One Destiny, One Choice, One Curse

10 Capítulo 9 - One Day in Las Vegas - Parte I


Notas iniciais
Oi meus queridos leitores!!! Mais uma vez temos um pedido de desculpas para fazer. Prometemos postar o capítulo 8 e o capítulo 9 - parte I no mesmo dia mas apenas postamos o capítulo 8. Tudo isso porque postei o capítulo 8 na hora de almoço e não me deu tempo de postar o 9. Em casa a minha Internet "decidiu" não ligar e assim não pude postar o 9 tal como tínhamos prometido. Por tudo isso as nossas mais sinceras desculpas. Tentamos sempre cumprir com o que prometemos mas desta vez não foi possível tal como tínhamos prometido. Vocês entendem né??!! Nós sabemos que sim... Agora vamos aos recadinhos que não deixei no anterior... Daniela querida começo por ti. Antes de mais tenho que te agradecer todo o carinho e apoio que nos deste desde o inicio. Sem ti nunca teríamos conseguido chegar até aqui. Por isso muito obrigada pela força e dedicação para connosco. Adoramos-te! Chegou a hora de assumir a minha culpa.... Querida mil desculpas por ainda não ter ido às tuas fics... como já te disse já li... mas ainda não tive oportunidade de deixar reviews.... como não queria deixar daqueles reviews pequeninos e sem graça nenhuma não deixei quando li e até agora não deixei.... DESCULPA MESMO LINDA! Mas sabes que mais cedo ou mais tarde eles aparecem.... O mesmo se aplica à minha maninha... Assim que der deixo os meus reviews nas tuas fics. Agora uma pergunta... Onde foram as nossas queridas leitoras? Estou sentindo a falta de reviews por aqui... Não nos abandonem agora. Boa leitura! Queremos agradecer mais uma vez pelo vosso apoio e dedicação! Sem mais demoras passemos ao que realmente interessa! beijos:)

Captulo 9 — One Day in Las Vegas Boulevard (Um dia em Las Vegas Boulevard)

Parte 1

Hotel Bellagio

http://www.bellagio.com/

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O Hotel Bellagio situa-se prximo do aeroporto, na vizinhana de The Strip, em Las Vegas. Este resort de luxo encontra-se perto de Sands Expo, Conevention Center, Fashion Show Mall e Thomas and Mack Center.

Atraco do Bellagio

O Bellagio possui um servio de SPA completo, 5 piscinas externas, uma academia de ginstica e um jacuzzi. As comodidades para negcios disponveis neste estabelecimento de 5 estrelas incluem um business center, sala de reunies para grupos pequenos e servio de ajuda tecnolgica. Existem 19 restaurantes e bar/lounge, uma cafetaria e um bar na beira da piscina. As instalaes para eventos incluem salo de festas, espao para exposies, salas de conferncias e facilidades para servios de banquete. A equipe do estabelecimento pode providenciar servios de casamento, servios de catering para eventos, servios de business e Servio de limousine/town car. As comodidades adicionais do estabelecimento incluem um casino, piscina sazonal e uma casa nocturna.

Quartos

As televises esto equipadas com canais cabo ou satlite e filmes pagos. Os quartos possuem acesso internet sem fio (sobretaxa), telefone com ramal, estaes para conexo de iPods e correio de voz. As camas possuem colches pillowtop e roupa de cama premium. Os banheiros oferecem banheiras e chuveiros separados, pias duplas, televises e balanas. As comodidades adicionais incluem controle de temperatura, minibares e cofres nos quartos (acomoda laptop). As seguintes comodidades esto disponveis quando solicitadas: roupas de cama antialrgicas e servios de despertador. oferecido o servio de preparao das camas para dormir diariamente e o servio de arrumao de quartos tambm est disponvel.

http://4.bp.blogspot.com/_HSTQdGjhgMU/TS 1

http://www.physiology.wisc.edu/ravi/vega 1

- Com tudo isto quem resiste ir a Las Vegas? — Inquiriu Dean.

- E o trabalho fica logo beira, na zona Strip. — Tentava convencer Dean.

- Mas no Bellagio amor! Com que dinheiro? — Perguntou Patty.

- Bem dinheiro no problema! — Referiu Sam.

- Fao todo o que quiserem mas vamos para o Bellagio. — Suplicava Dean.

- Mesmo tudo o que quisermos? — Perguntaram as manas em sintonia.

- Sim!!!!!! Por favor!!! Vamos? Sam diz algo! Exclamou Dean persuasivo.

- Meninas vamos l fazer a vontade do Dean. — Intercedeu Sam.

- Vamos!!!!! — Replicou Dean.

- Amor.v l fao tudo o que tu pedires. — Tentava ele persuadir Patty.

- Est bem! — Concordaram as duas.

- Iupi!!!! Las Vegas a vamos ns!!!!!!!! — Gritou Dean eufrico.

Ento os quatro seguiram caminho para Las Vegas ouvindo o mesmo som de sempre no decorrer da viagem. Pois estes tinham um caso a resolver na zona Strip em que envolvia um caso fantasmagrico, mas tanto as manas e Sam no queriam ficar no Bellagio pois este era muito dispendioso. Agora imaginem o Dean como uma criana que acaba de ganhar um doce pois ele no meio daquela predio toda o mais certo ficarem com os bolsos vazios.

Rock N' Roll Train

Trem do Rock 'n' Roll

http://www.youtube.com/watch?v=ZAaq3HEBAlQ&feature=related

[VERSE 1]

One hot angel, one cool devil

(Um anjo quente, um diabo legal)

Your mind on the fantasy

(O que voc acha sobre a fantasia)

Living on the ecstasy

(De viver em xtase)

Give it all, give it

(D-lhe tudo que voc tiver)

Give it what you got

(D a ela tudo o que voc conseguir)

[VERSE 2]

Come on, give it all a lot

(Vamos l, de a ela tudo o que voc teve)

Pick it up move it

(V peg-la, Mude-se)

Give it to the spot

Lambuze-a

Your mind on fantasy

(O que voc acha sobre a fantasia)

Living on ecstasy

(De viver em xtase)

[Chorus]

Runaway train

(Trem de Fuga)

(Running right off the track)

(Correndo fora dos trilhos))

Runaway train

(Trem de Fuga)

(Running right off the track)

(Correndo fora dos trilhos)

Runaway train

(Trem de Fuga)

(Running right off the track)

(Correndo fora dos trilhos)

Yeah a runaway train

(Trem de Fuga)

(Running right off the track)

(Correndo fora dos trilhos)

[VERSE 3]

One hard reng belle, old school rebel

(Uma mulher gostosa, rebelde old school)

A ten for the revelry

(Um adolescente em orgia)

Jamming up the agency

(Falindo a agncia)

Shake it, shake it

(Agite, Agite)

Take it to the spot

(Leve-a daqui)

[VERSE 4]

You know, she make it really hot

(Voc sabe que ela faz gostoso)

Get it on, get it up

(Domine-a, tire-a da cama)

Come on give it all you got

(Vamos l, d tudo o que voc tem)

Your mind on fantasy

(O que voc acha sobre fantasia)

Living on the ecstasy

(Viver em xtase)

Repeat the chorus

Runaway train .

(Trem de Fuga)

[VERSE 5]

One hot southern belle

((Solo de guitarra de Angus) Uma sulista gostosa)

Son of a devil

(Filha de um demnio)

A school boy spelling bee

(Um aluno soletrando "abelha")

A school girl with a fantasy

(Uma aluna fantasiando)

[VERSE 6]

One hard reng belle, old school rebel

(Uma gostosa, Rebelde Old School)

A teen for the revelry

(Um adolescente em orgia)

Diamond of the agency

(Diamante da agncia)

Shake it, shake it

(Agite, Agite)

Take it to the spot

(Leve-a daqui)

[VERSE 7]

You know, she make it really hot

(Leve-a daqui)

Get it on, get it up

(Domine-a,tire-a da cama)

Come on give it what you got

(Vamos l, d tudo o que voc tm)

You know she's just like a

(Voc sabe que ela exactamente como um)

Repeat the chorus

- Las Vegas!! — Gritou Dean ao chegarem.

******

J no Bellagio

- Bem como te vou explicar! — Ponderou Dean.

- Da maneira mais simples! Disse Patty.

- Ok. Bem o pquer (em ingls poker) um jogo de cartas jogado por duas ou mais pessoas. Os jogadores com as cartas totais ou parcialmente escondidas fazem apostas para um monte central, aps o que o resultante das apostas atribudo ao jogador ou mais jogadores que possurem o melhor conjunto de cartas dentro os que permaneceram na mo ou jogador restante caso os outros tenham desistido. Percebes-te? — Inquiriu ele.

- Hummais ou menos. Mas como que se joga mesmo? — Perguntou ela sem entender nada.

-Claro que tens que aprender as regras e procedimentos bsicos do jogo, os valores das vrias combinaes de cartas e as regras sobre apostas e seus limites. Existe vrias variantes do pquer, como pquer fechado, pquer abertoentre outros. Ests a entender? — Voltou a perguntar.

-Deixa-me pensar hum no! No percebi patavina do que acabaste de falar. — Respondeu ela sinceramente.

- S com prtica amor! — Constatou Dean.

- Com muita prtica! Hum isso agrada-me. — Referiu ela.

- Podemos jogar um dia. Prometo-te que te ensino todos os truques. Mas claro como no vai ser a dinheiro tiramos a roupa como pagamento. Hum e eu vou adorar! — Afirmou ele.

- Hum Assim no vale! Tu j sabes jogar. Quem se vai divertir vais ser tu. No eu. — Assegurou ela chateada.

- Beb prometo que deixo ganhar pelo menos uma vez. Nada mau! — Articulou ele.

- Uma vez!!! Tipo ests a gozar! Eu saio prejudicada! Amor assim no vale! Fazes um striptease s para mim e eu prometo tirar cada pecinha de roupa bem devagarinho. — Prometeu ela.

- Hum amor. Eu fao o que tu quiseres. s pedires com muito jeitinho! Logo podemos j comear. — Respondeu sorrindo com ar de safado.

- Parece-me uma boa ideia. — Retorquiu ela.

- Bem Sammy que tal um joguinho de pquer? — Inquiriu Dean entusiasmado.

- No sei. — Respondeu ele.

- Amor importas-te? — Inquiriu Sam.

- Claro que no amor. Hum... mas logo vais ter que me compensar. — Sussurrou ao ouvido do Sam de forma atrevida e sensual.

- Hum isso parece-me uma excelente ideia! Eu vou adorar tirar a tua roupinha, acariciar o teu corpo e dar-te prazer a noite toda. — Constatou Sam.

- Humamor no fales assim que j me deixaste excitada. — Respondeu ela.

- Bem os pombinhos importam-se de se agarrarem noutro stio e noutra hora? Sam jogas ou no? — Inquiriu Dean ansioso.

- J disse que sim mas que melga. — Respondeu Sam irritado.

- Humj vi que ests mais entusiasmado com o jogo do que comigo! — Reclamou Patty.

- Minha flor do campo sabes o quanto eu te amo. Mas eu adoro jogar e estou entusiasmado. Sinto que me vai sair a sorte grande. Compreendes beb? — Interpelou ele com um sorriso.

- Est bem vai l jogar o estpido jogo. — Respondeu Patty furiosa com Dean.

- Tu s vezes s um completo idiota! — Afirmou Kat.

- Que fiz eu? — Interrogava-se ele.

- Dean!!! -Tu supostamente trocas-te a Patty pelo jogo. Lembras-te? — Inquiriu Sam.

- P sou mesmo burro.- No tenho culpa de ser um idiota chapado. — Admitiu irritado com ele mesmo.

- Sam espera. -Vou falar com ela.

- melhor no. Ela est chateada. melhor deixares a poeira assentar depois falas com ela. — Aconselhou Sam.

- Tens razo. — Concordou Dean.

- Vamos jogar. Depois resolvo a situao com ela. — Articulou Dean.

*****

Ele to simptico, atencioso, sensvel, carinhoso, meigo. O que estou para aqui a dizer ele um egosta, mulherengo que me troca pelo jogo. Onde j se viu! Ser que no sou suficientemente boa para ele? Ser por ainda no ter dormido com ele? Por vezes ele fala de um jeito que me deixa completamente louca de desejo nem consigo exprimir como me sintoele faz-me sentir nica, especial, respeita-me acima de tudo como se fosse a nica pessoa no planeta que o compreende. E noutras vezes s diz asneiras! Ai que vou fazer? Ser que tive uma reaco infantil? — Pensou Patty.

- Mana espera! — Chamou Kat.

- Ento ests bem? — Inquiriu ela.

- Sim! Quer dizer mais ou menos. — Confessou Patty.

- Queres falar? — Perguntou Kat.

- Oh no te quero chatear com as minhas inseguranas. — Respondeu ela.

- Hei eu no sirvo s para as diverses! Eu sou tua irm, amiga, confidente o que tu quiseres. Sempre que sentires vontade de desabafar ou contar os teus problemas estou sempre presente. — Assegurou Kat.

- Bem tu sabes que eu sou virgem. Penso que no sou suficiente boa para o Dean! — Declarou ela.

- O qu? Tu no s boa para ele? Tu s a melhor pessoa do mundo. No falo s por seres minha irm mas um facto. s simptica, divertida, carinhosa, amorosa, bondosa isto para no falar que s podre de boa! Por amor de deus os homens caem aos teus ps. — Assegurou-lhe.

- Os homens caem aos meus ps? S tu para me fazeres rir. — Troou do que esta falou.

- verdade! No sei porque te menosprezas. Em questo ao Dean esse o jeito dele. Se tu o amas tens que o aceitar tal como ele . Ele assim meio atrofiado mas ele ama-te, a maneira de ele ser. Nem se d conta do que fala para boca para fora. Mana tu ama-lo? — Questionou Kat.

- Sim!!! Disso no tenho dvidas. Mas tens razo estou a ser parva por no me dar valor. — Concordou com a sua irm.

- Assim que ! Agora vamos comemorar! — Acrescentou Kat.

- Comemorar?! — Perguntou Patty nervosa com o que a mana dela desmiolada tinha em mente.

- Sim. Hoje vamos nos divertir grande e francesa! Isso te garanto. — Assegurou ela.

- Toma maninha. — Falou Kat entregando para Patty um shot para a mo dela.

- Kat? Eu no estou habituada a beber. — Constatou esta.

- Ahahahahahahah.maninha bebe e cala-te. — Gozava Kat.

- Aiisto queima a garganta! — Queixou-se Patty.

- Isso verdade maninha. — Reconheceu Kat.

- Bem que tal umas Vodkas? — Inquiriu.

- Hum tu queres que pinte cenas! — Afirmou ela.

-Hum no. Ahahahah, s um bocadinho! — Referiu Kat a rir-se.

- Peste! Constatou Patty.

- Mas tu amas esta peste! — Proclamou Kat.

- Que vou eu fazer sem ti. Admitiu.

- Humisso j no sei. Mas agora s curtir. No s eles isso o que mais faltava. — Referiu ela.

-Tens razo. — Reconheceu Patty.

Elas comearam por uns mseros shots e depois passaram para as vodkas. Mas pensam que elas ficaram por aqui? Enganam-se redondamente. Pois elas entre estes copos riam-se, contavam os seus segredos mais obscuros entre as suas experincias sexuais. Claro essa parte ficava mais para a Kat que se divertia a contar tudo ao pormenor deixando Patty com gua no bico e excitada. Ento estas ouviram uma msica super mexida e antiga, mas no deixaram de se envolver pelo som. Elas comearam por danar no meio do bar acabando por todas as pessoas ficassem a olhar para elas. Nisto elas subiram para o balco do bar danando de forma bem sensual, fazendo sucesso perante os homens. Passado um pouco comearam por retirar alguma roupa de forma que s ficaram com a roupa interior. O pior foi que os manos Winchester chegaram ao bar e depararam-se com o que estava a suceder ficando boquiabertos ao verem as suas namoradas semi-nuas sendo alvo dos olhares dos homens.

I Love Rock 'N' Roll

Eu amo rock and roll

http://www.youtube.com/watch?v=ITuOddPeYoc

Hey!? Is this thing on?

Hey!? Isso est ligado?

H ... h

I saw him dancing there by the record machine

Eu vi ele danando ali perto da mquina de msica

I knew he must have been about seventeen

Eu sabia que ele deveria ter uns dezassete

The beat was going strong

A batida estava ficando mais forte

Playing my favorite song....

Tocando minha msica favorita...

And I could tell it wouldn't be long

E eu poderia dizer que no iria durar

Until he was with me, yeay me!

enquanto ele estivesse comigo, yeah comigo

And I could tell it wouldn't be long

E eu poderia dizer que no iria durar

Until he was with me, yeah with me!

enquanto ele estivesse comigo, yeah comigo

Singing ...

Cantando

CHORUS:

I love Rock 'N Roll

Eu amo rock and roll

So put another dime in the jukebox, baby

Ento bote outra moeda na mquina de msica, baby

I love Rock N' Roll

Eu amo rock and roll

So come and take your time and dance with me

Ento venha e passe seu tempo danando comigo

Ouw !

Ouw!

He smiled, so I got up and asked for his name

Ele sorriu, ento eu me liguei e perguntei o seu nome

That don't matter, he said, "cause it's all the same"

Isso no importa, ele disse, "porque tudo a mesma coisa"

I said, "Can I take you home where we can be alone?"

Eu disse, "posso te levar para casa onde poderemos estar sozinhos?"

And next we were moving on

E depois estvamos nos movendo

And he was with me, yeah me!

E ele estava comigo, yeah, comigo

And we were moving on

E estvamos nos movendo

Singing the same old song, yeah with me!

Cantando a mesma velha msica, comigo!

Repente the chorus

I love Rock N' Roll

Cantando a mesma velha msica, comigo!

'Cause it suits my soul

Porque preenche minha alma

I love Rock N' Roll Yeah....

Eu amo rock n' roll yeah...

I said, "Can I take you home where we can be alone?"

Eu disse, "posso te levar para casa onde poderemos estar sozinhos?"

And next thing we were moving on

E depois estvamos nos movendo

And he was with me, yeah, me,

E ele estava comigo, yeah, comigo

And we were moving on

E estvamos nos movendo

And singing that same old song, yeah with me!

Cantando a mesma velha msica, comigo!

- Mexe-te mais beb. — Mandava um homem.

-V tirem mais roupa meninas. — Voltou a falar outro homem.

Os irmos Winchester ao ouvirem estes homens a falarem das suas namoradas no aguentaram e partiram para cima deles deixando-os bastante machucados.

- Isto por falarem das nossas namoradas. — Referiram os manos Winchester.

Ento eles despiram os casacos pegaram nelas pelas pernas, cobriram os seus corpos com os casacos e colocaram-nas em seus ombros e as levaram para os quartos.

**********

PVO SAM e Kat

- Sammy!!! Pe-me no choo. — Gritava Kat em cima do ombro de Sam.

- Tu bebes-te de mais! — Referiu Sam.

- Humamor no bebi quase nada. — Pronunciava ela fazendo beicinho.

- No bebeste quase nada?! Tu estavas a danar em cima do bar e semi-nua. — Afirmou Sam.

- Hum amors me estava a divertir. Mas senti calor e no aguentava estar com aquela roupa. Desculpa amor. — Tentava ela se desculpar.

- No tem mal! Eu perdoo-te. Mas no voltes a fazer aquilo em pblico. — Referiu ele.

- Est bem amorzinho! S em particular! — Compartilhou ela beijando-o.

- Tu??

- Hum amor eu quero-te! -Pronunciava ela mordendo o lbio de forma bem sensual.

- Amorns estamos no elevador e tu ests bebad..

- Chiu!!! -Colocou o seu dedo nos lbios do Sam.

- Cala-te e beija-me! — Ordenou ela.

Ento Sam atendeu a sua ordem beijando-a de forma voraz deixando-a quase sem ar.

- Humamorr. Arfava ela.

- Eu quero-te Sammyagora. Sussurrava ela no ouvido dele.

- Amor no faas assim. — Tentava pronunciar Sam.

- Sammy anda. — Ruava ela com a sua perna na dele.

Ele no aguentou mais ento beijo-lhe de forma descompassada. Levantou-a colocando-a sobre o seu quadril e levou-a para o quarto.

Comecei a sentir um calor abrasador a apoderar-se de mim quando Sam e eu camos em cima um do outro. Pregueio-o na cama, conseguindo faz-lo sem nunca parar de o beijar. Enterrei-lhe as unhas nas costas ao mesmo tempo que as mos dele deslizavam para a minha nuca, desfazendo o rabo-de-cavalo. Percorreu os seus dedos pelos meus cabelos soltos e baixou a boca e beijou-me o pescoo.

-Tu s.. incrvel. Sussurrou-lhe ao ouvido.

O rosto todo brilhava-lhe de paixo por mim. Arqueei o corpo, deixando que os lbios dele se comprimissem com mais fora contra a minha pele enquanto as mos deslizavam para a base, o meu vestido. Subiram-me pela barriga acima, tocando ao de leve na ponta do meu suti. A maneira que como as mos dele me percorriam o corpo. Os beijos profundos e impetuosos. Levantou um pouco do seu corpo do meu, tocou-me no rosto passando-me os dedos pela face e pescoo e descendo at parte de cima do meu vestido. Ento coloquei as minhas mos e com elas percorri o seu peito podendo sentir o corpo sarado. Os meus movimentos eram leves e deliberados como os dele, contudo provocaram claramente a mesma resposta poderosa nele. Ele suspirou de felicidade com as minhas mos deslizaram debaixo da camisola at sua barriga.

- Estou a fazer-te a vontade! — Afirmou ele

- Neste momento, dirias qualquer coisa. — Acusa ela. Os seus dedos apanharam a ponta da camisa dele e empurrou-a para cima. Ele afastou-se para que ela pudesse tir-la e depois voltou a inclinar-se sobre ela em tronco nu.

-Tens razo. — Concordou ele. Ele desabotoou cuidadosamente o seu vestido. Depois inclinou-se mais sobre ela e deu-lhe um daqueles beijos longos e profundos. Quando parou para respirar continuou como se nada tivesse acontecido. Diz-me o que precisas de ouvir e eu di-lo-ei. Ele passava as suas mos pelo corpo dela.

- No h nada que eu precise ouvir. — Riu ela. Agora ele descia a sua mo direita percorrendo o seu corpo chegando sua calcinha e colocou a sua mo dentro dela estimulando o seu cltoris fazendo ela gemer de teso.

- Hum Sammy Ahahhaha amor mais rpido.

-Geme amor! — Pedia Sam.

Ento retirou a sua mo de dentro da calcinha dela e comeou a depositar leves beijos e mordidelas pequenas pelo seu corpo at chegar ao sexo dela. Chegando onde pretendia retirou a calcinha dela, esta arqueou as pernas permitindo ele debruar-se sobre o seu sexo. Ele ento comeou por umas pequenas lambidelas suaves no seu cltoris de cima para baixo bem devagar e algumas chupadelas. Introduziu a sua lngua dentro da vagina fazendo movimentos circulares e colocou um dos seus dedos fazendo-a excitar-se de tal maneira que ela comeou a ter orgasmos mltiplos.

- HumSamhum amor.mais rpido!!! Sammy!!! ahahaha amorai amor.

- Samahaha

- Isso meu amor geme. — Pronunciava Sam sussurrando ao seu ouvido.

- Amor.ahahahah.. — Gemia ela sentindo os mltiplos orgasmos.

Depois de ela ter os orgasmos mltiplos ela olhou para Sam ainda arfando e sorriu para ele. Ela colocou-se em cima dele fixou o seu rosto e segurou nas mos dele prendendo por dentro das suas e comeou a beija-lo de leve no seu pescoo e depois foi descendo at ao seu sexo. Este ao sentir a sua namorada a masturbar o seu sexo segurou no seu cabelo, ela chupava com verocidade e massajava os seus testculos fazendo ele gritar de tanto prazer que acabou por ejacular dentro da boca dela. Ele depois puxou-a para cima dele e beijou-a de forma a devorar a sua lngua e lbios. Ela ao perceber a inteno de ele querer penetr-la rebolou de cima dele e ficou de p aos ps da cama.

- Kat!!! Volta para aqui. — Chamava ele ainda excitado.

- Amor no faas assim. No me deixes assim!!! Volta aqui. — Continuava Sam a chamar.

- Anda c tu. — Respondeu ela chamando-o com o seu dedo.

Ele levantou-se da cama e ela comeou a correr pelo quarto do hotel fazendo Sam ir atrs dela tentando alcan-la.

- Amor anda c! — Ordenava Sam.

- Ahahahah. — Ria Kat.

- Quando te apanhar no vais ter clemncia! — Referiu ele.

- E quem disse que quero clemncia? Eu quero ser bem castigada. — Admitiu ela.

Quando ele a apanhou segurou na sua cintura de forma a ela no voltar a fugir. Encostou-a parede, beijou-a e depois ele desapertou o cinto e as calas e ergueu-a colocando-a sobre o seu sexo e penetrou-lhe com estucadas fortes fazendo ela gritar de tanto prazer.

- Samai amor..mais rpidooo.ahahah amor

- Isso amor!!!! Geme para mim.

- Ai..ahahaha.Sammyestou-me a vir..ai amor- Gemia ela atingindo o orgasmo.

A sua rata era uma fenda muito direita e discreta mas assim que o animal interior despertava as carcias, afastava a cortina sedosa que tapava o seu covil e tornava-se uma flor carnvora a sua vagina irresistvel. Quanto mais se prova mais se quer. Adoro excitar-lhe o cltoris com a ponta da lngua e depois deix-la hmida e brilhante. E a aquele tom rosado.hum que deixa gua na boca. O seu corpo, o seu cheiro, os seus lbios hum aquele sorriso de cortar a respirao, os seus olhos da cor do chocolate, as suas mamas perfeitas ai que mulher! — Pensava Sam.

********

PVO Dean e Patty

- Dean — Tentava pronunciar Patty.

-Amor ests bem? Sentes alguma coisa? — Inquiriu Dean preocupado.

- Sim.- Dizia ela mordendo o lbio.

- Diz beb

- Desejo-te! Quero-te agora. — Respondeu ela de forma sensual e irresistvel.

- Amor tu ests bbeda e no sabes o que dizes. — Articulou Dean ainda com ela no colo.

Chegando ao quarto Dean colocou-a em cima da cama mas ela por tudo o custo queria que ele levasse a cabo com a sua ideia de perder a virgindade. Ela ento utilizou os seus dotes de forma bem sensual e perspicaz fazendo com que este se excitasse.

- Anda c Dean Winchester! Satisfaz a tua namorada! — Pronunciou Patty.

- Ahahahaha amor tu no sabes o que dizes alm do mais eu quero te fazer algo especial para a tua primeira vez. Quero que sintas tudo! — Referiu ele.

- Tu tens outra! Quem a vaca?? Diz? — Inquiriu ela chorando.

- Amor s te amo a ti. Nunca te trocaria por nenhuma mulher na face da terra. S tenho olhos para ti. — Respondeu ele dando-lhe um beijo na testa.

Dean limpou as suas lgrimas que escorriam pelo seu rosto, depois desviou os seus cabelos da fase com os seus dedos e seguiu-se a boca sobre a nuca.

No consegui falar ou mover-me. Expirei lentamente, tentando no produzir qualquer som. Os seus lbios moveram-se para o meu pescoo dando pequenas mordidelas e uns beijos utilizando a lngua. Rodeou-me com os braos sobre o peito, puxando-me contra ele. Ergueu-me facilmente como ergueria uma criana. Voltou-me para ele sobre o seu colo com as pernas entre as minhas. Abracei-o e baixei-me um pouco para o beijar. Prosseguiu mas aps algum tempo Dean deixou-se envolver num ritmo com a lngua um ritmo que at algum to inexperiente como eu conseguia identificar. O meu vestido subiu at ao alto das coxas. As minhas mos comearam a esfregar os seus braos sem conseguirem fazer mais do que isso. Estranhamente, recomecei a pensar que estava a entrar em ebulio como uma panela. Levantou-se, mantendo-me abraada a ele e colocou-me no centro da cama. Ele depois despiu a camisa rapidamente e eficazmente. Apesar de me dar grande prazer ao v-lo. Sabia que precisava de fazer o mesmo e continuava um pouco envergonhada. Ele ajudou-me a retirar o vestido levemente podendo apreciar o meu corpo. Fitei-o. Nunca vira nada to belo na vida. Depois beijou-me colocou-se sobre mim e acariciava o meu corpo levemente fazendo-me gemer por dentro dos seu lbios. Ele fitou-me e depositou um beijo nos meus lbios e colocou-se ao meu lado.

- Dean. — Pronunciou Patty ainda a arfar.

- Amor hoje ficamos pelas carcias, nada mais. — Referiu ele.

- Bebnem penses agora excitaste-me... no me vais deixar assim. — Respondeu ela fazendo beicinho.

- Amorzinho tu s virgem e ests bbada. No quero fazer nada que depois tu te arrependas. No quero ficar com isso na conscincia de te aproveitar nesse estado. — Constatou ele.

- Dean eu sei o que quero! — Afirmou ela.

- lcool e luxria! Patty no teu estado no combinam. Eu no te vou tirar a virgindade nesse estado. Tira isso da cabea. Anda c amorzinho que eu te fao adormecer. — Puxava ele para a colocar a dormir.

- No!!! — Reclamou ela.

Segurou nas mos dele prendendo entre as suas e depois pegou umas algemas e prendeu-o cama.

- Patty solta-me. — Ordenava ele.

- Ahahahah nem penses amor! Agora ests nas minhas mos. — Pronunciava ela com ar sexy.

Ela levantou-se foi geladeira e pegou no chantilly e umas cerejas e voltou para a beira do namorado. Dean tentava se libertar mas os seus esforos foram em vo, pois as algemas no abriam. Ela ento sentou-se no seu sexo e puxou-se para a boca dele dando uma pequena lambidela nos seus lbios. Depois mordeu a orelha dele bem devagar. Mais tarde comeou a dar beijos a partir do seu pescoo descendo at ao seu sexo. Quando chegou ao sexo do Dean ela chupou bem devagar deixando ele pulsar de tanto teso. Pegou no chantilly e cobriu o seu sexo com ele e colocou na ponta uma cereja. Ela ento comeou a estimular o sexo dele deixando ele gritar e contorcer-se na cama.

- Ahahahah Patty... — Gemia ele.

- Isso amor geme mais. — Sussurrava ela.

- Hum.ai amor mais depressa. — Pedia ele.

Quando ele estava quase a se vir ela adormeceu sobre o seu sexo.

- Patty!!! — Gritava tentando chamar a sua ateno.

- Amor no faas isso comigo. — Implorava Dean.

Como uma mulher pode ter um poder to forte sobre ns? Todos sem excepo, pelo menos uma vez na vida sentem na pele o sentimento de atraco em relao outra pessoa, ou melhor o amor surge na vida de cada pessoa em diferentes etapas, no qual a principio faz com que a pessoa se sinta confusa. Deixamos de raciocinar... deixamo-nos levar pelos impulsos e desejos. Ela seduziou-me de forma directa e verdadeira, deixando as suas intenes bem claras. Conseguiu deixar-me louco de desejo...queria a todo o custo poder saborear a sua vagina e sentir o seu gosto afeminado. Tudo nela me excita, deixa-me de pau duro s de pensar em a ter por completo... confesso que quando ela me pediu para lhe tirar a virgindade meu corpo queria mas a minha alma no deixava... queria que fosse memorvel, perfeito... no queria ser um bruto! Quero que aprecie o que lhe posso dar e proporcionar-lhe. Mas quando eu terminei de lhe despertar a excitao ela no queria parar...isto como dar doces a uma criana quando mais lhe ds mais quer.

Meu corao partiu-se aos bocados quando ela ficou desanimada por no querer continuar... mas se no parasse... depois ningum me segurava!!! Como no gostou da minha reaco prendeu-me cama. Pensam que ela parou por aqui? Enganam-se! Levantou-se foi geladeira e pegou no chantilly e umas cerejas e voltou para a minha beira para me torturar. Eu tentava me libertar mas os meus esforos foram em vo, pois as algemas no abriam. Ento sentou-se sobre o meu sexo e puxou-se para a boca dando pequenas lambidelas nos seus lbios e mordendo-me a orelha bem devagar. Mais tarde comeou a depositar beijos a partir do pescoo descendo at ao meu sexo. Eu j fervia de tanto teso s queria a possuir naquele momento! Quando chegou ao meu sexo ela chupou bem devagar deixando-me pulsar de tanto teso. Colocou chantilly e cobriu o meu sexo com ele colocando na ponta uma cereja. Comeou a estimular o meu sexo deixando-me gritar e contorcer-me na cama.

Quanto mais gritava mais prazer lhe dava ela parecia uma leoa Desejava que as correntes quebrassem pois eu a fodia toda sem d nem piedade e amassava o seu lindo corpinho com as minhas mos e corpo. O pior que ela adormeceu logo na hora H sobre o meu sexo deixando-mo doendo por ejacular. Tentei cham-la mas foi em vo assim foi melhor. — Pensava Dean.

- No acredito que adormeces-te sobre o meu sexo e me deixaste preso cama. Ai quando acordares o que vais pensar! — Reflectiu ele.

A noite passou ela continuava a dormitar excepto Dean que se tentava libertar at que amanheceu e a camareira veio ao quarto arrumar.

- Desculpe mas a senhora podia-me desprender? — Pediu Dean envergonhado.

- Ahahahahah seu depravado! — Gritava ela histrica saindo do quarto.

- Boa! Eu causo mesmo boa impresso. — Pronunciou ele para si mesmo.

- Hum.ai que me di a cabea. — Falou Patty ressacada.

- Amor desprende-me! — Pedia Dean.

- Ahahahah tu ests nu e eu tambm. O que me fizeste? — Inquiriu ela aflita.

- Beb no se passou nada tu que me despiste e adormeces-te sobre mim. — Contou ele.

- E porque estou nua? — Replicou ela envergonhada.

- Bem hum tu e eu tivemos momentos calorosos mas eu no te fiz nada. — Confessou ele.

- Continuas virgem amor. Agora tira-me daqui. — Implorou ele.

Quando acordei reparei que Dean se encontrava preso por umas correntes na cama completamente nu! Oh meu deus que homem perfeito! O pior que eu me encontrava a dormitar sobre o seu sexo que vergonha!!! Como foi capaz de na hora H o deixarbem sem nada!! Isto quer dizer deix-lo com teso e depois puff adormecer deixando-o de pau duro! Senti tanta vergonha do que tenha falado ou algo que tenha feito. Ai meu deus o que eu fiz ao meu deus grego! Hum ele transpirava de suor pelo seu corpo bem definido, j para no falar daqueles gominhos deliciosos hum que tentao. Os seus olhos verdes que me hipnotizam, aquele sorriso que me deixa derretida... ai (Suspirava) tudo nele me proporcionava excitao! Confesso que ando a ter uns sonhos.bem calorosos e fogosos at acordo com as cuequinhas de fio dental molhadas. Comeo a imagin-lo eu e ele unidos num s corpo e alma. Ai o meu Teddy como te amo. Pensava Patty.

Ela o desprendeu e este tomou conta dela, ajudando a dar banho, pediu o pequeno-almoo e deu-lhe uns remdios para a ressaca. Mais tarde eles juntaram-se a Sam e Kat. Depois eles os dois contaram s suas namoradas as armaes que fizeram no casino.

- Ai que vergonha! — Falou Patty envergonhada.

- O que vo pensar de ns?! — Afirmou Kat.

- Olha simples, que somos duas vadias. — Respondeu Patty horrorizada.

- Hei no exageres! — Constatou Kat.

- Vocs as duas so umas pestinhas. — Afirmaram eles.

- Mas vocs gostam! — Constatou Kat a rir.

Hum isso indiscutvel. — Pronunciou Sam.

- Sem dvida! — Afirmou Dean.

- Bem mudando de assunto j tenho algumas informaes sobre o caso. — Referiu Sam.

- E o que podes adiantar? — Perguntou Dean.

- Hum quase nada. A nica coisa que sei que Dr. Cyrus Zorba e o seu assistente Dennis Rafkin foram numa misso para capturar um esprito chamado o Juggernaut no ferro-velho. S houve alguns sobreviventes quase toda a equipa foi desmantelada incluindo Dr. Cyrus. No entanto, alguns dos sobreviventes em conjunto com o Dennis conseguiram capturar o tal fantasma. — Contou Sam.

- Hum ainda dizias que sabias pouco. — Articulou Dean.

- Fogo o homenzinho no devia bater bem da cabea. Quem tolo o suficiente para capturar fantasmas? — Inquiriu Patty.

- Ns!!! O nosso trabalho no muito diferente do deles. Alm de mais bem pior! — Referiu Kat.

- Bem mesmo assimcaar fantasmas. Para qu? O que iria fazer com eles? — Questionava-se Sam.

- Boa coisa que no era de certeza! — Afirmou Dean.

- Dean! — Chamou Patty.

- Diz amor. — Respondeu.

Podemos conversar? — Inquiriu ela ansiosa e nervosa.

- Claro amor. — Afirmou ele.

Amor melhor irmos arrumar as malas. — Pediu Kat.

- Hei vocs no vm? Inquiriu Sam.

- Vocs vo indo que ns j l vamos ter. Respondeu Dean.

- Ok! At j! — Referiram os dois deixando Patty e Dean sozinhos.

- Amor quero te pedir desculpa pela noite passada, eu no me lembro do que fiz ou disse mas no quero que fiques com m impresso sobre mim. — Contava ela pedindo desculpa.

-Beb no precisas de pedir desculpa. Tu estavas bbada. Nunca ficaria com uma m impresso de ti. — Referiu ele.

-Amor — Sussurrava ela.

- Mas tu demonstras-te ser uma leoahum vou adorar poder te ver nesse estado mais vezes. — Confessou ele.

- Dean no digas isso amor. — Corou envergonhada.

- No preciso ficares encabulada amor. — Tentou acalm-la dando-lhe um suculento beijo.

Ambos os casais saram do hotel de bolsos vazios. Pensam que foi o Dean que estoirou o dinheirinho? Enganam-se! Todos se preocuparam com ele pois era como se fosse um doce dado a uma criana. Logo as duas pestinhas, Kat e Patty rebentaram com o crdito, no s pela fortuna que gastaram nas bebidas como o prejuzo que deram no bar, j para no falar de Sam e Kat que decidiram brincar ao gato e ao rato partindo pelo caminho alguns objectos carssimos. Os Winchester como sempre saram com a maior cara de pau mas elas ficaram to envergonhadas que s pararam no carro enquanto eles acertavam as contas e j para no falar na repreenso que estes ouviram sendo proibidos de l voltarem. Estas irms so fogo! Estes quatro causam sensao por onde passam. Depois de o assunto ficar resolvido foram investigar o tal caso da morte de Dr. Cyrus Zorba , procurando respostas pelo qual este brilhante caador de fantasmas se deixou morrer por um simples fantasma. O que eles mal sabiam era o risco que vo encontrar pelo caminho levando sustos, percalos e com medo de morrerem de forma dolorosa e macabra. A morte espreita-os onde eles menos esperam.

Notas finais
Espero que tenham gostado do capitulo! Mais uma vez peço os vosso maravilhosos reviews, que são a nossa fonte de inspiração, pois sem ela tudo se afunda como o Titanic... Recomendações é preciso!!!!! ahahah estou a brincar como sempre. Se quiserem divulgar estejam a vontade pois a falta de leitores é muita!!! beijos fofos... Patty e Kat *-*