Notas iniciais
Oi minha gente linda! Como vocês estão? Vamos ao capítulo? Ainda não!!!!!!
Comentei sobre a nova estória, não é? Já estou com dois capítulos prontos, mas claro, é somente um rascunho. Só postarei e colocarei em andamento após o término de Ocultas e o fim do meu bebê UPDON, vão me acompanhar na minha nova estória? Será uma fanfiction com base em Cinquenta tons e Toda Sua, vamos ver se terei coragem de fazer as coisas explícitas! Desejem-me sorte. Beijão e boa leitura! Um xêro bem do bom! ♥

Cameron

Hoje era o último dia da queda. O que indicava muitas vitórias para Patch e para mim também. Já que era cotado para a proteção de Nora, mas agora ela encontrava-se presa em algum porão úmido dos arredores de Tulsa, doía só de pensar e lembrar.
Mas estávamos construindo uma tática imbatível. Aphrodite se entregaria para Hank, conforme o proposto, e logo depois descobriríamos o dia de Batalha. E não uma Batalha em que lutaríamos apenas pelos Caídos, mas pelos humanos, qualificadores e talvez até nefilins – esta é a única parte que me incomoda. E, acima de tudo, eu e Patch estávamos lutando para que conseguíssemos tirar Nora e Aphrodite o mais rápido possível daqueles galpões.
Estava tudo traçado e armado e daria certo, era o que esperávamos e o que faríamos acontecer. Reuniríamos todos os Caídos, que já sabiam da Batalha e, aí sim, viria à parte mais complicada: convencer alguns vermelhos a passar para o nosso lado e eu tinha de convencer Ariane quanto a isso. Ela seria de grande ajuda.
Por isso estávamos nos encarando com tanto fervor naquela sala escura dos túneis. Ariane já estava afastada de todos e estávamos tentando uma reaproximação saudável, mas sabíamos que não daria certo, então, como o assunto que sabíamos compartilhar bem era Nora, decidi puxar uma conversa ao menos educada.
— Nora foi capturada por Mão Negra.
— Ele realmente conseguiu o que queria. –Respondeu. – Aquele cara não tem limites! Parece você. – Terminou e me olhou dos pés a cabeça, talvez avaliando ou talvez não.
— Agora haverá Batalha...
— Não precisa contar a história completa. Sou uma Caída, esqueceu? Sei disso. – Informou erguendo uma sobrancelha escura.
Ariane, sempre a mesma. Nunca mudou e talvez nem mudaria por ninguém.
— Então tudo bem, precisamos de mais vermelhos. Vocês são uma linhagem mais poderosa do que Caídos e qualificadores novatos.
— Tudo bem, posso conseguir uns cinco mais ou menos e eles podem conseguir alguns. – Ela informou dando de ombros.
— Ótimo. Venho te avisar sobre o dia da Batalha, mas para facilitar as coisas, arranje apenas aqueles que têm amizades com os mais altos para podermos libertar.
— Deixa comigo. – Ela disse me encarando friamente.
— Tudo bem. – Concordei me levantando e indo em direção à porta improvisada. Já havia passado duas horas ali, isso já bastava para fortalecer o ponto, daqui a alguns dias seria o dia de sua transfusão.

Aphrodite

- Ah, Patch! Que merda! Eu vou ir. Tudo bem. – Eu berrava batendo nas costas do mesmo por conta da forma como ele me carregava. Minhas pernas apoiadas em seus ombros e apenas um braço me segurava firmemente no local. – Eu tenho pernas, porra!
— Não foi o que pareceu quando não quis vir com as próprias. – Sua voz saiu sem restrições e nem entrecortada, como ele conseguia? Ele estava quase correndo por uma ladeira alta, enquanto me carregava em apenas um ombro!
— Vai! Me coloca no chão! – Eu disse novamente fitando a rua de ponta cabeça diante de nós. Cerrei o punho e bati contra o centro de suas costas.
— Se fosse um pouquinho mais para cima eu cairia. Mas, nem tente. – Ele disse fazendo com que eu interrompesse bruscamente o movimento de minha mão. – Ainda não entendi porque fez aquele teatro de que não viria. Ontem com Cameron você disse que viria.
— É, mas você nunca sentiu medo?
— Nunca. – Respondeu ironico.
— Mas estou com medo do que Hank pode fazer contra mim. – Choraminguei. Estava com muito medo do que ele queria e de que todo aquele plano não desse certo.
— Acha mesmo que Cameron permitiria? – Ele indagou e mesmo sem vê-lo, sabia que estava erguendo uma sobrancelha.
— Ele nunca permitiria, sei disso, mas sabemos que Hank é capaz de tudo e mesmo Cam tentando, poderia falhar. – Murmurei. Sentindo minha cabeça esquentar por conta da posição em que me encontrava. – Me coloque de uma vez no chão, aposto que não consigo correr de você.
Como que em um passe de mágica, Patch fez o que eu pedi me colocando no chão. Dei um sorriso amarelo em agradecimento e continuamos nossa caminhada.
— Não entendo porque estamos indo andando. – Estranhei erguendo uma sobrancelha enquanto arrumava minhas madeixas louras.
— Devemos estar sendo seguidos neste instante, não quero que eles conheçam nossos carros. – Ele informou, enquanto caminhava com passos firmes, sem olhar em minha direção.
— Vai dar tudo certo, não é? – Perguntei ainda aflita.
— Mas que merda, é claro que vai dar. – Respondeu.
Mesmo com sua resposta verdadeira eu ainda sentia medo e estava apreensiva quanto ao futuro. Eu não queria dar de cara com meu pai, não queria ter de discutir sobre meu futuro. E se mesmo depois de sua morte eu tivesse que ficar lá? Governando tudo o que era seu? Acho que desde o início aquela era a ideia que sempre me apavorou.

Stevie Rae

- Suas tattoos ficaram completas! – Cantarolou Damien ao me ver novamente.
— Mas, é claro, ela completou a transformação. – Informou Gabbe pela segunda vez para a mesma pessoa.
Eu sempre adorei a forma espontânea de Damien ver as coisas.
E lá estava eu, completamente exausta devido aos acontecimentos recentes, mas animada com a ideia de ter completado minha transformação tão precocemente. A visão da Deusa, tão próxima a mim, me levou a delírios inimagináveis, até que eu enfim desmaiasse com dores em todo o corpo e com leves queimaduras percorrendo minha pele para desenhar nós atados e desatados em prata e azul. Eram lindas, vindo de minhas costas até meus ombros e descendo por toda a extensão de meu braço até chegar à mão em um desenho de pulseira percorrendo até os dedos.
— E qual foi a resposta? – Damien perguntou. E agora sim, tínhamos uma pergunta que ninguém havia feito, nem o próprio Gabbe, pois ambos não sabíamos da resposta. A Arcanjo simplesmente sumiu em um piscar de olhos, sem nos dizer o veredito.
— Nós não sabemos. – Respondi franzindo os lábios. – Ela simplesmente evaporou, sem nos responder, foi quando caí e vi a Deusa. – Informei e sorri.
Damien devolveu o sorriso, mas pareceu aflito.
— O plano de Patch parece arriscado. – Ele disse, com poucas palavras, tudo o que todos estavam sentindo. Mas teria de ser daquela forma, caso contrário, corríamos o risco de perder a Batalha.
— É. Mas ele sabe o que faz. – Disse para apaziguar mais os meus sentimentos que os de Damien.
Eu estava um turbilhão. Estava completa, sentia as asas retesadas em minhas costas e também sentia a necessidade de soltá-las e voar, talvez para embarcar em uma felicidade pura e deixar os problemas para trás, mas aquilo seria egoísmo com minha irmã que estava presa e com uma amiga que estava indo com suas próprias pernas para a armadilha.
Seria complicado, depois de tudo o que passei junto de todos, ter de ir e viver com a Deusa e o Mundo do Além, em uma paz absoluta e longe de todos aqueles que amo. Eu precisava de mais tempo com eles. Mais tempo de diversão e não apenas resolvendo problemas. Eu precisava deles todos os dias, assim como tinha agora.
Queria os abraços apertados de Cameron. As risadinhas companheiras de Shaunee. Os puxões de orelha de Damien. O abraço verdadeiro de Nora, nos momentos em que mais preciso. Os olhares cúmplices de Vee. E até dos deboches de Aphrodite.
Estava me despedindo internamente. Me despedindo de toda a família que construí em um novo Mundo. Ah, como eu sentiria falta.

Notas finais
Curtiram? Ficou curto, não é? Mas, estou tentando deixar tudo separado para não misturar muito. E quero as coisas bem explícitas, ou seja, QUALQUER dúvida, miníma que seja me perguntem! E reclamem também, mas me mandem as partes favoritas e ah! vocês são muito importantes para mim! Inté depois, então ♥