Notas iniciais
Os personagens pertencem aos seus respectivos autores, com exceção de Kayko e Yoko que são minhas criações. Boa Leitura!

Já havia dias que estavam se encontrando, não haviam assumido para ninguém que estavam juntos, segundo Shin, seria mais seguro para ela, só que ela não esperava ter que enfrentar mais um dos problemas que lhe tirava a pouca paciência que tinha: Shin tinha uma namorada de fachada, uma vigia que limpava toda a sujeira que ele fazia quando surtava.A infeliz se chamava Kuzunoha Mana, e de todas as maneiras queria jogar na cara dela o fato dela ser a namorada oficial do presidente do clube de execução, e o pior era que ela estava desconfiada que Shin e ela estavam tendo um caso.

Kayko estava sentada a frente da sala de treinamento, ela estava encostada na parede com sua mochila ao lado quando uma sombra sobre si a faz abrir os olhos.A sua frente Kuzunoha a olhava com ar de superioridade:

—Vim lhe fazer uma proposta. — Kuzunoha começa a falar.

—Diga. — Kayko fala sem emoção a encarando desafiadoramente.

—Quanto quer para sumir dessa escola?

—Olha. — Kayko se levanta, sacode a poeira da saia e a olha. — Eu gosto dessa escola, ou era essa ou era uma escola para patricinhas, acho que a minha segunda opção combina mais com você.

—Acho que você já deve saber que eu não posso sair dessa escola e muito menos posso me afastar do Shin.

—Não, não sei de nada e nem quero saber, o que você e Shin fazem ou deixam de fazer não é da minha conta. — Kayko falou irritada. — Agora qualquer coisa que tenha contra mim guarde para você, não quero problemas com o presidente.

—Então você deveria se afastar dele.

—Estou no grupo de execução sob ordens diretas dele, não posso sair se ele não aceitar, não concorda? Agora imagine só, se eu pedir para sair ele irá querer saber o motivo, e se eu contar que o motivo foi você, o que ele acharia?

—Vamos ver o que ele vai achar. — Kuzunoha se vira e passa a caminhar para longe de Kayko.

Logo Kayko ouve passos e ao se virar encontra Buchishi a olhando:

—Ela vai falar com o Shin. — Ele falou parando ao lado de Kayko.

—Vai ouvir um belo não. — Kayko responde.

—Ele me contou que vocês tem ficado juntos.

—Sim, mas isso não vai adiante se ele não tomar uma atitude quanto a ela.

—Se ele realmente esta interessado em você ele vai sim tomar uma atitude quanto a ela. Aliás nem sei o porque dos dois estarem juntos, não me lembro do Shin ter falado de ter transado com ela ou ter algum sentimento.

—É mais complicado do que você imagina, mas não se preocupe, tenho certeza que o Shin vai dar o jeito dele. — Kayko sorri para o homem forte ao seu lado.

—Prefiro você a ela. Você é definitivamente mais gostosa. — Ele brinca.

—Deixe só o Shin ouvir isso. — Kayko sorri divertida.

—Se ele achar ruim eu quebro ele na porrada. — Buchinshi exibe os belos músculos que ostentava no corpo de anos de artes marciais.

—Aham, claro. — Kayko finge acreditar. — Já que esse povo não aparece eu vou voltar pra casa.

—Não vai esperar a decisão de Shin?

—Não preciso disso. Minha irmã está vindo me visitar junto do mestre dela, eu acho que ela já deve estar lá em casa a essa hora.

—Ela é tão bonita quanto você? — Buchinshi perguntou interessado.

—Ela é muito bonita, sem sombra de dúvidas. Aqui ela. — Kayko pega o aparelho celular e mostra o plano de fundo onde tinha duas moças loiras sorrindo.

—Ela é mesmo bonita, mas não tão bonita quanto você. Ao lado dela é a irmã gêmea dela?

—Sou eu.

Buchishi pega o celular da mão de Kayko, olha o aparelho por um tempo e olha para ela novamente:

—Nunca que você é essa garota aqui! — Ele falou alto chamando a atenção de Shin e Mitsuomi que se aproximavam.

—Estou dizendo que sou eu. — Fala Kayko.

—Esta tão cego que não reconhece uma foto, Buchishi? — Implica Shin rindo de canto.

—Olhe você mesmo, esta vendo a Kayko aqui em algum lugar? — Buchishi coloca o aparelho celular na frente de Shin que olha a foto junto de Mitsuomi.

—Não há nenhuma Kayko ai. — Responde Mitsuomi.

—Claro que há. — Shin toma o celular da mão de Buchishi. — A moça da direita é a Kayko. Na primeira vez que vi também não achei muitas semelhanças, mas observando melhor… — Shin coloca o celular ao lado do rosto de Kayko. — Formato dos olhos, nariz e boca continuam os mesmos, as sobrancelhas continuam finas, e ela ainda tem os mesmos olhos curiosos.

Buchishi e Mitsuomi observavam a foto e Kayko, olhando de uma para o outro até chegarem a conclusão de que Shin estava certo:

—Você tem razão. — Concorda Buchishi.

—Eu não prestaria atenção nesses detalhes. — Fala Mitsomi.

—Só um cara apaixonado poderia prestar atenção nesses detalhes. — Implica Buchishi.

—Quem aqui esta apaixonado? — Shin finge não entender a indireta do amigo.

—Kayko, você não estava indo para casa para ver se sua irmã havia chegado? — Buchishi se vira para Kayko ignorando Shin.

—Tem razão, eu deveria mesmo estar a caminho de casa. — Kayko fala distraída. — Vou indo agora, até mais rapazes.

Ela passa a caminhar a direção da saída. Estava gostando de passar um tempo com aquele grupo completamente louco, tão fora do mundo cheio de regras em que ela vivia antes. Ela caminhava distraída, já chegava ao portão de saída quando ouviu Shin a chamado com seu aparelho celular na mão, mas antes dele se aproximar dela, ela sentiu uma energia conhecida surgir as suas costas.

Logo dois braços fortes envolveram sua cintura, ela sentiu ser beijada no pescoço e pontas dos cachos de cor roxa cairam sobre seu ombro. Ela viu Shin parar a frente dela, seu rosto tinha uma expressão de surpresa e revolta ao mesmo tempo, e para piorar a situação, Kuzunoha surge atrás de Shin:

—Que bom que te achei Shin, eu realmente precisava ver você para conversarmos… — A frase morreu nos lábios de Kuzunoha ao ver Kayko a sua frente sendo abraçada pelo homem de cabelos cacheados roxo e olhos de um intenso azul.

—Milo… — Kayko se vira para Milo, que a beija, deixando tanto Shin quanto Kuzunoha surpresos.

—Eu não consigo seguir em frente sem você Kayko, você é a única que me entende, a única que me completa, eu preciso de você. — Milo fala após o beijo a olhando nos olhos.

—Milo, eu não posso…

—O que não pode? — Milo a olhou apreensivo.

—Kayko. — Shin a chama e lhe estende o celular. — Você esqueceu.

Kayko se vira para Shin sem sair dos braços de Milo, que a segurava possessivamente, e observa o capitão do clube de execução por alguns segundos. Ela sabia que ele estava muito bravo naquele momento, aliás os dois eram namorados e a cena que ocorria ali era uma clara traição. Ela respira fundo procurando forças e paciência para lidar com a situação sem expor seu relacionamento com Shin. Saindo delicadamente dos braços de Milo ela se aproximando de Shin, pegando o celular em seguida:

—Obrigada. — Ela fala sem graça.

—Não vai nos apresentar? — Shin pergunta entre os dentes, fingindo uma calma assassina.

—Parecem ser muito íntimos, é seu namorado, Kayko? — Kuzunoha pergunta com sua fingida amabilidade.

—Eu sou Milo, namorado dela. — Respondeu Milo enlaçando a cintura de Kayko, mostrando que não abriria mão dela para ninguém.

—Namorado. — Shin olha para Milo como se quisesse matá — lo — Não me lembro de Kayko falar que tinha um.

—Mas é bom saber disso, assim você não precisa mais se preocupar em cuidar dela. — Fala Kuzunoha para Shin, deixando claro que queria ver o namorado longe da morena grega.

—Se perdia tempo cuidando da minha namorada, eu agradeço rapaz, mas Kayko é uma garota que não precisa de cuidados, além dos meus, é claro. — Milo fala desafiador.

—Se você realmente cuidasse dela, ela não estaria aqui agora, e sim no lugar de onde ela veio. — Shin responde a altura.

—Já chega Milo, vamos embora. — Pede Kayko segurando a mão de Milo.

—Ele não vai se apresentar? Quero saber o porquê do interesse dele em você. — Milo dá um de seus belos sorrisos, deixando claro que não sairia do lugar enquanto não soubesse as verdadeiras intenções de Shin.

—Meu nome é Shin, sou… — Shin começa a frase com segurança, mas essa vai embora ao ver Kuzunoha a sua frente.

—Você é? — Kuzunoha perguntou o olhando firmemente.

—Sou presidente do clube que ela frequenta e responsável pela segurança dela, além de amigo. — Shin desvia o olhar por alguns segundos mas logo volta a encarar o homem a sua frente.

Kayko sabia que ele faria aquilo e isso a decepcionou mais uma vez. Ele sempre dizia que eles eram apenas amigos, mas ela nutriu a esperança de que ele a assumisse naquele momento porém mais uma vez ele falhou com ela, fazendo-a perder toda e qualquer esperança de se tornar a verdadeira e única namorada dele. Ela apertou levemente a mão de Milo que parece entender o que se passava.

Shin percebe o abalo de Kayko e fala:

—Kayko, mais tarde eu passo na sua casa para podermos conversar. — Shin tentou parecer calmo mas era visível seu desespero.

—Não precisa, estarei ocupada com as visitas.

—Gostaria de conhecer a sua irmã. — Ele continua tentando.

—Não se faz necessário, presidente. Estarei ausente e só voltarei as atividades depois que eles partirem. Até mais.

Kayko segue com Milo. O caminho era percorrido em silêncio até que Milo a para e pergunta:

—Está gostando dele?

—Ficou tão na cara assim? — Ela sorri triste, fazendo Milo segurar as mãos dela.

—Ficou bem óbvio depois que seu humor mudou repentinamente quando ele declarou que eram apenas amigos. Eu já estava a vigiando havia algum tempo antes de você sair da escola, me lembro de ter visto ele com aquela garota antes, eles tiveram uma breve discussão e eu só ouvi porque seu nome estava envolvido. Ela falava para ele não se aproximar mais de você, e que ele devia fazer de tudo para afastá — la da escola.

—Ele disse alguma coisa?

—Disse que seria uma decisão sua querer se afastar ou não e que ela não implicasse mais com você. — Milo responde.

—É uma escolha minha mesmo, não é verdade? — Lágrimas passam a manchar o rosto de Kayko.

—Sim, pequena, é uma decisão apenas sua.

—Obrigada por tudo lá.

—Não fiz nada além da minha obrigação.Mesmo que não sejamos mais namorados ainda temos algo entre nós: a nossa amizade.

—Verdade. Vamos, estou louca para ver a Yoko, até mesmo sinto falta dos sermões do Shaka.

—Vamos, assim poderá ver os que realmente te amam.

Mais tarde, já em casa, Kayko já havia tido um bom tempo junto de Milo e Shaka, que estavam preocupados com a adaptação dela no mundo fora do santuário, mas Saga e Kanon os acalmaram contando sobre o dia a dia deles e como ela estava indo bem na escola e até mesmo estava agindo socialmente.

Naquele momento Kayko estava no pequeno quintal da casa junto da irmã que olhava para o céu estrelado:

—Então você esta com esse cara já tem um tempo e ele só te enrola? — Yoko perguntou pensativa.

—Exatamente. O pior que eu realmente gosto dele. — Kayko respondeu distraída.

—Já olhou para as estrelas essa noite? — Yoko olhava para o céu noturno repleto de estrelas.

—Na verdade eu tenho evitado olhá — las, da última vez que as olhei acabei sendo exilada, lembra?

—Pois eu tenho olhado e sei que você vai ser feliz, muito feliz. — A loira de traços angelicais sorriu para a irmã.

—Pare Yoko, você é muito otimista, sabia?

—Eu tenho que ser, porque você é o pessimismo em pessoa.

—Sou mesmo, mas ao menos tenho os pés no chão. Mas me conte o que viu.

—Uma estrela próximo a sua, acho que o que você tem com o Shin irá a frente.

—Hum...duvido muito, mas vamos falar de coisa boa. Acredita que estou em um clube de luta? — Kayko falou animada.

—Isso é bom.

—Estamos vendo se conseguimos uma visita a Shinra Company, com sorte vamos ver os soldiers de primeira classe.

—Com sorte você quer ver o Sephiroth, não é mesmo? — Yoko sorri.

—Claro, você sabe o quanto eu gostaria de conhecê — lo, ou ao menos vê — lo de longe. — Kayko fala animada.

—Pois você vai conhecê — lo, pode ter certeza.

—As vezes gosto de seu otimismo. — As irmãs caem na risada.

—É para amar. Vamos entrar, assim o Shaka e o Milo podem ter um pouco de você também.

—Vamos.

A sala da casa estava cheia, já que Milo e Shaka ocupavam o espaço com o gêmeos Saga e Kanon. Ao que parecia eles assistiam algo na tv enquanto comiam a comida preparada com carinho por Kayko e Yoko. Era um clima familiar e não havia outra coisa que Kayko gostaria de ter na vida, aliás, aquela era a sua vida. Seus mestres, sua irmã e o mestre dela e Milo, que mesmo sendo um ex — namorado, era um excelente amigo e se preocupava com ela de verdade. Pena que sua paz se foi quando ouviu a campainha tocar:

—Atende lá Shaka, a casa é sua também. — Pede Kanon sem tirar os olhos da tv.

—Ora, mas é muito folgado mesmo. — Diz Shaka se levantando e indo até a porta.

Demorou alguns segundos até que ele voltou com o semblante fechado, o que deixou todos curiosos:

—Kayko, tem um delinquente querendo falar com você. Trate de se afastar desse tipo de pessoa, isso não fará bem a você. — Fala Shaka sério, como se fosse um pai ou irmão mais velho de Kayko. Esse era o Shaka que ela adorava ter por perto.

—Calma Shaka, deve ser alguém do clube que eu participo. — Diz Kayko saindo dos braços de Saga, que a largou a contragosto, para ir atender.

—Saga, deveria cuidar melhor de sua discípula. Por que não a enviou para a escola das saintias? — Shaka perguntou revoltado.

—Foi escolha dela Shaka. Ao contrário de você, eu costumo ouvir a minha ninfa bebê. — Respondeu Saga.

—Esse rapaz é problemático. — Shaka falou pensativo.

—Mestre, deixe Kayko fazer as escolhas dela. Lembre — se, cada um deve seguir o que seu coração diz. — Yoko intervém na conversa antes que se tornasse uma discussão acalorada.

Kayko havia visto Shin desde a porta da casa, já sabia que era ele e pensava em dispensá — lo o mais rápido possível. Talvez fosse como Shaka disse, seria melhor ela se livrar dele e seguir em frente. Ela andou com calma até o portão e abriu o mesmo , encontrando Shin encostado em sua moto:

—Vim te ver. — Ele tinha um doce sorriso nos lábios.

—Eu disse que estaria ocupada nos próximos dias, é melhor que vá embora.

—Por causa do seu “namorado”. — Shin frisa bem a palavra namorado.

—Você sabe que ele não é nada meu, se fosse, não teria me envolvido com você. Aliás, tudo isso foi um erro, se eu soubesse que seria tratada assim eu não teria nem me aproximado.

—Ei! — Shin se aproxima dela. — Eu realmente gosto de você. Você é o que tem me mantido na linha. Você não sabe o bem que tem feito pra mim, eu não quero, aliás não posso ficar sem você.

—Ficar sem mim? Não me faça rir Shin, depois de hoje ficou claro que nunca vamos ficar juntos. — Era possível ver a tristeza no rosto de Kayko.

—Isso se você quiser. Lembra que eu perguntei se você me aceitaria como eu sou? Você disse sim. — Shin tenta argumentar.

—O problema é que naquela época eu não sabia que você tinha uma namorada manipuladora e insuportável, e o pior de tudo, que você não terminaria com ela mesmo estando comigo.

—Eu já lhe contei que meu namoro com ela é de fachada e que ela é responsável por limpar as sujeiras que faço, nada mais, nada menos que isso. Kayko, eu não sei viver sem você. — Shin falou sério a olhando nos olhos em que ele adorava se perder.

—Você pode ser mais forte que isso Shin. De qualquer forma, pense um pouco antes de voltar a me procurar.

Kayko se vira e volta a entrar em casa sob o olhar triste de Shin. Pelo jeito ela não entenderia nunca que era a luz que iluminava suas trevas e que sem ela as trevas voltariam piores do que antes. Tudo bem que ele estava embaixo de um monte de regras e deveres de famílias e a posição que ele ocupava era uma das piores, mas ele lutaria para fugir disso se ela tivesse paciência e o aceitasse como havia dito antes.

Ele encarou o portão por mais alguns segundos antes de subir na moto para voltar para casa. Precisava pensar e sair por aí se metendo em brigas agora não era uma boa opção, com a frustração que sentia era bem capaz dele matar uma dúzia de pessoas. Logo ele partiu a direção de casa e no caminho os olhos de Kayko perturbavam seus pensamentos, como ele podia ser tão estúpido ao pensar que ela teria que suportar tudo aquilo por ele? Como ele podia fazê — la sofrer daquela maneira? Ele não se perdoava por ter visto um olhar tão triste naqueles olhos vermelhos tão insanamente lindos que ele adorava se perder.

Ao entrar no velho casarão, encontrou Maya e Aya sentadas no assoalho da varanda que dava para o imenso jardim:

—Irmão? — Maya o chamou percebendo o quanto ele estava inquieto.

—Maya…

—Aya, fique aqui, eu vou conversar com nosso irmão. — Maya se levanta apressada e vai até Shin, o pegando pela mão e o levando a um dos cômodos da casa. — Me conte o que aconteceu porque Mana veio me encher a paciência e acabamos saindo no braço.

—Isso está ficando insuportável.. eu só queria pegar você, Aya e Kayko daqui e sumir. — Shin se joga no chão sentando próximo a uma parede. — Eu quero que vocês continuem dependendo de mim, Maya, e eu quero protegê — las para sempre, eu as amo.

—Irmão… — Maya apenas o encara um pouco triste, ela sabia o quanto o irmão sofria devido o dom que ele havia recebido.

—Eu sei que eu deveria respeitar a Mana, eu até me acostumei ao jeito dela, mas ela só faz parte de toda aquela podridão de famílias. Eu quero ser livre!

—E o que vai fazer agora?

—Eu estava pensando no que fazer, sei que Kayko tem muitas influências e ela me prometeu ajuda...Vamos fugir, nós quatro, o que acha? — Shin sorriu animado.

—Mas irmão, em que lugar do mundo esses caras não vão estar atrás de nós? — Maya perguntou apreensiva.

—No lugar de onde a Kayko veio. — Ele sorri. — E já vou avisando, vou me casar com ela.

—Tem todo o meu apoio. — Maya sorriu e abraçou o irmão.

Notas finais
Esse capitulo me deu um pouco de trabalho porque eu queria que os sentimentos do Shin para a Kayko ficassem claros, espero que eu tenha conseguido. ^-^ Obrigada por acompanhar até aqui.