One Way Or Another.

6 Capítulo 6 - Oh meu Deus!


Notas iniciais
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH 3 RECOMENDAÇÕES? É ISSO MESMO MUNDO? OBRIGADA AMORES *-* RBD Fever, T17 e Seddie4ever! AMO VOCÊÊÊÊS ♥♥♥

Um capítulo onde Sam e Luke não aparecem muito, mas é necessário u_u Enjoy guys!

Falando sobre Sam.

De longe, Sam observava o filho correr em sua direção. Estava meio apreensiva, pois não sabia quem era o tal amigo de Luke, por isso decidiu espera-lo na porta, para ver se conseguia vê-lo. Não teve sorte, os vidros escuros do carro não permitiam que ela visse a figura masculina, mas, sentiu um leve aperto no coração, e ela tentava entender por que. Desfez o pensamento inoportuno no mesmo momento em que seu pequenino pulou em seus braços, feliz. Era difícil ver Luke tão animado daquele jeito. Sam retribuiu o abraço do garoto, enchendo seu rosto de beijos. O menino largou o pescoço da mãe, e olhou em direção ao carro, acenando animadamente enquanto o carro andava lentamente, buzinando.

–Então meu amor. Sam disse chamando a atenção do filho para ela –Se divertiu bastante hoje?

–Sim mamãe! Hoje foi ótimo, eu e Fred jogamos bola no parque, e eu ganhei dele! E depois, fomos comer pizza, e ele me comprou shake gordo, e eu trouxe um pra você! Luke tirou de dentro da mochila um copo embrulhado, e o entregou a mãe.

–Oh meu amor, obrigada! Sam pegou o copo com uma mão, e com a outra, pegou Luke no colo, e entrou em sua casa.

Aonde conheceu seu amigo, filho? Luke revirou os olhos, sabia aonde a mãe queria chegar.

–Na faculdade mãe. Ele estava lá por que precisava escolher estagiários para sua empresa, e casualmente nos encontramos na sala do reitor. Sam torceu o lábio, fazendo uma careta ao menino.

–Casualmente? Luke, nem eu uso esse vocabulário, trate de falar como um garoto de sua idade. Luke riu, de fato ele tinha um vocabulário muito formal, e gostava de falar daquela maneira.

–Mãe, amanhã posso sair com Fred de novo? O garoto mudou de assunto drasticamente, não querendo aprofundar aquela conversa.

–Hmmm. Eu não sei Luke.. eu nem o conheço!

–A qual é mamãe! Ele é tão legal, eu me sinto bem com ele. É como se... Luke parou um pouco antes de falar, seus olhinhos azuis brilharam de uma forma diferente. –É como se o vazio que sinto aqui colocou a mão sobre seu coração desaparecesse quando brinco e converso com ele desaparecessem. Sam sorriu. Seu filho estava se sentindo feliz, quem era ela para impedir tal coisa? Vê-lo bem, é tudo o que ela sempre quis, sempre.

–Pode vê-lo quando quiser Luke. Apenas quero conhece-lo um dia desses, tudo bem?

Luke esboçou o mais belo sorriso que Sam já vira no rosto do filho, e abraçou as pernas da mãe com vontade.

–Tá, agora vá tomar seu banho enquanto arrumo sua cama, está muito tarde pra você, um garotinho de 6 anos ainda estar acordado.

–6 anos e 5 meses! Luke gritou subindo as escadas correndo.

–bléh! Sam deu língua ao filho.

–bléh pra você também. Luke desapareceu escada acima rindo.

Sam foi para a cozinha, preparar um café. Estava com sono, mas não iria dormir tão cedo, então fez muito café. Teria um dia cheio amanhã, 3 novos clientes iriam visita-la, e pelo que sua secretária disse, eram projetos grandes. Sam não tinha a obrigação de fazer nada, ela tinha inúmeros funcionários que faziam isso pra ela. Mas ela gostava. Era uma mulher “solitária”, sua vida era o filho e o trabalho. Pegou a garrafa de café, uma xícara, um pote de bolachas, e subiu para o quarto.


Falando sobre Freddie.


Jogado sobre a cama, quase dormindo, quando a companhia toca estridente. Xinga mentalmente a pessoa, e se levanta, cansado demais pela tarde que tivera, estava totalmente desacostumado a tanta movimentação, sendo que seu único exercício físico era musculação. Arrastou-se, e abriu a porta. Do lado de fora, uma figura morena, magra e alta, com olhos cor de mel, o encarando com um leve sorriso no rosto.

–Carly? Freddie balbuciou surpreso. A 2 anos que não via a morena.

–Fredward. Carly sorriu, e foi entrando, mesmo sem ser convidada. Nada de abraços ou beijos, como seria a 5 anos atrás. Apenas um oi, e isso era tudo.

–Ual! A quanto tempo não nos vemos. Freddie fechou a porta e se sentou ao lado dela, que já havia se apossado do sofá.

–Bela quarto Freddie. A diária desse hotel deve ser uma fortuna. Carly olhava ao redor, com um olhar curioso e ansioso. O homem revirou os olhos.

–Obrigado. Mas.. oque faz aqui, em NY? E como sabia que eu estava aqui?

Pela primeira vez, Carly o olhou.

–Eu preciso de um lugar pra ficar. E eu não to a fim de pagar um hotel e, eu sei das coisas.

Direta demais, não? Não. Não para Carly Shay. Freddie ainda a encarava, tentando entender o que ela queria.

–Quer ficar aqui? No mesmo quarto que eu?

–Sim. Algum problema pra você?

–Não é que... cadê o Griffin? Freddie se levantou do sofá, e foi até a “cozinha” do quarto.

–Ah, ele está no Brasil. Foi abrir uma filial da ForKids lá. Vim pra NY por que estou com novos projetos, e preciso de um lugar mais amplo para minha agência de modelos. Pesquisei por construtoras em todo o país, e a melhor está aqui em NY. W&A engenharia. Já ouviu falar?

Freddie voltou até o sofá, com duas latas na mão. Jogou uma a Carly, que agradeceu.

–Não, nunca ouvi. De fato, isso é realmente ótimo! Eu estava procurando por uma construtora mesmo, como já deve saber, estou implantando uma filial aqui.

Carly apenas sorriu, e deu uma longa golada em seu refrigerante. Sim, refrigerante, Freddie Benson era contra bebidas alcoólicas, desde que a mesma fora o motivo de ele ter perdido o amor de sua vida.

–Bom, então amanhã você vai comigo até lá. Eu marquei uma hora, depois de muito esperar, é realmente difícil conseguir algo, levando em conta a dimensão da empresa. Então, você se vai meio que de penetra. Não irão te mandar embora se você já estiver lá.

Ambos riram.

–Eu senti sua falta Carls. Espero que um dia possa me perdoar. Freddie sorriu fracamente, e baixou a cabeça. Carly colocou uma das mãos sobre o ombro dele.

–Eu já te perdoei Freddie.

–Mas olhe só no que você se transformou... Freddie brincou, mas em um tom sério.

Carly colocou a mão no peito fingindo indignação, e abriu a boca em forma de O.

–Estou brincando. Freddie relaxou os ombros, e riu com vontade, sendo acompanhado por Carly. Ficaram ali, rindo por um tempo, e logo depois um silêncio se formou. E para a surpresa de Freddie, não era um silêncio incômodo ou constrangedor. Ficaram ali, talvez uns 15 minutos.

–Eu sinto falta dela. Carly olhou chorosa pra Freddie. –Sinto tanta falta dela Freddie. E agora, ela chorava alto. Freddie moveu-se de compaixão e abraçou a amiga.

–Eu também sinto. Ele sussurrou. –Eu sinto muito por isso.

Depois desse momento, Carly desistiu. Aquele muro que ela ergueu ao redor de si mesma, caiu quando ela percebeu que não estava fazendo bem a si mesma, nem a ninguém. E, ter ido até Freddie dizendo que não queria arrumar um lugar pra ficar, foi apenas uma desculpa. Ela já tinha uma reserva em um hotel, mas ela queria ver o amigo. Freddie, como o perfeito cavalheiro que era, deu a cama para Carly, e dormiu no sofá. Sabia que se arrependeria disso no dia seguinte, pois as dores no corpo estariam bem piores, mas não ligou, e dormiu.


“Ahh yes! Well look at here, look at here Ah what do we have? Another pretty thing here for me to grab But little does she know That I'm a wolf in sheeps clothing 'Cause at the end of the night It is her I'll be holding”



Freddie pegou o celular desajeitadamente, e encerrou a música do alarme, e deitou-se novamente, pensando seriamente em não se levantar dali pelo resto do dia.



–Essa música é a sua cara!



Freddie pulou do sofá de susto. Havia se esquecido que Carly estava ali.


–Oi, bom dia. Ele sorriu. –É a minha favorita.

–Claro. Carly estava sorridente, e totalmente diferente da Carly que chegara ali na noite passada. –Vamos logo Freddie! Se arrume que daqui 30 minutos estamos indo até a W&A, e não quero me atrasar.

–Ok. Freddie pulou do sofá, e em exatos 15 minutos estava devidamente arrumado, com seu costumeiro terno preto, sapatos perfeitamente lustrados, e cabelos impecavelmente penteados.

–É, certas coisas nunca mudam. Carly apontou para o topete de Freddie, e riu baixinho. Freddie por sua vez, rolou os olhos e puxou a amiga quarto a fora, pois só tinham 10 minutos, e o local não era tão perto.

–Vem logo Freddie!

Carly andava rapidamente pela enorme empresa, seguida por Freddie. Subiram até o 8º andar, que era aonde seriam atendidos. Ao chegarem no andar, uma mulher que pelas roupas que vestia devia ser a secretária os recebeu sorridente.

–Olá, em que posso ajudar? A mulher ainda sorria.

–Tenho uma hora marcada. Carly sorriu, simpática.

–Ah claro! Podem se sentar, que vou avisar a minha chefe que a Senhorita chegou!

Carly assentiu, e se sentou em um dos sofás. Freddie se sentou ao seu lado, e começou a ler uma das revistas, já que teria que esperar Carly entrar, pra depois ver se conseguia agendar uma hora.

–Senhorita, a cliente das 7:00 da manhã acaba de chegar.

Mande ela entrar Maggie, e obrigada.

–Por nada Sra. Puckett.

Maggie foi até Carly e Freddie, ainda sorridente.

–Senhorita, pode entrar, ela está te aguardando.

Carly sorriu, agradecendo. Acenou pra Freddie e se levantou, seguindo a secretária, que a deixou em frente a uma porta.

–Entre. Maggie disse, abrindo a porta.


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Notas finais
E ENTAAAAAAAAAAAAAAAAAO? *O*