Once Upon a Zombie

23 MAPS 2.0 - Fading in, fading out.


Notas iniciais
Heeey 0/ Sei que não posto ha algumas quarta-feiras e peço desculpas por isso. Estava meio ocupada esses dias sendo adulta, não que eu não seja, mas esses dias estão de parabéns. rsrs A fic está na reta final, então os capítulos serão mais grandinhos. Então mais um capítulo, boa leitura e espero que gostem.

{**}

_A coisa está ficando feia aqui dentro. – Hook encarou Tinker por alguns instantes, ainda atônito, enquanto entendia a súplica que a mulher insinuava com os olhos. _Estamos pertos? – perguntou.

_Acho que estou dando a luz... E estou tendo gêmeos... – Resmungou a dor, se contraindo toda naquele banco. _Ah Meu Deus... – Tinker berrou passando a mão pelo colo do útero. _Há uma secreção amarronzada aqui...

_Sério, não queremos saber. – Interferiu Lily com desdém, tudo que menos queria naquele momento era assistir o tutorial de parto. _Quer mesmo colocar um bebê neste mundo? – perguntou descrente. _Isso não é vida, nem chega perto disso.

_Cale a boca Lily. – Protestou Belle. _Nada do que diz está sendo útil.

_Chegamos. – Enunciou Maleficent antes que dessem inicio a mais uma discussão durante a viagem. Fez sinal para que um dos homens de vigia abrisse os portões. _Somos nós, voltamos... – Aumentou o tom de voz, até ser ouvida. _Trouxermos novos sobreviventes. – os portões foram abertos e já se podia ver um homem surgir para recebê-los.

_Sejam bem vindos. – disse Issac estendendo o braço. _Bem, acho que já nos conhecermos. Especificamente você... – indicou a mulher que em momento algum demonstrou algum prazer em revê-lo. _Bem vinda de volta, Belle. – sua voz continha um tom falso de alegria, que chegava a ser irritante.

_Sim. – concordou Robin, apertando sua mão. _Este é meu filho Roland. – foram os primeiros a sair, não podendo deixar de notar a segurança daquele local.

_Mais alguém veio com vocês? – tornou a falar.

_Sim... – Respondeu Robin. _O senhor Gold, August, a Tinker e o... – foi interrompido pelos gritos... _Bem, ai está ela.

_Será que as apresentações podiam ficar pra depois? Estamos no meio de algo aqui. – reclamou entre os dentes, caminhando com certa dificuldade.

_Deus do céu, você está... – Indagou incrédulo, a mulher a sua frente revirou os olhos como se aquilo fosse mais que obvio. _Quem é o pai desta criança?

_Sou eu. – disse Hook, terminando de recolher as bagagens e andando ao seu lado. _Você tem que nos ajudar... Por favor!

_Claro capitão. – Os seus lábios se curvaram em um grande sorriso, e quem visse podia jurar que eram amigos de longa data._Vamos acolher sua família e o restante. Eu estou de saída, mas tenho certeza que a Lilith pode mostrar a comunidade a vocês. – Lily assentiu com um breve sorriso forçado. _Bem... Sinta-se em casa. – sorriu gentilmente.

_Obrigada, não sei como agradecer. – disse Hook.

_Na hora certa você saberá. – brincou. _Acho melhor vocês entrarem. – Os barulhos de relâmpagos foram ouvidos, clareando o céu de nuvens negras. _Vem vindo um temporal.

{**}

Bem vindos a Washington, D.C.

_Acho que chegamos. – Concluiu Ruby após ler a placa na entrada da cidade, bateu a porta do carro, e caminhou deixando pegadas pelo caminho. A lama pela estrada deixava nítido que havia chovido, porém só se deu conta após suas botas afundaram na lama. _Ok... Vou ser honesta, achei um pouco desagradável e...

_Desnecessário. – completou Elsa. _Eu concordo com ela.

_Não façam isso. – interrompeu Zelena, franzindo a testa numa expressa de repulsa. _Não terminem a frase uma da outra. É nojento... E cafona. – Revirou os olhos, porém tudo que obteve como réplica foram sorrisos cúmplices.

_Olhem esses muros... – Comentou Emma frustrada, tudo em volta estava molhado, o que dificuldade o plano para encontrar seus pais._Temos que esperar secar antes de começarmos com os avisos.

_E o que faremos? – perguntou Henry.

_Espere aqui, certo? – Disse para Nico, abaixou-se e tentou passar segurança para o garoto._Henry, fique vigiando as crianças. Vamos dar um volta.

_Vou te ajudar a vasculhar o local.- disse Regina. _Elsa, Ruby, vamos nessa, o restante fique ai, vamos nos separar.

**

_E mais uma divisão. – Proferiu Regina. Ou melhor, uma encruzilhada; onde dois caminhos se cruzavam, um levava a uma loja de discos e o outro a um simples armazém. Os dois caindo aos pedaços. _Deve ser tudo que restou. – tornou a falar _Elsa você comigo?

_Porque não vamos eu e você? – Sugeriu Emma.

_Já fizemos isto antes. – Rebateu. _Tentem encontrar algo ali, depois vamos embora.

_Ok. – concordou Ruby e puxou a amiga que relutava em ir, estava começando a ficar ofendida;

_Se lembra da primeira vez que invadimos uma cidade? — Indagou Elsa, a loja a surpreendeu logo na entrada ao não encontrar nenhum errante por ali. Continuou a dar pequenos passos, sempre atenta aos detalhes.

_Estranho, se tivesse um aqui, já teria aparecido. – conclui Mills, atravessava fazendo barulho e nada. Se encostou a uma das sessões de disco e sorriu sem graça. _Sério que eles estavam questionando a mim enquanto você trazia as armas numa lixeira?

_Não tinha onde colocar as armas. – Protestou mais uma vez, só que dessa vez acompanhando o sorriso ao se recordar._O corte atravessava sua cara, era a única situação que fazia sentindo pra eles.

_Dai formos à farmácia, então você conheceu a Ruby...

_E você encontrou a Emma...

_E ambas encontrarmos um lar diante os caos. – Uma risada quase sem humor escapou, enquanto as imagens preenchiam sua mente, mesmo relutante em sentir, Regina sentia. _Eu sinto falta deles... – sua voz soava baixo.

_Eu também. – Ponderou, Elsa sabia que não havia muito que falar. _Éramos um time, até quando estávamos brincando de fazendeiro.

_Hey! Ainda somos. – Protestou a morena, mantendo firmeza em seu tom. _As lembranças sempre vão estar com você.

_Isso. – Assentiu, franzindo o cenho, após ler uma placa bem diante delas; ‘’emocione quem você ama, crie sua playlist’’._O que é uma... Playlist?

_É uma seleção de músicas. – respondeu. Como as máquinas não funcionavam, Regina pegou um lápis caído no chão e um rasgo de papel e começou a folhear os CDs. _Estou adaptando uma...

_Ah, eu também quero. – pediu. _Posso te invejar?

_É minha ideia, ache outra coisa. – Elsa segurou a barra de sua camisa, incorporando sua irmã por alguns segundos. _Ok... tudo bem... – Regina deu de ombros e revirou os olhos ao notar a expressão alegre que se formou em sua face.

_Fique tranquila, tenho certeza que vamos entregar de modos diferentes.

{**}

_Acha que consegue subir? – Belle se referiu aos ferretes que estava preste a escalar, entraria pela janela. A saída de Issac pareceu à oportunidade perfeita para tomar alguma vantagem e vasculhar o local como fez da ultima vez, sua volta e a chegada dos outros, não levantou suspeitas, o que tornou possível sua ideia de se infiltrar para vasculhar a biblioteca.

_Posso tentar. – respondeu Rumple. Caminhava atrás dela, enquanto iam em direção ao escritório do autor.

_O que foi? – Indagou um tanto quanto rude, não precisou se virar para notar que o homem mantinha os olhos fixos nela.

_Nada. – Gold deu de ombros.

_Você fica me olhando...

_Não, não fico. – rebateu.

_Fica. O que foi? – Sussurrou, vasculhando silenciosamente cada canto.

_Eu não te via assim há muito tempo, e estou orgulhoso da mulher que se tornou. – disse gold, a fitando com uma expressão gentil.

_Não se empolgue. – resmungou tentando soar indiferente. Voltou sua atenção aos livros, tentando tocá-los, queria que algo movesse a estante novamente.

_Vamos lá... – murmurou Rumple pensativo._E aqui está... O maldito livro de capa marrom...

_Me deixe vê isto... – Belle tomou o livro da mão dele e passou a lê-lo de forma abrupta._Tem uma página arrancada, e é justamente como termina esta maldição. – um longo suspiro escapou por sua boca na medida em que socava as paredes em volta. _Droga! Esse era o nosso objetivo, cadê a droga do final feliz aqui?

_Ei, achamos o livro, já é alguma coisa. Nunca achei que diria isso, mas tente ver o lado bom das coisas... – Diferente dela, ele mantinha a calma.

_Por favor me conta o lado bom porque estou sem nada pro meu caderno de agradecimentos. – comentou sarcástica.

_Posso pensar em três motivos... – enunciou, se aproximava ainda fitando as iris azuis que insistiam em não fazer o mesmo. _Um: estamos vivos, Dois: estamos a um passo de acabar a maldição e três eu te amo Belle French.

**

Washington, D.C.

_O que acontecerá com a Violet? – perguntou Lizzie, indicando o servo, analisava o animal em meios aos arbustos.

_Lizzie, te falei pra não colocar nomes neles, não são mais animaizinhos, são comidas. – repreendeu Glinda. A garota entendeu a confissão como uma deixa, suspendeu a arma e semicerrou seus olhos.

_Não atire. – Proferiu Zelena, captou de mediato o que a filha estava preste a fazer. Porém não conseguiu impedi-la, pois Liz foi mais rápida e apertou o gatilho, alvejando o cervo. _Falei pra não atirar. – Bronqueou. _Merida podia usar o arco e flecha. Cada bala é importante, e se precisarmos dessa no futuro?

_Não estava conseguindo. – Rebateu._Eu ganhei. – disse por fim antes de dar as costas e sair.

_Isto não é uma competição Liz. – tornou a repreendê-la Glinda. _Você precisa falar com ela. – Disse para que ficava.

_Não, de jeito nenhum. – retrucou Zelena, cruzando os braços de maneira nervosa. _Talvez ela goste mais de mim quando eu morrer.

_Zelena, pelo amor de Deus. – Protestou já impaciente. _Você é a adulta aqui, quando seu filho gritar ‘’eu te odeio’’, você desce ao nível dele e grita ‘’também odeio você’’. Você tem que ser a adulta.

_Você está certa... – Sussurrou, desviando seu olhar para o chão. _Eu sei... Eu tenho que ser adulta... Mas é tão difícil. – bufou ainda hesitante.

_Eu sei, mas realmente acho que ela está pronta pra ouvir.

**

_Lizzie... – chamou dando-se por vencida. _Quero conversar algo com você. – guiou a garota até o tronco de uma arvore. _Aqui, sente-se.

_Precisamos nos sentar assim? – perguntou, diante da proximidade das duas.

_Sim... – Respondeu com tom de voz mais suave. _Me desculpe gritar com você. – deu um longo suspiro e soltou com o ar. _Não se joga pedras num vinho de vespas. – Liz, franziu o cenho, não entendendo muito bem o que dissera._O que estou querendo dizer é que... Se parece errado, não o faça ok? É tão fácil fazer a coisa errada neste mundo... Não deixe o mundo arruiná-la. Você é tão brava, esperta, forte e muito corajosa. Precisa fazer o que é certo, você ainda é pequena, mas vencerá neste mundo, eu sei disso. – Confessou analisando todas as feições da garota tinha medo de uma possível rejeição, mas foi surpreendida com a resposta.

_Ok. – concordou. _Me desculpe também. – ela abaixou seu rosto. _Pode me chamar de Liz, se quiser. – sugeriu, curvando seus lábios em um sorriso.

_certo, eu quero... – Zelena devolveu o gesto e a observou partir. _Filha.

_o que disse? — tornou a perguntar andando de costas.

_Nada... – deu de ombros, sendo acompanhada agora por Glinda. _Isto foi bom... Obrigada.

_Só pra saber eu gostei de você primeiro. – brincou. Zelena girou os olhos, até se encaram por uns instantes, um tanto quanto intensamente.

_Quer saber? – Quebrou o contato visual. _Vamos fingir que isso não aconteceu. – tentou disfarçar o clima que se alojara.

_Isso é esquisito. – Interrompeu Merida que observava a cena de longe. _Porque é esquisito? – indagou franzindo a testa, numa expressão confusa.

_Não, não é. – Rebateu Zelena e saiu.

_Eu sei o que está rolando aqui. – disse Mérida, um sorriso sugestivo pairava em seu rosto.

_Sabe?

_Sim, ela roubou dinheiro de você. – concluiu convicta.

_O quê? Não. Eu acho que gostarmos uma da outra. – Confessou mantendo o tom de sussurro. _Mas acho que devo deixá-la em paz, foi o que ela disse que queria. – seu tom animado foi desfeito.

_Oh... Ok... – murmurou surpresa, procurando pensar em algo que pudesse lhe dizer. _Olha... Se você tem algo a mais a dizer, você deve dizer, antes que seja tarde.

_Sério? – perguntou Glinda descrente.

_Sim... Eu sei que lá no fundo, em algum lugar a Zelena tem um coração.

_Ok. – retrucou, tornando a sorrir. _Você olha as crianças?

_Sim senhora. – assentiu e voltou sua atenção aos pequenos, fechou os olhos e deixou que um pequeno suspiro escapasse, só foi tirada de seus pensamentos quando algo, ou melhor, alguém envolveu suas mãos e sentou-se ao seu lado na grama.

_Então ficarmos de babá... – comentou Henry, depositando um beijo em sua face. _Você gosta de crianças? – tornou a falar. Merida nada respondeu o único som que foi ouvido, foi de fungados que seu nariz emitia. _Porque está chorando?

_Não quero dizer. – murmurou. _Quer dizer, não é nada.

_Sempre adorei sua coragem, mas você é uma péssima mentirosa. – Deduziu. _É por causa deles? Foi só uma pergunta, me desculpe... – Henry estava confuso com o comportamento da namorada, já não sabia mais se tinha falado algo que não devia.

_Não, não é isso... – Interferiu, enxugando suas lágrimas que insistam em cair. _É que... Vê-los... – inspirou profundamente e soltou com o ar. _Eu tenho três irmãos... E eu me lembrei deles... Minha mãe me disse ‘’não vá muito longe Merida’’... Eu devia tê-la escutado... Mas naquele dia, no dia da maldição, eu estava tão brava... Queriam me obrigar a fazer algo que eu não queria... – e finalmente Henry conheceu o passado de sua namorada. _E apesar de tudo, eu ainda sinto falta... Sentia mesmo quando estava com eles... Dizer adeus a minha família foi a coisa mais difícil que fiz. – Mais lágrimas desciam por sua face e já não conseguia contê-las.

_Ei, vai ficar tudo bem. – Henry ponderou e procurou pensar em um modo de acalmá-la, queria mostrar que estava ali então a puxou e acolheu em seus braços. _Olhe para as flores... Conte um, dois, três... – Tentou desviar sua atenção, e isso parecia ajudar. _Vamos contar juntos. Olhe para as rosas logo ali, consegue vê-las?

{**}

_Um, dois, três... Conte comigo... – Inspirou e soltou, Hook. Tinker já estava deitada na maca, apenas no aguardo. _A médica vai voltar a qualquer momento...

_Hook... – murmurou. _Se meu bebê for um pouco parecido com você, eu serei sortuda.

_A médica vai voltar e vai nos estabilizar, e você vai ficar bem... – disse convicto.

_Hook...

_São só alguns minutos, ok? – deu um ultimo aceno antes de finalmente a médica chegar e assumir, ia se desviar até a porta até Tinker segurar seu braço.

_Segura minha mão... Eu estou morrendo... – sua voz já soara falha.

_Não, não está... – rebateu de forma abrupta.

_Estou sim... Por favor, segura a minha mão...

_Não vou segurar sua mão, porque você não está morrendo... – protestou. A médica o encarou preocupado, e tocou delicadamente em seu ombro, insinuando que o mesmo fizesse aquilo.

_Não, você não pode morrer me escutou? Não hoje... Nos vamos voltar, e você terá suas asas de volta e nos vamos nos casas e ter mais dois filhos. – Forçou um pequeno sorriso, dizia mais pra si do que pra qualquer um na sala.

_Mica pode ter irmãos... – sussurrou e sorriu, vendo-o fazer o mesmo.

_Sim, e é por isso que você tem que ficar viva. – Advertiu. A doutora fez o parto, e já era possível ouvir o choro do bebê, e também de Hook.

__Droga... Você está transferido sua choradeira pra mim garotinha... – fingiu um tom sério, pedindo para segurá-la. _Ouviu isso Tinker? É uma menina, nossa Mica está aqui... – disse emocionado. _Tinker? – tornou a chamá-la, só que desta vez não obteve uma resposta. O monitor cardíaco emitiu bips descontrolados, indicando a emergência.

_Afaste-se, ela está tendo uma parada cardíaca.

**

Washington, D.C.

_ACORDE... David, acorde! – berrou, sacudindo seus ombros. _Ouviu o tiro?

_Deve ter sido isso que os atraio pra cá. – foi tudo que deduziu antes do veiculo que estavam ser invadidos por zumbis, conseguiram sair pela janela, antes de tudo ir por água abaixo.

_Não olhe pra trás, continue andando. – David não queria ter que ver seu único modo de condução ser possuído por errantes.

_David, diminua o ritmo. – Pediu Mary, tentando alcançá-lo. _David!

_Olhe o que tornou a acontecer? Isso não vai mais funcionar, estamos andando em círculos por esta cidade. Estamos perdendo nossa intenção, nosso foco... – confessou cabisbaixo. _Não temos mais ninguém, não sou ninguém... Eu não protejo mais ninguém. – Lamentou-se.

_Você está errado, porque ainda estou aqui. – O abraçou, tentando confortá-lo. _Nós ainda sabemos como sobreviver.

_Você não precisa mais de mim Mary.

_David olhe pra mim... – ela respondeu, soltando-o apenas para olhar em seu rosto. _Você é meu herói em qualquer mundo. – David sorriu.

_Você está certa... – assentiu, recebendo um pequeno curvar de lábios em retribuição apesar de ainda relutar em acreditar. _Vamos encontrar uma maneira.

_Já encontrarmos... – avistaram as pegadas na lama. _Bem parte delas. – só precisariam segui-las agora.

{**}

_Que bom que achou mais comida. – Relatou Elsa ao voltarem.

_Eu achei mais, mas eu comi. – Ruby mordeu o lábio inferior, transparecendo sua culpa.

_O que era? – perguntou animada.

_300 gramas de pudim. – jogou a lata que ficou pra trás. _E enquanto a você, o que achou na loja de discos? Algum disco de platina autografado do coldplay? – sua voz assumiu um tom mais animado, na medida em que a loira perdia-se mais com aquilo.

_O quê?

_Deixa pra lá.

_Consegui isso... – Confessou. _Não tinha nenhuma máquina que tocasse, então... É uma... ColdPlaylist pra você... Serve? – Elsa trincou os dentes e Ruby riu, aparentando gostar da forma que ela tentou animá-la.

_Deixe-me ver? Hm... – abriu o papel e leu em voz alta. _Blitzkid – She Wolf, Shakira — She Wolf…. Sia — She Wolf... Uau... – franziu a testa numa expressão surpresa. _Tenho a impressão que pegou todas as músicas com a palavra loba... Deve ter sido difícil fazer a seleção... – ironizou.

_Não é verdade… — Fingiu um tom falso de indignação. _Demorei pra achar uma música que tivesse um significado de versos tão parecido conosco, como... – murmurou pensativa.

_ ‘’You loved me and I froze in time, Hungry for that flesh of mine... (Você me amou e eu congelei no tempo, Faminto por aquela carne minha)? – indagou Ruby. _Nossa...

_ Yep! – concordou sem sombra de dúvidas. _But I can't compete with a she wolf, who has brought me to my knees. (Mas não posso competir com uma loba que me pôs de joelhos). – encaram-se por alguns segundos, até os lábios serem selados, iniciando um beijo repleto de carinho. _O que foi? Não gostou? – perguntou, cogitando inúmeras hipóteses ao perceber que Ruby ainda ria entre o tocar dos lábios.

_ É que eu só consigo pensar em Ice Ice Baby.

{**}

_Fique aqui Roland. – Disse Robin, se levantando da cadeira. _Eu vou ver o que está acontecendo... – já estava começando a ficar nervosa, havia se passado algum tempo e ninguém tinha vindo atendê-lo.

_Não, você que fique aqui. – Rebateu. _Mal fica em pé, descanse pai. – Robin demorou um pouco a ceder, mas acabou aceitando a bronca do filho. _Eu chamo o médico pra você... – Roland caminhou pelos corredores até avistar uma moça loira, encostada em um dos balcões de recepção. Demorou certo tempo para ir até lá falar, ela havia chamado sua atenção de uma forma que ainda processava atônico. _Doutora. – chamou baixo. _Meu pai está fraco, será que dá pra você ir lá?

_Oh me desculpe... Não sou a médica... Sou Grace. Eu só ajudo... – Sorriu, desfazendo a ato logo em seguida. _A médica está demorando, porque está tendo complicação numa cirurgia... Parece que vamos perder mais de um nos. – comentou decepcionada.

_Eu... Sinto... Muito... – gaguejou deixando o nervosismo transparecer. Limpou a garganta e recompôs sua postura._Eu sei que as coisas nunca voltarão a ser o que eram.

_Eu sei...

_Alias, eu sou Roland... Quer dar uma volta? – soltou com o ar, perdendo-se nas palavras logo em seguir._Quer dizer... – não era pra soar desta forma. _Não é comum encontrar alguém da sua idade, podemos... Ser amigos...

_Não posso... – quando Roland ia se pronunciar, ela o interrompeu. _Meu turno ainda não acabou... Mas quando acabar eu te procuro... – propôs.

_Tudo bem, eu vou avisar meu pai. – Grace assentiu e Roland deixou a sala.

_Tem idade pra ir a encontros moçinhas? – Perguntou August, estava perambulando a procura dela por toda a comunidade, e quando finalmente a encontrou, não pode deixar de observar a cena.

_Como é? – perguntou descrente.

_Quantos anos você tem? – indagou, mantendo firmeza no tom.

_Quem é você? – indagou incrédula. _Meu pai?

_Hm... – ponderou. _Não, mas um grande amigo do seu pai. – confessou tentando soar amigável. _ Não está mais sozinha... Grace, eu juro, eu não vou deixar ninguém te machucar.

_Não preciso que me proteja. – Respondeu tentando processar aonde aquele homem queria chegar, um misto de confusão e irritação por lembra-se do seu pai tomou conta. _Posso cuidar de mim mesma.

**

Washington, D.C.

_Verdadeiro ou falso. – Propôs Regina, vendou Emma e a arrastou de volta a loja de discos.

_Não vou brincar disto. – Rebateu, cruzando os braços. – Surpresas não era seu forte, queria saber logo onde diabos Mills estava a levando.

_Vai sim... – Rebateu convicta. _Eu posso decidir por você em qualquer assunto, você concedeu isso silenciosamente quando aceitou o meu pedido naquele celeiro. – Emma murmurou algo, mas acabou dando-se por vencida. _Valendo... Estamos no meio de uma floresta.

_Falso.

_Estamos numa loja de disco porque eu preparei uma playlist pra você. – mesmo que não pudesse ver, a loira podia notar o tom alegre em sua voz.

_Falso. – tornou a falar.

_O quê?

_Quer dizer praticamente impossível. – corrigiu, desfazendo ainda mais as expectativas de Mills. Regina retirou as vendas e a encarou incrédula.

_O impossível está um beijo da realidade. – Retrucou, na medida em que ouviu as palavras o semblante da loira foi substituído por uma questão de dúvidas. _Li isso numa placa da loja. – deu de ombros. _Mas concordo... Em partes. Olha Swan... – ela abaixou o rosto, parecendo ligeiramente envergonhada com o que estava prestes a dizer. _Você sempre foi responsável pelas coisas românticas, e mesmo que nosso relacionamento não esteja... – ponderou, mas não achou a palavra. _Você sabe... E então eu te fiz isso, uma playlist. Eu preparei uma música pra cada momento do nosso ex namoro/ na ativa/ meio atrasado relacionamento.

_Você sabe que playlist se refere a uma lista de canções que podem ser tocadas em sequencias ou aleatórias... – Regina assentiu, mas não entendeu onde ela queria chegar. _Tocadas... – enfatizou. Mills revirou os olhos e bufou;

_Cale sua maldita e tentadora boca, antes que eu enfie alguma coisa ai dentro.

_Essa é a coisa mais sexy que já me disse. – disse Emma, lhe dava um sorriso sedutor, após ver suas bochechas corarem.

_Sério... Isso? – perguntou descrente. _Enfim, vai querer saber ou não? – Emma concordou e se aproximou mais. _Abre. – deu o papel. Passou um tempo analisando as músicas escritas antes de questionar.

_ Salvation — Gabrielle Aplin?

_Esta é pra quando você me salvou diversas vezes, as coisas que fez por mim... – Queria insinuar que ela era sua salvadora em qualquer mundo.

_Dope – Lady Gaga? – Emma franziu o cenho, dentre todas, não imaginava que Regina curtisse música pop daquele estilo.

_Esta é a música para o drama... – Justificou-se. _Quando nos separarmos, quando estrago tudo. O dia em que voltei e vi que você tinha partido, foi o dia em que eu percebi que os negócios não seriam iguais. Por isso o ‘’ My heart would break without you’’. (Meu coração se quebraria sem você).

_Yazoo — Only You... – A loira enunciou e mais uma vez Mills argumentou.

_As coisas que você fez por mim, para me ajudar, me apoiar, me surpreender, me fazer feliz... Foram além do qualquer pessoa merece, por isso: ‘’ All I needed was the love you gave, All I needed for another day…(Tudo o que eu preciso é o amor que você me deu. É tudo o que eu preciso para aguentar mais um dia).

_Porque essa última: Thinking Out Loud – Ed Sheran/ In Another Life — Fyval uk, está na mesma linha, tachado e com interrogações. É um featuring, ou não conseguiu se decidir? – Regina revirou os olhos, e tentou disfarçar que não sabia o que era feat.

_É que... Nós não sabemos o que nos aguarda o que nos pode acontecer... Então coloquei na mesma proporção... – suspirou ainda hesitante em lhe contar.

_Podemos seguir as promessas da prisão e estar pensando alto, ou... Talvez em outra vida... – completou Emma;

_A boa noticia é que... – Pronunciou-se novamente, não queria que seus olhos enchessem de água, aquele era pra ser um momento feliz. _Ainda temos tempos para chegar a uma conclusão. Porque, tudo que eu sei é que você é minha calmaria no meio do caos... É tem sido assim desde que conheci você. – Concluiu. Emma queria falar algo, mas só conseguia transparecer sua euforia, sorrindo ainda mais.

_Oh meu deus! Isso é tão romântico... E tão gay... – Regina também sorriu, a fitando intensamente, o que Emma entendeu como a deixa para um beijo. A beijou e o que antes era um beijo ávido, se tornou um colar de lábios urgente. Suas mãos desciam lentamente por sua cintura, demorando apenas para delinear as curvas da morena.

A encurralou na loja, e passaram a derrubar todos os discos espalhados pelo balcão, suas bocas mantinham-se coladas e suas línguas mantinham uma briga de posse, numa perfeita sintonia.

Não havia ninguém mais ali, exceto do lado de fora, pois na loja de música apenas as duas estavam. Num piscar de olhos, ambas já haviam livrado de qualquer vestígio de tecido.

Regina passou a beijar-la no pescoço, e foi descendo para provocá-la, sugando cada parte do seu corpo nu. Atravessaram o balcão e tomaram posse do assoalho de madeira.

Emma sentiu a respiração de Mills ficar ofegante, e também passou a provocá-la ao fingir que ia penetra-la com a língua e sugá-la sem dor. Contudo Regina queria surpreendê-la de todas as formas, na prática e na teoria, por isso subiu em cima e assumiu o controle. A loira passou a gemer mais e mais alto com seu toque. Regina queria aproveitar sua intimidade ao máximo, então a penetrou com um dedo e seguida de dois, até arriscar um terceiro.

_ Regina... Vo...cê... Está... Me escu...tando? – Gaguejando, não conseguia dizer o que estava sentindo, sentir as mãos dela aliando seu corpo a fazia queimar por dentro.

_Acho que todos estão querida. – Regina não precisou encará-la para saber que suas bochechas havia adquirindo um tom avermelhado.

_Ok... Vou considerar um sim... – ponderou por breves segundos e soltou com o ar. _Eu estou ridiculamente apaixonada por você e acima de tudo eu quero ficar com você pra sempre. Tanto que eu me casaria com você hoje à noite, você quer se casar comigo? – Emma esperou alguns segundos, até um silêncio invasor preencher o cômodo. Tudo que teve como resposta foi o som descompassado da sua respiração, por tanto tempo que se tornou embaraçoso. _Regina? – levantou o rosto para olhá-la.

_Espere... Me dê um segundo... – Ainda estática, não conseguiu fazer nada escapar da sua boca, pelo contrário seus lábios estavam ficando marcados de tanto que eram apertados entre seus dentes.

_Oh Meus Deus... Isso é um não... – A loira escondeu seu rosto nas conchas da mãe, querendo que aquela situação toda cessasse. _Levei um não e você está dentro de mim... Céus, isso é tão constrangedor, tire seus dedos de dentro de mim. – levantou-se de maneira abrupta para ir, recolhendo todas as roupas com presa.

_Não... Não é isso...- tentou se justificar, mas seu nervosismo não ajudava na farça. _É que... Nessas horas, a gente espera ouvir um ‘’Yeah’’ , ‘’Isso ai, enfia essa língua’’ e não um ‘’quer se casar comigo’’. – Regina não estava preparada. _EU NÃO ESTAVA PREPARADA. – disse tudo muito rápido. Emma parou e a analisou sua face de pânico por vários segundos.

_E todo o lance da playlist... – gesticulou. _Achei que seria um cenário perfeito...

_Eu só queria fazer algo legal por você... – Rebateu Mills. _Você faz tanto por mim e...

_Quer saber? Vamos fingir que isso não aconteceu. – Quanto mais Regina falava, mais Emma tinha vontade de enfiar a cara num buraco. Terminou de vestir a roupa e disparou para encontrar os outros lá fora, Regina soltou um longo suspiro enquanto fazia o mesmo.

**

As ruas estavam vazias, o único som que preenchia o ambiente era os passos apressados de Emma, ameaçava chover, e seu plano havia falhado por hoje, seu dia não estava nada bom.

_Precisamos de um lugar pra ficar por enquanto. – sugeriu Henry. _O que acha daquela casa? – caminhou até a entrada e deparou-se com todas as portas abertas. Merida pegou um pedaço de madeira e começou a bater por todas as pilastras da casa._Está é tão boa como qualquer outra?

_Está de brincadeira? – Retrucou a ruiva. _Se tivesse um aqui, já teria dado as caras.

Henry sorriu e roubou um rápido selinho da namorada, enquanto guiava Liz e Nico em direção à cozinha. Ruby e Elsa notaram o clima desconfortável que se alojara entre Emma e Regina, porém optaram por não falar nada, preocupando-se apenas em trancar a entrada com o sofá.

{**}

_Não... Não... – murmurou Mary diversas vezes, os primeiros pingos de chuvas já caiam do céu, e amontoava poças de água pelo caminho. _As pegadas vão sumir...

_Mary, pode ser a pegada de qualquer um... Só precisamos segui-las mais depressa, ao menos chegaremos mais próximo de onde estiverem.

_Olhe... Mais uma pista... – Mary suspendeu a lata vazia. _Vamos seguir esses rastros.

_O que é?

_Uma lata de pudim.

{**}

_Já coloquei as crianças pra dormir. – Informou Glinda, invadindo o cômodo.

_Está bem... – Rebateu Zelena. _Acho que vou ficar com este quarto... Precisa de alguma coisa? – se fez de desentendida.

_Não... Na verdade sim... Preciso de te perguntar... Não pude deixar de ouvir os diversos comentários sobre a loja de música que quase todos foram. Você ainda se lembra?

_Claro, foi hoje de manhã. – ironizou.

_Você se lembra da nossa música? – enfatizou, não obteve resposta alguma, o que encarou como uma deixa pra refrescar a memória._A primeira vez que visitamos um mundo real... Quando estávamos em Oz, eu abri aquele portal e ficamos naquele bar, você nunca tinha ido lá, estava fascinada com tudo, eu observava cada movimento seu... E então eu peguei na sua mão e começou a tocar Every Breath You Take... – Era claro que ela lembrava, seu desconforto era fácil de ver.

_Pare. – interrompeu de mediato.

_Não... Responda a pergunta... Você se lembra? – tornou a falar.

_Sabe do que eu lembro bem? – indagou Zelena. Deixando uma longa gargalhada sarcástica escapar. _Eu me lembro do bilhete deixado na cabeceira da cama, uma semana depois, dizendo que você tinha embora, precisavam de você não sei aonde e eu não podia ir junto... – Sentia um misto de raiva e outro sentimento confuso, pois desde aquele dia, não permitia que ninguém mais se aproximasse dela, sendo essa uma das razões de não conseguir se abrir com Robin.

_Era complicado... – A verdade era que havia saído numa missão onde a presença da ruiva não era aceitável. Antes que pudesse explicar o seu arrependimento, Zelena bateu a porta na cara dela. Deixando a sozinha com seus pensamentos, Glinda subiu as escadas e escalou a varanda até a janela do quarto da ruiva. Aos poucos o que era uma garoa, acabou se tornando um temporal.

_Zelena! – tornou a chamá-la. Zelena não abriu a janela, só que as vozes continuaram firme na medida em que a chuva engrossava, estava começando a ficar preocupada, e estava odiando aquilo. _Zelena! Eu estou sendo persistente...

_Não! – berrou do outro lado. _Está sendo estúpida! Vai adoecer e temos coisas mais importantes pra se preocupar.

_Precisamos conversar...

_Não temos mais nada que conversar, faça um favor a si mesmo e vá embora... – Esperou mais alguns instantes e seu pedido não foi atendido, por fim abriu a janela.

_Eu sei... Que mesmo você escondendo sob camadas de sacarmos, ressentimentos e irritações, sei que lá no fundo você ainda gosta de mim... – Confessou. _Minha mente podia lidar com isto, mas meu coração... Ele diz ‘’esquece o orgulho sua idiota, você ama essa garota. E mesmo que pegue uma pneunomia espere lá em baixo da chuva, até convencer ela a te perdoar.

_Droga bruxa maldita! – praguejou. Pulou a janela e correu até ela, se aproximando, sentiu os braços da loira envolverem sua cintura e a puxarem para perto, selando os lábios num beijo molhado e ardente. Seus fios claros colavam na testa, tentava recuperar seu fôlego na medida em que se afastava, além de encharcada estava também dividida.

{**}

_Devemos parar Mary, está chovendo... – Proferiu David. _Vamos pegar um desses veículos. – indicou os carros estacionados em fileira. _Podemos ter uma chance.

_Ou podemos tentar uma dessas casas, a pegada mais próxima some por aqui. – Deduziu Mary. Disparou na frente e o homem a seguiu, subiram as escadas e já era possível avistar algo pelos vidros da janela. Não podia ficar mais feliz, ao ver rostos conhecidos, em frente a lareira apagada, estava Elsa e Ruby, e Merida deitada no colo de Henry. _Veja David... – o homem se aproximou, abrindo um longo sorriso.

_Quem é a aquela garota?

_Só há uma forma de descobrirmos. – bateu na porta. Ruby franziu o cenho e pegou a arma, dando sinal para que esperassem que a mesma fosse verificar. Se abaixou e olhou sob o olho mágico quem podia ser. Não podia ficar mais surpresa. Vieram pra Washington em busca de encontrá-los e acabou que eles acabaram os encontrando.

_EMMA! – gritou. _É pra você...

{**}

_Swan... – Regina tentava acompanhá-la, porém a loira saiu pela porta dos fundos, até o quintal da casa, preferia encarar a chuva a ela, pelo visto. _Me desculpe...

_Não precisa se desculpar...

_Preciso. – retrucou. _Você foi tão aberta e disse aquelas coisas...

_PARE REGINA! – a repreendeu de mediato. _Quanto mais você explica, mais patética eu fico parecendo...

_Não precisa se envergonhar. – tentou qualquer aproximação, mas Emma repelia todo toque.

_Temo que sim...

_Olha... Posso viver com isso. – indicou o local em volta, apontando para os corpos de zumbis caídos pelos fundos da residência. _Mas não posso viver com você brava comigo... Então você vai ter que me desculpar, porque não foi dessa forma que imaginei que seria... Nos podíamos esperar o retorno... E fazer uma bela cerimônia... Com flores e... Magia... Eu só achei que haveria tempo... – antes que Emma pudesse responder alguma coisa, ficou em choque instantaneamente após Regina cair no chão, ao ser acertado com o cabo de uma arma na cabeça.

_O seu erro é achar que haverá tempo, quando na verdade... Não há... – o homem gargalhou psicótico e voltou sua atenção a loira com o semblante de pavor a sua frente. _A propósito, Olá Emma...

Notas finais
Hello darkness my old friend.... Então, a cena da playlist me baseei numa cena de OITNB. Mas adaptei a loja de música e a algumas músicas que achei que combinavam. Yazoo - Only You é de ambas as séries. *-* e In Another Life - Fyval uk e de uma Swen, achei através de um twitter da Lana, é a música para os fãs do ship, então quis aproveitar-la, é linda. Bem, vou fazer de tudo para voltar logo com o próximo caps que será cheio de ação muahahaha. Espero que continuem acompanhando e me deixem saber por favor 0/ Beijos e até a próxima ^-^