Onde Tem Ódio Tem Amor

19 Problemas... Ou não?


Notas iniciais
Yoo, pessoal! Tudo bem?

Acho que esse é o maior capítulo da fanfic até agora, espero que gostem dele.

Boa leitura!

A viagem de volta para Magnólia fora cansativa, principalmente para Lucy, horas se passaram dentro do avião sem que tivesse nem ao menos uma atividade para se distrair. Já Natsu dormiu o caminho inteiro, efeito colateral do remédio que tomara para o seu problema com meios de transporte. Apesar da sensação horrível de enjoo, o garoto agradeceu pela sua doença, pelo menos daquela maneira pôde dormir um pouco; passara a noite anterior em claro, pensando nas palavras que Lucy dissera quando estavam na roda gigante.

Natsu pensava em uma maneira de tirar da mente da loira aquele pensamento, de que ele não era tão ruim quanto ela pensava ser. Ele não era um cara bom, não era como um mocinho de novela, ou um herói, não era nem ao menos de longe bom, não para ela. Porém, dentre todas as garotas com quem o garoto já “ficara”, Lucy era diferente. Nunca se apegou a nenhuma das outras, tinha um objetivo em mente, e uma promessa que o fazia não nutrir nenhum tipo de sentimento por elas, pelo contrário, aquelas garotas apenas faziam-no querer ainda mais cumprir com o que disse anos atrás; mas com Lucy, com ela as coisas eram muito diferentes, e ele não fazia a mínima ideia do porquê disso.

Uma das opções que tinha para afastar a garota de si era simplesmente sair de sua vida, desaparecer. Porém, aquilo era completamente inviável. Para onde iria caso o fizesse? E o dinheiro? Onde arranjaria? Não era rico, longe disso, o que ganhava da tia somente servia para o sustento mensal, alimentos, higiene, coisas do tipo, essenciais. Não, sumir não era plausível, muito menos possível.

Magoá-la? Provar que ele era o cara mau da estória? Não queria fazer isso, não queria ver o pobre coração daquela garota partido, ver suas lágrimas, seria cruel demais, e ele não aguentaria vê-la de tal maneira sabendo que detinha a culpa pelo seu estado.

Então o que fazer, sendo que todas as possíveis alternativas levavam a nada, pois não admitia nenhuma delas? Era uma estrada sem saída, uma via sem retorno. Talvez seu erro tivesse sido conhecer Lucy, ter entrado naquela via, sem notar a presença da placa onde dizia-se que ao entrar, não era possível encontrar uma saída. Porém onde estava a tal placa quando conheceu a garota de cabelos tão dourados quanto o ouro? Se pudesse voltar ao passado e dizer a si mesmo para não se envolver com aquela encrenca, com a garota que atrapalhou seus planos, o faria com toda certeza.

Claro, não fora de todo mal conhecer Lucy, afinal sua companhia era ótima, e de certo modo ela lhe fazia bem, porém a garota estava fazendo-o perder o foco. Precisava cumprir aquela promessa, precisava mostrar a ela que estava certo.


“ ― Esqueça isso, esse tipo de coisa não existe, por que quer provar a existência de algo inexistente? Não faz o mínimo sentido!

― Porque quem está errada é você! Eu juro, irei te mostrar que isso é real, isso é uma promessa, e eu irei cumpri-la, não importa o que custe. Um dia, irei te encontrar novamente, e então, quando esse dia chegar, você verá que eu estou, sempre estive, e sempre estarei certo.

― Não prometa algo que não pode cumprir.

― Não estou fazendo isso, estou prometendo algo que poderei, e irei cumprir! Eu juro! É uma promessa para toda a minha vida, não irei desistir até cumpri-la, até provar a você que estou certo!

― Tudo bem, estarei esperando por esse dia então. Prove-me que está certo.”

Não, realmente não havia uma saída que o deixasse satisfeito. Decidiu que, por hora, deixaria as coisas como estavam, daria tempo ao tempo e se deixaria levar pela sorte, pelo acaso, desejando que assim encontrasse a melhor maneira de prosseguir e a melhor forma de seguir adiante com seus planos. Continuaria sua relação de amizade para com a loira, seu lado pervertido, e também seu instinto em querer conquistá-la. Se manteria firme na aposta que fizera com Gray, mas, como já decidira anteriormente, não pelo prêmio, e sim por vontade própria, e assim, veria como as coisas se dariam.


[...]


― Luce, me faça uma massagem, por favor. – Pediu o rosado, enquanto largava as malas em qualquer canto da sala e se jogava no sofá. “Luce” se tornara um dos apelidos oficiais de Lucy, Natsu o utilizava quando pedia um favor à loira. “Loirinha”, para quando queria irritá-la, ou quando estava em um dos seus “momentos pervertidos”; “Luce”, quando queria convencê-la a fazer algo; e “Lucy”, quando conversava normalmente com a colega de apartamento.

― Não. – Respondeu simplesmente, sem ânimo algum para com as idiotices do rosado.

―Por favor, eu estou exausto.

― Do que está falando? Você dormiu durante todo o caminho de volta!

― Por causa de uma doença! Além do mais, não estou me sentindo muito bem, acho que estou ficando doente. Não tem pena de mim?

― Nem um pouco. Vou tomar um banho, e depois continuar escrevendo meu livro, portanto não me incomode.

Um dos sonhos de Lucy era se tornar uma escritora de sucesso, já havia até mesmo começado a escrever seu primeiro livro, um romance sobre duas pessoas que se apaixonam em uma noite, porém, o destino acaba por separá-los, e desde então buscam um ao outro. Era apenas um hobby, já que seu futuro já era certo, teria de cuidar dos negócios da família Heartfilia, porém, mesmo assim colocava muito empenho naquilo. Ser uma escritora de sucesso era também o sonho de sua mãe, a loira herdou dela o talento para a escrita, e a vontade para conquistar seu sonho.

― Quer companhia? – Perguntou o rosado, com relação ao aviso de Lucy, sobre tomar um banho antes de continuar a escrever, enquanto mantinha um de seus comuns sorrisos pervertidos no rosto.

― Companhia? É, talvez fosse algo bom, quem sabe. Você pode ir chamar o Sting para mim?

Sting, o garoto o qual Natsu tentava de todas as formas manter longe de Lucy, porém, todas as tentativas do rosado eram falhas. Na semana que se passou os dois se tornaram bastante próximos, a todo instante a garota se encontrava conversando com o novo vizinho, e quando Natsu tentava afastá-la dele, tudo o que conseguia era gerar novas discussões com a loira, que considerava exagerado o comportamento do garoto para com Sting.

A nova arma encontrada por Lucy para cortar as investidas pervertidas de Natsu era mencionar o loiro. Toda vez que o fazia desligava o lado pervertido do garoto, ao mesmo tempo em que ligava seu lado protetor e irritado.

― Por que o Sting? Você tem companhia muito melhor bem aqui.

... Claro que nem sempre sua arma funcionava.

― Você deveria parar de se achar tanto, não acha, Natsu?

― Apenas exponho a verdade, minha cara Lucy.

Lucy suspirou antes de entrar no banheiro. Natsu não tinha jeito mesmo, não importava o que falasse, continuaria sendo o mesmo convencido, irritante e pervertido que sempre fora. De qualquer forma, tinha de admitir, até que gostava do jeito do rosado.

O garoto também estava exausto, cansado demais até mesmo para tomar um banho. Deitou-se em sua cama e não muito tempo depois caiu no sono. Como dissera para Lucy, não se sentia muito bem, sua garganta e todo seu corpo doíam, além de estar se sentindo um pouco febril.

Já passava das oito horas da noite quando chegaram, mesmo que tivessem saído cedo de Nagoya. O problema não fora a viagem de avião, mas sim à volta para casa de táxi. O transito estava lento demais, tanto que demoraram mais tempo para ir do aeroporto até o pequeno apartamento, do que de Nagoya à Magnólia.


[...]


“Eh? Já é de manhã?”

Os ponteiros do relógio marcavam seis horas da manhã. Os primeiros raios de Sol invadiam o quarto da loira através das pequenas frestas nas janelas, e fora graças a isso apenas que ela percebeu o quanto perdera a noção do tempo enquanto escrevia. Passara a noite em claro escrevendo, sua inspiração estava no pico, talvez por culpa de um certo garoto de cabelos rosas. Conseguira escrever boa parte do seu livro, as palavras simplesmente fluíam em sua mente sem que precisasse fazer o mínimo esforço, coisa muito rara de acontecer.

Enfim fora dormir, afinal, mesmo que não estivesse com vontade de parar de escrever, seu corpo implorava por um repouso. Dormiu até ás dez da manhã, o suficiente para recuperar as energias necessárias para um novo dia. Imaginou que Natsu já estivesse em pé, afinal o rosado costumava sempre acordar cedo. Era uma característica um tanto incomum dele, dizia que não gostava de dormir até tarde, e apenas o fazia em raras exceções.

A princípio Lucy não se preocupou. Ele deveria apenas estar mesmo muito cansado da viagem e decidira dormir mais, pensava a garota. Tomou seu café, como fazia todas as manhãs, e pegou os livros para estudar um pouco. Mesmo que a escola estivesse destruída, gostava de manter os estudos em dia. Lembrou-se que mais tarde teria de ligar para Levy e perguntar se já fora decidido o que seria feito com relação ao incêndio que destruiu o prédio da escola. Estava com saudade de falar com sua pequena amiga. Ela e Sting se tornaram duas pessoas muito próximas a Lucy, gostava de conversar com os dois, apesar da implicância de Natsu com relação a Sting.

As horas se passaram, e o rosado continuava sem dar nem um mínimo sinal de vida. Já passava de uma da tarde, não era nem um pouco normal que ele dormisse por tanto tempo. Lucy decidiu, por fim, checar o que havia acontecido com seu colega de apartamento. Quando abriu a porta do seu quarto, encontrou Natsu deitado na cama, enrolado em três cobertores, e ainda assim, tremendo de frio.

― Não vai ver a luz do dia hoje? – Perguntou, se aproximando do rosado.

― Eu não estou bem, Lucy.

― O que você tem?

― Muito frio, minha garganta também está doendo, e minha cabeça latejando.

Talvez ter andado com a camiseta encharcada com os ventos gelados há dois dias, e ter recebido sorvete na cara em um dia frio, como ocorrera no parque, no dia anterior, tivesse dado ao rosado um belo resfriado. Eram essas as suspeitas de Lucy. Colocou a mão na testa de Natsu, para confirmar algo.

― Você está muito quente, Natsu. Acho que pegou um resfriado.

― Eu sou quente, Lucy. É você quem não me deixa demonstrar isso – O rosado disse, tentando rir, mas acabou por, ao invés disso, tossir.

― Sério? Mesmo estando doente você continua com essas piadinhas. Francamente, você não tem jeito, Natsu.

― Só descobriu isso agora?

― Não, na verdade não, mas ainda tenho esperanças de que o Natsu irritante o abandone para sempre.

― Como pude acabar ficando resfriado? Eu queria pegar você, não um resfriado.

― Ambos sabemos que a primeira opção nunca irá acontecer, Natsu – Disse Lucy, ainda inconformada em como o rosado conseguia ser irritante, mesmo estando doente.

― Veremos, Srta. Heartfilia.

― Acho que ficou doente por causa do sorvete e da sua camiseta molhada. Ou seja, culpe a Samiko por esse resfriado.

― Por que eu a culparia? A coitada não teve culpa, foi só um acidente. E a culpa também é sua, foi você quem jogou sorvete no meu rosto.

― Porque você mereceu. De qualquer forma, irei trazer um analgésico para você, se tivermos, não me lembro de ter trazido algum, nem de ter visto na cozinha.

― O melhor remédio para mim é sua companhia, acho até mesmo que a febre abaixou desde que você entrou neste quarto. Sabe, dizem que um beijo cura os doentes, por que não tentamos, Lucy?

― E pegar o seu resfriado? Não, obrigada. Vou verificar se há algum remédio aqui. Volto logo.

― Não demore.

Um dia, se algum milagre acontecesse, Natsu tomaria jeito, pelo menos Lucy esperava que sim, ou ao menos torcia para que isso acontecesse.

Após verificar em todos os armários da cozinha, constatou que, como suspeitava, não tinham nenhum analgésico no apartamento. Fora muito descuido não pensar que algo como aquilo poderia acontecer. Teria mesmo de ir até a farmácia comprar remédios para o rosado. Pensou que não seria necessário avisá-lo, portanto apenas pegou sua bolsa e abriu a porta, no exato momento em que receberia uma visita.

Sting estava parado em frente à porta, a mão levantada, pronta para bater na superfície de madeira.

― Previu o futuro, Lucy? – Perguntou enquanto sorria encantadoramente. Era muita coincidência Lucy ter aberto a porta exatamente no momento em que ele estava ali.

― Na verdade não, foi só coincidência mesmo – respondeu, assim como Sting, sorrindo -. Estava indo até a farmácia comprar alguns analgésicos para o Natsu, ele está doente.

― Mesmo? O que ele tem?

― Apenas um resfriado, nada de mais.

― Ah, melhoras para ele, então. Eu vim te convidar para passearmos um pouco, ir ao parque, ou cinema, algo do tipo, mas acho que não pode ir, não é?

A companhia de Sting era tão boa, todos os gostos do loiro coincidiam com os de Lucy. Adorava passar horas e horas conversando com o garoto. Sting era totalmente o contrário de Natsu, não era pervertido como o rosado, não se achava como ele, não tentava dar em cima de Lucy a cada três frases, uma ótima companhia, ao todo.

― Acho que não tem problema sair um pouco, eu já iria à farmácia mesmo. Vou falar com o Natsu, espere um pouco.

Assim como Lucy pediu, Sting permaneceu onde estava, esperando enquanto a loira ia até o quarto de Natsu.

― Tem alguém aí? Eu ouvi vozes. – Perguntou Natsu, assim que viu Lucy entrando em seu quarto.

― Sim, na verdade.

― Quem?

― Sting.

― Sting? O que aquele idiota está fazendo aqui?!

― Ele veio me chamar para sair com ele.

― Você não vai, não é? Quer dizer, não pode me deixar sozinho aqui no estado em que estou, e se eu precisar de ajuda?

― Eu volto logo, Natsu. E você só está resfriado, nada vai acontecer. Além do que, ele pode me acompanhar até a farmácia, eu iria até lá de qualquer maneira.

― Eu não me importo com os remédios. Dentre ver você com aquele cara e sentir dor, prefiro sentir dor.

O simples comentário de Natsu fez o rosto de Lucy corar absurdamente. Suas bochechas adquiriram um tom tão rosado que podia ser confundido com vermelho. Sua sorte era que, de onde estava, Natsu não podia vê-la muito bem, tornando possível esconder seu rosto rubro.

― Por que tanta implicância com o Sting?

― Não gosto daquele cara, tem algo de errado nele, Lucy. Não gosto de você perto dele.

― Isso é coisa da sua cabeça, Natsu. O Sting é uma boa pessoa, e eu volto logo.

― Ei! Espere, Lucy, você não...

A loira não permitiu que Natsu terminasse sua fala, fechou a porta do quarto antes disso. Seu rosto ainda estava corado, e esperava que Sting não perguntasse a razão daquilo. O rosado era um idiota, mas conseguia ser tão fofo em alguns momentos.

― Então, tudo bem vir comigo? – Sting perguntou, assim que Lucy saiu do apartamento.

― Sim, tudo bem. Vamos?


[...]


― Natsu, voltei, e trouxe os remédios.

O rosado se encontrava da mesma maneira em que estava quando Lucy entrou em seu quarto, porém com uma diferença: evitava olhar para a loira a todo custo.

― Você me deixou falando sozinho. Me deixou sozinho mesmo eu estando doente. E ainda por cima saiu com aquele cara.

― Está exagerando, Natsu, eu fui comprar remédios para você, e só sai por uma hora.

― Só uma hora, Lucy? Só?!

― Certo, talvez eu tenha demorado um pouco, me desculpe. – Natsu agia exatamente como uma criança magoada. De fato estava magoado, mas não era uma criança.

― Tudo bem, eu te desculpo – disse, ainda que relutante -. Mas com uma condição.

― Que condição?

― Que você fique aqui e cuide de mim.

A loira bufou, mas acabou concordando. Sentia que possuía um pouco de culpa por Natsu ter ficado doente, e por isso devia ajudá-lo. Fez com que ele tomasse os remédios que comprou, para aliviar as dores, e se sentou ao lado da cama, em uma cadeira pega da mesa da cozinha.

― Lucy, não estou conseguindo respirar bem. Você trouxe um remédio para congestão nasal também, não é?

― Hum... Sim – Respondeu, após checar na sacola.

― Pode passar isso em mim?

― P-Posso.

Aquele era um produto que devia ser aplicado na pele, na região do peito, ou do pescoço, no caso de Natsu, e isso explicava o constrangimento de Lucy. Com as pontas dos dedos, pegou um pouco do produto e começou a massagear a região do pescoço de Natsu. O rosado fechou os olhos, sorrindo levemente ao sentir o toque de Lucy.

Novamente o rubor tomava conta das maças do rosto de Lucy. Sem que a garota se desse conta, sua mão descia lentamente para o peito de Natsu, sentindo os músculos do rosado. Ele obviamente percebeu, mas não iria se preocupar em avisar a Lucy para onde suas mãos iam, era tão bom sentir seu toque, para que fazer algo que pudesse acabar com aquela sensação?

Porém, logo Lucy também percebeu. Imediatamente afastou sua mão do peito de Natsu, suas bochechas ainda mais vermelha do que todas ás vezes anteriores.

― Por que parou? Estava tão bom. – O rosado reclamou, sem receber nenhuma resposta, entretanto. – Lucy, quando eu era criança e ficava doente, minha mãe cantava para mim enquanto acariciava o meu cabelo, isso sempre me fazia dormir. Você poderia fazer isso, por favor? Não consigo dormir.

― Isso é mesmo necessário?

― Por favor.

Aquela cara... Lucy não conseguiria resistir a ela, mesmo que tentasse muito. Era um pedido verdadeiro do rosado, não simplesmente uma brincadeira para deixá-la constrangida. Iria atender ao seu pedido.

― Tudo bem. Que música quer que eu cante?

― Qualquer uma. – Natsu respondeu, fechando os olhos e se ajeitando na cama. Lucy então começou a acariciar os fios macios do cabelo de Natsu, enquanto começava a cantar a primeira música infantil que vinha à sua mente.

Soft Kitty, warn kitty, little ball of fur; Happy kitty, sleepy kitty, purr, purr, purr. Soft Kitty, warn kitty, little ball of fur; Happy kitty, sleepy kitty, purr, purr, purr.

Antes mesmo de terminada a música o rosado já havia dormido, embalado pela doce voz de Lucy, e pela carícia que a loira fazia em seus cabelos. Natsu se parecia muito com uma criança enquanto dormia, era fofo.

Automaticamente um tímido sorriso se formou nos lábios de Lucy, mesmo que este sorriso não tivesse permissão de sua dona para aparecer. A loira simplesmente não conseguiu evitar, ao ver Natsu ali, daquela forma. Um rosado pervertido, irritante, metido, mas extremamente fofo, e que, a cada dia, conseguia conquistar mais o coração da garota.

Notas finais
Fãs de TBBT irão reconhecer a música.

Então, leram o capítulo de hoje de FT? Se depois de hoje NaLu não virar canon... Ah, depois de hoje é óbvio que vai virar ♥ Só digo uma coisa: Natsu safadenho, rs.

Enfim, gostaram do capítulo (da fanfic)? Sim ou Não? Respostas nos reviews, please!!!!! Digam o que acharam do capítulo, ok? Se estiverem com preguiça só digam "sim" ou "não", já vou ficar muito feliz.

Até o próximo o/