Notas iniciais
Volteeeei pessoas lindas 8D/ Acho que nem demorei o.o Finalmente, depois de vinte cap chegou a cena que eu tinha imaginado quando inventei de escrever essa fic kkkk Queria agradecer o carinho de todas novamente, sem vocês e esses comentários lindos quase nem faz sentido escrever *_* Obrigada gente o/ Queria agradecer a And por ser minha mais nova Beta, se bem que a gente já lia os cap uma da outra exclusivamente mesmo, maaas kkk Agora se tiver erro gramatical ou de digitação já sabem quem culpar u_u Vamos ao que interessa então o/ Boa leitura.. E não me matem no final 8'D Senão não tem continuação u_u


Assim que seus pés tocaram o telhado da estalagem, a loira levou a mão aos lábios e um baixo assobio cortou o silêncio da noite. A Alguns poucos metros dali nem seria ouvido, mas ela sabia que chegaria a quem interessava. E quanto menos alarde fizesse, melhor.

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O estábulo estava escuro e cada animal repousava em sua respectiva baia. O vento da noite soprava gelado, mas ali dentro eles se mantinham confortavelmente aquecidos, protegidos pela forte construção de madeira. O cavalo palomino tinha os olhos fechados, embalado pelo som que as árvores faziam ao serem tocadas pela corrente de ar do lado de fora. Sua respiração era tranquila e regular, até que, de repente, algo despertou-o do descanso.

O animal ergueu o pescoço e suas orelhas moveram-se como que para captar algum som. Os outros cavalos não pareceram dar importância àquilo, mas Argo sabia que era um chamado. Um chamado para ele. Remexeu-se em sua baia, a pequena porteira que a delimitava estava fechada. Mas o garanhão havia sido treinado para transpor todo o tipo de barreira que se pusesse entre ele e seu objetivo. Um Ranger não escolhe um cavalo qualquer. O cavalo de um oficial daqueles é mais do que um simples animal. É um parceiro.

O palomino transpôs com facilidade a primeira cerca. Galopou pelo corredor do estábulo até a extremidade oposta, mas foi forçado a brecar por uma grande porta de madeira. O cavalo procurou por qualquer outra saída, mas não encontrou. O relinchar do animal ecoou por toda a construção e ele se ergueu sobre duas patas. Agitou as dianteiras no ar e deixou que todo seu peso caísse sobre a porta. A barreira respondeu com um grande estrondo, mas não cedeu. O cavalo voltou a repetir o movimento, bufando cada vez mais alto. Na terceira vez, a madeira não foi mais capaz de suportar tal agressividade. A tranca quebrou-se em inúmeras lascas e as portas foram abertas, dando passagem àquela força da natureza. Argo saiu a galope, seguindo a direção de seu chamado.

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Montada em seu fiel escudeiro, não demorou nem um minuto para que a loira alcançasse o final da colina. Desceu do cavalo quando faltavam apenas alguns poucos metros até a mansão. Não queria chamar mais atenção do que devia. Rezou para que Regina estivesse bem. Se algo acontecesse a ela ou ao garoto, Emma não sabia o que seria capaz de fazer.

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Ela entrou por uma das janelas de baixo. Encontrou dois guardas abatidos no caminho, isso não era bom sinal. A loira agradeceu o dia em que Carter lhe ensinou todos aqueles truques de arrombamento, executou-os sem um ruído sequer. Sua visão logo familiarizou-se com o salão da mansão. Varreu o lugar com os olhos e constatou que estava vazio. Seguiu direto para as escadas, revólver em mãos. O corredor superior parecia no mesmo estado. Silêncio total. Colocando todas as suas habilidades em ação ela se transformou na verdadeira raposa das sombras que podia ser.

Moveu-se de modo indetectável caminhando até encontrar as portas desejadas. Ambas estavam fechadas e foi ai que um dilema enorme veio sobre ela. Qual das duas primeiro?? Emma queria ser capaz de poder dominá-las ao mesmo tempo, mas sabia que era impossível. "Aguente firme, Regina..."— torceu. A mansão jazia em silêncio total, mas a loira podia pressentir que ele não duraria muito. Abriu a porta da direita, girando a maçaneta de leve. Com um movimento quase imperceptível, rápida como um raio, a loira colocou-se para dentro. A mira de seu revólver percorreu o cômodo todo em um segundo, mas ele parecia vazio. "Não...!" E no mesmo instante as lágrimas lutaram para sair, mas um ruído chamou-lhe a atenção.

— Emma? — a voz do menino chamou.

A Ranger jogou-se no chão, olhando em baixo da cama. Viu o alívio invadir cada célula de seu corpo, Henry estava ali.

— Shhh...! — ela colocou o indicador sobre os lábios — Vem cá...

Tentava usar o menor tom de voz possível. Emma ajudou a tirar o garoto dali, ajoelhou-se e pousou as mãos em seus ombros.

— Henry.. Você tem que se esconder.

— O que ta acontecendo, Emma..? — o menino começava a formar lágrimas nos olhos — Minha mãe..

— Ela vai ficar bem. Eu JURO. Agora vai. — a loira ergueu a escrivaninha e abriu a passagem secreta na parede.

Quanta ironia do destino. Há apenas algumas horas antes, naquele mesmo dia, Henry tinha descoberto algo que lhe salvaria a vida naquela noite. A xerife agradeceu infinitamente pela visita anterior.

— Vai ficar seguro ai. Não se preocupe, tudo vai dar certo..— ela tentou tranquilizá-lo.

Houve um pequeno ruído vindo do lado de fora da porta. Henry não pareceu notar, mas aos sentidos da Ranger nada escapava.

— Henry... Só saia daí quando for chamado por alguém que conhece. Não deixe o abrigo antes disso, aconteça o que acontecer. Promete?— ela não tinha muito tempo, mas precisava assegurar-se de que ele ficaria bem.

O garoto apenas acenou que sim com a cabeça. Em seu olhar, Emma pode reconhecer a mesma determinação que a tomava. Sabia que poderia deixá-lo, Henry saberia se cuidar. Deu-lhe um beijinho na testa e fechou a passagem. Colocou o móvel no lugar, tapando a visão da abertura. Correu para a porta e quando abriu-a ouviu o som mais apavorante de toda sua vida. A Ranger já havia presenciado explosões de todos os tipos, gritos de fúria dos mais diversos inimigos, já tinha ouvido a morte lhe chamar de perto... Mas nada se comparou ao que ela ouviu agora. O grito da prefeita quase fez seu coração parar de bater.

Com um único chute a xerife colocou a porta abaixo. O dedo já estava no gatilho, pronto para mandar quem quer que estivesse ali para o outro plano. Mas para sua surpresa, o quarto parecia igualmente vazio. Foi ai que ela notou a janela aberta e as cortinas que voavam com o vento. Aquela maldita mansão enorme e seus telhados! Emma conseguia ver a prefeita e os atacantes, mas não tinha uma boa mira dali. Não poderia arriscar um tiro e não queria estragar o elemento surpresa, a vida de Regina estava em jogo. Bom, pelo menos ela estava viva e isso significava que precisavam dela assim. Forçou a mente e pela segunda vez as "espiadinhas" pelo telescópio fizeram valer a pena. Sabia o que fazer. Voltou ao corredor, em busca da janela certa.

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Regina andava para trás, esforçando-se para não escorregar. O tempo estava ficando cada vez mais fechado e o vento uivava acima de suas cabeças. Um relâmpago cortou o céu e seu clarão iluminou as duas figuras de preto que a seguiam. As facas que tinham em mãos reluziram com a luz, assim como o sorriso maléfico daqueles que as portavam. A prefeita sabia que se quisessem, ela já estaria morta. Mas ao invés disso, estavam caçando-a. Podia sentir.

Os pingos começaram a cair das nuvens enegrecidas e o estrondo do trovão quase fez com que perdesse o equilíbrio. A sombra dos homens projetavam-se sobre ela, e foi como se já tivesse estado ali. As imagens e lembranças de seus pesadelos voltaram a atordoá-la com força, como ferro quente marcando a pele de um animal. Já faziam alguma noites desde que ela não os tinha. Algumas noites atrás quando a confiança em alguém novo surgiu e ela passou a sentir-se segura novamente. Mas tudo agora parecia irrelevante e a dor, o medo, eram ainda maiores. Porque desta vez, estava mesmo acontecendo... E não havia ninguém ali para acordá-la.

O telhado continuava relativamente plano até pouco mais à frente, então ela voltou a correr, mesmo que suas esperanças naquela atitude já não fossem das mais otimistas. Os dois logo colocaram-se no seu encalço. A prefeita corria o máximo que as pernas permitiam. Se fosse perder, pelo menos lutaria até o último segundo. As sombras atrás de si pareciam cada vez maiores e ela notou que agora vinham de mais de uma direção, estava ficando sem opções. À medida que percorria as telhas, o caminho se tornava mais íngreme. A chuva castigava a pequena cidade e isso tornava cada passo um desafio ainda maior.

Regina sentia os homens aproximando-se, podia jurar que ouvia-os rindo. Pensou então em desistir. O peso parecia-lhe agora grande demais. E ainda tinha Henry... Não sabia o que aconteceria com o filho, talvez pudesse até negociar: sua vida pela do garoto. Começou a diminuir o ritmo, deixando que a exaustão a tomasse. Mas foi então que ela ouviu. E no meio de toda aquela escuridão, dilacerando cada sombra que tentava se apossar de seu corpo, veio a voz que ela não confundiria com nenhuma outra no mundo.

— Regina!! Regina, venha!!

E a força pareceu revigorar-se na prefeita. Tudo o que ainda lhe restava aflorou e seus membros voltaram a animar-se. Não via a mulher, mas seguiu a direção de sua voz. Voltou a correr com determinação, mas foi a chuva quem lhe traiu desta vez. Com uma inclinação já acentuada e a umidade das telhas, a morena deu um passo em falso e desequilibrou-se. Imagens dos pesadelos vieram novamente, rasgando seu âmago. Era sempre aquele o final, não era? Ela chegava tão perto, mas no fim... Era sempre engolida pelas sombras.

Preparou-se mentalmente para o impacto que viria assim que seu corpo tombasse, mas ao invés disso sentiu um grande aperto no braço. Abriu os olhos assustada e um novo clarão iluminou a cena: os longos cachos molhados que pendiam no ar, os olhos verdes que por um instante brilharam como se absorvessem todo o poder daquele relâmpago, o braço forte que a erguia de volta.

— Te peguei! — a loira gritou em meio ao estrondo que veio com a fúria dos céus.

Emma apertava fortemente a mão em torno do braço da prefeita, nada a faria soltar. Os homens notaram então a nova figura e levaram as mãos aos revólveres. A Ranger sabia que tinha de tirá-las dali e logo. Puxou Regina e desceram pelo lado oposto do telhado. Um novo assobio. A loira já estava com Regina, viva, só precisavam sair dali assim. Elas deslizaram caminho abaixo e foi com muita força de vontade que conseguiram brecar uma queda em alta velocidade. Os homens já começavam a fazer o mesmo. Emma deu uma boa olhada para os lados.

— Confia em mim? — perguntou, dirigindo-se à morena.

— Claro que sim! — Regina nem pensou para responder.

— Então vem! — a xerife colocou-se a correr mais uma vez.

Os capangas estavam à toda atrás das duas, mais ainda nenhum disparo. De fato a vida da prefeita parecia fazer diferença nesse jogo. Regina notou então que Emma as levava em direção à extremidade do telhado.

— Que você vai fazer? Quer nos matar?

Ô vontade de dar uns tapas nela que a loira sentiu. Mas não tinham tempo para repreensão nenhuma ali.

— Shh! Não pedi pra confiar em mim??

A prefeita calou-se e limitou-se a correr. Foi ai que ela notou que suas mãos continuavam entrelaçadas. Mas não importava. Nada a faria largar aquela loira agora.

Os homens apertaram o passo e a Ranger podia sentir o ódio que sentiam por terem perdido sua presa. A borda estava perto. Só mais alguns passos...

— E Henry?? — a prefeita desesperou-se.

— Ele está bem! Agora, pule!! — Emma gritou.

— Mas..! — não houve tempo para reclamar.

A xerife puxou a mulher e elas pularam de mãos dadas. Regina fechou os olhos e dessa vez sim teve certeza de que iria receber um impacto daqueles. Mas, novamente ela estava errada. Ao invés do chão que estava esperando, a queda foi muito menor. Elas aterrissaram improvisadamente numa extensão do telhado, mais abaixo. O primeiro andar. Regina nem sabia acima de que cômodo estavam, mas a loira parecia ter certeza dos passos que dava. Uma queda direto do segundo andar renderia algumas boas fraturas. Sem perder tempo, Emma voltou a puxá-la. Ela ouviu os cascos do cavalo se aproximando e encorajou a prefeita.

— Naquela direção! — apontou — Corra e pule!

— O quê??

— Regina, agora!

A morena então decidiu dar o voto de confiança cego que a xerife estava pedindo. Não duvidava de sua capacidade nem um pouco, mas o medo pode ser um inimigo poderoso. Obedeceu e começou a correr. A loira virou-se então e sacou os dois revólveres. Hora de dar-lhes alguma vantagem. Assim que o primeiro homem apareceu no telhado acima, ela disparou. Um urro de dor indicou que o alvo havia sido atingido. Mas a investida gerou resposta do outro lado também. Um novo tiro ecoou, e desta vez não veio de sua arma. Passou bem perto, atingindo uma telha próxima à Ranger e a julgar pelo ângulo do disparo, ela soube que não vinha daqueles dois. Estavam encrencadas.

Regina correu na direção indicada por Emma e quando atingiu o final do telhado entendeu a estratégia da loira. Logo abaixo estava um cavalo, Regina se lembrava dele... O palomino aguardava pacientemente e a prefeita deduziu que não devia ser a primeira vez em que a loira precisava pular de um telhado. Agora que a morena já estava lá, Emma começou a correr também.

— Pode pular! — ela gritou.

Se pensasse duas vezes ia acabar se arrependendo, então ela o fez logo. Mirou e pulou. A altura já não era grande agora e Argo já tinha suportado pior. Aterrissou no lombo do animal e ele apenas bufou. A primeira coisa que fez foi erguer o olhar em busca da xerife.

— Emma!! — gritou — Você..__

Em um segundo ela viu um vulto saltar do alto e aterrissar no chão, manobra que veio seguida de uma cambalhota para amortecer a queda.

— ...Vem?

— E perder o restante da festa? — a Ranger montou na garupa do animal e ele logo pôs-se a galopar — Não conte com isso, Madam Mayor.

E até próxima da morte, a prefeita conseguiu sorrir. Emma incentivou o cavalo a aumentar o ritmo e percebeu que os bandidos já estavam colocando os seus logo atrás.

— Seria decepcionante se fosse apenas correr, né... — brincou.

Novos tiros vieram e ela deixou a atitude tranquilizadora de lado por um tempo. Queriam a prefeita viva, mas aparentemente o contrário deveria valer de alguma coisa também. Melhor do que entrega nenhuma.

— Guie Argo naquela direção! — ela instruiu a morena — Tem uma descida das colinas.

Regina passou a colaborar sem mais questionamentos e tomou as crinas do animal com determinação. A manobra seguinte de Emma surpreendeu até os bandidos. A loira virou o corpo, trocando a posição em que sentava no dorso do animal. Agora ela conseguia encará-los de frente, igual para igual. Antiga estratégia indígena. As balas de seus revólveres eram descarregadas sem piedade, e uma a uma elas vinham acompanhadas de urros de dor. Os tiros que eles disparavam ficavam cada vez mais próximos também, e um deles pegou a perna do animal de raspão. Argo relinchou de dor, mas não parou.

Aquilo enraiveceu ainda mais a Ranger. O grupo havia passado de dois para seis e mais pareciam se juntar a eles no meio do caminho. Haviam armado uma emboscada e tanto, não pareciam dispostos a falhar naquela missão. A Ranger agora contou oito, no total. Livrou-se de quatro sem muito esforço. Agora só faltava a outra metade.

As nuvens se aglomeravam cada vez mais sobre a lua e estava ficando difícil até para ela distinguir os alvos. Os homens disparavam tiros aleatórios, mas como as balas eram muitas a desvantagem estava do lado da loira. Aquela disputa já durava alguns minutos e eles já se encontravam agora bem distantes da mansão Mills. Os animais galopavam, contra a chuva, contra o vento, por entre rochas e pequenas colinas.

— Emma... — a voz da prefeita soou preocupada — Aquilo é..

— Um desfiladeiro. É. Continue. — ela encorajou — Argo vai passar.

Aquilo tinha que dar certo. A loira tinha apenas três balas restantes nos tambores. Um novo disparo dos inimigos passou muito perto da cabeça da loira. Argo não havia parado, mas o ferimento tinha forçado o garanhão a desacelerar um pouco. Um dos cavalos inimigos colocou-se quase ao lado, poucos metros de distância. Uma breve iluminação permitiu que a xerife acertasse mais um. Duas balas. Ela recarregou para acertar o homem que havia se colocado mais próximo, mas o movimento do adversário já estava preparado. Numa fração de segundos, como que em câmera lenta, ela viu o cano do revólver direcionado à prefeita. Um último movimento de corpo foi tudo o que conseguiu fazer. Regina também via a cena e fechou os olhos. O tiro ecoou. Ela esperou sentir a dor, mas quando voltou a abri-los notou que ele não a havia atingido. Já o homem não teve essa sorte. Menos um.

O desfiladeiro chegou e o palomino conseguiu ser o primeiro a passar. "Agora, Emma." — pensou. Só teria essa chance. Os cavalos inimigos vieram logo atrás, forçados a seguir em fila indiana devido ao caminho estreito. Restavam agora três. Argo esforçava-se, tentando manter a velocidade e não escorregar nas pedras. O outro lado estava próximo e um dos bandidos carregou o revólver, mas desta vez a loira não ficaria em segundo lugar. O seu já estava pronto e com uma mira final ela puxou o gatilho. Última bala. Sorte que o destino estava bem a frente e o metal perfurou o alvo com perfeição. O cavalo do primeiro homem tombou e levou com ele a fila de trás. Neste exato momento, Argo colocou as patas em segurança do outro lado, atravessando o desfiladeiro.

Regina olhou para trás pela primeira vez. Suspirou aliviada ao notar que já não restava mais nenhum bandido. Emma era mesmo incrível, tinha que admitir. Ela conduziu o cavalo até uma árvore pouco mais à frente e freou.

— Conseguimos! — ela comemorou.

Não houve resposta. Percebeu que o peso havia aumentado e imediatamente girou o corpo. A cabeça da loira pendia sobre seu ombro e a morena teve um mau pressentimento.

— Emma???

Um novo clarão iluminou a pradaria e a prefeita então viu. Foi como se alguém rasgasse seu peito, dilacerasse seu coração em infinitos pedaços. Emma tinha os olhos fechados, a camisa branca estava manchada de escarlate.

Notas finais
Por favor não precisar xingar, nem me bater, nem torturar e coisas do gênero X''D Calma que tudo da certo no final u_u Que nem filme da disney u_u (soqn) Prometo recompensá-las com um cap super legal depois u_u Beijooos meninas *_* Espero que a fic esteja agradando o Obrigada a todas aquelas que me acompanham faz tempo e as novas leitoras que vem aparecendo /o/