Notas iniciais
Sem Correção! Sorry!

Obrigado pessoal pelas reviews, elas são MUITO importantes para mim! MUITO mesmo! ^^

Havia deixado Uruha sozinho naquele apartamento, e só voltaria pra lá depois de ter certeza que ele não estaria mais lá, enquanto esperava sentado em uma cafeteria próxima ao meu apartamento.

Não sabia como encará-lo depois do que havia acontecido, eu pensei que seria fácil, uma transa e no outro dia uma conversa casual. Havia me mostrado de um jeito que não parecia em nada comigo, eu tinha que ser ousado se quisesse que ele aceitasse, mas aquilo não passava de uma máscara pra conseguir o que eu queria.

Não havia funcionado. Pensava que depois de tê-lo em meus braços iria finalmente esquecer o grande amor que tinha por ele, mas eu estava ferradamente errado, cada detalhe do corpo perfeito dele e cada gemido, me fizeram apaixonar ainda mais.

A vida era tão confusa.

Levantei da mesa onde estava e deixei o dinheiro do café em cima da mesa enquanto caminhava para fora do estabelecimento. Foi um caminho curto e pensativo até o prédio. Quando entrei no apartamento meus olhos procuravam por ele, fui à cozinha e ao quarto e não estava, provavelmente ele havia desistido de me esperar ou coisa parecida.

Eu estava me sentindo um canalha por fazer aquelas coisas, mas seria melhor assim.

Sentei no sofá e passei o dia assistindo televisão e antes de dormir pratiquei um pouco algumas músicas na minha guitarra, no outro dia teria ensaio logo cedo, e eu encararia a verdade. Querendo ou não.

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Cheguei ao estúdio bem cedo, como era de costume, para não irritar nem um dos integrantes, e me sentei no sofá ao canto da sala com minha guitarra nas mãos. Fiquei dedilhando algumas notas aleatórias, mas parei em seguida com o barulho da porta.

- Bom dia, Aoi-san. – olhei em direção a porta e vi Kai chegar todo sorridente.

- Bom dia, Kai. – saudei.

Logo em seguida chegou Reita e Ruki, juntos, e aquilo havia ficado corriqueiro de uns tempos pra cá. Não, eu devia estar imaginando coisas.

- Bom dia pessoal! – Ruki virou para nós e falou animado – Hoje vamos pegar pesado pra compensar essa pequena folga.

- Tudo bem , mas não podemos começar sem o Uruha. – Reita lembrou.

- Não seja por isso.

Escutei aquela voz tão conhecida aos meus ouvidos, quando me virei ele estava entrando na sala, estava bem demais, parecia feliz, e aquilo meio que me desapontou.

Eu esperava o quê? Ele entrar arrastando-se na sala e dizendo que descobriu que não poderia viver sem mim? Só nos meus sonhos mesmo.

AssistiKouyou pegar deixar suas coisas em uma bancada e se posicionar com a guitarra no lugar de ensaio.

- Terra para Aoi! Precisa de um convite para se juntar a nós? – vi que estavam me esperando, e só ai havia percebido que estava “viajando” nos meus pensamentos.

- Desculpem-me. – levantei e fui ensaiar.

Minha cabeça estava em algum lugar tentando saber o que se passava pela cabeça do Uruha. Mas eu não deixaria ninguém perceber aquilo.

Ensaiamos exaustivamente as músicas do novo álbum, e todos á estavam cansados.

- Por hoje é só, senão vamos ficar cansados demais para amanhã. – Kai interrompeu, para a minha alegria.

Peguei um copo de água, bebi e entrei no banheiro, precisava lavar meu rosto para espantar o cansaço. Quando abri a porta minha vista não encontrou ninguém na sala.

- Sempre com muita pressa – desabafei.

- Tinham compromisso. – Uruha falou e eu me virei imediatamente, onde diabos ele estava escondido?

- Ah sim, — Me virei para pegar as coisas.

- Yuu, sobre aquilo... – sua voz parecia incerta sobre o que falar e a minha sobre o que responder.

Balancei a cabeça negativamente – Não se preocupe com isso Uru, não vou fazer você passar por esse tipo de situação constrangedora, foi bom, mas é melhor não tocarmos nesse assunto, evitamos desconfortos desnecessários, já não somos mais dois adolescentes que precisam ficar se explicando, não é?! - aquilo tudo havia saído rápido demais da minha boca.

Aquilo era o certo, não deixaria que meus caprichos e meus sentimentos magoassem aquele que eu amava, se eu tivesse de sofrer, sofreria sozinho a minha dor e qualquer desconforto da parte dele.

Seu semblante passou de preocupado para alguma coisa que eu não soube identificar.

- Se você diz, então tudo bem. – sua voz estava estranha aos meus ouvidos.

Ele arrumou as coisas em uma velocidade incrível e saiu pela porta da sala, e eu podia jurar ter escutado um soluço antes de a porta fechar, mas de novo eu achava que minha mente estava imaginando coisas demais.

Sem dúvida eu havia conseguido o que eu tanto queria. Mas só uma parte. E eu era um covarde.

“Há o eu que te amou, Há o eu que te encarou

Há o eu que te queria, Há o eu que te perdeu”

Notas finais
Oi pessoal! Não briguem comigo por favor, eu demorei e o capítulo é curtinho eu sei.
É que aconteceu tanta desgraça que não dá nem pra contar bacana, resumindo: Eu perdi "A" festa, o anime ao extremo 3 (evento daqui), porque tava com suspeita de gripe suína e acabei descobrindo que tava com pneumonia, e ainda tô, e agora tô escrevendo doente ainda, nem sei quando vou melhorar, só passando mal, então escrevi esse capítulo pequeno e nem corrigi, desculpem minha falta de dedicação, já tô escrevendo o 4°cap. , espero que entendam, E DEIXEM REVIEWS elas curam sabiam?! ;D