Notas iniciais
Heeey 0/0/ Olha como estou ousada, começando a postar de madrugada rsrs É que acabei o capítulo agora e não quis esperar para postar-lo. Então... Acho que a notícia do capítulo anterior pegou um pouco de surpresa. Mas logo logo tudo fará sentido, ou não né? Nunca se sabe... kkkk Mas eu farei o possível para ir esclarecendo, e se ainda sim surgirem os questionamentos, podem me procurar nos comentários. >< Então.. acho que já ''falei'' demais, tomei muito café. rs Sem mais... Boa leitura e espero que gostem ^-^

O céu ficou nublado, as nuvens escuras trouxeram junto com a novidade a chuva. A primeira gota de água escorreu pelo seu mirante azul esquerdo, e sobre seu questionamento; poderia sim ficar pior. No começo era só uma garoa, mas depois a chuva já encharcava a estrada. Não tinham carros para todos então correram todos em autopista reto até acharam um posto de gasolina. Sob a enorme cobertura permaneceram, formaram uma roda em volta as bombas de combustível. Os zumbis eram atraídos pelo barulho das cargas d’água, e com toda a neblina era difícil vê-los.

_Olha, eu nunca achei que veria Belle tão p... da vida. – Sussurrou Anna no ouvido de Kristoff.

_Mas temos que concordar que ele ferrou com todo mundo mesmo. – Respondeu mantendo o cochicho.

_Vamos deixar isso pra lá... Estamos bem é o que importa. – Rebateu Will que escutara os sonidos próximos.

_Oh meu Deus! – Risadas ecoaram em meio ao exagero de Ruby. _Dez anos? Tem noção... Que meu útero está dez anos mais velho? – Indagou com seu melhor tom de indignação.

_Você pretendia perpetuar a alcatéia Ruby? – Brincou Emma.

_Muito engraçado Swan. – Rolou seus olhos verdes junto com um sorriso sarcástico em seu rosto.

_Dez anos? Já pensaram? – Murmurou Belle pensativa. _Como será que Henry está? E como irá reagir quando souber de vocês? – Sua voz continha um tom falso de suspense.

_Eu me passo por ele. – Ruby levantou um dos braços se voluntariando.

_Espere... – Interrompeu Elsa. Retirou seu boné de beisebol e arrumou os cabelos castanhos ternamente antes de por na cabeça de Ruby. _Isto será divertido. – Comentou animada enquanto os demais mantinham os olhares confusos.

_E ai mães, desenrola as parada. – Imitou fazendo pose de adolescente.

_O quê? – Regina cruzou seus braços carregando uma expressão tanto quanto incrédula.

_Minha vida acabou, o que será de mim sem minha série favorita? – Sua voz continha um tom falso de desapontamento. Ao contrário da morena, Emma estava rindo de todo aquele teatro. _Ta bom. – Inspirou o ar e soltou. _O que ta rolando com vocês?

_Eu acho que ele estará mais maduro, não? Ele deve está com uns 24 anos por ai. – Indagou Emma entrando no jogo. _Então, o que diremos pra ele? – Se virou para encarar-la, seus olhos azuis faiscavam procurando resposta nos negros.

_Então Henry... – Hesitou por breves minutos, com tamanha vergonha devido à atenção extremamente voltada para ela. _Eu e sua mãe... A gente... Se ama, sabe?

_Ah, por favor... – Manifestou-se Zelena que até então permanecia inerte. _Eu vou vomi...

_Ah, vamos entrar na brincadeira um pouco. – Pediu Robin carinhosamente. _E o Roland? Uns 17 anos? E o... Nicolas? – Soltou com o ar.

_Quem? – Retrucou franzinho o cenho, cruzando seus braços de maneira nervosa.

_Nosso filho. Muitos anos se passaram, isso quer dizer que ele pode estar por ai. – Ao contrário dela, ele sorria.

_Isto está ficando sério demais para uma conversa que começou com uma encenação. – Proferiu de maneira rude, deixando bem claro seu desconforto.

_Porque é! – Enfatizou. _Nos temos esperança.

_Quer mesmo colocar um bebê nisso? Para ter uma vida curta e cruel? Olhem em volta Robin, há errantes por todo canto. Não há nem como procurar-los.

_Você está errada. – Interrompeu Emma. _Deve haver um lugar, não para nos escondermos, para podermos nos recompor, construir uma vida.

_Mesmo se acharmos um lugar que pareça seguro... – Começou Belle. _Nunca saberemos por quanto tempo seria.

_Ela está certa. – Concordou Ruby. _Vejam o exemplo da fazenda, nós nos enganamos por achar que ela era segura.

_E é justamente por isso que não voltaremos a cometer os mesmos erros. – Regina disse por fim.

**

Mais um dia amanheceu frio e exaustivo. Já passara um tempo e não agüentavam mais pegar estrada, dispersos em três veículos. Eram muitos e cada vez mais, então decidiram parar.

_Não temos mais pra onde ir. – Falou Will abrindo um mapa sob o capô do carro.

_Quando os bandos se reuniram nos bloquearão. Não chegaremos ao sul. – Disse Kristoff preocupado.

_Qual seu palpite? Uns 150 deles? – Indagou Robin.

_Na semana passada. Pode haver o dobro agora. – Respondeu Emma repousando suas mãos na cintura.

_O rio pode tê-los os atrasado. Se formos rápidos, talvez conseguiremos chegar. – Sugeriu Ruby.

_Mas se os grupos se unirem, podem vir por este caminho. – Retrucou Robin.

_Então estamos bloqueados. – Deduziu Swan. _Só nos resta ir a 27 e voltar em direção a Greenville.

_Já fizemos isso, passarmos o inverno andando em círculos.

_É eu sei... Eu sei Robin. – Pensou por breves segundos e disse; _Em Newman, vamos para o Oeste. Não estivermos lá ainda.

_Não podemos continuar de casa em casa. Precisamos de um lugar para ficarmos algumas semanas. – Argumentou Zelena.

_Certo. Vamos ao riacho antes de partir. – Disse Ruby.

_Não demorará, precisamos de água para ferver. – Completou Elsa.

_Enquanto isso... Nos vamos caçar. – Proferiu Will, logo em seguida saiu acompanhado dos demais.

_Fiquem a vontade. – Mills deu de ombros e puxou Swan pelo braço.

**

_Qual é o seu nome do meio? – Indagou Elsa enquanto estava abaixada e distraída, abrindo a mochila, rasgando em seguida um pano que retirou.

_Lucas... Por quê? – Franziu o cenho, não entendendo bem o significado de sua pergunta.

_É que me dei conta que não sei muito sobre você. – Continuou com sua prática de filtrar, amarrando o tecido na borda da garrafa. _Qual é a sua palavra favorita?

_Hm, acho que vou ter que pensar mais a respeito. – Respondeu Ruby as margens do rio. _E a sua?

_Acho que eu também. – Assentiu, sorrindo. _Qual o seu livro favorito?

_Eu não tenho certeza se você conhece... – Murmurou, desviando seus olhos para o outro lado da correnteza e abrindo um sorriso sugestivo. _Você gosta de mim...

_Não sei bem se é uma pergunta... – Havia uma pitada de alegria em seu tom.

_Você gosta de mim, é por isso que quer saber. Sou irresistível, eu sei. – Comentou Ruby modesta.

_Nossa... – Franziu o cenho, surpresa com seu comentário. _Pois é... Estou me controlando dentro de minhas calças aqui. – Retrucou irônica.

_Admita, e eu posso resolver esse problema. – Suas sobrancelhas castanhas arquearam-se na medida em que a mesma se aproximava da loira e a encurralava debaixo de uma arvore. _Esse é o seu jeito?

_De gostar... De você? – Uma risada fraca escapou de sua boca, terminou por deixar seu corpo escorar-se, ficando tão vermelha quanto à camisa que Ruby vestia.

_Eu gosto de você também. – Tomou com uma confissão, e quando ia se aproximar para beijar-la foi atrapalhada por Anna chamando por sua irmã, rapidamente as duas se separam e gritaram. _Já estamos indo.

**

_Ei, estou com saudades de você. – Emma enunciou ao parar a caminhada em meio aos trilhos da floresta, puxando Regina para mais perto de si.

_Mas você me vê todo dia. – Murmurou, o sorriso em seus lábios se esticava á medida que seu corpo se aproximava selando seus lábios em ritmo lento.

_Saudade, de ter você. – Enfatizou. Viu o rosto e Mills corar diante de sua proximidade, porém suas pálpebras estavam fechadas, até despertar de seus pensamentos com a loira a encarando. _Está tudo bem?

_Acha mesmo uma boa idéia irmos para o Oeste? – Um longo suspiro escapou de sua boca enquanto ainda mantinha o olhar fixo em outro ponto.

_Se você diz.

_E se eu pulasse da Ponte do Brooklynn... Diga-me Swan. Ainda iria me seguir?

_Sim.

_E se eu enlouquecesse hoje e fosse parar em um hospício perturbador? – Sussurrou como se estivessem partilhando de um momento extremamente secreto.

_Ainda sim... – Emma sorriu afirmando sem sombras de dúvidas.

_E se... – Regina também sorriu, mas sua expressão desconfiada indicava que não acreditara muito.

_Sim! – A loira a interrompeu. _Regina, eu não posso te deixar ir. Você é tudo que eu tenho neste mundo. O que me sustenta. Poderia cair tudo ao meu redor, mas eu não me importaria contato que eu tenha você bem do meu lado. – Mills não esperou ela terminar, ainda sorrindo envergonhada juntou os lábios em um beijo caloroso, porém delicado. _Então eu preciso de você, como...

_Uma prisão. – Murmurou para si, mirando o lugar atrás entre os fios loiros.

_Não era bem esta palavra que...

_Emma, olhe! – As duas se viraram e enxergaram mais a frente.

**

Com uma tesoura corta vergalhão, abriram uma parte do arame de aço por onde todos atravessaram. Rapidamente Will as fechou, remedando a cerca. Estavam na primeira parte, onde dava acesso à passagem para o banho de sol. Correram em volta o caminho fechado, e os atraíram para perto, para que pudessem enfiar as barras de ferros em suas cabeças. Pois só assim teriam um acesso livre mais pra dentro.

_Se fecharmos aquele portão evitando que mais deles entrem no pátio, podemos abater estes errantes. – Sugeriu Emma. _Tomaremos o campo até a noite.

_E como fecharemos o portão? – Indagou Regina.

_Eu fecharei, me dêem cobertura. – Pediu Ruby.

_Não, é suicídio. – Disse Elsa.

_Sou o mais rápida. – Rebateu.

_Não! Você, Zelena, Robin e Belle atraiam os que puderem pra lá. – Demandou Emma. _Matem-os pela cerca.

_Elsa, você virou uma ótima atiradora. Tome seu tempo, não temos muita munição. – Mills ajudou Emma com a divisão de tarefas. _Will, Anna e Kristoff voltem para outra torre. Eu ficarei com esta. – Apontou para a torre do outro lado.

_Venham aqui, venham aqui. – Em seguida começaram a chamar pelos zumbis para a distração através de barulhos, cuidando da retaguarda.

_Certo, eu correrei até lá. – Emma abriu o pórtico de ferro e começou a correr atentamente aos zumbis de uniforme de presidiário, com a pistola em ponto de ataque os alvejava correndo para o portão de entrada. Das torrem atiravam para dar cobertura, Anna errou um tiro que subiu a poeira quase nos pés da loira.

_Desculpe. – Pediu sem jeito.

Swan chutou o peito de um deles e arrastou mais um portão para ser fechado antes que mais deles atravessassem. Retomou sua arma e atirou nos que faltava. Entrou em uma das portas vermelhas de alerta; ao verem que ela conseguiu, meteram bala nos restantes que cambaleavam pelo campo. Pôde ver a grama livre e sorriu vitoriosa.

_Fantástico. – Elogiou Belle descendo pela escada de ferro.

_Foram ótimos tiros. – Concordou Will.

_Não temos tanto espaço desde que deixamos a fazenda. – Comentou Ruby correndo pelo gramado.

Após a comemoração, descansaram um pouco, dispersos pela área. Mais tarde, fizeram uma fogueira e se reuniram em volta dela.

_Amanhã reuniremos os corpos, quero manter-los longe da água. — Proferiu Robin. _Se cavarmos um canal sob a cerca, teremos muito água fresca.

_Anna, cante pra nos. – Pediu Kristoff, a acomodando ainda mais entre seus braços.

_Ninguém quer ouvir. – Murmurou segurando as mãos que envolvia seu rosto.

_Porque não? – Rebateu Ruby simpática.

_Está bem. – Até Zelena pareceu apreciar a canção quando Elsa se juntou a sua irmã para cantar.

_É melhor irmos dormir. – Pediu após um tempo.

_Vou vigiar de lá. – Swan se se levantou em direção ao outro lado da cerca. _Teremos um grande dia amanhã.

_O que quer dizer? – Indagou Zelena.

_Olhem, sei que estamos exaustos. Esta foi uma grande vitória. Mas nos temos que nos esforçar só mais um pouco. – Argumentou antes de sair.

Para ela, a maioria dos zumbis pareciam guardas e prisioneiros. O que tudo indicava que foram contaminados bem cedo. Podendo significar suprimentos intactos, enfermaria, um refeitório, um arsenal e tudo mais. A sala do diretor poderia ter informações sobre o local, armas, comidas e remédios. O lugar poderia ser uma mina de ouro, pois estavam quase sem munição, o que acabaria antes de tentaram um novo local. Era por isto que precisam entrar, depois de tudo que passaram, dariam conta.

_Agradeço tudo que está fazendo. – Pronunciou Regina, aproximando-se de onde Swan estava estática mirando o horizonte. _Todos agradecemos. Mas... – Suspirou ainda hesitante em lhe contar. _Tem sido puxado e estão exaustos. Não podemos aproveitar por alguns dias?

_Querida... – Ergueu seu rosto, fitando-a enquanto falava. _Moraremos aqui em poucos dias. Não há tempo para piqueniques.

_Não. – Protestou, mantendo firmeza em seu tom. _Mas é a hora de por a casa em ordem.

_E o que a senhorita acha que estou fazendo? – Cruzou os braços fingindo um tom de indignação. Não demorou muito para que Mills se aproximasse lentamente, dando um passo a frente, o que fez o corpo da loira estremecer.

_Todo o seu melhor. – Sussurrou em seu ouvido. Tocou em sua boca com um dedo e em seguida desenhou o contorno da mesma. Emma sorriu debaixo do indicador e a olhou intensamente. Encaram-se com os rostos ainda muitos próximos. _É estranho o fato de eu finalmente estar numa prisão.

_Acho que não estou em posição de julgar. – Ela sorriu e encostou sua testa na da morena, seu nariz fazia um carinho enquanto suas mãos deslizaram pelo cabelo negro.

_É sério, sou uma criminosa. – Sua expressão transparecia certa timidez, o que a fazia desviar seus olhares ao chão.

_Não diga isso. – Swan a repreendeu com seu tom calmo. _Não importa o que você foi, e sim o que você se tornou. — Voltou a conectar os olhos tão rápido quanto seu coração batia;

_De fato, cometi muitos crimes. Mas o meu maior crime... Foi não ter dito a você que te amo todos os dias. – As respirações compassadas se confundiam quando finalmente as bocas se encontraram, as línguas se envolviam, consumindo-as mutuamente.

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Desviando-se de galhos pela floresta, procurava se livrar de que o perseguia. Acelerando seus passos, não corria muito, apenas virava-se para atacar-los com sua bengala para tomar tempo. Não tinha mais idade para isto, contudo não daria o braço a torcer. Tentou disparar mais rápido, viu que abusou ao tropeçar nas raízes de um arvoredo e cair. Manchou todo seu terno de terra, porém esta não era sua única preocupação e sim os diversos corpos deploráveis vindo em sua direção.

_Anda logo sua velha! – Ordenou de maneira rude. _Atira neles.

_Estou fazendo o que posso. – Resmungou entre os dentes, em seguida ajeitou os óculos e disparou sua espingarda em alguns dos zumbis. _Segunda vez que salvo sua pele, está me devendo uns favores.

_Eu que digo isso. – Rebateu, erguendo seu corpo com a ajuda dos troncos. _Tanta gente para encontrar nesta maldição, e me surgiu você.

_Você acha que eu não preferia encontrar minha neta á um velho ranzinza? – Revirou os olhos sob as lentes, ajeitando sua posição. _O que me preocupa mais, é que estes ‘’monstros’’ são cada vez mais, e por todo lado.

_É que vocês estão fazendo de modo errado. – Falou a dona da voz, que prendeu um zumbi a uma árvore com sua flecha; _Com este barulho todo, vai atrair-los cada vez mais para perto de vocês. – Retirou sua flecha, colocando a de volta em suas costas.

_Quem é você? – Indagou o homem franzindo a testa diante de toda aquela cabeleira ruiva. _E quem é o seu amigo escondendo-se ali? Sim, eu tenho olhos em todos os cantos. – Comentou mantendo seu tom de voz sério.

_Calma ai tio, eu nem conheço você. – Rebateu sorrindo.

_Mas sabe que você não me é estranho... – Disse o rapaz, surgindo em meios aos arbustos. Coçou seus cachos dentro do gorro que usava; estes que caiam por todo seu rosto. Semicerrou seus olhos negros, colocando as mãos dentro do bolso de seu casaco de frio marrom.

_Desculpe moleque, deve ser a idade, pois eu não me lembro de você. Mas descobrirei, pois como disse tenho olhos em todos os cantos. Isto vale pra você também, descabelada de azul. – Mencionou, forçando um sorriso sarcástico.

_Não seja tão rude com estas crianças. – A senhora o repreendeu. _Pra onde estão indo? — Indagou ao ver que eles distanciavam-se.

_São dois velhinhos. – Cochichou a ruiva para seu amigo.

_Acho que não darão problemas. – Retrucou mantendo o tom.

_Eu estou velha, mas não estou surda. – Resmungou. _Posso ouvir-los.

_Ta bom vovó, a senhora e seu marido podem ir conosco se quiserem.

_Ela não é minha esposa. – Rebateu o homem incrédulo. _Já tenho uma esposa, e ela não se parece nem um pouco com esta daí.

Decidiram não dar muita importância ao que a dupla resmungava ao longo de todo o caminho, seguiram a trilha pela floresta, onde se escondia uma caverna subterrânea. Ajudaram os de mais idades pela pequena descida, e os mesmos notaram que estavam munidos de garrafas de água, e algum alimento que caçaram.

_Tem mais alguém aqui? – Indagou o homem, limpando seus sapatos sociais ao notar que levavam as coisas para um lado mais fundo. Não precisou de resposta, pois constatou ao ver o corpo de outro rapaz estirado, virado para as paredes, coberto por um manto. _O que ele tem?

_Ele está doente. – Respondeu a moça sem ânimo na voz.

_Ele foi mordido? – Questionou apreensivo.

_Não. – Rebateu imediatamente. _Passarmos muito tempo lá fora até encontrarmos este lugar. Ele é valente. Ás vezes se arriscava por nos. Ele... É o nosso herói. – Sorriu triste para o amigo ao lado que assentia.

_Posso dar uma olhada? – Pediu se aproximando.

_Você é médico ou algo do tipo?

_Não. – Replicou tentando soar indiferente. _Mas quem sabe eu possa ajudar-lo.

_Está bem. – A ruiva deu leves tapas em seu rosto para acordá-lo e levou um pouco de água a seus lábios rachados. Em seguida, deu um giro em seu corpo para poderem vê-lo.

_Hey, eu conheço você. – Sussurrou surpreso ao ver o garoto de cachecol quadriculado que agora era homem, estava pálido, com os traços mais mudados, mas nitidamente reconhecível. _Henry.

Notas finais
Eu estava assistindo pela centésima vez as branquelas e aproveitei uma frase da cena final para fazer essa cena Swan Queen *-* espero que tenham gostado. Então gente eu coloquei o ___//___ para indicar outra cena, de outro lugar diferente do anterior, porém da mesma maldição, mesmo mundo e tals. Acho que deu pra sacar quem são os personagens da cena final 0/ Então? Gostaram? Não? Me deixem saber por favor. Até a próxima ^-^