. Parei no espelho e pude ver leves expressões de olheiras, ótimo ela fica danificando meu rosto. Foi então que prestei realmente atenção do meu reflexo no espelho. O meu amiguinho ali embaixo estava mostrando seus sinais de vida. Não acredito que até dormindo esta mulher me exita. Rapidamente me direcionei para o banheiro, precisa de um banho pra ver se abaixava o fogo. A água bastante gelada escorregava pelo meu corpo até o chão. Foi quando comecei a lembrar da Elena gemendo o meu nome, de como ela se movimentava dentro de mim. Meu Deus nem a água esta me ajudando, ótimo vai ter que ser da maneira difícil. Já que a bonitinha da Elena não tá aqui, vou ter que fazer o serviço sozinho né.

Não eram coisas da minha cabeça são sim lembranças. Lembranças da minha Elena, minha não do desgraçado do Matt.

Entrei dentro da sala e logo ouvi vários suspiros das meninas que estavam na primeira fileira. Coloquei minha pasta na mesa e fixei meu olhar para os outros alunos. Foi quando eu a vi, me olhando perplexa. Não acredito Elena era aluna da escola que eu estou trabalho. Elena era minha aluna. A Elena do vestido vermelho que você amou na noite passada. Agora entendi o espanto do Rick. Elena me olhava como se quisesse fugir da sala.

Sentei-a em cima da mesa e encachei suas pernas no meu quadril. Elena me olhava calma, tranquila, mas com certo desejo. Ela se aproximou e sugou meus lábios. Segurei seu rosto e intensifiquei o beijo. Comecei a subir seu vestido e massageie sua intimidade. Elena gemia, ela começou a tentar abrir minha calça, mas foi uma tentativa em vão.

Sai de dentro dela, e meu corpo protestou contra. Levantei-me e tratei de catar logo nossas roupas. Elena vestia sua roupa desesperadamente como se tivéssemos feito a pior coisa do mundo.

– Eu te amo. – disse sem pensar direito no que estava fazendo. Encostei o carro em um encostamento qualquer.

–QUE? – Elena respondeu surpresa.

– Eu te amo. Te amo. – disse novamente, só que desta vez eu sabia o que estava falando.

Chega já havia me lembrado de coisas demais. Estava na hora de tomar uma decisão. Peguei meu carro e sai atrás de Caroline. Encontrei-a sentada em um banquinho em frente à escola com dois celulares na mão. Sai do carro e me aproximei dela. Ela percebendo a aproximação colocou um sorriso em seu rosto e falou educadamente:

-Olá Damon!

- Carol, não to com cabeça pra isso. Aonde é que a Lena esta? – perguntei nervoso.

- Como? – respondeu ela sem entender.

- Eu me lembrei de tudo Carol. De tudo. Da festa, da sala, do nosso romance, de tudo.

- Ai meu Deus, não acredito! Que maravilha Damon! Mas eu não posso de dar o endereço.

- Por que Carol? – falei aumentando meu tom de voz.

- Se o Matt descobrir que você recuperou a memória ele te mata.