One Or... More
16 it has no end.
Notas iniciais
Beijos amores, eu criei agora, ~doida~q
Obrigada pelas novas leitoras, e pelos comentários ! ♥
- Nunca vamos sair da cama assim — Falei, debruçada sobre seu peito, remexendo nos pelos, acompanhando a respiração recém controlada.
- Se fosse em um hospital, eu odiaria escutar isso, mas como não é... até que não é tão ruim — Brincou, soltei uma baixa gargalhada...
- Até que não é tão 'ruim' — Comecei, maquinando, meus dramas comicos — Então é ruim de alguma forma, mas ficou meio-bom, meio-ruim, por tanto, se o meio bom, e o meio ruim, se fudiram, continua meio ruim, traduzindo, foi totalmente ruim, e você não quer admitir, se quer se levantar, levante-se, tudo bem, foi meio-ruim, mas não foi totalmente... — Falei rapidamente, ainda preparando-me para terminar.
- Belle — Segurou-me pelos ombros — Se acalme — Falou divertindo, balançando meus ombros levemente — Eu sou um gênio... mas nem tanto, então, eu não quis dizer isso ! — Exclamou frustrado, ainda soando engraçado.
- Nada modesto... gênio — Mordi sua bochecha, encarando a vermelhidão no local.
- Err... — Começou, mexendo nos dedos... querendo falar algo.
- Pode dizer — Incentivei, passando coragem, imaginando ser algo sério, de extrema importância, até tremi nas bases, não... eu não me mijei...
- Você pode fechar os olhos rápido? — Perguntou rapidamente, como se fosse uma...versão feminina minha, tentei entender o que ele queria com isso, pensei, pensei, e ...
- AHHHHHHHHHHHHHHHHH ! — Gritei, vendo os olhos deles se arregalarem.
- O quê?! — Exclamou preocupado
- VOCÊ PARECE UM VIRGEM, NOSSA AMOR... — Comecei falando, articulando com as mãos.
- Espera, espera... — Parei de falar, 'stopped' — Você me chamou ... de o que? — Perguntou ansioso, me encarando com os olhos pidões...
- Err... — forcei a mente pra lembrar — verdão ? — Chutei constrangida.
- Não, isso não... não, eu acho. — Virou a cabeça pro lado, como uma criança pensando.
- Amor...? — Engasguei na hora, não se é muito normal, chamar alguém de amor.
(Autora: Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!! Oi pessoal, — rebola — ).
- Isso... — Passou de leve sua mão áspera e ao mesmo tempo quente e forte, na minha bochecha, fazendo um leve carinho.
Arrepiei um pouco, pela ação repentina.
- Hrr - Soltei o ar abafado pela boca, um pouco constrangida, olhando pra mão dele na minha bochecha.
- Belle — Oh, arfei, a voz dele soou tão sensual aos meus ouvidos, usando meu apelido então...
- Sí ? — Perguntei, tentando formar uma frase coerente, soou mais como um " sim " abafado.
- Casa comigo? — O O O O O ... QUÊ?!
Estava olhando pro rosto dele em um minuto, e no outro estava apagada.
Cri cri.
Senti algo gelado no rosto, abri acostumando a claridade, e percebi ser uma bolsa de gelo, aff, gelado, e bom, fechei os olhos de novo, me concentrando na pergunta, foi um sonho? não 'stupid.
Mexi os dedos involuntariamente, incomodada, por ter desmaiado... DE NOVO !
Infernos, por que eu tinha sempre que desmaiar?
Por que eu não respondi? Droga de cabeça, será que ele vai desistir?!
E se ele acha que foi uma reação negativa, e eu estivesse negando?
Levantei em um impulso da cama, derrubando com tudo a bolsa de gelo no chão, vesti a camisola, e sai apressada do quarto, entrando no corredor.
- JARVIS — Chamei apressada, ofegando, abrindo todas as portas do corredor.
- Sim senhorita? — Falou a voz robótica.
- Onde se encontra Bruce? — Perguntei, parando de andar, olhando pro teto, como uma retardada, em busca de respostas divinas.
- No laboratório senhori... — Enquanto falava, saia correndo pelos corredores, acho que ele terminou a frase, mas eu não me atentei no que ele dizia, e só corri.
Abri a porta com tudo, provocando um barulho imenso, encontrando Bruce sentado a sua cadeira, com os óculos no rosto, me encarando pasmo.
- SIM, SIM , SIM , SIM e SIM ! — Gritei, mais especificamente berrei !
- O-oi ? — Perguntou assustado, fiquei em silêncio, e ele também, o gênio demorou 2 segundos pra raciocinar, e abriu um sorriso largo levantando-se da cadeira, e vindo até mim, me envolveu no seu abraço quente, e enfiei meu nariz no seu pescoço absorvendo o cheiro masculino. — Aceita? — Perguntou constrangido, pondo a mão no óculos ajeitando, depois de se afastar um pouco de mim.
- Quantos 'sim', eu terei de dizer para convence-lo? — Debochei, em seguida dando-lhe um selinho cálido nos lábios, incrivelmente macios, contradizendo com sua feição cansada de sempre.
- Um basta. — Beijou-me os lábios, aprofundando, em seguida sussurrando. — Só um basta, só um.
Sorrimos juntos.
Afinal, muita coisa está por vir.
Fale com o autor