One-shots Emma and baby Neal
4 Charmings ' fight
Notas iniciais
Como em todo bom conto de fadas, o final feliz nunca chega, assim, a história demora cada vez mais para acabar. Em Storybrooke não podia ser diferente. Charming costumava dizer que era preciso saber viver os dias bons e ruins, enquanto Emma tinha certeza que ela e os seus não eram feitos para dias bons, mas sim, para batalhar todos os dias e providenciar o melhor aos outros. Charming estava certo e Emma também, de modo que os dias de calmaria na cidade foram aproveitados, mas hoje não seria um dia bom, calmo, pacífico. Nem hoje, em os três dias anteriores e talvez nem os próximos.
Zelena, a nada querida irmã de Regina havia ido embora logo depois que Regina quebrou a segunda maldição, a que foi colocada por Snow e Charming. Depois disso, apesar de acharem estranho, os moradores de Storybrooke ficaram um bom tempo sem receber notícias da Bruxa Má do Oeste e acharam que, de fato, ela tinha se rendido.
Porém, se enganaram. Zelena viajava pelo mundo todo, desde que fugira da cidade após a quebra da Maldição, procurando um jeito de deter Emma e a magia da luz. E agora estava de volta, mais poderosa do que nunca, mais verde do que nunca, e ainda acompanhada da sombra de Pan. Tinkerbell há um tempo havia destruído a sombra de Pan dentro da igreja do convento com a ajuda da Fada Azul, Bae, Hook e Charming, assim eles achavam. Eles só se esqueceram de um pequeno detalhe: a sombra não era de Peter Pan. Peter Pan era o pai de Rumplestiltskin, que fora tentado pela sombra já vivente de Neverland. Ou seja, tudo o que Tinkerbell tinha feito era separar a Sombra de Pan entre planos. E tudo o que envolve magia negra nunca se contenta em aceitar um fim ruim para si. Desse modo, Zelena podia fazer com que Emma, a tal “Salvadora” tivesse dois focos: tentar vencê-la ou proteger seu filho. O mesmo valia para Regina.
Emma, Regina, Henry, Snow, Ruby, David e Neal estavam na loja de Rumple, o único lugar consideravelmente seguro, devido ao feitiço de proteção.
— Ruby, preciso de você no limite da cidade. Não deixe ninguém sair. Os macacos-voadores estão em maior número... David, você e Leroy vão pra mina, não deixem peguem várias picaretas e um pouco de fairy dust. Assim que eu conseguir o colar de Zelena, precisamos quebrá-lo. Regina e Henry...
— Nós vamos pro meu cofre. — Regina completou.
Emma e Regina pensaram nisso com a ajuda de Henry. A madame prefeita conseguiu selar novamente o portal entre a Floresta Encantada e seu cofre com uma maldição diferente da maldição antiga, de sangue. Dessa vez, talvez, nem ela conseguisse abri-lo de novo. Não importava, ela precisava impedir que Henry fosse pego pela Sombra ou que Zelena aparecesse do “nada” para sequestrar seu filho. Bella achou nas coisas de Rumple uma poção de proteção que tinha por efeito camuflar Henry e Regina por alguns momentos, apenas para chegarem ao cofre no cemitério sãos e salvos.
— Isso.
— E você, Emma? — Neal perguntou.
— Eu vou procurar Zelena. EU preciso pegar o colar dela e se essa magia da luz vai funcionar, quero estar sozinha pra ninguém se machucar. Aliás, Snow e Neal, vocês ficam aqui.
Emma despediu-se de Henry com um abraço apertado e de Regina com um selinho, e eles saíram, foram os primeiros. David saiu e Leroy o esperava do lado de fora na caminhonete. Ruby transformou-se em loba e saiu até a fronteira.
— Emma... cuidado. Por favor. — Snow pediu.
— OK. — Ela concordou com um sorrisinho para Snow e abaixou-se na altura de Neal. — Neal, você já está grande. Por favor, não faça nenhuma besteira, ok?
Seu irmão já estava com 10 anos e era tão teimoso quanto ela, não pensava muito antes de agir.
— Preciso que fique aqui com nossa mãe. Pode fazer isso?
— Mas, Emma... Você vai fazer tudo sozinha? E se ela te machucar?
— Eu vou ficar bem. Se eu me machucar... Resolvo com ela.
Snow andou até os dois e Emma ficou de pé. Emma sentiu que precisava do abraço de sua mãe. Podia ser uma despedida e além disso, se ela seria capaz de vencer Zelena, era somente por causa de seus pais. A morena abraçou-a com força e carinho maternal, entendendo que Emma estivesse achando que seria um adeus. Neal se juntou ao abraço de sua irã com sua mãe e Snow passou um braço pelas costas dele também. Com seus dois filhos, a mulher depositou um beijo na testa de cada um.
E foi exatamente nesse momento que uma pequena chama de luz brilho entre eles, fazendo-os se separar.
— O que foi isso? — Emma perguntou, estranhando e já imaginando que fosse obra de Zelena, que havia quebrado um feitiço de proteção poderoso.
Vinte segundos de silêncio se estenderam pela loja, mas um sorriso se formou no rosto de Mary Margaret.
— Eu sei... — Ela sussurrou. Soou como uma constatação, mas Emma e Neal ouviram também.
— E o que é? — Neal insistiu.
— Emma... Eu nem deveria pensar isso. Não queria nem que você fosse, mas se tem alguém que vai vencer a Zelena, esse alguém não é só um. São dois.
— Que? — A loira franziu o cenho.
— Você e o Neal.
— Eu?! — O garoto arregalou os olhos, exibindo os olhos verdes como os de Emma e Charming.
— Emma, você já é poderosa por ser filha de amor verdadeiro, a magia da luz. Mas se você é, então o Neal também. Ele é seu irmão, afinal de contas...
— Não! Não, eu não vou levar o Neal pra Zelena. Ela sabe que ele é nosso ponto fraco, e ele nem tem o poder controlado e... — Emma quase surtou.
— Ei! Eu não queria isso, mas, eu tenho certeza que vocês dois vão acabar com ela antes que ela perceba! E você também não tinha o poder controlado quando segurou a magia do diamante, ou quando lutou com Pan em Neverland. Emma... vocês são a nossa única chance. Eu não posso ficar longe de vocês. Não posso deixar você de novo. — Snow se aproximou da filha.
— Não! Isso é loucura! Ele tem 10 anos.
— Emma! Isso não é uma decisão sua! — Neal se manifestou.
— Ei! Eu sou sua irmã, sou mais velha que você e...
— Parem! Vocês estão brigando? Emma, isso é exatamente o que Zelena não esperava que acontecesse, mas você não pode perder o foco numa briga.
— É! Emma, por favor! Se a gente pode acabar com ela, me deixa ir! Não vai acontecer nada!
Emma andou de um lado pra outro, olhando no relógio. Quando o ponteiro do relógio de pulso que havia ganhado de Regina apontou para o número 6, Emma arrumou o cabelo, apreensiva e olhou para Neal.
— Você vai fazer exatamente o que eu mandar, e se acontecer alguma coisa comigo, você não vai voltar pra tentar nada, entendeu? — Ela falou firme.
— Mas, Emma.. — Ele rebateu.
— Então você fica.
— Tá bom, tá bom. Eu prometo. — Ele revirou os olhos.
Emma respirou fundo, se arrependendo a todos os instantes de levar o irmão mais novo para um briga mágica e olhou para Snow. Ela novamente deu um beijo na testa de cada um e sorriu.
— Vejo vocês em breve. — Snow saiu primeiro e foi em direção à casa de Zelena, procurar a adaga de Rumple.
Enquanto isso, os irmãos foram para a rua principal. Zelena já esperava por eles, furiosa pelo atraso.
— Você sabe que eu não tolero atrasos, Emma... — Ela estava de costas, mas virou-se para encarar a adversária. — Ah... Você trouxe um acompanhante... — Zelena sorriu, maléfica.
— Zelena! Vamos acabar logo com isso, eu não tenho dia todo.
— Ah, nem eu, querida. Mas achei que você fosse um pouco mais cuidadosa com sua família... Só pra deixar claro, não sou do tipo que tem piedade por crianças chorando... — A bruxa verde sorriu, desafiadora.
— A pessoa que vai precisar de piedade não sou eu. — Neal gritou, desafiando de volta.
Zelena fechou a cara e fez com que fios elétricos fossem para a direção deles. Prontos para apertarem bem os corpos dos irmãos Charming, Emma conjurou uma espécie de luz que reverteu o feitiço e Zelena transformou os fios em cinzas.
À partir desse momento, Emma e Zelena começaram uma briga de feitiços e conjurações, destruindo toda a rua principal. Luzes fortes eram vistas há quilômetros com certeza. Neal estava confuso sobre o que fazer, então apenas lembrou de um comentário de Henry: “Feche os olhos e pense no que quer que aconteça”. O garoto fechou os olhos e pensou apenas que queria Zelena imobilizada para que Emma pegasse o colar e o coração dela. Ao pensar nisso, ele escutou um berro cheio de raiva ecoar e ao abrir os olhos, viu a bruxa parada, como se estivesse presa por feixe luminoso que saía das mãos dele.
Emma, que já estava com alguns cortes pelo rosto olhou-o espantada.
— Vai, Emma! — Ele gritou, com os braços esticados e direcionados para Zelena.
Ela correu até a bruxa presa no ar e puxou a coisa mais brilhante que Zelena carregava: o colar de esmeralda. E foi aí que Zelena demonstrou fraqueza. Na hora que o colar deixou seu pescoço, Zelena fraquejou e o brilho esverdeado que ela emanava diminuiu. Sem o colar, Emma enfiou sua mão no peito da outra, procurando por seu coração.
— Ora, Emma! Eu aprendi com a minha querida irmã que não se vai à uma luta mágica com o coração no lugar.
Ao ver que Zelena não estava com seu coração, Neal distraiu-se, assustado, e Zelena soltou-se do feitiço e atacou Emma com um de seus truques mais poderosos. A loira voou por mais de dois metros até aterrissar no chão grosseiramente. Ainda tinha o colar em suas mãos, mas seu corpo jazia no asfalto quase sem energias para segurá-lo. Neal correu até Emma e pegou o colar, guardando-o no bolso, sem que Zelena percebesse enquanto ela caminhava até eles.
— Emma! Emma! Acorda, Emma! Levanta! — Neal soltou uma lágrima, que pingou no rosto da irmã e ela abriu os olhos, mas ainda sem força nenhuma.
— Neal, eu disse pra não voltar. Corre. — Emma sussurrou.
— Emma.
— Corre!
Neal soltou a mão de Emma e preparou-se para correr, porém, Zelena foi mais esperta e prendeu o menino com um feitiço também, logo acima de sua cabeça.
— Ora, ora... O moleque acha que sabe conjurar alguma coisa e mal tem controle sobre isso... Isso me lembra muito quando eu era uma perdedora.
— Me solta! — Ele se retorcia no ar.
— Não sem antes pegar o que é meu e te ensinar que não se briga com quem é maior que você. — Ela o aproximou de seu rosto e olhou-o nos olhos. — Pirralho.
Quando a bruxa levantou a mão para retirar o pingente do bolso de Neal, fraquejou pela segunda vez, e o menino caiu no chão, mas de uma altura não preocupante. Ela caiu de joelhos, sufocada e com as mãos queimadas. Esquecera-se de que não podia tocar no que tinha magia de luz e sentiu uma dor lancinante invadir seu corpo.
— Ninguém vai mexer com os meus filhos! — A voz de Snow ressoou pela rua. A mulher apareceu no carro de Emma e desceu, nervosa, mas mantendo uma distância bastante considerável. Estava acompanhada de Charming, Leroy e Regina, os quais nenhum se aproximou também. Snow segurava o coração de Zelena nas mãos e o apertava cada vez mais forte, mas bem devagar, para que ela sentisse a dor invadir cada pedaço de sua existência. No momento em que os filhos saíram da loja, Snow lembrou-se do que Regina tinha feito na primeira vez que a prefeita e sua irmã brigaram e foi procurar pelo coração de Zelena. Ela sabia que a bruxa má deixaria o coração num lugar importante, mas não muito estratégico, assim, quando encontrou a adaga de Rumple num baú dentro de seu quarto na cabana de Zelena, encontrou o coração junto.
Enquanto Snow apertava, Emma teve tempo para se recompor e conjurou uma luz, sem saber o que era exatamente. Neal jogou o colar para Charming e Leroy, que com a picareta, dividiram em mil pedaços a esmeralda maior.
Zelena uivou de dor e desconforto. Parte considerável de sua mágica estava indo embora., mas não estava morta ainda. Ela relutava. Ergueu uma mão e fez a caixa do correio voar na direção de Neal. Emma se distraiu também e perdeu o controle do feitiço sobre Zelena, e ela ficou de pé, fingindo que a dor de seu coração estar sendo esmagado não estava lá. Sorria de modo irônico, com asco e com vitória.
Neal fechou os olhos com força e protegeu a cabeça da caixa de correio, mas não sentiu nada além dos braços de Emma ao seu redor e um baque, amaciado pelo corpo de Emma. Ela havia entrado na frente para levar a surra do metal por ele.
Um gemido de dor saiu da boca dela. Que manteve-se firme. E ali, Neal percebeu que, se precisasse, Emma morreria por ele e o protegeria de qualquer coisa, mágica ou não, mantendo sua promessa que fez no dia em que ele nasceu e reafirmava todos os dias. Ele pegou na mão dela e a levou andando para frente de Zelena, que cambaleava mas preparava uma conjuração.
— Emma, a gente consegue! Me dá sua outra mão! — Ele esticou a mão esquerda para ela, mas a irmã mal podia racionar de dores, então ele mesmo pegou a mão dela e fechou os olhos.
Assim que ele fechou os olhos e juntos as duas mãos suas nas de sua irmã, um brilho ofuscante que emanava um calor característico mas não conhecido surgiu do meio deles. Tudo o que Neal fez foi direcionar as suas mãos para Zelena, que lançou um pedaço de madeira contra eles, mas que se reduziu à poeira verde quando a luz atingiu-a. Emma caiu novamente e Neal percebeu a pressão quando foi parar mais afastado da irmã, mas não chegou a cair no chão. Estava com alguns ralados que não eram literalmente nada comparados ao estado de Emma.
Depois disso, Regina, Snow e Charming correram para perto dos dois.
— Neal! Emma! — Snow abraçou Neal. O saquinho de camurça verde estava pendurado em seu braço e o coração de Zelena ainda estava inteiro, dentro dele. Ela abraçou o filho mais novo e passou a mão por todo o corpo dele, checando para ver se havia algum osso quebrado ou sangue.
— Eu tô bem, mãe! Já acabou?
— Ainda não. Snow, você tem que esmagar esse coração. — Regina que estava agachada do lado de Emma, olhou para Snow, e assim a morena o fez.
— Pronto. Acabou agora.
— Mãe, a Emma... — Neal apontou para a loira desmaiada no chão. A testa dela sangrava e seu lábio estava com um corte nada agradável. Sua respiração estava difícil, o punho mole, um corte feito na perna.
Snow acariciou os cabelos loiros da filha e passou a mão pelo rosto dela.
— Emma, abra os olhos. Emma...
Regina segurava a mão de Emma delicadamente, segurando as lágrimas que queriam cair. Charming discou para o hospital e também abaixou-se ao lado da filha. Neal sentou-se no asfalto, ao lado de Emma e acariciou as pontas do cabelo dela com o maior cuidado. Ele não queria ficar em cima dela como os outros, até porque sbaia que nenhum deles sairia do lado dela. Ele só pensava: “Big sis, acorda. Você prometeu que não me deixaria sozinho... Por favor, eu preciso de você”, repetia essas palavras como um mantra.
A ambulância chegou e ela foi levada pro hospital, onde Whale a internou imediatamente, fez chapas de raio-x e tomou as devidas medidas. Quando foi para a sala de espera, Henry já tinha se juntado ao grupo que chegou com a paciente.
— Emma está bem. Ela está acordando, dei um remédio contra dor forte para ela, mas ela abriu os olhos. Teve 4 costelas quebradas, um tendão rompido no punho esquerdo e levou alguns pontos, mas ela vai ficar bem em breve. Novinha em folha. Vai receber alta assim que o medicamento na veia acabar. — Whale sorriu, tentando acalmá-los. Sem sucesso. — Querem vê-la?
Todos assentiram. Regina e Henry entraram primeiro e demoraram 10 minutos.
— Vou levar Henry pra comer alguma coisa, volto assim que ele terminar. Avisem se ela sair antes, por favor. — Regina pediu.
— Quer ir, Neal? — Charming perguntou.
— Não.
Henry deu de ombros e saiu com Regina, logo, foi a vez de Snow, Charming e Neal entrarem.
— Emma! Como você está se sentindo? — Snow correu para abraça-la, mas Charming a impediu.
— Não... Querida, ela está com dor.
— Ah... É, desculpe. Como você está?
— Com dor. — Emma tentou sorrir, mas tudo ainda doía. — Zelena...?
— Acabou, de verdade. — David contou. — Vocês dois reduziram a bruxa à pó, literalmente. E Snow destruiu o coração dela.
— Finalmente.
— Eu disse que eu tinha que ir junto! A gente acabou com ela, Emma! — Neal fez uma cara engraçada, exalando sucesso e ela riu baixo.
— Você foi muito bom. Aliás, se não fosse você...
— Agora... eu achei que se eu prometesse não entrar na sua frente, você também prometeria não entrar na minha frente, automaticamente! — Neal brigou. — Você tá toda machucada, Emma... — Ele diminuiu o volume da voz, com um pesar nítido.
— Tô apenas cumprindo minha promessa. — Ela sussurrou pra ele e deu uma piscadela pro irmão sentado na ponta da maca.
— Será que agora eu posso me preocupar com coisas normasi do tipo ralados de bicicleta do seu irmão — Snow olhou pra Emma — ou tpm da sua irmã? — Snow olhou para Neal — Já chega de quase perder vocês pra Trolls, gigantes, sombras malignas, bruxas más do oeste, espectros e coisas de outro mundo...
— Acho que merecemos isso... mas não vai rolar. Você sabe... — Emma falou divertida. O medicamento tinha acabado e David chamou uma enfermeira.
— Não tem problema. — Ele constatou ajudando a filha a descer da maca e calçar os sapatos. — Não importa o que aconteça, a gente sempre vai se encontrar. — Ele piscou pra esposa e para os filhos, que sorriram. Neal pegou na mão boa de Emma e ajudou-a a andar, como um verdadeiro cavalheiro filho de reis deveria fazer.
— Obrigada, lil’bro. — Emma falou para o irmão.
— Obrigado, big sis.
E a família Charming saiu do quarto e encontrou Regina e Henry na sala de espera, deixando o hospital todos juntos depois.
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