Notas iniciais
Volteeeei pessoal o Olha, eu sei que dei uma mega sumida antes de atualizar anteontem, mas só pra compensar isso eu voltei com mais um cap hj XD Fiquei emocionada quando a fic ultrapassou os 200 comentários *___* E quem levou o premio com o número cheio foi a Eri Kawahi! o/ Acertou em cheio o 200 kkkk Obrigada por me acompanhar sempre e deixar reviews na fic *_* Queria também agradecer um montão de leitoras( um montão mesmo, tenham paciência e leiam tudo aqui u_u) por contribuírem com esse número lindo atual : 206 comentários *_* Sério, obrigada gente! Então aqui vai um abraço especial pras mais badaladas do Wild Wes.. Queria agradecer primeiramente, as leitoras que me emocionaram ao deixarem lindas recomendações na minha história! *_* Aqui vai um abraço imenso pra Patricia Sophia, Iamthesavior, Miss Swan Mills e Heey There! Sério, meninas... Foi muito importante pra mim *_* Agora um abraço pro povo que me incentivou muito no começo da fic, com comentários pra lá de animadores! Abraço pra Oops an Apple, Primadonna, Melissa Velarc.. Obrigada! Vocês ainda continuam por aqui? =D Um agradecimento gigante (do tamanho do carinho e dos comentários que vocês deixam rsrs) pras recordistas de linhas nos comentários *_* Vocês não tem noção da felicidade que da ver a analise de vocês nas reviews! Aqui vai o agradecimento pra Heey There e Dreaming!

Ele já estava cavalgando há mais de uma semana e as milhas percorridas começavam a cobrar seu preço. O cavalo estava cansado depois da última parada, mas não estavam longe de seu destino. Passou por algumas pequenas colinas e continuou até encontrar a tão esperada placa: Bem vindo a Storybrooke.

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O dia apenas raiava, mas Storybrooke parecia sentir o peso de uma longa noite em claro. O ataque à casa da prefeita tinha virado a cidade de pernas pro ar. Granny trouxe a terceira xícara de café para a neta e alguns biscoitos para Henry. O garoto também não havia pregado o olho desde o acontecido, mas sua fé na situação parecia dar-lhe forças.

— Hey! — Archie gritou enquanto corria para dentro do Saloon — Vem alguém ai!

O filho da prefeita pulou da cadeira, correndo para fora do estabelecimento. Ele foi seguido pelos adultos e logo todos estavam reunidos na rua principal da cidade. Os cascos do cavalo castigavam o deserto e levantavam poeira no ar ao longe. Podia ser elas! O garoto não pensou duas vezes e pôs-se a correr.

— Henry! — Ruby tentou evitar que ele se adiantasse sozinho, ainda não tinham certeza sobre a identidade de quem vinha lá.

Seguiram logo atrás, mas não conseguiram impedi-lo. À medida que Henry se aproximava da Grande Ponte, a figura tornava-se mais nítida e seu desapontamento crescia na mesma proporção. Ainda que um pouco de longe, ele conseguiu identificar que o cavalo trazia apenas um em seu dorso... E definitivamente não era Regina ou mesmo a xerife. Ao dar-se conta disso, ele parou.

Granny e os outros puderam então alcançá-lo e encararam juntos a figura desconhecida aproximar-se. Archie pousou a mão sobre o revólver que trazia no cinto. O comerciante não era do tipo que portava armas, mas a atual situação da cidadezinha obrigava até os mais pacíficos a serem cautelosos. Não se tratando das duas mulheres ou do grupo de busca liderado por David, eles estavam receosos das intenções de qualquer outro que quisesse adentrar os limites de Storybrooke.

— Conhece? — Ruby deu uma breve olhada na avó.

O Granny's podia não ser mais a maior atração daquelas bandas, mas sua dona conhecia meio mundo ali em volta.

— Nunca vi o sujeito. — a senhora admitiu.

Uma posição um tanto defensiva foi tomada por todos os presentes. O silêncio dominou o lugar e o único som a quebra-lo era feito pelo encontro dos cascos do animal com a madeira da ponte. Monótonos passos conduziram o cavalo até o grupo. Mais de perto, eles avistaram o homem que cavalgava: porte grande e atlético, mas sem exageros; a calça escura de couro e a camisa preta davam-lhe um ar sério, que era completado pelo chapéu de cowboy que caía sobre sua cabeça; um lenço cor de sangue circundava seu pescoço e dois brilhantes revólveres pendiam ao lado de sua cintura.

— O que te traz a essas bandas, forasteiro? — Archie adiantou-se.

O homem encarou o grupo e franziu a testa. Fingiu uma olhadinha para trás, como se quisesse certificar-se de que falavam mesmo com ele.

— É essa minha barba por fazer ou é realmente assim que vocês recebem todos os visitantes por aqui?

— Responda a pergunta. — Granny não abriu espaço para mais piadinhas.

— Emma, é melhor que a cerveja daqui valha as malditas milhas do Texas até essa cidade.. — ele resmungou para sim mesmo.

Foi apenas um desabafo, mas a menção ao nome não passou despercebida aos ouvidos do garoto.

— Você disse, Emma?? — Henry foi logo interrogando.

O homem olhou o menino com certo interesse. Abriu um sorriso e fitou-o de cima a baixo.

"Realmente parece com você, loira..." — pensou.

— Acho que você também daria um ótimo Ranger, parceiro...

— Ranger? — foi a vez de Ruby intrometer. Seria ele algum conhecido da xerife?

O forasteiro desmontou e aproximou-se mais. Apesar da menção, a mão de Archie permaneceu sobre o revólver.

— Hey, vai com calma, colega! Não vim causar problemas... — ele levantou as mãos.

Henry deu um passo a frente e encarou o homem de preto.

— Quem é você?

O garoto tentava soar sério e até ameaçador, mas não conseguia conter a curiosidade em sua voz. Seus sentidos diziam que o desconhecido não era a ameaça que estavam esperando. O homem fitou-o novamente. "Com esses olhos, nem da pra desmentir..." — pensou e sorriu em seguida.

— Carter. — estendeu a mão.

Ruby sabia que já tinha ouvido aquele nome em algum lugar.

— Ranger das forças do Texas. Swan me mandou aqui... Acho que não existem duas.. — ele forçou a mente para recordar o nome — Storybrookes no Maine, existem?

Mas é claro! Carter. A morena lembrou-se de uma das conversas que havia tido com a amiga e Emma tinha mencionado brevemente seu parceiro. Henry apertou a mão do homem e em seguida ele retirou um distintivo do bolso. Ergueu à frente do grupo, para que todos pudessem ver. A tensão inicial logo dissipou-se e Granny adiantou-se em reparar o mal entendido.

— Sentimos muito, Mr. Carter... — ela convidou-o a adentrar a cidade — Estamos num momento um tanto... Conturbado.

Carter sorriu.

— Entendo... — eles começaram a caminhar, Carter puxando o cavalo pelas rédeas — Vou confessar que essa situação tem ficado cada vez mais comum por essas bandas.

Ruby ouvia calada a conversa entre os dois, fitando disfarçadamente o novo visitante. Agora que não se tratava mais de uma ameaça, até que era bem simpático. E bonito. E a julgar pelo toque de sarcasmo e bom humor, até que lembrava muito a loira.

— E bom saber que esse interrogatório não faz parte das atrações turísticas da cidade... — ele continuou. O pessoal riu e por um segundo até se esqueceram do caos em que viveram as últimas horas — E então? Onde está Emma?

— Essa, meu amigo... — Granny respondeu — É a pergunta de um milhão de dólares.

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David e os irmãos Sevent já estavam cavalgando há horas. A chuva os fez perder a trilha quando se depararam com um grande desfiladeiro, onde a passagem já não era mais possível. Foram forçados a retornar e dar a volta, passando pela Grande Ponte e circundando aquela área. É claro que isso mais que triplicou sua jornada, mas nada os faria parar.

— David! — Leroy deu o sinal de alerta — Olhe!

O homem seguiu com os olhos o caminho apontado por Leroy. Poeira podia ser vista à frente e mesmo não se passando das oito da manhã, o sol já castigava o deserto, fazendo reluzir o metal das armas de alguém. Todos sacaram seus revólveres, ainda não tinham uma visão clara para identificar quem estava do outro lado. Ao se aproximarem um pouco mais, notaram o conhecido cavalo palomino.

— São elas!! — Leroy agitou as mãos no ar e o grupo esporeou os cavalos.

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Emma desconfiou assim que notou um grupo de cavaleiros à distância, mas Argo não esboçou nenhuma rejeição e aquilo deu-lhe a dica de que precisava. Logo ela foi confirmada.

— Aqui!! — elas reconheceram a voz do fazendeiro.

— David?! — Regina, que tinha voltado a cochilar de leve, despertou.

Emma incitou Argo a cavalgar mais depressa e logo deu-se o reencontro.

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Granny ofereceu uma boa cerveja gelada ao Ranger e preparou algo para matar a fome do viajante. Henry e Ruby escutavam entusiasmados as agitadas histórias que ele contava sobre suas aventuras ao lado da loira. Talvez tenha sido a distração e o som da conversa, ou talvez finalmente o cansaço mental os tenha atingido, fato foi que eles não notaram o grupo chegando.

— (...) e ela simplesmente pulou no rio. — Carter continuou — Eu falo, aquela loira tem uns parafusos a menos...

Henry riu.

— Sinto falta dela... — após algumas longas horas de dura espera, o otimismo do menino parecia finalmente abalado.

Ruby suspirou e apoiou o rosto numa das mãos.

— Eu hein... Quem morreu? — a voz veio da entrada.

Todos se viraram na direção do som e o grito de alegria foi unânime.

— Emma!!!

A loira estava parada na entrada do Saloon, as poucas peças de roupas que ainda permaneciam em seu corpo já tinham visto dias muito melhores. Havia marcas de sangue seco nos farrapos da blusa (se é que podia-se chamar assim) que ela vestia, mas nenhum sinal aparente de machucado profundo. Regina apareceu logo atrás e o sorriso do menino alargou-se. Em condições muito semelhantes às da loira, a prefeita escondeu-se do sol no interior do Granny's. Henry e Ruby correram em direção às mulheres.

— Mãaae!! — Henry jogou-se no colo da morena, que precisou de esforço para não ser atropelada.

Regina apertou o garoto com força, ignorando as dores que sentia no corpo. Ruby e Emma trocaram um abraço sincero. David e o resto do pessoal também adentraram o Saloon e a vovó serviu-lhes um copo de água fresca.

Do outro lado da festa, Carter aguardava na mesa, o chapéu cobria-lhe os olhos mas ele tinha um sorriso no rosto. Se alguém ali não havia duvidado da capacidade da Ranger nem por um segundo, esse alguém era ele. Conhecia muito bem aquela loira, e já tinham passado por boas enrascadas juntos. O pessoal tinha resumido o acontecido a ele e não ia ser um bando de bandidos comuns a derrubar a parceira.

A xerife, em seguida, recebeu as boas vindas do garoto.

— Ficou preocupado, kid? — ela brincou com o cabelo de Henry.

— Nah, aqueles cretinos nunca tiveram chance contra vocês...

Todos riram. Regina até repreendeu o linguajar do filho, mas isso não impediu que a prefeita acabasse rindo também. O concurso de perguntas logo começou, cada um querendo saber os detalhes do que havia acontecido. Granny conduziu as mulheres até uma mesa e veio com duas grandes canecas de água e alguns pães frescos. Emma sentou-se, aliviada por poder descansar um pouco. Mas ergueu-se novamente assim que seus olhos pousaram no homem de negro ao fundo.

Com a correria, o restante até tinha se esquecido do convidado, mas todos voltaram-se para ele assim que Emma ficou de pé. O forasteiro copiou o gesto da loira e a passos lentos, eles caminharam na direção um do outro. O silêncio reinava no Granny's e todos os olhares agora voltavam-se para a cena. As mãos de ambos, oscilavam por sobre os revólveres que carregavam no cinto e quando estavam a apenas um passo de se toparem, pararam.

O homem ergueu a cabeça e ajeitou o chapéu, encarando a loira. A troca de olhares foi intensa e o pessoal quase prendia a respiração dentro do Saloon.

— Peste! Por onde é que você se meteu todo esse tempo?? — a xerife abriu um sorriso largo e abraçou o homem.

— É bom te ver também, loira! — Carter riu. Era a cara dela fazer uma cena daquelas.

Regina encarou os dois, sem saber muito bem o que tinha acabado de presenciar.

— Que é que está acontecendo aqui? Quem é esse?

Bendito o dia em que fora eleita prefeita da cidade. Tirando as responsabilidades, aquele posto lhe concedia muitas regalias. Uma delas era questionar o que bem entendesse sem ser repreendida ou criar desconfiança.

— Hram... — Emma ficou sem graça — Esse aqui é o... Carter — ela apresentou — Ele é meu... parceiro.

Como o que obteve da prefeita não foi uma resposta e sim um olhar quase mortífero, Emma percebeu que precisava dar um ajeitada na frase.

— Bom, não parceiro, parceiro... Erm, quero dizer.. Ele é.. — a loira se enrolava nas palavras.

— Um Ranger. — Regina completou antes que Emma se embaralhasse e acabasse fazendo besteira — Já entendi.

Henry tampou a boca para não rir. Os outros, depois que a prefeita dirigiu-lhes um olhar bem claro de "não tem nada melhor pra fazerem?", voltaram a comer o que Granny servia.

— Ahn.. Carter, Regina. A prefeita de Storybrooke. — Emma apresentou — Regina, Carter.

Por educação, Regina estendeu a mão ao homem. Carter, vendo que tratava-se de uma verdadeira dama (mesmo nas atuais condições), ao invés de um simples aperto, abaixou-se e beijou as costas da mão da prefeita.

Emma quase infartou, mas seus instintos de sobrevivência agiram antes que ela desse vexame. Pôde-se notar a mesma reação vinda de Regina, mas suas técnicas de camuflagem foram um pouco melhor trabalhadas.

— Ahn, ótimo! Já se conheceram. — ela puxou o amigo de volta e afastou-se um pouco dali — É bom te ter aqui. — essa parte foi sincera.

— Desculpe a demora — ele pousou a mão no ombro da Ranger — Não sabe a loucura que está o Texas... E que história é essa de candidatura à xerife? — sorriu.

— É uma longa história... Na verdade, você chegou bem na hora. Acho que não temos muito tempo.

Era bom estar de volta e descansar por um segundo, mas Emma pressentia que não lhes restava muito até que um próximo desastre assolasse Storybrooke.

— Vou lhe colocar a par de tudo em breve, mas primeiro preciso tomar as providências aqui.

— Faça o que tem que fazer. — ele estendeu o braço, indicando o pessoal nas mesas — Depois você me conta o plano — e piscou para a loira.

Era muito bom ter o amigo por perto. Emma sentia que uma bomba estava prestes a explodir sobre a cidadezinha, mas viu sua energia reforçada ao saber que poderia contar com Carter naquele momento. Deixando a relativa tranquilidade de lado, voltou-se para os outros.

— Pessoal! — ela chamou a atenção — Sei que hoje pode ter parecido uma vitória, mas acho que essa guerra está só começando. Quem quer que tenha planejado esses ataques... Não vai parar.

A conversa cessou novamente e todos fitavam a xerife.

— Já está na hora de por um fim nessa maldição que se instalou por aqui. Reg_ — ela quase chamou a prefeita pelo nome — Madam Mayor... Essa cidade possui um Conselho?

Regina confirmou com a cabeça.

— Então sugiro que o reúna. O mais rápido possível.

Após aquele último ataque, aos riscos que viu sua vida correr e ao colocar seu filho e Emma também em perigo, Regina decidiu que realmente aquilo precisava de um basta. A situação tinha saído do controle e o que havia começado com a maldição da estrela de xerife parecia ter se alastrado para algo muito maior. O inimigo havia crescido nas sombras e eles não se atentaram propriamente a isso. Mas não mais... Imediatamente a morena levantou-se, uma forte determinação brilhava em seus olhos.

— Será feito.

Notas finais
E ai pessoas? Que tem achado da fic? Bora contribuir mais pra minha felicidade nas reviews? 8D E depois de 26 cap , eu percebi que nunca pergunte nada de vocês... Qtos anos tem? De onde são? Ques séries mais vocês curtem? (uma amiga minha me disse que é muito saudável essa "aproximação" =) ) Obrigada de novo galera! Beijos, até o próximo ^^ ps. tem hot por ai u_u