One Destiny, One Choice, One Curse

9 Capítulo 8 - A Day Of Fools (Um Dia De Tolos)


Notas iniciais
Olá minhas queridas leitoras! Peço desculpa leitores! Desculpa Luís!Antes de mais temos que pedir imensas desculpas pela demora... já devíamos ter postado há muito tempo... mas só agora foi possível. Por isso as nossas mais sinceras desculpas. Esperamos que o capítulo esteja à altura e seja do vosso agrado...Este capítulo é dedicado inteiramente ao nosso querido Dean... é suposto ser cómico... mas como ainda não tinhas usado muito a comédia não sabemos se estará à altura... Esperamos que se divirtam tal como nos divertimos a escrevê-lo.Para compensar a demora decidimos postar o capítulo 8 e o capítulo 9 - parte I. O capítulo 9 está dividido em duas partes para a leitura não se tornar tão pesada uma vez que está um pouco longo.Agora só posto o capítulo 8 porque estou na minha hora de almoço e não tenho tempo de postar o outro. Mas como o prometido é devido logo à noite posto o seguinte.Como não podia deixar de ser temos que agradecer mais uma vez o carinho apoio e dedicação dos nossos leitores.Muito obrigada mesmo. Eu (Patrícia) devo um pedido de desculpas à minha maninha e também autora desta fic, Cátia. Maninha desculpa, tens razão ando ausente, distante e sem tempo mas sabes que continuas a ser a minha maninha e espera que não guardes qualquer mágoa. Prometo tentar apoiar-te mais e estar mais presente.Muito obrigada pelo apoio que sempre me deste e pela amizade. És linda e adoro-te tal como és, (mesmo resmungona... lol). Obrigada também pelo trabalho notável que tens feito para o desenvolvimento desta fic. Se ela está onde está a ti se deve. P.S. Tenho mais umas coisinhas a dizer mas fica para logo. Aviso! Porém como vão notar ao longo do capitulo, não sei o que aconteceu mas o nyah deu um jeito de comer inúmeras palavras no decorrer do capitulo, espero que compreendam que a culpa não foi nossa mas sim do site! Boa leitura!

Captulo 8 — A Day Of Fools (Um Dia De Tolos)

A casa dos Dreams (sonhos) foi construda por Sophi Taylor, uma jovem adolescente de 13 anos. Sophi perdeu os seus pais no furaco Katrina em Nova Orlees a 29 de Agosto de 2005, acabando por ir viver com a tia Magda Taylor. Esta tinha fama de ser uma bruxa mas no uma bruxa qualquer, era muito poderosa e assim acabou por se tornar lder da sua secreta ceita. Para fazer feliz a sua sobrinha realizou-lhe um feitio, esse feitio consistia em que a sobrinha concretizasse qualquer desejo, excepto trazer os mortos vida. Sophi adorava as histrias que o Profeta Chuck escrevia sobre os irmos Winchester, tendo uma paixo por Dean Winchester, pois este era a sua personagem preferida. Ento construiu a casa dos sonhos dividida por captulos no qual s entrava o seu Dean Winchester, fazendo dele o que quisesse sem se dar conta do seu poder. A comeou o pesadelo de Dean, acabando por fazer tudo o que a adolescente desejasse. Esta teve uma pequena ajuda da sua tia para que o seu sonho se tornasse realidade.

Casa dos Sonhos

http://1.bp.blogspot.com/_1z8A03k6cbc/S6_mUBrLmtI/AAAAAAAABpI/5tUQDAIb5IU/s1600/casa+de+madeira+3.jpg

Dean seguia em viagem com a sua famlia para o Arizona at que comeou a sentir-se estranho. Este comeou a ter alucinaes, dores de cabea, calafrios pelo corpo, ouvia vozes, mas como o costume no disse nada, escondendo para si.

Acordei com dores de cabea horrveis, parecia que os meus neurnios iriam estorricar com tanta fervura e dores que sentia. Parecia que tinha uma picareta furando o fundo do meu ser. As vozes comeavam a ficar mais fortes, altas e aterrorizantes. J para no falar das miragens de pessoas mortas que me atormentavam profundamente. Os suores frios que percorriam todo o meu corpo gelavam por completo a minha alma. Mas como sempre prefiro guardar para mim os meus problemas.


- Amor — Sussurrou Patty ao ouvido de Dean.

- Ests bem? Sentes alguma coisa? Inquiriu preocupada.

- No. Estou bem. Forte que nem um touro. — Ria-se em direco a ela, escondendo o que realmente sentia.

- Ests com ar cansado! — Afirmou ela.

- Pois, passei a noite toda a conduzir. — Tentava desculpar-se com uma mentira vulgar.

- Deixa estar. Eu conduzo e tu vais descansar um pouco. — Referiu ela.

- No amor. Eu estou bem. — Mais uma mentira era pronunciada por ele.

- Isto no um pedido mas sim uma ordem. — Imps autoridade, fazendo o Dean se colocar no lugar de passageiro e descansar.

- Est bem Mas no penses que vou porque me mandas-te. Acabou por se convencer.


O perigo espreita por onde menos espermos



At que no dia seguinte acordou num stio completamente estranho. Era uma casa feita em madeira, bem decorada com cores bem vistosas e ele estava em miniatura.


O tormento comeou.


- Ahhh. — Bocejou Dean.

- Humisto no o meu carro. — Comentou ainda sentindo o cansao sobre si.

- Aaaaaaaaahhhhhhhhhhhh. O meu Dean. — Gritou Sophi eufrica por ver o seu novo brinquedo.

- Quem est a? — Questionava Dean a tal voz.

- Tu vais-te divertir tanto. — Referiu Sophi.

- Pois simSam deixa-te de brincadeiras. — Gritou Dean furioso.

- At j! — Despediu-se a rapariga.

- At j???!!! — Respondeu atnico.

*******

Fear (Medo)


- Aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh socorro tenho um monstro atrs de mim! Gritava aterrorizado.

- Salve-se quem puder!!!! — Proclamava Dean durante a sua fuga.

Dean corria pelas ruas de Michigan aterrorizado por um monstro que o seguia. Este tentava de todas as formas escapulir da tal criatura mas esta era mais hbil que ele. Dean conseguiu chegar ao motel em segurana pedindo ajuda ao seu irmo.

- Sammy!!!!! Gritou Dean ofegante.

- Dean! Finalmente! horas que te estamos a procurar. Onde estavas? Questionou Sam incrdulo.

- Sam no so horas para me questionares mas sim de lutarmos! — Afirmou Dean amedrontado.

- Nunca corri tanto em toda a minha vida at devo ter passado a perna ao Cristiano Ronaldo nos golos. — Articulou Dean ainda arfando. — Tenho um demnio atrs de mim. Ele perseguiu-me pelas ruas de Michigan at aqui. — Contou Dean.

- melhor pegarmos nas armas. — Referiu Sam de imediato.

- Toma! — Falou Sam tentando passar a arma para a mo de Dean.

- Noooissoo perigoso ainda matas algum! — Constatou Dean gaguejando.

- Dean!!! A ideia essa. No achas? — Perguntava Sam.

-Ah isso no. V eu levo o chinelo por precauo. — Replicou Dean.

- Um chinelo? Mas tu pensas fazer o qu com ele? Inquiriu Sam estupefacto.

- Proteger-te. — Respondeu Dean decidido.

- O mximo que fazes com um chinelo a um demnio fazer-lhe ccegas. — Esclareceu Sam.

- O que andas-te a beber? — Perguntou Sam.

- gua. Afirmou Dean.

- Pois Sam revirou os olhos. Aos trs abrimos a porta. — Combinou Sam.

Dean horrorizado colocou-se atrs de Sam com a sua arma poderosa, ansioso por poder utiliz-la.

- Dean? Que ests a fazer? — Interpelou Sam.

- A proteger-te. Respondeu.

- Ao colocares-te atrs de mim! Isso proteger? Pronunciou Sam admirado.

- Sabes que tu s grande, forte, corajoso. E eu tenho medo. — Admitiu Dean receoso.

- Tu medo?! ahahahahahah .Ests a brincar, certo?! — Troava Sam.

- Nooo maninho tenho medo. — Ele muito grande peludo e tem quatro olhos, quatro pernas.eeeee uns dentes super afiados. — Assegurava Dean.

- Aos trs. Falou Sam achando piada s figuras descabidas do seu irmo.

- 12.3. Contava.

Quando Sam abriu a porta no viu nada mas quando se voltou para baixo ele viu um pequeno Yorkshire terrier.

http://4.bp.blogspot.com/_BZcMxXfyTwg/TRtgj5YntBI/AAAAAAAAAjc/OVVUNF-e1E0/s1600/yorkshire-terrier.jpg

- Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh. — Gritou Dean que nem uma menina.

- Sam mata-o!!!! Ele perigoso. — Constatou Dean aterrorizado.

- Ahahahahahah s podes estar a brincar. Tu tinhas medo deste minorca to fofo! — Troava Sam.

- Fofo? Deixa ele te mostrar os dentes que tu j vs o fofo. — Replicou Dean.

- Ai que coisinha mais linda! Exclamaram as manas em coro.

- Que lindo amor. Foste tu que trouxeste? — Perguntava Kat a Sam.

- No amor foi o Dean. — Respondeu Sam.

- Eu no trouxe esse canibal! — Afirmava Dean.

- Beb ele to fofinho. — Constatava Patty.

- Podemos ficar com ele? — Inquiriu Kat entusiasmada.

- Por mim podemos. — Referiu Sam.

- Nem penses! ele ou eu. — Reclamou Dean.

- Dean!!! No sejas parvo. — Replicou Patty.

Num impulso o Yorkshire terror saltou do colo da Patty e mordeu o Dean no pescoo. Este gritava a altos berros, eles bem tentaram retirar o co do pescoo mas este no largava o osso.

Na manh seguinte Dean estava no Chevy Impala 67 ouvindo a msica Eye Of The Tiger da banda Survivor. Este mostrava os seus dotes dentro do carro ao som da msica at que apareceu Sam e o acordou do transe.

- HeiDean. — Chamou Sam batendo com a mo no cap do carro.

- Meu est msica fabulosa! — Exclamou Dean.

- Humj deu para perceber. — Referiu Sam gozando.

- Olha arranjei dois quartos no quinto andar. — Informou Sam.

- Quintoooo andar. Ainem penses. muito alto. — Protestou Dean amedrontado.

- Dean!!! Falei com o Bobby acerca do teu problema. Ele disse que foste apanhado por um demnio que te transmitiu o medo. — Contou Sam.

- Isso muito mau. Isto tem cura? — Inquiriu Dean receoso com a resposta que o seu irmo lhe iria dar.

- O Bobby disse que sim. Que h cura. Mas temos que encontrar o demnio antes que morras de medo. — Informou Sam.

- Humencontrar um demnio. — Falou receoso Dean.

- Entretanto no queres mesmo ficar com aqueles quartos? — Insistiu Sam.

- Eu no vou para o quinto piso. Nem de pra-quedas! Nem por cima do meu cadver. — Assegurou ele.

- Bem vou ver o que posso fazer. Entretanto fica dentro do carro quieto e no arranjes problemas.

Sam regressou ao Bluebird Hotel tentando arranjar quartos no ltimo piso pois Dean estava aterrorizado com a ideia de ficar num sitio to alto. Este enquanto aguardava no carro pelo seu irmo ficou entusiasmado com a msica Eye of the tiger e decidiu interpretar o papel de vocalista. Kat e Patty puderam presenciar toda aquela cena, rindo-se dele at no poderem mais.

Dean Singing

Eye Of The Tiger

(O Olhar Do Tigre)


http://www.youtube.com/watch?v=XTsxF47wx5M

[Verse 1]


Risin' up, back on the street

(Crescendo, l nas ruas)

Did my time, took my chances

(Marquei meu tempo, aproveitei as minhas chances)

Went the distance, now I'm back on my feet

(Viajei para a distncia, e estou de volta com meus ps)

Just a man and his will to survive

(apenas um homem com seu desejo de sobreviver)


[Verse 2]


So many times, it happens too fast

(Tantas vezes, acontece to rpido)

You change your passion for glory

(Voc troca sua paixo por glria)

Don't lose your grip on the dreams of the past

(No perca o foco nos sonhos do passado)

You must fight just to keep them alive

(Voc deve lutar para mant-los vivos)


[Chorus]


It's the eye of the tiger, it's the thrill of the fight

(Isso o olhar do tigre, a emoo de lutar)

Risin' up to the challenge of our rival

(Se erguendo ao desafio do rival)

And the last known survivor stalks his prey in the night

(E o ltimo sobrevivente persegue sua presa noite)

And he's watchin' us all in the eye of the tiger

(E nos observa a todos do olho do tigre)

No fim da msica houve quem no gostasse da sua interpretao e acabaram por lhe mandar uma garrafa a cabea fazendo com que este desmaiasse.

*******

Nightclub


Sinto que parte de mim esmorece dia aps dia, como se a brisa do vento, absorvesse as minhas foras. Algum controla todas as minhas aces. A minha mente, alma, corpo e corao so dominadas por uma fora sobrenatural. Tornando-me simplesmente numa marioneta nas suas mos, fazendo-me concretizar os seus impulsos e desejos. Divagava ele enquanto dormitava.

Dean dentro da sua cabea por meros segundos conseguiu repensar nos acontecimentos anteriores, relembrando todos os pormenores que lhe tinham sucedido. Reflectindo seriamente sobre o assunto, at ser despertado por Romeu.

- Acorda lindo! — Chamou uma voz.

- Hum.ai..a minha cabea. — Queixou-se Dean.

- Quem s tu? — Questionou Dean.

- s um anjo? — Inquiriu Dean atnico.

- Sou tudo aquilo que tu quiseres desde que me pagues. — Referiu o Homem.

- O qu? Ouve l eu no sou bicha. Eu sou muito Homem. Homem com H maisculo! — Afirmou Dean levantando-se com toda a rapidez.

- Est bem lindo agora salta para ali e faz o teu trabalho. — Falou sarcasticamente o homem.

- Qual trabalho?! — Dean procurou saber.

- Espreita ali e j sabes qual . — Respondeu o homem.

Ento Dean espreitou por detrs da cortina do palco. Este reparou que ele actuava todas as noites fazendo striptease.

- Ouve aqui minorca! Eu no fao isto! — Assegurou Dean.

- Tu s a grande atraco. Todas as noites vm aqui clientes muito importantes s para te verem danar. — Relatou o Homem.

- Mas

- Mas nada! Salta para ali e vai trabalhar. — Ordenou o homem.

- Como fao isso? — Perguntou ele.

- No acredito que me ests a perguntar isto. Enfim! Beb para os iniciantes, o tempo mnimo do striptease um minuto e o mximo trs. Cada pea retirada um prmio mostre-a antes de se livrar dela. — Explicou o homem.

- J agora chamo-me Romeu idiota. — Afirmou empurrando Dean para o pblico.





You Can Leave Your Hat On


Voc Pode Deixar o Seu Chapu



http://www.youtube.com/watch?v=pruYLmuEbjg


Dean ficou apavorado ao ver casa cheia s para o verem actuar. Tendo como cenrio um baro no meio do palco e no canto esquerdo deparava-se uma cadeira. Ele ficou ainda mais apavorado ao ver a mulheraa a chamar pelo seu nome e pedindo para que este satisfizesse os seus desejos. Colocou-se agora no centro do palco sentindo-se mais confortvel onde pudesse avistar a plateia por completo. No que toca iluminao, tinha uma luz de tecto por alguns candeeiros e algumas velas rodeando o palco. Sentindo-se mais desinibido mostrou a tudo e todos os presentes do que o Dean era feito.


Nunca senti pnico em toda a minha vida! Ao ver aquele pblico ansiando por mimproclamando o meu nome desejando o meu corpo. O medo de ser ridicularizado por parte delasaquelas mulheres velhacas e desdentadas pedindo para lhes satisfazer os seus desejos. Foi ai que tive uma miragem. No uma miragem qualquer! Vi a minha deusao meu amorsomente aquela mulher que me aquece a alma, corpo e corao. Fazendo-me excitar s de a ver. Enchendo-me de orgulho e de prazer proporcionei-lhe um stripteasesomente para a minha mais que tudo Patty.


Baby take off your coat

Baby, tire seu casaco

real slow

Bem devagar

and take off your shoes

E tire seus sapatos

I'll take your shoes

Eu pegarei seus sapatos

Baby take off your dress

Baby tire seu vestido

yes yes yes

Sim sim sim

You can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

You can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

You can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu


Voltou-se de costas no querendo mostrar todo logo de inicio. Comeou por tirar o casaco, bem devagar fazendo-o deslizar suavemente pelos seus longos, musculados e fortes braos atirando-o depois para a plateia. Passando depois para o cinto desapertando-o bem devagarinho, roando com ele na sua parte intima causando a excitao nas mulheres. Nisto segurou-se no baro manipulando o instrumento de forma bem sensual, depois pediu ajuda a uma das presentes mulheres para o ajudar a desapertar os botes das suas calas.

Go on over there

Vai l

turn on the light

Acenda a luz

no all the lights

No todas as luzes

Come over here

Volte pra c

stand on this chair

Sente-se nessa cadeira

that's right

Isso mesmo

Raise your arms up to the air

Levante seus braos

no shake 'em

No os mexa

Agora ele danava de forma fogosa fazendo o furor das mulheres quando arrancou as calas atirando de novo para a plateia ficando somente com a roupa interior, os seus sapatos, camisa e o chapu que lhe dava um ar sedutor.

You give me a reason to live

Voc me da uma razo para viver

You give me a reason to live

Voc me da uma razo para viver

You give me a reason to live

Voc me da uma razo para viver

You give me a reason to live

Voc me da uma razo para viver

Sweet darling

Querida

Agora utilizou a cadeira que se encontrava a sua frente sentou-se nela abriu as suas pernas de forma a que as mulheres quase tiveram um AVC ao ver os seus boxers vermelhos e o volume que apresentava. Quando mostrou o seu volume, levantou-se e colocou um p na cadeira, descendo com as suas mos at ao seu tornozelo retirando um dos seus sapatos, mais tarde voltou-se a sentar na cadeira agora levantou a sua perna musculosa de forma hbil e retirou o outro sapato de forma elegante e sexy tornando a atirar para a plateia.

You can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

You can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

feeling

Com sentimento

you can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

you can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

you can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

you can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

Voltou-se novamente para a plateia para retirar a camisa, virando-se maliciosamente de costas na hora de tirar a camisa. Deixou deslizar suavemente a sua camisa, ficando agora com a melhor parte. Sobrou somente os seus boxers, ele danava agora com mais entusiasmo fazendo todas as mulheres atirar dinheiro para o palco para que este retirasse o seu contedo da sua roupa interior.

Suspicious minds a talkin'

Mentes desconfiadas falam

try'n' to tear us apart

Tentando nos separar

they don't believe

Eles no acreditam

in this love of mine

No meu amor

they don't know I love you

Eles no sabem que eu te amo

they don't know what love is

Eles no sabem o que amor

they don't know what love is

Eles no sabem o que amor

they don't know what love is

Eles no sabem o que amor

I know what love is

Eu sei o que amor

Sweet darling

Querida

Virou-se novamente de costas para retirar o que faltava os boxers! Para entusiasmar as mulheres fez isto de costas, levantando os boxers para cima e para fora, mostrando e tapando o que ainda est escondido. medida que ia descendo os boxers, deixou que o seu corpo acompanha-se o movimento. Quando chegaram aos joelhos, deslizou at ao cho. Retirando um p de cada vez. Agora nenhuma mulher conseguia resistir a tanta tentao com o impulso de o tocarem no seu magnifico e delicioso corpo, correram estas malucaspara cima do palco, com o intuito de o devorarem, ele ao ver o caso mal parado fugiu para detrs da cortina com o chapu a tapar a sua parte ntima.

You can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

You can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

feeling

Com sentimento

you can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

you can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

you can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

you can leave your hat on

Voc pode deixar o seu chapu

- Fogo as mulheres so perigosas! — Constatou ele assustado com as mulheres.

- Quase que me comiam vivo! — Falava ele sozinho.

- Ento beb como correu o Strip? — Procurava saber Romeu.

- Bemmas aquelas mulheres quase que arrancavam o meu abono familiar (o seu sexo). — Arfava Dean ainda recuperando as foras do que aconteceu anteriormente.

- normal!! Tu fazes as mulheres suspirarem por esse teu corpinho bem definido. — Mordia Romeu o seu lbio de forma bem sensual.

- Mau...no confundas as coisas! — Irritou-se Dean ao ver que este se encontrava excitado por o ver somente com o chapu a tapar o seu material.

- Bemeu no confundo as coisas mas difcil. — Respondeu ele.

- Humsei. — Dean falou desconfiado.

- Hei Romeu desculpa ao bocado mas acordei confuso. — Desculpava-se Dean.

- No faz mal amor. Eu perdoo-te! — Assegurou Romeu.

- Desde quando me conheces? E como vim aqui parar? — Perguntava ele confuso.

- Conheo-te desde dois meses para c, mas mesmo assim continuas a ser o rapazinho gay revoltado, que prefere bater umas pela cmara, a ver outros baixarem os boxers. Digamos que cobro pelos meus servios, acho que devias comear a fazer o mesmo. — Constatou ele.

- Olha aqui! Eu no sou gay! Eu gosto de mulheres. Afirmou Dean convicto.

- s um porco. Mas eu amo-te. — Declarou Romeu.

- Mau! J te disse que no jogo na mesma equipa! — Falou Dean irritado.

- Olha aqui, no o teu amor que me paga as contas. — Respondeu Dean.

- Ok! Amor j vi que no hoje que vais admitir que me amas. Mas eu espero por ti. — Confessou Romeu suspirando de amores por ele.

- Oh p mas tu queres apanhar porrada e ficar todo empenado. Em vez de andares com duas pernas andas s com uma. — Ameaou Dean.

- Ai amor eu gosto quando me tratas assim! Com a tua voz grossa..ai esse teu corpo... At fico sem ar! — Ficou com teso Romeu.

- Vais ficar sem ar quando eu te matar. — Respondeu Dean indo atrs do ano.

- Quando te apanhar! Nunca mais abres o pio. — Ameaou Dean de novo.

- Oi gato. Interrompo alguma coisa? — Inquiriu a mulher.

- Ser que me fazes uma lapdance? — Perguntou uma mulher.

- Hum se for para ti j. — Respondeu Dean assanhado.

Dean virou costas para a tal mulher e nem se apercebeu de que ela estava pronta para o magoar seriamente com um candeeiro. Mas Dean conseguiu reagir a tempo de impedir que ela cometesse algum estrago naquela prefeitura de homem, mas o seu esprito lutador acabou na hora quando ela lhe partiu uma unha.

- Aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh..parti uma unha. — Gritou Dean com ar de diva.

-Vs o que me fizeste perder?! Suaaaa abutreee, insensvel — Chorava Dean.

- Pega isto para no te meteres com a minha mam. O Romeu atacou Dean por trs das suas costas lhe dando com um jarro na cabea.

*********


Retomando a Realidade


O pesadelo nunca mais acaba


- Que raio. Onde estou? — Perguntou Dean.

- Que sonhos estranhos que ando a ter. At parecem reais. — Pensava ele.

- Patty! — Chamou Dean.

- Amor isto no tem piada! — Afirmava ele.

- Aaaaaaahhhh.no acredito! Dean!!!! Gritava Sophi eufrica.

- Ainda s mais lindo do que eu pensava. — Constatou ela.

- Humeu sei disso. As mulheres no me resistem. Que posso eu fazer! — Falou Dean convencido.

- Nem acredito que vais ficar comigo para sempre!

- Para sempreno no .nem penses! — Refilou Dean.

- Amor com o tempo habituas-te! — Pronunciou ela.

- Habituar-me!!! Ouve aqui oh pirralha. Eu tenho namorada e famlia. — Respondeu Dean irritado.

- No sou ciumenta. — Informou ela.

- Bem tu queres me tirar daqui! Olha eu prometo que no conto aos teus pais o que me fizeste. — Tentava persuadir Dean.

- Hum no tenho pais. — Respondeu ela.

- Lamento!- Lamentava ele.

- Mas isso no justifica o que me ests a fazer. — Referiu ele.

- Tu no gostas da minhas histrias reais? — Inquiriu ela.

- O qu? s tu que me andas a colocar estes pesadelos horrveis? Que tipo de pessoa s tu? — Perguntou ele irritado.

- Eu sou uma pessoa apaixonada. — Respondeu ela.

- Apaixonada??! Tu no fazes a mnima ideia do que o amor! — Constatou ele.

- Agora feriste-meos meus sentimentos! — Falou magoada.

- Eu no no queria magoar-te mas tu no me ouves.

- Mas tu vais me amar!!! E agora vamos voltar a brincar!! — Replicou ela.

- Naaaooooooooooooo


*******



Antrctica


Bem como ela consegue fazer isto? Porque ningum me ajuda? Aquela rapariga deve ser muito poderosa! Ela deve ser psquica, bruxa, demnio ou limita-se a escreve algo que me leva a fazer tudo aquilo que ela desejar. Sou simplesmente uma marioneta nas suas mos! Um simples brinquedo. Acho que j sei o tenho que fazer. Eu tenho de interpretar vrios papis de filmes ou sries, mas as minhas reaces e aces sou eu que as tomo, nunca ela. Quer dizer que tenho escolha. Ento s tenho que fazer o meu papel para ganhar a sua confiana e ela me libertar dela. Hum afinal no penso s com a cabea de baixo. Ainda me resta alguns neurnios s colocar a funcionar. Espero que resulte! — Pensava Dean enquanto dormitava.


- Ui.como vim aqui parar? — Interpolou Dean ainda se sentindo aturdido.

- Hum pouco tempo estava num stio e agora estou aqui! J sei aquela peste voltou a fazer das suas. — Conseguiu recordar.

- Se te apanho nem sei o que te fao! — Afirmou ele super irritado com o facto de ser um fantoche nas suas mos.

- Aimeu deus! Eu estou num Iglo. — Referiu ele aflito.

- No me digam que estou no pas dos pinguins.

- Que queee friooaquela pesteee nem sabe o que a espeeeraaa. — Tremia Dean batendo os dentes.

- Ai.no me digam que agora estou feito com os esquims. Era s o que me faltava.

- Ser que h um McDonals ou uma pizaria por estas bandas! — Delirava Dean com tanta fome e frio ao mesmo tempo.

-Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhh. Estou na Antrctica! — Gritou ele ao ver que no havia nada sua volta, somente neve e gelo.

- Alest algum por aqui? — Perguntava ele. Mas somente ouviu o seu eco sendo arrastado para o vazio.

Dean andou quilmetros de distncia, vendo somente neve e gelo sua volta, sentindo a brisa que lhe gelava o seu rosto e ficando com os seus dedos dormentes mas mantendo a sua mente aberta, pensando na sua mais que tudo, lembrando-se do seu rosto e corpo que lhe aquecia a alma. Numa quebra de gelo encontravam-se uns pinguins, comeando ele a imaginar uns bons hambrgueres feitos deste tipo de animal, acompanhado por umas batatas fritas com ketchup e um bom gelado.

http://www.environmentabout.com/wp-content/uploads/2011/01/Antarctica.jpg

Numa das suas vises Dean deparou-se com um leo-marinho, ele sentiu algum receio por parte dele, pois aparentava ter um ar esfomeado. Mesmo assim ele aproximou-se do animal, no com o intuito de o comer, mas sim de poder sentir a sua pele mas o animal reagiu mal com a presena dele, ficando violento e rangendo para ele.

http://3.bp.blogspot.com/_-ODNv7w6dQs/THmxJtU-sSI/AAAAAAAAAjU/lhPpDa9Cakw/s1600/foca-ou-leao-marinho-3.jpg

- Calma bichano!!!! — Choramingava ele.

- No te fao mal. — Repetia ele constantemente como se o animal o percebesse.

- Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh. — GritavaDean correndo o mais rpido que podia para no servir de alimento. Enquanto corria imaginem ele a correr ao som desta msica



http://www.youtube.com/watch?v=oSh2v-vJmVU

James Brown — I feel Good

-Socorro! — Voltava a pedir por ajuda. Nisto ao longe ele depara-se com um esquim que o ajuda, caando o animal para servir de alimento para a sua famlia.

Ao longe Dean teve uma miragem, de um vulto de um homem primata. O esquim tem sido usado desde o sculo XVI pelos europeus e outros povos para designar os indgenas do rctico. Por muito tempo acreditou-se erroneamente que eskimo significaria "comedor de carne crua". O termo passou, ento, a ser considerado politicamente incorrecto, por muitos, no final do sculo XX. Actualmente, entretanto, acredita-se que a origem do termo est mais relacionada com os calados usados para neve.

http://www.guiageo-artico.com/imagens/esquimo.jpg

- Muito obrigada! — Agradecia Dean por este lhe salvar o cu.

- Nem sabe o quanto estou grato pela sua ajuda! — Voltava ele a agradecer.

- Bem sabe onde tem um telefone ou telemvel? — Procurava ele saber.

- No me est a ouvir? — Interpolou ele ao indgena.

- Se nytt minusta tm kromattu aseellinen Klovni (Olha-me este cromo armado em palhao). — Pensava o esquim.

- Que raio de lngua esta? — Questionou-se Dean.

- I don't speak Chinese (Eu no falo chins). — Pronunciou Dean numa outra lngua.

- Jos minut tmn kromattu! Kaveri on hauskaa! Uskon, ett tiedn hnelle tyhjst... (De onde me saiu este cromo! A cara dele engraada! Acho que o conheo de algum lado) — Tentava se lembrar de onde conhecia o rosto deslumbrante de Dean.

- Ai meu deus!!! Ajude-me eu no mereo tanto castigo! Ajoelhou-se desesperado com a situao em que se encontrava.

- Ahahahahahaheu prometo que no olho para a minha namorada com o intuito de a comereu prometo! — Jurava ele.

- Hihihihihihi — Ria-se o esquim.

- Tyyppi, kunnes se on hauskaa! (O tipo at engraado!) — Gozava o homenzinho.

- Eu prometo que no fao nada at ela me pedir.s tiro as medidas dela 5 vezes por dia. Acho que um bom acordo! — Prometia Dean.

- Vou tentar cumprir mas sabe como entende a minha perspectiva certo? Aquela brasa coloca sempre o meu pau levantado logo pela manhui e sempre que estou com ela ups!!!! peo mil perdes .aquela mulher demais .e lgico que me excita! — Desculpava-se pelo seu desabafo.

- Ahahahahahahahahahah — Riu-se o esquim.

-Dean Winchester no precisas de pedir a Deus por ajuda. — Referiu o esquim.

-Tu falas Portugus?! — Perguntou Dean confuso.

- Simidiota! — Exclamou o esquim.

- Tu fizeste-me passar — Tentava articular quando foi interrompido pelo homem.

- No temos tempo para discusses! Tens que te ir embora. — Mandava o homem.

- Para onde? Nem sei como vim aqui parar. — Respondeu Dean.

- Tu ainda no percebeste — Arrastou ele a sua voz.

- O qu? Paras com os enigmas! — Gritou Dean com ele.

- Afinal s mesmo burro — Constatou o esquim.

- Mau.ouve l velhote t — Voltou a ser interrompido.

- Tu ests preso numa casa de madeira e s mantido em cativeiro pela Sofi. — Despejou tudo numa s vez.

- Como sabes? — Procurou Dean saber.

-Sei mais do que tu pensas. — Respondeu ele.

- Queres-te explicar! — Pedia Dean curioso.

- Tu s ests aprisionado mas nada te impede de te ires embora.

- Como assim.ningum me impede?! Eu no consigo sair de l. ela controla-me por completo. — Resmungou Dean.

- Por cada momento que passas, por cada histria que ela inventa tem sempre uma sada. Tu escolhes qual a porta por onde entrar. Certo? — Questionou ele.

- Agora que falas nisso.sim sou eu que escolho. — Articulou Dean.

- Bem deve haver uma porta que te leva ao mundo real s tens que conseguir encontr-la.

- Obrigada! — Agradeceu Dean.

- Desculpa! — Desculpava-se o esquim.

- Porqu? — Interpolou Dean.

- Por isto! Bateu na cabea do Dean com um pedao de lenha fazendo este retomar a realidade.

*****


Retomando a casa de madeira


- Ai — Queixou-se Dean sentindo uma tremenda dor de cabea.

- Malditos esquims!! — Resmungou ele.

- Nunca se pode confiar em quem vive com pinguins — Continuava a refilar.

- Cambada de primatas! — Continuava a resmungar para variar.

Dean tentava-se levantar apoiando-se na parede, ainda sentindo-se zonzo por causa da pancada que o esquim lhe deu. Sentindo-se com mais foras nas suas pernas longas e delgadas, percorreu um longo corredor ainda amparando-se na parede e no fundo desse mesmo corredor deparou-se com a tal porta de sada.

- Deus pai! — Gritou Dean eufrico por finalmente o seu tormento ter acabado.

- Ai estou a chegar esperem por mim minhas queridas, o papai j vai tratar de vocs. Hum hambrgueres! — Dean ansiava por saciar o seu estmago.

- Dean onde pensas que vais? — Inquiria ela utilizando um tom autoritrio.

- Vou-me embora. — Respondeu ele.

- Nem penses! s meu e de mais ningum.

- Ah nem penses criana! — Exclamou ele gozando com a rapariga.

- Se no s meu, no s de mais ningum! — Afirmou ela.

Nisto sophi desesperada por perder o amor de Dean, prefere acabar de uma vez por todas com ele, utilizando como arma uma pistola de pregos e perfurava a tal casa de madeira tentando atingi-lo de qualquer forma e extingui-lo da face da terra. Ele conseguia-se esquivar dos ataques impiedosos da tresloucada e doida adolescente, por fim depois de tanto correr que nem um louco para conseguir salvar a sua pele por fim conseguiu alcanar a maaneta da porta de sada.

- Dean — Sussurravam o seu nome.

- Hum... eu conheo esta voz. — Perguntava-se a ele prprio.

- DEAN!!! — Gritou Patty farta de o tentar acordar.

- Aaaaaaaaaahhhhhhh! - Dean com o susto acabou por cair a baixo da cama.

- O que foi? — Procurava saber onde realmente se encontrava ele. Que susto!!! No precisavas de gritar aos meus ouvidos. — Falou directamente para a sua namorada.

- Em que mundo da lua tu estavas? — Perguntava Patty.

- Eu.nem sabem o que me aconteceunestas ltimas semanas. Nem sabem o quanto estou feliz por vos ver. Dean correu para a suaamada e pegou nela no colo e lhe deu um beijo caloroso e delicioso, morto de desejo por a ter em seus braos.

- Hei arranjem um quarto! — Afirmou Kat.

- Olha quem est aqui. Nem sabes o quanto tive saudades de te ver.

- Humo que andas-te a beber?

- Ooooh d c um abrao resmungona! Dean deu-lhe um abrao de urso pardo deixando-a sem ar.

- Dean.no consigo respirar.algum me ajude!

Sam ao ver a Kat aflita vai ao seu auxilio e faz com que Dean a largue antes que ela ficasse sem ar. Dean ao ver o seu irmo larga a Kat de imediato acabando por esta cair no cho. Dean pega em Sam ao colo e anda com ele aos saltos.

- Dean ests doido? s capaz de me largar? Pronunciou Sam traumatizado com a atitude do irmo.

- Ahahahhahha! Riam Kat e Patty da situao.

- Mas afinal que se passa contigo?Perdes-te o nico neurnio que te restava? — Inquiriu Kat sarcstica.

- Apenas senti a vossa falta e estou contente por vos ver. O que interessa que esto aqui. Patty eu amo-te e seria incapaz de viver sem ti.

******

Notas finais
Mais uma vez desculpem a demora na postagem dos capítulos. Continuem a deixar os vossos lindos e maravilhosos reviews! E se quiserem também podem deixar recomendação que nós não nos importamos nada! kkkkkkkk Muito obrigada pelo carinho e apoio! BjnhsPatty e Katty *-*