Notas iniciais
Oi gente, aqui está mais um capitulo! Me desculpem, não acontece nada revelador aqui, MAS NO PROXIMO MUITAS COISAS ACONTECERÃO, PROMETO. muahahha. Aliás, o proximo sai na terça, não tenho aula na faculdade o/ Bom é isso, beijos e enjoy!

Obs: atualizo as outras fics amanhã! :D

Falando sobre Freddie.

O homem andava apressado pelas calçadas lotadas de gente tentando chegar em seus respectivos lugares sem atraso. Olhava no relógio com frequência, andando cada vez mais rápido. Vamos explicar oque houve algumas horas antes:

Freddie esperava Carly sair para entrar e conversar com a mulher, que ele ao menos sabia o nome. Na primeira meia hora ele achou normal, 30 minutos era um tempo aceitável para alguém planejar e combinar algo. Uma hora e meia depois, ele ficou um pouco incomodado, mas relevou. Duas horas e meia depois, ele estava impaciente, e pedia para a secretária chamar Carly, mas a mulher dizia que a doutora não gostava de ser interrompida. Freddie passou a mão pelos cabelos, e olhava para os lados impaciente. Sua barriga deu sinal de vida, estava com fome. Saiu do prédio e procurou um lugar para comer, não estava afim de ficar ali esperando a vida toda, ele tinha coisas para fazer, e logo depois de comer algo, foi ao encontro de seu acionista resolver os últimos detalhes e fechar negócio concreto. Demorou mais do que desejava, e havia ido a pé mesmo, já que era impossível achar algum lugar para estacionar no meio de todo aquele movimento.

Agora, Freddie andava apressado rumo ao prédio, pedindo mentalmente pra que Carly estivesse o esperando, sentadinha no sofá da recepção. Engano dele, Carly não estavam ais lá. Bufou algumas vezes pegando o celular do bolso. Sem torre. Ótimo, obrigado celular, obrigado, pensou.

-Hmm, será que eu poderia conversar com a Doutora... hm.. qual é mesmo o nome dela?

A mulher olhou pra ele um pouco intrigada, que tipo de pessoa ia a um lugar sem saber o nome da pessoa que iria conversar? Enfim.

-Srta. Puckett, ela gosta de ser chamada assim.

O coração dele bateu um pouco mais forte quando a mulher ruiva pronunciara o nome. Ele sabia que existia milhares de pessoas com esse sobrenome, mas a sua mente só vinha uma pessoa, ela. Suspirou pesadamente reorganizando os pensamentos.

-Ah, claro. Será que a Srta. Puckett poderia me atender agora?

-Vou interfonar, só um minuto.

Freddie assentiu com a cabeça, e esperou que a mulher entrasse em contato com a tal Srta. Puckett.

-Ah,m e desculpe, qual é mesmo o nome do Senhor? A secrertária perguntou sorridente.

-Benson. Freddie Benson.

-Só um minuto Sr. Benson.

Depois de um minuto falando no telefone, a mulher desligou e dirigiu o olhar à ele.

-Senhor, no momento ela não pode lhe atender, está se preparando para a reunião com outros clientes daqui meia hora.

Freddie sentiu um peso enorme nos ombros, precisava de um arquiteto urgentemente. Massageou a têmpora pensando no que fazer. Acabou saindo do local sem nem ao menos se despedir ou agradecer a simpática moça da recepção, de tão atordoado que estava. Não conhecia nenhum outro arquiteto na cidade, e o Sr. Potter fazia questão por nenhum motivo aparente de que fosse essa moça a mentora do projeto de sua empresa. Caminhou até seu carro, com o celular já na orelha tentando localizar a morena sumida.

-Alô? Calry!

-Freddie, a onde está?

O tom da voz de Carly era sereno, e dizia que ela estava rindo antes de atende-lo.

-Eu estou na frente do prédio W&A! E você?

-Em um restaurante, almoçando.

-Em que restaurante? Me fala que eu vou praí agora.

Do outro lado da linha, um silêncio. E agora? E se Luke encontrasse Freddie? Não, não era esse o momento, não agora, pensou Carly aflita.

-Hmm é.. eu já estou acabando, me encontre no hotel, pode ser? Carly falou rápido.

-Não vai dar.. eu tenho um compromisso as 15horas.

-Bom, então a gente se vê mais tarde, eu tenho outras coisas pra resolver.

-Tudo bem então, até.

-Até, e mais tarde vai me contar por que saiu de lá sem nem avisar.

-blá blá blá, tchau Carly.

E Freddie desligou o celular com um fraco sorriso no rosto. As coisas estavam voltando ao normal. Quase todas, pensou, e seguiu seu caminho até seu compromisso das 15.

Falando sobre Luke.

O garoto estava radiante com sua tia Carly. Ela era encantadora, exatamente como sua mãe a descrevia! E se não fosse ainda melhor, pensou. Conversavam, ele e Carly, animadamente, como dois adultos. Carly não se assustou com a inteligência e maturidade exagerada de Luke, ela conhecia o pai que o garoto tinha, claro que, ficou chocada com algumas coisas, da capacidade do garoto de 6 anos de criar e entender coisas que nem mesmo ela sonhava que existia. Mas logo se acostumou, conviveu com um parecido em sua infância e adolescência, e Luke, sempre fazia perguntas comprometedoras a ela, como: Quem era o garoto que era amigo de vocês? Uma vez mamãe disse que quando eram crianças vocês faziam um webshow e o amigo nerd de vocês duas era o produtor técnico. Carly disse que quem sabe um dia ele conheceria o amigo nerd delas, e logo mudou de assunto. Luke nem percebeu, afinal de contas, apesar de tudo, ele era uma criança. Comeram bastante, e Carly comprovou que era mesmo filho de Sam, o garoto comeu 3 x-bacon, 2 shake gordo, e comeu chocolate. Carly sorria bobamente ao observá-lo, pensando em um turbilhão de coisas.

-Tia Carly, eu tenho que ir. Luke olhou a hora em seu celular assustado.

-Ora essa, por que? Mal passamos tempo juntos.

-Me desculpe de verdade, mas eu tenho um compromisso com um amigo as 15horas.

Carly sorriu. Com certeza é um amiguinho, e vão passar a tarde jogando vídeo game, pensou.

-Bom, tudo bem. Quer que eu te leve até lá? Já são 14:50, você vai se atrasar.

Luke assentiu com a cabeça, e se levantou da mesa indo até o carro, enquanto Carly pagava a conta. Em menos de 5 minutos, o táxi deixava Luke em frente a um imenso portão, e atrás deste um lindo parque cheio de crianças e adultos, as crianças brincando e correndo e os adultos sentados aproveitando a sombra das árvores.

-É aqui que vai encontrar seu amigo? Carly perguntou receosa.

-Sim tia. Pode ir, nos vemos depois, sim?

-Claro Luke, você é uma ótima companhia.

-Luke acenou e foi andando, Carly acenou de volta e entrou no táxi novamente, seguindo rumo ao hotel.

Luke andou até um banco, e se sentou, já eram 15:05 e nada do Freddie chegar. Se distraiu olhando algumas crianças brincando com seus pais, e sorriu sem perceber. Ele sentia falta daquilo.

-Pensando mocinho? Freddie se sentou ao lado de Luke, afagando-lhe a cabeça com a mão esquerda. Luke olhou pro lado com a mesma expressão, e acenou positivamente.

-Gosto de ver famílias assim, unidas.

Freddie suspirou de leve, sabia do que ele estava falando.

-Pra uma amilia estar unida, não precisa estar completa, ou ser de sangue. Freddie sorriu e apontou pra si mesmo com o polegar. Luke revirou os olhos e riu. Freddie lhe fazia muito bem, e vice e versa.

-Eu acho que você deveria se casar com minha mamãe. Luke ainda ria copiosamente.

-Só com uma condição. Freddie falou sério.

-E qual é?

-Sua mamãe é loira, e tem os olhos azuis como o oceano? Freddie angustiou-se ao lembrar-se dela, mas ela seria a única pessoa com quem ele se casaria um dia, Luke tinha que saber disso, pra evitar esse tipo de assunto.

-Sim, ela tem os mais belos cabelos loiros, e os olhos mais azuis que o próprio oceano. Luke ainda tinha um tom de voz divertido, mas logo percebeu a tristeza no olhar do amigo.

-Ela tem mesmo? Freddie sorriu fraco, tentando disfarçar a tristeza, tarde demais.

-Sim. Mas o que houve Fred? Ficou triste assim, de repente.

Luke passou a mãozinha pelo rosto de Freddie, fazendo-lhe um carinho. Freddie moveu-se de compaixão pela atitude do garoto, e o abraçou. Havia alguma coisa errada ali, sim, havia. Freddie sentiu novamente que todo aquele vazio que ele tinha no coração havia sumido enquanto abraçava o menino. Luke sentiu exatamente o mesmo, como se sua vida estivesse completa. Ficaram ali um pouco de tempo, ou muito, não perceberam. Como podia aquilo? Se conheciam a tão pouco tempo, mas eram tão ligados.

-Eu sei que você ainda ama sua amiga de infância.

Freddie desfez o abraço e olhou o garoto curioso.

-Como sabe disso?

-Você me disse quando conversamos aquele dia, depois do colégio, já esqueceu?

-Bom, eu já haviam e esquecido disso.

Freddie coçou a cabeça envergonhado pela memória fraca.

-tudo bem, um dia vocês vão ficar juntos e você vai ser feliz, eu sinto isso. Eu sou bom em sentir as coisas, as vezes penso que sou igual ao garotinho de premonição, já assistiu?

Freddie desembestou a rir, e empurrou Luke de leve gritando um “tá com você”, encerrando a conversa e começando a diversão.

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Notas finais
Teve uma menina que perguntou o nome do garoto que faz o Luke, o nome dele é: Kai Quiara, ele é americano, filho de uma amiga fotógrafa que conheci no twitter :D