Okairi
24 Sayonará
Notas iniciais
Eu agradeço a: Lady May (Que recomendou, comentou em quase todos os episódios e acompanhou desde a primeira temporada), a Dark Lady e Kuro Assassin (que também acompanham desde a primeira temporada e quase sempre comentam) a YukiOnna (que também comentou em muitos capitulos), a todos que comentaram, favoritaram e também aos fantasminhas (É EU SEI QUE VOCÊS EXISTEM)e também...
Cheshire: Começa logo o Capitulo, para com o texto giga master longo!
Autora: Não me culpe eu quero agradecer ao pessoal!
Ciel: parem vocês dois! deixa que eu posto o capitulo antes que vocês o destruam. -Lê o capitulo-
Ciel: o quee! eu vou rasgar essa droga!
Sebastian: Boochan, não faça isso a Yui teve trabalho de escrever. -Sorriso malicioso-
“-Yes my love — Sebastian disse e pegou o menor em estilo noiva, saindo pelo grande buraco no cômodo.”
O mordomo pulava de galho em galho sendo seguido pelo Servo-Gato, o silencio era quase que insuportável, mas nenhum dos três se atrevia a falar. Ciel estava quase dormindo no colo aconchegante do mordomo, esse afagava de vez em quando as madeixas do mestre.
-DÁ PROS DOIS POMBINHOS FALAREM ALGO! NÃO AGUENTO MAIS ESSE CLIMA TENSO CARAMBA! –Cheshire teve um de seus ataques de tsundere-
Uma veia saltou na testa de Ciel, antes de falar algo:
-Bom você disse que iria explicar o porquê de você chegar bem atrasado. Sebastian já me contou que você dois começaram a me procurar no mesmo dia, como você conseguiu demorar tanto?!
O servo-gato voltou a sua normalidade, mas depois se arrepiou todo antes de contar o que aconteceu.
-Eu tinha ouvido o disparo de Sebastian, mas assim que eu fui à direção do som uma aberração vermelha me atacou dando um ataque histérico, eu desmaiei e quando acordei vi a visão do inferno.
“Só pode ter sido o Sr. Greil” Sebastian pensou.
-Mesmo assim isso não é desculpa. –Ciel disse cortando Cheshire que continuou-
- Eu não terminei caramba! Depois, um poeta loiro louco me dopou me seqüestrou e me fez usar roupas femininas. Nem pergunte como eu consegui sair daquela mansão doida sem ser descoberto.
“Visconde Druitt!” Ciel pensou que arrepiou todinho.
-Ok! Está perdoado — O conde respondeu- Mas uma coisa, como você conseguiu não ser notado pelos Trancy e por que você fez um acordo com Claude?
-Sabe, mesmo que quimeras sejam consideradas seres sobre naturais somos ainda (na nossa maioria) animais, e por isso sofremos a seleção natural; se você pesquisasse um pouco mais na biblioteca os senhores conseguiriam ver que somos classificados em ramos. Eu, como outros de minha sub-divisão temos almas humanas, e que na maioria das vezes são bem cobiçadas pelos akumas (por isso é tão raro ver um outro quimera parecido comigo); isso é só um mecanismo de defesa, que foi criado justamente pra nós não virarmos lanches demoníacos.
-Isso não explica o fato de você ter feito um acordo com Claude — Sebastian disse irritado-
-Não, mas achei que ele seria uma ótima ajuda, como provou ser não? – O servo-gato disse em tom divertido – minha única tarefa é ajudar meu mestre em assuntos do mundo sobre natural e protege-lo. Só usei as “peças” que estavam a meu favor, sei muito bem que os dois já fizeram muito isso.
Depois disso nenhum dos três voltou a se pronunciar, talvez porque mestre e mordomo descobriram que Cheshire não parecia ser tão bonzinho quanto pensavam; ou por causa da falta de assunto mesmo, assim que voltaram à mansão os três seguiram caminhos diferentes, bom pelo menos Cheshire que tratou de se perder no labirinto de rosas.
-Me leve para o quarto, estou cansado demais para fazer algo — Ciel falou-
-Yes, my love –Sebastian respondeu-
O mordomo se dirigiu até o quarto do menor e o depositou na grande cama, ele estava indo para seu quarto quando foi parado pela voz do menor:
-Está indo aonde? Deite aqui comigo — Ciel disse de um jeito fofo-
Sebastian deitou-se ao lado de Ciel e começou a afagar seus cabelos.
-Você está bem mais carinhoso, está tudo bem? Você ficou desse jeito desde que voltamos da mansão do crápula. –O menor perguntou abraçando o maior-
-Eu fiquei desconsolado por não poder ficar ao seu lado, você sabe que eu te amo. –Ciel corou um pouco com a resposta-
-Eu te amo Ciel — Sebastian disse fazendo o menor corar mais ainda, o mordomo se surpreendia pelo garoto ainda conseguir ficar desse jeito, mesmo depois de tudo que os dois fizeram-.
-Eu também te amo – O conde disse enterrando sua cabeça no peito do mordomo para o maior não ver que corou mais ainda-
Os dois ficaram um bom tempo trocando caricias antes de acabarem dormindo (N/A: ok, isso já ta se tornando uma habito não?! Vocês dois tem vinte e quatro horas para namorarem e não usam nem metade do tempo pra isso! Cheshire: PORRAS! TEM GENTE LENDO! PARA DE ENROLAR E CONTINUA A HISTÓRIA! Autora: Você é um amor viu Cheshire! Se alguém terminar encalhado não me culpe).
Os dois só acordaram na manhã do dia seguinte, estavam bem mais dispostos e todas as feridas e cicatrizes haviam sumido, como se nunca tivessem reencontrado com Alois e Cia. Ciel se trancou no escritório, não porque queria, mas o pequeno conde estava precisando esclarecer os pensamentos que começaram a o atormentar desde que voltara a mansão.
Sabe aquela sensação de que você já fez tudo o que tinha fazer? Ciel se sentia assim como se concluísse algum objetivo, não sentia mais a vontade de ficar na mansão, muito menos ter que fazer algum pedido da Rainha. O conde se limitou a escrever uma carta sobre o caso de Jack, tirando tudo o que havia de inacreditável do texto.
Após reler a carta para ver se havia algum erro o conde sentiu que faltava algo, acabou por deixar a carta na mesa e ir para o jardim, Ciel tinha um grande carinho pelas rosas brancas de lá. Acabou encontrando Cheshire sentado em uma das mesas olhando pro nada.
-é falta de educação sentar ai! –Ciel falou chamando a atenção da quimera-
-Hum – Cheshire pareceu não se importar-
-está preocupado com algo? –o servo-gato foi direto ao ponto-
O conde olhou para o servo como se dissesse “como sabia?”
-Isso é fácil, tenho longos anos de existência, e trabalhei muito com ou contra akumas então sei desvenda-los como ninguém, alem do mais também tenho essa habilidade com humanos. – Cheshire respondeu-
-Mas, eu não sou mais um humano — Ciel afirmou enquanto sentava em uma cadeira que estava por perto-
-Velhos hábitos nunca mudam — o servo-gato respondeu com um sorriso sincero — agora pare de mudar de assunto e fale o que está te incomodando.
-Você é mesmo bem direto –o Conde disse voltando à mansão- Mesmo que eu esconda você alguma hora vai descobrir. Então não vou contar.
-Mesmo assim deveria falar com seu mordomo acho que os dois deveriam resolver isso juntos — Cheshire deu um sorriso simpático-
-Então você sabia desde o inicio? – perguntou o conde -
-Não eu só achei que eu deveria falar isso – Cheshire falou em tom divertido-
-E por que eu seguiria sua intuição? –o conde perguntou irritado-
-Sei lá. –Cheshire respondeu-
Ciel saiu de lá emburrado, se o servo-gato e Undertaker se encontrassem com certeza os dois se entenderiam, afinal eram dois malucos, mas mesmo assim decidiu seguir o conselho do servo-gato e após terminar seu trabalho no escritório chamou o mordomo.
Ouviu-se o som de três batidas na porta. “entre” Ciel disse e o mordomo entrou.
-Boochan por que me chamou? –perguntou o mordomo confuso-
-Francamente não sei Sebastian –o conde disse- estou confuso, sinto que não tenho mais nada a fazer aqui, mas ao mesmo tempo penso que só se passou alguns meses e de como vou sentir falta de todos.
Sebastian suspirou antes de falar algo. “Está na hora de irmos, ficar aqui só vai dificultar tudo boochan, quanto mais ficarmos mais a rainha se lembrara que nós somos sua espada e escudo, ficaremos presos como “armas” da família real; a rainha Vitória sempre foi uma pessoa usurpadora apesar de sua aparência gentil, e se seus descendentes herdarem essa característica logo perceberão que somos imortais e usarão isso a seu favor. Não quero que você passe por mais um perigo mortal, como foi provado que ainda é possível acontecer a alguns dias. Você sabe que eu sempre estarei ao seu lado, tanto como mordomo quanto como namorado; respeito sua decisão”.
Ciel ficou um tempo em silêncio olhando para um canto quaisquer do cômodo antes de responder algo a Sebastian, “iremos partir de manhã, Sebastian arrume nossas coisas” mesmo com o tom gélido Ciel abriu um sorriso para Sebastian.
O menor pensou sobre quem conseguiria administrar todo seu império, não que gostasse dele, mas toda sua família cuidara dele desde a Funtom até as Cartas da Rainha. Lizzy que na época fora confiada a tarefa, estava morta (e por um bom caso) e Ciel não tinha nenhum parente confiável a difícil tarefa; pensou mais um pouco, teria que ser uma pessoa que conseguisse ser discreta para não revelar a verdadeira face dos cães de guarda da rainha, mas também frio e calculista para saber lidar com o submundo e alem de tudo isso teria que ter bom faro para os negócios para cuidar da Funtom. Ciel até pensou em dar essa difícil tarefa para seus leais servos, mas só de ver o estardalhaço diário da mansão desistiu. Olhou pela janela, alguém discreto, frio e com bom faro para os negócios.
O jovem conde teve uma idéia de tão brilhante só faltava uma lâmpada acender em cima de sua cabeça. Cheshire era a pessoa ideal, mostrou ser discreto a não mostrar sua identidade antes de Ciel abrir a bendita câmara secreta, ser frio e calculista quando usou Claude como mero peão tirando um grande proveio da peça e sua intuição era surpreendente talvez servisse até mesmo para os negócios.
Já estava quase anoitecendo quando o mestre e o mordomo avisaram sobre uma pequena reunião e que todos dos servos deveriam comparecer (Sebastian avisou Cheshire à parte, pois nenhum outro empregado sabia sobre ele, tanto que foi instruído a aparecer por lá somente quando Ciel o chamasse).
Todos da casa (menos Cheshire por motivos mostrados no parágrafo acima) estavam na sala. O clima era tenso, Ciel nunca havia feito algum tipo de coisa assim, no lado de fora havia uma carruagem esperando os dois as malas também estavam lá, levando os pertences do mestre e mordomo, eram 20:02 da noite e os dos Akumas pretendiam deixar aquela mansão as 03:12 sendo escondidos pela densa escuridão para não serem notados.
-Acho que os quatro devem estar querendo saber por que eu os chamei não? –Ciel disse, sendo respondido por acenos de cabeça positivos de seus quatro servos (N/A: Não se esqueçam de contar o Tanaka também) — Eu e Sebastian precisaremos viajar mais uma vez, mas dessa não iremos mais voltar.
Ninguém mais disse nada, mas nosso velho (e pequeno) Tanaka voltou a suas forma normal e disse a criança que viu crescer de um jeito meio torto.
-Boochan, tem certeza disso? –Ele perguntou-
-Sim — Ciel respondeu em tom curto e grosso-
-Então posso saber quem irá cuidar de suas terras? — Ele também perguntou-
-Cheshire, Apareça — Ciel disse e de um canto escuro a quimera apareceu — Ele irá cuidar, é um antigo conhecido do meu pai podem confiar nele.
A quimera olhou um pouco espantada assim como os servos, mas agradeceu a Ciel silenciosamente (gesto percebido pelo mesmo) antes de se pronunciar.
- Muito obrigado, tomarei o máximo de cuidado possível.
-Bom era só isso, nós dois iremos partir de madrugada, podem dormir na hora que estivermos saindo se quiserem.
Ciel subiu as escadas para descansar um pouco antes de partir, Sebastian antes de acompanhá-lo entregou um pequeno tutorial e uma carta, no dia seguinte a quimera se encontraria com undertaker que foi chamado pelo próprio conde a sua mansão, mesmo que não fosse recebido pelo mesmo.
----------------Quebra de tempo---------------
O horário da partida estava próximo, Ciel e Sebastian se ajeitavam na carruagem, Ciel atrás e Sebastian pilotando, o destino, já que o conde decidiu deixar isso com o mordomo, acabou virando uma surpresa. A carruagem estava quase partindo quando do nada a mansão ficou agitada, todos de lá saíram de seus quartos e se despediram de seus queridos mestre e mordomo.
-Sayonará — Finnan disse se controlando para ao chorar-
-Se controle Finnan, você é um homem –Bard repreendeu o pequeno jardineiro mas também estava quase chorando- Eu fiz um pouco da minha comida especial para sua viagem, Sayonará.
Depois de Sebastian pegar o veneno, quero dizer comida, foi à vez de Meiryn sussurrar no ouvido do mordomo.
-Bom não é a melhor hora, e talvez você até saiba, mas você deveria saber que eu te amo; Sayonará.
-Eu já sabia, mas eu já amo o Jovem Mestre. –Sebastian sussurrou de volta e a empregada ficou primeiro, vermelha que nem um tomate para depois ter um sangramento nasal histórico.
-Sayonará Jovem Mestre — Tanaka disse em sua forma normal-
-Sayonará a vocês dois, e não se metam em outra encrenca — Cheshire disse somente movimentando os lábios para que só os dois entendessem-
-Espero que aproveitem o resto de suas vidas, Sayonará. — Foi à vez de ciel se despedir-
-Sayonará – Agora foi à vez de Sebastian dar adeus-
A carruagem começou a andar de modo devagar, os que ficaram para traz gritavam se importar com o frio congelante e só usarem seus pijamas despedidas, com o tempo a carruagem ficou bem distantes, mas só quando ela não ficou mais visível os gritos cessaram e os empregados voltaram para a mansão.
-----------------------Na carruagem--------------------
-Parecia que eles gostavam mesmo de você Jovem Mestre — Sebastian disse-
-Não precisa ser mais tão formal comigo Sebastian, estamos sozinhos agora e mesmo você sendo meu mordomo você também é meu namorado. — Ciel respondeu -
-Como desejar Boo... Ciel — Sebastian respondeu, pena que o mordomo não viu a cara de seu mestre que estava corada –
-Para onde nós vamos?
-É uma surpresa.
-Então dá para irmos mais rápido! Já não agüento mais ir nessa velocidade.
-Tem uma vila daqui a poucos quilômetros, podemos deixar a carruagem lá e ir pelas copas das árvores então.
-Está bem.
Assim que a carruagem chegou lá o mordomo fez o que disse, mas mesmo que Ciel conseguisse seguir sua velocidade Sebastian o carregou em seu colo tampando os olhos de seu pequeno com as mãos. Em alguns segundos chegaram ao destino marcado pelo mordomo: o grande campo de rosas negras e brancas cintilantes.
Desceu o menor de seu colo e consequentemente fazendo com que a mão do mordomo saísse dos olhos do pequeno.
-Porque voltamos aqui, Sebastian? –Ciel perguntou-
-Achei que o senhor fosse gostar, se não for do seu agrado podemos ir a outro – Sebastian respondeu-
-Não é isso, eu gosto desse lugar, mas por que quis vir aqui?
-Não tenho certeza, só achei que deveria vir aqui.
-Ok, mas você não precisa ser tão formal.
Os dois se sentaram no gramado (bom pelo menos Sebastian, Ciel acabou sentando em seu colo) perto da ponta era possível ver Londres inteira e até mesmo a mansão Phantomhive.
-A vista daqui é linda não? –Ciel perguntou-
-Hai –Sebastian respondeu-
A brisa passou pelo campo fazendo varias pétalas se soltarem de suas flores e seguirem na direção do grande abismo. Ciel fechou os olhos aproveitando a sensação; esse lugar era importante para os dois, tantas coisas já tinham acontecido nele.
-Esse lugar me dá uma sensação de paz. –Ciel disse-
-Verdade –Sebastian respondeu-
-Não entendo, eu estou tentando puxar conversa aqui e você não fala quase nada –Ciel disse se irritando-
-É que eu pensei em algo
-E o que seria?
-Nós nunca tentamos fazer amor aqui né?
Com a ultima frase que o seu mordomo disse Ciel ficou vermelho sinal de transito; Sebastian era um verdadeiro pervertido não que Ciel não fosse, mas o mordomo nunca disse algo assim antes. Sebastian aproveitou o momento de fraqueza do menor para lamber e mordiscar a pele do pescoço de Ciel que por causa do colo de Sebastian estava em uma posição desprotegida para as intenções do mordomo.
Ciel afastou a boca do mordomo de seu pescoço, e olhou em seus olhos escarlates, no qual já se perdera muitas vezes, antes de beijá-lo de um jeito apaixonado. Para facilitar a ação o garoto ainda virou-se para o lado contrário, os fazendo ficar frente a frente.
Aos poucos as roupas foram sendo jogadas pelo grande jardim, mestre e mordomo chupavam, lambiam, beijavam cada área marcando o que era seu de direito. Quando toda a roupa da parte superior o mordomo fez questão de estimular os pequenos botões de rosa do menor, só parou quando eles ficaram bem durinhos, Ciel em resposta pressionou seu joelho no membro já desperto de seu servo, que suspirou em resposta.
-Sebastian, não agüento mais, fiquei muito tempo sem você eu quero você dentro de mim agora. –Ciel disse em tom manhoso-
Mais uma vez Sebastian se surpreendeu com o menor, mas logo abriu um sorriso e disse um “Yes my love” antes de retirar o resto das roupas de ambos e se posicionar na entrada do menor.
Os dedos do mordomo foram inseridos um a um com certo cuidado, apesar de tudo Alois tinha violado o menor de um jeito incrivelmente bruto e o mordomo não sabia se seu mestre já tinha se recuperado totalmente.
-Sebastian, pare de me torturar eu não agüento mais. –Ciel disse de jeito ainda mais manhoso, Sebastian teve que usar seu incrível auto controle para não penetra-lo de uma vez, o mordomo entrou lentamente, estimulando o membro do menor com uma das mãos e se apoiando na outra. Começou o movimento de vai e vem dentro do canal de seu Jovem Mestre.
-Diga o nome que você me deu, Ciel. –Sebastian disse com dificuldade-
-Sebastian...
-Mais alto
-Sebastian..!
-Mais alto
-Sebastian !!! –Ciel, agora, praticamente gritava o nome do mordomo, mas não era um simples grito, ele ecoava por Londres inteira. O mordomo logo se juntou a sinfonia gritando o nome do mestre.
Todos os moradores de Londres já tinham acordado quando dos dois finalmente chegaram ao ápice. Mas pra quem acha que eles pararam, o fato é que Londres inteira não dormiu naquela noite...
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