One More Chance For Love

11 Aceite meu coração.


Notas iniciais
Você procura um amor, eu procuro também; Já que você me encontrou, deixe eu ser esse alguém... ♥

— Eu preciso de você. — Carol diz, em meio à respirações ofegantes.

Os lábios de Daryl sempre precisariam do toque quente que apenas os lábios de Carol podiam lhe oferecer.

Uma fome interminável.

Sussurrando o nome do caçador em meio à gemidos sensuais, Carol deixa beijos por todo seu corpo.

Em meio aos carinhos quentes, ela abre seus lábios, acomodando sua língua à dele, aprofundando ainda mais o beijo, o intoxicando com a maciez de sua própria língua.

Com uma pegada firme, Daryl deposita suas mãos no traseiro da mulher, apertando-o. Em seguida, começou a retirar as peças de roupa da mesma. Cada cicatriz contando uma história.

Naquele momento, Daryl se sente estranhamente ciumento, não querendo que mais ninguém as vissem. Não que essas marcas as deixavam menos desejável, mas em um pensamento egoísta, o homem queria que aquelas marcas fossem vistas apenas por ele.

— Eu te amo. — Ela sussurra em seu ouvido, com o hálito quente arrepiando-o.

A sensação de seu toque sempre o deixava nervoso e bastante deliciado. Ao ouvir essas palavras, mergulharam em um beijo apaixonado.

— Eu te amo. — Diz Daryl, em resposta.

Um sorriso enigmático passa pelos lábios dela. Carol percebe; percebe como o afeta.

Com uma piscadela, Carol começa a desabotoar as calças do homem, sentindo o familiar membro rijo ali, pulsante.

O caçador deixa gemidos lhe escaparem por entre os lábios, enquanto Carol massageia seu membro.

Carol vira Daryl de costas, passando os dedos sobre suas cicatrizes. Ele tivera uma infância bem traumática.

Ela sente seu amor crescer naquele momento. Os dois já foram machucados o suficiente por três encarnações. Agora precisavam só de coisas boas.

Seus lábios beijam cada segmento de cicatriz que ali há.

— Eu te quero ao meu lado, para sempre. — Carol diz, para confortá-lo.

Ela sente o corpo estremecer quando Daryl toca seus seios, enquanto a beijava suavemente. A mulher só conseguia pensar o quão feliz seria sua vida dali para frente. Agora que havia conquistado o homem da sua vida, nada mais importava. Carol solta um suspiro quando aquela mão quente e forte apertou suavemente seu seio esquerdo… provocando um prazer inimaginável.

Os olhos do caipira se reviravam com o imenso prazer e arrepio do momento.

Carol não economizava em mordidas, e em explorar o pescoço do homem com a língua.

Logo, o caçador introduziu seu pênis para dentro de Carol, estabelecendo um ritmo lento inicialmente, prolongando aquele inesquecível momento, e em seguida, o movimento de vai e vem se torna mais rápido e urgente, ambos em êxtase.

À medida que Daryl a beijava durante a penetração, o calor de seu corpo aumentava, e a mulher exalava uma fragrância de flor. Carol lhe respondia com vibrações novas em cada polegada de sua pele, e em cada uma, Daryl encontrava um calor diferente, um sabor próprio, um gemido novo, e a mulher inteira ressoou por dentro com um arpejo, e seus mamilos se abriram em flor sem ser tocados.

E assim os dois fizeram amor pela primeira vez. Esquecendo de tudo o que os rodeavam. Agora mais do que nunca, eles pertenciam um ao outro.

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A experiência foi maravilhosa, sem uma única interrupção. Daryl dormia com a cabeça descansada no peito de Carol, que lhe fazia carinho.

Ambos se sentiam anestesiados. Carol sorria de orelha à orelha; Ela mal podia acreditar, que algumas semanas atrás, ela se perdia em pensamentos torturantes de saudades de seu amor, Daryl Dixon.

E agora lá estava ela.

O quanto a situação havia mudado! Ele se encontrava nu diante dela, com uma expressão de êxtase; Aquilo ia muito além dos sonhos de Carol.

Interrompendo seus devaneios, uma batida forte na porta a assusta.

— Ei, vocês dois aí. — Era a voz de Tyreese. — Dá pra deixar eu entrar com esse colchão? Preciso descansar também. — Continua o homem, que provavelmente saiu sozinho em busca de suprimentos nas casas da vizinhança, aproveitando para furtar um colchão.

Daryl então acorda com o barulho, assustado.

O casal troca olhares e em seguida caem na gargalhada. Ambos estão sem nenhuma roupa.

— Foi a melhor tarde da minha vida. — Sussurra ele, para Carol.

— Eu posso dizer o mesmo, Pookie. — Ela sorri, em resposta.

Eles se levantam, e enquanto vestiam-se, Daryl sussurra inesperadamente:

— De agora em diante, quando você se apresentar à alguém, quero que se pronuncie como Carol Dixon, tá bom?

Carol fica boquiaberta. Não esperava isso nunca.

— É sério? — Ela manda de volta.

— Sim, nunca falei tão sério. O sobrenome Peletier não tem mais utilidade. Além disso, Carol Dixon soa muito melhor. Como se você me pertencesse.

— Mas quem disse que não pertenço à você? Você me tem para sempre. — Carol omite, com a certeza na voz.

Os dois se olham por muitos segundos.

Na porta, Tyreese está furioso.

— Dá pra ir mais rápido? — Troveja o homem.

Carol e Daryl soltam uma gargalhada alta mais uma vez, e se apressam.

— Idiota. — diz Daryl, sorrindo.

Em seguida, o mesmo destranca a porta, revelando Tyreese com um colchão de casal debaixo dos braços.

— É nosso! — dizem Carol e Daryl em uníssono, rindo mais ainda, como dois adolescentes.

Tyreese revira os olhos, e rebate:

— Se quiserem, vão para um motel. Esse colchão é meu.

Carol faz biquinho, olhando meio furiosa, e meio brincalhona para Ty.

Ela estava maravilhosamente de bom humor, assim como Daryl.

Tyreese passa zunindo por eles, esbarrando em Daryl ao passar. O caçador mal se importa. Ele sorria bobamente.

Assim que saíram, Tyreese bateu a porta atrás dos dois. Ele ainda sentia algo poderoso por Carol.

Daryl pegou a mão da mesma, segurando firmemente à sua, e assim caminharam para a sala.

Ali se encontrava jogada num sofá lendo uma revista, Lauren.

Robert, Luke e Nick não se encontravam presentes.

Ao ver Daryl se aproximando no corredor, Lauren se arrumou, sentando elegantemente. Carol não ligou nem um pouco, se sentia limpa, renovada, segura.

Ela sorriu alegremente.

— Olá, Lauren!

Lauren a olha de cima a baixo, e sorri falsamente.

— Olá.

O sofá de dois lugares estava ocupado em um dos lados pela loira, então só restava a segunda poltrona.

Certamente eles não ficariam apertados contra a outra mulher.

Daryl e Carol se encaminham para a poltrona individual, com Daryl sentando-se primeiro e logo em seguida, Carol em seu colo.

Eles ficaram abraçados, olhando para o chão, satisfeitos consigo mesmos.

— Onde estão os outros? — Daryl diz, finalmente, depois de muito tempo.

Lauren levanta a cabeça, sorrindo de prontidão.

Meu Deus, essa mulher não se dá ao valor?

— Ah. Robert foi se deitar um pouco, Luke está com ele, e Nick está andando por aí. Ele está abalado. Acabou de perder a mãe. Não conversa com ninguém, nem com o próprio pai ou avô. Eu particularmente acho que...

— Eu só perguntei onde estavam, não quero saber de fofoca. — Interrompe Daryl.

Carol o abraça, escondendo o rosto no pescoço do caçador, tentando esconder o riso.

— Oh, me desculpe, acabei falando demais. Não costumo tomar conta da vida dos outros. Aliás, vocês são namorados? — Tagarela ela.

Daryl e Carol trocam olhares, e dão um grande sorriso.

— Somos mais do que isso. — Manda Carol, de volta.

Daryl aperta forte suas mãos nas dela, olhando-a apaixonadamente.

— Sim, minha doce Carol Dixon.

Mas esse não é o sobrenome dele? Inferno. Lauren não se lembra. Se for, eles são... casados ? Ah não. Logo quando acho um cara bonitinho, à minha altura, tem uma porra de um pedra no caminho, pra atrapalhar?

— Compreendo. — Diz Lauren, fazendo uma careta.

Que vontade de vomitar.

Daryl, de repente, sai de seu transe, do mundo maravilhoso que havia nos olhos de Carol, com um objetivo repentino em mente.

— Eu... eu vou caçar algo para o jantar. Aqui perto tem uma floresta, dá pra caçar uns bons esquilos, se eu tiver sorte. — Diz Daryl, se levantando, e colocando Carol gentilmente de pé.

— Essa é minha deixa para arrumarmos nossas coisas. Prepararei tudo para o jantar. — Responde Carol.

Os dois saem de sala, Daryl aproveitando para pegar sua crossbow e conferindo o número de flechas.

Apenas sete. Elas eram muito preciosas agora.

Lá fora, Carol o olha preocupada.

— Você vai se cuidar direito? Não quero que nada... — Sussurra Carol.

Daryl a interrompe no meio da frase, com um beijo carinhoso nos lábios.

— Shhhh. Nada vai acontecer. Estarei de volta para você, eu prometo. — Ele a acalma, puxando-a para um longo e apertado abraço.

— Tudo bem. — Diz ela, em seu ouvido. Seu hálito lhe fazendo cócegas.

O casal se separa relutantemente.

Daryl vai em direção à floresta, e Carol, de volta à casa.

Que de repente parecia vazia sem seu amor.

Notas finais
Perdoem-me a demora, meus amores ♥ Aí está mais um. Não demorarei mais, prometo ^^