One Night
15 Deslize!
Notas iniciais
Já estou deixando avisado que esse capitulo contem cenas para maiores de 18 anos!! Mas cada um sabe o que lê...
Apreciem sem moderações!!!
A mão do Damon desceu da minha cintura para a minha intimidade, ao senti-lo tocar o ponto mais sensível, arfei e gemi em sua boca. Com a falta de ar, Damon desceu seus beijos para o meu pescoço e foi descendo ate chegar ao meu seio direito e sem agüentar mordiscou o bico, gemi mais ainda e arranhei suas costas. Por causa da gravidez meus seios estavam maiores e sensíveis, Damon percebeu.
- Estão maiores. — ele sussurrou sedutoramente e eu só consegui gemer.
A mão de Damon que estava na minha intimidade, começou a acariciar, fazer movimentos frenéticos, me levando a loucura e gemer. Agarrei em seus ombros e apertei, eu não ia agüentar por muito tempo e percebendo isso, seus movimentos diminuíram, o que me fez gemer de raiva, Damon levantou seu rosto e sorriu, voltando a me beijar. Minha mão desceu para a sua bunda apertando e infiltrando dentro de sua sunga.
Damon me empurrou ate a parede, para que ficasse mais fácil e sem esperar, ele desceu a sua boca ate a minha intimidade e trocou o dedo pela a língua, me fazendo gemer mais alto ainda. Minhas mãos estavam em seus ombros, para me manter em pé. Quando estava perto do clímax, Damon intensificou as lambidas e em pouco tempo eu gemi alto, chegando ao orgasmo. Damon se levantou e eu senti minhas pernas falharem, ele então me segurou e voltou a me beijar, fazendo eu sentir o meu gosto eu sua boca. Desci a minha mão ate a sua sunga, com a intenção de tirar, mas um barulho no quarto fez a minha mão travar no meio do caminho, Damon percebeu e parou o beijo me encarando.
- O que foi? — não respondi nada e voltei a escutar o barulho, era de celular.
- Seu celular esta tocando. — disse sem reação
- Não deve ser importante. — Damon disse voltando a me beijar, mas o nome de Rebecah surgiu em minha mente e eu travei.
- Damon, não. — virei o meu rosto, fugindo do seu beijo e o empurrei.
- Por que não? Estava tão bom. — ele voltou a se aproximar, mas eu não deixei.
- Não Damon. Esqueceu da Rebecah? Você tem namorada. — ele dessa vez se afastou sozinho e me encarava serio.
- Rebecah. — ele disse num sussurro
- É. Não podemos cometer o mesmo erro. Não que essa gravidez seja um erro.
Damon estava em transe e eu resolvi deixar ele com seus pensamentos. Terminei de me lavar e sai do chuveiro, deixando ele ligado para o Damon. Quando estava saindo do banheiro, Damon continuava parado, sem reação, então resolvi chama-lo.
- Damon. — ele se virou pra mim
- Oi.
- Toma um banho.
- Ah claro. — só ai que ele percebeu que eu já tinha saído
Entrei no quarto e sentei na cama, a cena de alguns segundos atrás veio em minha mente. Tinha sido errado, mas estava tão bom, que a minha vontade era de voltar lá e acabar com o que começamos, mas não podíamos. Fiquei não sei por quanto tempo parada sem reação, só fui me trocar, quando escutei o chuveiro sendo desligado. Peguei a mochila e tirei a minha roupa de lá, me trocando em seguida.
O celular da Damon caiu na cama e eu dei uma olhada, tinha uma chamada não atendida e era da Rebecah. Senti um remorso, que logo foi embora ao lembrar quem era Rebecah. Damon entrou no quarto só de toalha e fiquei de costas para ele, ou senão poderia atacá-lo ali mesmo.
Depois de arrumados, descemos em silencio, nenhum dos dois queria falar sobre o ocorrido. Chegamos à mesa e Elena me encarou, e eu entendi o seu olhar, ela queria saber onde eu estava e por que da demora, só dei de ombros e me sentei.
- Quer comer? — Damon perguntou para mim e só ai que eu senti a minha fome
- Quero sim.
- Já volto. — assenti e tentei entrar na conversa das meninas, mas estava um pouco aérea.
O churrasco se seguiu e ia seguir ate mais tarde, só que eu acabei ficando cansada e resolvi ir embora. Já eram seis horas da tarde e Damon também estava cansado. Elena que tinha bebido um pouco, estava empolgada e tinha feito amizade com Aline, Jaqueline e Paty, então ela ia ficar ate mais tarde. Eu e Damon nós despedimos deles e fomos ate o carro, ainda em silencio. Eu queria conversa sobre isso, mas não sabia como.
Ao chegar a casa, perguntei se Damon ia subir, ele pensou um pouco e decidiu que sim. Meus pais iam embora amanha e ele queria passar mais um tempo com eles. Ao chegarmos lá em cima, meus pais estavam todo arrumados.
- Vão sair? — perguntei
- Sim, vamos jantar fora. — minha mãe respondeu
- Querem vir? — meu pai perguntou. Olhei para Damon que deu de ombros e respondi:
- Claro.
Eu fui pro meu quarto e Damon para o do lado, nos trocamos e voltamos para a sala, indo ate o restaurante que os meus pais reservaram. Fomos todos com um carro só, Damon não queria dirigir, então o meu pai foi.
Durante o jantar contei sobre o bebê ter mexido, minha mãe ficou emocionada e também falamos sobre a viagem deles.
- Eu não queria ir
- Como não mãe?
- Eu queria ficar e acompanhar sua gravidez
- Não e não. Eu não vou deixar vocês desistirem do sonho de vocês
- Mas esse sonho pode se adiado.
- Que isso mãe. Vocês cuidaram de mim por dezoito anos, agora posso me cuidar sozinha.
- Mas você esta grávida e...
- Eu tenho o Damon, meus amigos.
- Eu falei Cristina, a Cecília não ia aceitar.
- Eu não to recusando a sua ajuda mãe. É só que eu não preciso, não por agora.
- Verdade Cristina. Curtam vocês dois a suas viagens e quando o bebê nascer vocês voltam.
- Isso mãe, escuta o Damon.
E ainda demorou um pouco para convencer dona Cristina a seguir seu sonho, mas no fim ficou resolvido que eu manteria eles a par de tudo e quando o bebê nascesse, era só avisar, que eles vinham correndo. Ate ficou resolvido que eles me mandariam presente sempre. Não gostei, mas ou era isso ou ter a minha mãe aqui me enchendo um monte.
Aquele jantar tinha sido maravilhoso, parecia mesmo que éramos uma família, ate fomos confundidos com isso. Algumas pessoas falavam em como era lindo ver uma família jantando assim e como eu era uma grávida linda. Meu pai como sempre, me lançava olhares sempre que alguém comentava sobre eu e o Damon e falava sobre paternidade.
Como o dia tinha sido agitado, eu estava cansada, então resolvemos voltar. Mas meus pais nós deixaram lá e foram andar pela a cidade. Damon subiu para pegar sua chave e já foi embora, mas sem antes me dar um beijo no rosto e na testa. Quando ele estava quase entrando no elevador, eu falei:
- Damon, a gente precisa conversar sobre o que aconteceu.
- Eu sei, mas pode ser amanha ou outro dia.
- Claro.
- Preciso pensar um pouco sobre o que aconteceu.
- Tem todo o tempo do mundo. — sorri pra ele
O elevador chegou e ele se virou para entrar, mas voltou e me deu um selinho.
- Te adoro, dorme bem. — e deu outro selinho, entrando no elevador.
- Dorme bem também. — sorri e quando a porta estava fechando eu disse: — Te amo.
Ainda pude ver a cara do Damon de surpreso e percebi que também estava, mas tinha saído tão naturalmente. Mas quer saber que se dane, era isso mesmo que eu queria falar, é o que eu estou sentindo, pra que esconder? Entrei em casa, ainda divagado sobre o que tinha falado para o Damon e sem saber no que mais pensar, fui pro quarto dormir.
Acordei cedo no domingo, já que os meus pais iriam embora antes do almoço. Fiz um café delicioso e fui chamá-los. Tomamos o café entre risadas e conversas e quando deu o horário, fui levá-los ao aeroporto, dessa vez eles iriam para a Itália. Na hora da volta, o meu celular tocou.
- Alo.
- Oi Cici
- Oi Serena. Tudo bem?
- Sim. Seus pais já foram?
- Acabei de deixá-los no aeroporto.
- E você vai fazer o que agora?
- Ficar em casa.
- Não quer vir almoçar aqui em casa?
- Acho melhor não. Tenho trabalho pra fazer em casa.
- Okey então querida. Qualquer coisa me liga.
- Obrigada Serena.
Desliguei o celular e continuei a dirigir. Cheguei a casa, fiz um almoço rápido e light, organizei algumas coisas em casa e fui fazer o trabalho que tinha trazido pra casa. No meio do trabalho, me lembrei do que aconteceu comigo e com o Damon e acabei me perdendo em pensamentos e sabia que se não contasse para alguém ia ficar louca. Então peguei o meu celular e liguei para Elena, tocou varias vezes, mas ela não me atendeu. Resolvi ir tomar banho e sair um pouco, dar umas voltas no shopping, comprar algumas coisas.
Depois de andar bastante, resolvi ir comer alguma coisa, sentei numa mesa, depois de pegar um big mac e comecei a comer. Estava pensando na vida, quando escuto uma voz atrás de mim, ela ria e falava e eu por um momento achei que estivesse viajando, então me virei discretamente e eu a vi. Loira, esnobe e arrogante, Rebecah estava sentada numa mesa atrás de mim, com um cara e pelo o jeito eles pareciam bem íntimos. Uma raiva tomou conta do meu corpo e minha vontade era de levantar e dar um tapa na cara dela. Mas respirei fundo e comecei a pensar com mais clareza, no que ia fazer. Se ela estava aqui, devia estar com o Damon certo? E ele sabia que ela estava aqui? Se soubesse ele me falaria? Será que foi pra falar isso que ela ligou ontem? Muitas perguntas começaram a rodar a minha mente e nenhuma resposta eu tinha, ate que o meu celular tocou, era a Elena, na hora certa.
- Lena
- Oi amiga, queria falar comigo?
- Onde você esta?
- Na casa do Stefan.
- Está ai desde que horas?
- Eu dormi aqui, mas por quê? Não to entendendo
- O Damon esta ai? — perguntei baixo, pra Rebecah não me ouvir.
- Esta sim. Não saiu do quarto o dia todo, só pra almoçar e estava com uma cara pensativa, estava longe.
- Você sabe se a Rebecah ligou? Ou tem noticia dela? — falei mais baixo ainda
- Cici, por que esta falando baixo? Onde esta?
- Responde Lena
- Okey. Olha eu acho que ela ligou sim, já que a única coisa que o Damon falou hoje foi que ela estava indo para Búzios, fazer umas fotos.
- Búzios? No Brasil
- Sim amiga. Já que ela esta lá.
- Obrigada amiga. — minha voz saiu bem raivosa, já que eu não estava agüentando aquela mentira toda.
- Você esta bem Cecília? Parece que esta brava, sei lá.
- Elena, eu acabei de descobrir algo.
- O que?
- Que a Rebecah é uma mentirosa, filha de uma puta, desgraçada.
- Que isso Cici?!
- A gente se fala depois.
Desliguei o celular e me levantei da mesa, sai da praça de alimentação sem que ela me visse. Um pouco mais distante, voltei a olhar pra onde ela estava, ela ria e conversava com o cara, como se não estivesse nem ai. E antes que eu fizesse alguma loucura, sai dali. Quando cheguei ao meu carro, senti um dorzinha na barriga e logo depois o bebê chutou.
- Eu sei meu filho. Seu pai esta sendo enganado e não será por muito tempo. Mamãe vai fazer algo.
Cheguei em casa, ainda sem saber o que fazer. Eu não podia chegar simplesmente para o Damon e contar que a Rebecah estava aqui e não falou nada. Ele podia não acreditar e também ficar arrasado.
Notas finais
Deixem reviews dando suas opiniões!!
Beijos
Ate o proximo capitulo!
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