Okairi
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Já havia dias que a rainha havia comunicado sobre a volta de Jack, mas sempre que achavam alguma pista de utilidade tudo se complicava ainda mais em vez de ajudar a resolver o caso.
Cheshire agora também participava delas, o Conde e o “Gato” começaram a se entender mais depois dele contar sobre seu passado. Sebastian por suas vez achava o garoto-gato interessante nunca tinha visto uma quimera de perto era bem divertido ver suas ações.
Era uma tarde aparentemente calma, Cheshire e Ciel estavam jogando uma partida de xadrez, como sempre Ciel mostrava suas incríveis habilidades, mas Cheshire se mostrava persistente para quem não sabia jogar direito estava indo magnificamente bem.
Sebastian chegou soltando um suspiro audível, fazendo os dois jogadores virarem para ver quem era o dono do ruído.
-Acho algo novo? -O Conde perguntou fitando-o-
-Infelizmente não, boochan. -Ele respondeu-
Já haviam se passado varias semanas era questão de tempo até a informação vazar, porem o Conde e a Scotland Yard (mesmo que fosse uma inútil na maioria das vezes) estavam se esforçando ao máximo para resolver esse mistério. Na cabeça do conde tudo estava confuso; pegou um papel e começou a escrever com uma pena a ordem às pistas achadas.
1°-Marcas de furos feitos por um objeto cortante pequeno.
2°-Marcas de pegadas (que pertencem a somente uma pessoa) que terminam em um beco.
3°-Corpos retalhados por um objeto cortante de tamanho grande ou mediano.
4°-Trilha de sangue indo na direção de uma mansão desabitada.
5°-anel encontrado na sena do crime.
6°-Trilha de sangue finalizando num casebre abandonado.
7°-Pegadas feitas por mais de uma pessoa.
Nada disso fazia sentido para os três, quando achavam alguém que se encaixasse no perfil de criminoso uma ação completamente diferente se opunha ao suspeito atual. Não dava para entender como essas pistas se encaixavam; humanos nunca conseguiriam pensar em algo tão complicado assim ao ponto de confundir demônios.
De repente sua mente se iluminou, “como não pensei nisso antes?” Ciel se perguntou pensando alto. Os outros dois homens que estavam no recinto o olharam como se quisessem explicações.
O Conde percebendo o que fizera tentou remendar a situação embaraçosa que se formou.
-E se por acaso Jack não fosse humano? Ciel disse. -Tanto Cheshire e Sebastian ficaram pasmos, o garoto tinha razão. Se fosse alguma “criatura” “daquele submundo” ela poderia matar sem deixar rastros confundindo o individuo que tentasse desvendar quem seria o culpado. Agora que tinham alguma suposição, poderiam finalmente tentar achar o culpado. “Sebastian o mapa com as mortes, por favor,” o Conde pediu-
O mordomo entregou o mapa para Ciel que começou a analisá-lo como se o papel fosse uma pista importante. Depois de algum tempo o garoto pegou uma caneta tinteiro* e começou a traçar linhas. Quando terminou o Conde mostrou o “desenho” para os dois: uma teia de aranha imensa.
O menor sentia que já tinha visto ela em algum lugar, à tarde os três ficaram discutindo sobre as possíveis “criaturas” criadoras do caos, já era bem tarde quando decidiram parar e continuar no dia seguinte. “Eu já vi esse desenho” pensava Ciel; o garoto (que estava na biblioteca lendo um livro) encontrou o pequeno gato preto com os olhos dourados que havia sumido há semanas, Cloud pulou na direção do colo do menor e se deitou lá como se quisesse ouvir o que o menor estava pensando.
Notas finais
O próximo capitulo deve sair terça (se meus professores pararem de me dar um mar de lições pra casa e me atrasar)
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