Notas iniciais
Desculpem-me pela demora, mas meu parceiro Kaleb desistiu de escrever, então estava desanimado pra continuar sozinho, mas ai pensei que vocês queriam que eu concluísse ela, então irei fazer o possível pra atualizar o mais rápido que conseguir. Desculpe pelos erros, e se vocês acharem que aconteceu rápido demais me digam. BOA LEITURA!

Tio, você gosta da senhorita Berry? – Perguntou Rory fazendo o tio engasgar com a água que estava bebendo.

– Por que a pergunta? – Perguntou após alguns segundos.

– Não responda minha pergunta com outra pergunta. Responda.

Finn parou e pensou um pouco antes de responde. Na verdade ele também se perguntava se realmente gostava dela, ele sabia que havia alguns sentimentos crescendo dentro dele, porém, achava serem apenas sentimentos fraternais, como todo amigo sente pelo outro.

Talvez fosse sim, algo relacionado à paixão e atração, no entanto, Finn estava com medo, desde a morte da sua esposa, ele tem medo de se aproximar de alguém, e sofrer novamente. Ele sabia que talvez pudesse ser bobagem de sua parte, mas também sabia o quão doloroso era perder alguém, e ele não queria isto.

Suspirou forte. – Realmente? Eu não sei, aquela mulher me tira do sério e me irrita muito, mas eu gosto de está com ela, ela faz-me bem.

– Então você gosta dela, e acho que você deveria dar uma nova chance ao seu coração.

...

Rachel se encontrava sentada na escrivaninha de seu quarto, ela estava ocupada preparando algo diferente pra suas aulas, pois alguns alunos estavam reclamando que suas aulas eram monótonas e chatas.

Sua vida estava se tornando algo bem interessante, depois que conheceu seu atual melhor amigo, Finn Hudson, coisas diferentes vêm acontecendo, antes quando a baixinha namorava com o Brody, tudo em sua vida não passava de sofrimento, afinal, namorados ciumentos nunca é uma boa escolha.

O fato que Rachel não entendia era, por que ela se preocupava tanto com o Finn, lógico que amigos são protetores também, mas parecia que algo maior estava crescendo, um sentimento que ela não queria cultivar, não depois de um trauma com relacionamentos problemáticos.

8ª serie, Rachel conheceu Carl, um garoto bonito e desejado por todos, e depois de ser convidada para o bile pelo mesmo, eles entraram em um relacionamento bacana, porém, depois de alguns meses ela descobriu que Carl tinha mais de uma namorada, e que todas as juras de amor eterno era falso.

1º ano do médio, cansada de segurar velas, Rachel conheceu mais um garoto, Derek, que no inicio parecia ser um cara bem legal e romântico, mas que depois que eles transaram pela primeira vez, ele a deixou, pra ficar com sua amiga Kitty, isso é traumatizante.

1º semestre da faculdade, Brody, o cara mais desejado. E mais uma vez Rachel foi sortuda e conseguiu embarcar em um relacionamento perfeito, com flores, chocolate e amor. E tudo ia à maior perfeição, até o ciúmes dele acabar atrapalhando tudo, e em seguida os espancamentos começaram. Então ela mudou para uma cidadezinha pacata, onde ela vive hoje.

Rachel definitivamente não tem sorte com caras.

Batidas foram escutadas na porta.

Rachel suspirou e levantou-se, indo com preguiça até a porta. Passou as mãos no cabelo, colocando uma mecha atrás da orelha e abriu a porta.

Tomou uma surpresa, mas logo abriu um sorriso. – Finn? – Perguntou confusa.

– Rachel, é... oi. – Coçou a nuca, adotando um semblante nervoso. – Tudo bem?

– Hm... sim!? Eu acho. – Respondeu. – Quer entrar?

– Não... só queria saber se estava afim de sair hoje a noite. Comigo.

– Sim! – Respondeu sem pensar. – Quer dizer, eu adoraria. – Sorriu doce.

– Então okay. Te pego as setes! – E sem mais delongas ele virou-se, e saiu em direção a sua casa.

Eu vou matar meu sobrinho, pensou.

...

Sete horas.

Finn bate na porta, sentindo-se um bobo adolescente, em seu primeiro encontro.

Logo a porta foi aberta, mostrando uma linda mulher. Rachel estava usando um vestido vermelho sobre os joelhos, uma sapatilha simples. Seus cabelos por cima dos ombros, uma gargantinha prata combinando com os brincos. Sua maquiagem estava leve, nada exagerando.

Rachel abriu um sorriso tímido, que puxou um do homem também.

– Você está linda. – Falou sem pensar.

– Obrigada. Você também está bonito. – Elogiou de volta.

Finn usava uma blusa pólo listrado, azul e branco. Calça jeans escura, e um Converse branco com alguns detalhes pretos. Rory tinha insistido que ele usasse uma roupa nada formal, pois na opinião do sobrinho, Finn ainda é jovem e não pode ficar usando roupas de velhos.

– Vamos? – Perguntou.

Rachel assentiu e seguiu ele até o carro. Finn deu a volta no carro e entrou no banco do motorista, Rachel sentou no da carona, após os dois colocarem o sinto de segurança, Finn, sem dirigir um olhar pra mulher, deu a partida no carro.

...

Já sentados na mesa de um restaurante não tão distante do bairro onde eles moram. Finn e Rachel analisavam o cardápio.

Realmente Finn não sabia o que estava fazendo. Parecia loucura, e a Marley não iria gostar disso.

Eu ainda a amo! Amo? Pensou.

O professor estava confuso, sentia que algo crescia em relação aos sentimentos por ela, e talvez hoje ele descobrisse o que era.

Rachel também não sabia o que ela estava fazendo ali, Finn nunca fora de ser gentil, e agora a convidou para um encontro. Isso é estranho. Ela não estava pronta pra entrar em outro relacionamento turbulento, principalmente com um cara bipolar, que tem variações de humor a cada cinco min.

– O casal já escolheu o que desejas? – Uma mulher, com o uniforme do restaurante perguntou, seu sorriso era simpático, e era bonita, com cabelos ruivos e olhos claros.

– Nós não somos... – Disse Finn timidamente.

– Somos amigos. – Rachel completou.

A garçonete apenas assentiu.

Depois de fazerem os pedidos, os dois ficaram em silencio todo o tempo. Cada um questionando do por que estarem fazendo aquilo. Claro que ambos estavam felizes, mas a duvida era bem maior. Finn nunca tinha sido tão gentil em todo esse tempo que eles se conhecem, e ela estava sentindo-se lisonjeada. Mas nem o próprio Finn estava se conhecendo.

Desde quando ele se tornou tão gentil?

Mas logo depois de alguns meses de convivência com a baixinha, que ele sente coisas estranhas, saudades dela, vontade de escutá-la rir. E isso era assustador para o rapaz, já que as únicas pessoas que ele realmente sente saudades são sua família e um velho amigo que não vê há muito tempo.

Logo eles foram servidos, e comeram em silencio também. Apenas alguns sorrisos e olhares eram trocados por ambos. A comida estava deliciosa, e Rachel estava muito grata, fazia tempo que não saia pra jantar fora, e restaurantes Francês sempre eram os preferidos dela.

E após eles terminarem.

– Quer alguma sobremesa? – Perguntou Finn, limpando sua boca com um guardanapo.

Rachel pensou por alguns segundo, e negou com a cabeça. Finn sorriu, e levantou-se, estendendo a mão para que Rachel também se levantasse. – Irei pagar a conta, me espere lá fora. – Falou. – Se quiser. – Acrescentou.

Rachel assentiu, e logo se dirigiu a saída.

...

– Pensei que podíamos dar um passeio antes de voltar pra casa. – Disse Finn, quando encontrou Rachel esperando fora do restaurante.

– Sim, eu pensei o mesmo.

Ambos começaram a andar.

– A gente podia parar na praça, talvez. – Finn disse olhando para frente, sem dirigir seu olhar.

– Mas ela não fica um pouco longe? – Rachel parou, fazendo o outro parar também.

– Mas eu pensei, que... tudo bem. Vamos pra casa. – Falou adotando um semblante triste.

Na verdade, Finn já tinha pensando em tudo. Após jantarem, ele levaria ela para o parque central, depois diria que talvez estivesse pronto para embarcar em um novo relacionamento, e não existia pessoa melhor a Rachel pra isso.

– Finn, o que você pensou? – Perguntou.

O movimento da rua não estava grande, apenas alguns pedestres, e o trafego estava mais pacato que o normal. E u dos motivos que o Hudson queria ir a praça foi por que lá é um lugar calmo, e ele queria está relaxado ao máximo possível pra falar tudo que está sentindo.

– É... acho melhor irmos, o trafego está um caos. – Mentiu.

Uma mentira nada convincente, Rachel olhou ao seu redor, e não estava um caos.

– Somos amigos, né? – Finn assentiu. – Então confie, me conte. – Ela se aproximou mais dele, sentindo seu cheiro forte de colônia masculina.

– Eu não sei, exatamente. Eu... não sou bom com as palavras, como você já sabe. Sou bruto, arrogante e mal-humorado, mas eu não sei... é que depois de um tempo convivendo com você notei que você é irritante. – Ela revirou os olhos. – Mas também é divertida e doce, e... e eu acho que tenho sentimentos por você, sentimento que quero esclarecer agora.

Então em um impulso insensato e rápido, Finn segurou o braço de Rachel e puxou ela pra mais perto, colando seus corpos e em seguida seus lábios.

E um choque percorreu em ambos. Mas nenhum dos dois se afastou, e cada segundo ambos queriam mais. Finn sentia o coração de Rachel bater forte, e isso só fez ele aprofundar mais o beijo, levando sua mão até a nuca dela e puxando mais pra si.

E aos poucos eles romperam. Sentindo a respiração fraca.

Ainda com seus corpos colados, Rachel disse:

– Eu acho... que sinto o mesmo por você, Finn Hudson. – Sorriu, e selou novamente seus lábios.

E a mesma sensação de antes correu por seus corpos.

Notas finais
FINCHEL. Espero que não tenha ficado algo rápido demais, ou bobo demais. Me digam, por favor. - Nova fanfic, deem uma olha por favor :) (http://fanfiction.com.br/historia/464290/Red_Riding_Hood/)