Once Upon A Time In Stafford
4 Difference Between The Haven and The Hell
Notas iniciais
Harry:
Vê-la dormindo, no meu braço, foi encantador. Não tinha uma hora que eu não olhasse para ela com seu rosto delicadamente deitado no meu bíceps, sua mão repousada delicadamente de um jeito no meu tórax, suas pernas entrelaçadas as minhas, seu leve sorriso enqunto dormia... Parecia que eu conhecia ela a muito tempo.
Eu me controlava para não fazer nenhum movimento, apenas os dos meus dedos enrolandos mechas de seu cabelo, para não acorda-lá. Enchi meus pulmões do ar que envolvia sua cabeça, repousando delicadamente meus lábios no topo de sua cabeça. Com esse movimento, ela simplesmente deslizou sua mão para o lado de meu abdomen, me envolvendo em uma abraço fraco. Seus seios esmagram-se no lado do meu peitoral, e sua cabeça foi se juntando delicadamente na curva do meu pescoço, me excitando com sua respiração leve e quente. Tentei controlar minha ereção pensando em uma velha banguela de mais ou menos 85 anos fazendo sexo oral em um cavalo... Não pensei que sou zoófilo, eu so queria ter mais auto-controle do meu membro.
Virei lentamente meu rosto para o meu celular. Peguei-o com meu braço direito para ver as horas. Era 3 da manhã. Tinha passado sete horas eu observando ela dormindo no meu braço... Nunca pensei que eu pudesse me envolver tão rapido emocionalmente por uma garota. Não tinha três dias que nos conhecemos, mas considero ela mais que uma simples anfitriã.
Fique mais uns minutos olhando para ela até que minhas pálpebras ficaram pesadas. Envolvendo meu braço na sua cintura, comecei a fechar os olhos delicadamente.
– Merda. — murmurei baixo, quando meu celular começou a vibrar. Era o Louis.
– Ei Harry, te acordei? — ele falou. Revirei meus olhos, respirei fundo (mas baixo para não acorda Clair).
– Não amor, estava a noite toda esperando pela sua ligação.
– Ok, foi mal cara. Então... Dá para abrir a porta? É que está frio aqui na porta.
– Que horas são?
– Vão dar 5.
– Ok, deixa eu botar uma cueca. — menti. Ele deu uma risada leve e desligou. Aprofundei minha respiração. Não queria sair dessa posição. Queria ficar dormindo com Clair e não leva-lá para seu quarto e e abrir a porta. Mas era preciso, os garotos não deveriam saber que transei com nossa anfitriã. Me levantei delicadamente, deslizando seus membros para fora do meu corpo. Senti minha cueca um pouco molhada. Ótimo, tive uma ejaculação precoce. Uau, me sinto um punheteiro que nunca traçou alguém na vida.
Carreguei o corpo dela, sendo MUITO difícil não tocar na sua bunda. Passei minhas mãos na sua nunca e nos encontros entre suas pernas e coixas e a carreguei com facilidade. Fui levando ela até seu quarto, quando no meio do corredor, ela abriu os ohlos e pude ver a sua bela íris cinza.
– Harry...
– Shii, vou te levar para cama. — falei delicadamente. Ela fechou os olhos sonolentamente.
Ergui ela, e ajeitei-a na cama. Dei-lhe um beijo na bochecha e desci para abri a porta.
– Que demora é essa? — disse Zayn. — Comeu uma garota escondida da Clair?
Eles entraram e se jogaram no sofá.
– Quem me déra. — joguei minha cabeça para a frente gargalhando um pouco. — E aí, qual de vocês comeram quem?
– Niall comeu uma menina chama Keyla. — Louis falou e se aproximou de Liam. — Te traíu.
– Você também comeu uma ruivinha aí! — protestou Niall.
– Não Niall, eu que peguei a ruivinha, Louis e Liam pegaram a bulgara. — explicou Zayn.
– Então, Harry foi o unico a não transar. Logo Harry. — é Payne, logo o Harry que tirou a virgindade de nossa querida e gostosa anfitriã.
– Pois é cara. — forsei um riso.
Ficamos conversando sobre a reunião com nossos produtores e com nosso empresários sobre as nossas férias.
– Bom dia garotos. — ouvimos uma voz feminina vindo corredor do andar de cima. O proprietário, ou melhor, A proprietária dessa frase foi Clair, que por sinal, estava de calçinha.
Eu e os meninos ficamos secando o corpo dela por segundos. Se ela era uma anja dormindo, ela parecia uma súcubo*. Cara ela é muito sexy! No meio dessa incrível recaída, dei conta de que eu não era o único concorrente por ela. Uma chama ardeu nos meus olhos, influenciando meus lábios soprarem
– O quê que vocês estão olhando? — os 5 pares de olhos me encararam, 4 curiosos, 1 preoucupado, mas mesmo assim, a chama que me forçava a dizer sobre meu sexo com Clair não ia parar sozinha. Foda-se, treçei ela mesmo. — Eu que tirei...
– Essa bunda da cama para atender ele. Sim Styles, sabemos disso. Você está melhor, ÓTIMO, mas a casa está sem comida. Louis, Niall querem me ajudar na cozinha? Zayn, Liam, vocês podem fazer cópia dessas chaves? E você Harry, sua cama está bagunçada, concordo que é melhor você arruma-lá e tirar os panos descartáveis do seu quarto. — ela falou, mordendo o lábio inferior para me provocar. — Ah, é melhor botar uma calça, você está ereto.
Olhei para minha cueca. Droga, meu membro estava rígido. Aposto que o de todos aqui em baixo também estavam, mas eu era o unico de roupa de baixo. Então eu sorri sadasticamente e disse:
– Tem problema não, aliás, você sabe como ele volta ao normal.
Ela me lançou me o olhar mas provocante e começou a descer as escadas
– Vamos meninos?
Me joguei na cama e fiquei pensando o quê aconteceu ontem. Relembrando cada movimento, e de cada gemido. Me botava um sorriso bobo no rosto. Arrumei a cama onde haviamos dormindo e fui ao banheiro. Tirei o restante de pano que sobrava no meu corpo e entrei na ducha. A cada gota quente que caia em cima de mim, meu corpo respondia com um leve arrepio. Quando minha pele começou a arder, troquei a resistência para o frio, onde cada toque de água no meu corpo evaporasse pelo calor que a água quente tinha feito. Meu metabolismo começou a relaxar enquanto eu erguia meu rosto no ápice da queda da chuva fria. Saí do box, peguei uma toalha, enxuguei agressivamente meu cabelo, e enrolei a toalha na minha pélvis. Quando abri o banheiro, uma névoa quente tinha se espalhado pelo corredor.
Passei pelo quarto de Clair quando me lembrei que eu entre nele para repousar o corpo inativo dela e quando eu joguei as camisinhas fora, mas nem reparei no ambiente. Lógico que minha curiosidade era tão grande, para forçarem minhas pernas me levarem até aqule objetivo.
O quarto de Campbell era lilás, e tinha um aroma doce e fraco de lavanda, um cheiro tão delicada, mas tão próprio que envenenava meus pulmões. Tinha uma cama de casal no meio (ótimo, parecia de mola, excelente para uma rapidinha), uma bancada onde seu Mac repousava-se. Seu closet era bege, e na estante tinha várias fotos e ursinhos de pelúcia... Uma coisa me dizia que naquele mesmo lugar, eu poderia saber o que é se sentir estar no paraíso ou no inferno. Saí daquele lugar o mais rápido possível, não deveria me viciar tanto nela, mas não quer dizer que eu não podia usá-lo como minha droga.
Notas finais
desculpa esse capítulo ser pequeno, mas não tive muita coisa em mente... estou mais ansioso para o próximo... até sábado, ou domingo eu acho ;)
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