Ocultas Na Escuridão.
7 Ouros perdidos e encontrados.
Notas iniciais
Quanta saudades! Estou com vontade de cantarolar! Primeiro: Olá!
Primeiro²: Obrigada à "angélica" e "Méllina Khínust" por favoritarem a estória! Vamo-que-vamo.
Desculpas por não postar ontem. Me afoguei na leitura de três livros ao mesmo tempo, ou seja, culpem eles: A Seleção / Laços Inseparáveis e principalmente à Toda Sua!
Enfim, este capítulo já havia surgido há um bom tempo, e consegui desenvolvê-lo de ontem para hoje, tentando complexar sentimentos e acontecimentos e mexer com personagens afogados demais. Várias emoções virão à tona e estou me sentindo tão apta a escrever que fico feliz só de pensar.
Hoje, pela primeira vez - ao menos aqui -, gostaria de agradecer à Deus, por ter me apresentado a literatura como uma válvula de escape de um problema antigo meu, nem sei o que seria de mim se não fossem vocês, leitores, e Ele.
Também agradeci à Ele há uns dias por ter me enviado uma grande ideia para esta estória enquanto ouvia "Breath of Life", foi brilhante e impactante para mim! Vai ser complicado, mas já estou elaborando!
E também agradeço novamente à Ele, por ter me feito sonhar a noite toda com uma estória nova! E hoje, enquanto pensava se seria certo, senti sua manifestação com um movimento incapaz de acontecer e sim, em breve, colocarei a ideia em escrita.
Desculpa por falar tanto! Mas, gosto de conversar com alguém sobre isso! Agora?!?!?!?! Bora ler, né? Beijinho a todos meus leitores até aos anônimos!
Primeiro²: Obrigada à "angélica" e "Méllina Khínust" por favoritarem a estória! Vamo-que-vamo.
Desculpas por não postar ontem. Me afoguei na leitura de três livros ao mesmo tempo, ou seja, culpem eles: A Seleção / Laços Inseparáveis e principalmente à Toda Sua!
Enfim, este capítulo já havia surgido há um bom tempo, e consegui desenvolvê-lo de ontem para hoje, tentando complexar sentimentos e acontecimentos e mexer com personagens afogados demais. Várias emoções virão à tona e estou me sentindo tão apta a escrever que fico feliz só de pensar.
Hoje, pela primeira vez - ao menos aqui -, gostaria de agradecer à Deus, por ter me apresentado a literatura como uma válvula de escape de um problema antigo meu, nem sei o que seria de mim se não fossem vocês, leitores, e Ele.
Também agradeci à Ele há uns dias por ter me enviado uma grande ideia para esta estória enquanto ouvia "Breath of Life", foi brilhante e impactante para mim! Vai ser complicado, mas já estou elaborando!
E também agradeço novamente à Ele, por ter me feito sonhar a noite toda com uma estória nova! E hoje, enquanto pensava se seria certo, senti sua manifestação com um movimento incapaz de acontecer e sim, em breve, colocarei a ideia em escrita.
Desculpa por falar tanto! Mas, gosto de conversar com alguém sobre isso! Agora?!?!?!?! Bora ler, né? Beijinho a todos meus leitores até aos anônimos!
- Me conte sobre este sonho com o Patch! – Vee gritou por cima do burburinho que a multidão emitia na lanchonete em que estávamos, finalmente me retirando de meus devaneios com Patch, ou Jev.
— Conte logo, Nora! – Aphrodite falou alto. Ela estava animada demais, desde quando voltamos, ontem, dos túneis para a Morada Sussurrante. E estava me coçando para perguntar sobre aquilo. — Ok. Tive uma ideia. – Eu pensei. – Você me faz uma pergunta e eu respondo a sua e pergunto algo para você. Pronto! — E eu? – Aphrodite indagou erguendo sua sobrancelha dourada. — Você também está inclusa, Afro. – Eu lhe chamei por seu apelido que ela odiava. Seus lábios se enrugaram e ela semicerrou os olhos. — Pergunte Vee! – Ela disse sem tirar os olhos de mim. — Ok. Quero saber o que você sonhou com seu bad-boy maravilhoso. Você estava bem tonta quando acordou. – Ela disse e mordeu a lateral de seu lábio inferior. — Ok. A gente se encontrou e ele disse que aquele sonho era mais real do que eu imaginava, ou seja, nos encontramos pra valer. – Eu disse e tomei um gole da minha coca-cola deliciosamente doce. — Vocês transaram pelo sonho. – Aphrodite adivinhou – o que eu pretendia esconder até o fim – com um sorriso irônico de canto de boca. Não pude evitar e engasguei com a coca-cola – antes deliciosa – descendo como um bolo pela minha garganta. Tossi forte com a mão em frente à boca e Aphrodite, dando uma de boa-samaritana, deu leves tapas no centro das minhas costas. — Chega! – Eu a repreendi. — Nora. – Vee chamou e eu olhei em suas esmeraldas. – Ela adivinhou. Sua reação não nega! – Ela terminou sempre adivinhando tudo o que se passava comigo, mesmo nas profundezas de meus sentimentos, e gargalhou acompanhada de Aphrodite. Ah droga! Aquilo não tinha graça. — Aphrodite. – Eu disse e ambas pararam as risadas abruptamente. – O que aconteceu que você voltou tão feliz dos túneis naquele dia? — Pergunta bem-feita. – Aphrodite olhou diretamente para Vee com uma sobrancelha erguida em questionamento. – Todos notaram isso. Só estava faltando saltitar para ir até o quarto. – Vee explicou dando de ombros. — Fique quieta, rechonchuda. – Aphrodite disse em tom ríspido erguendo uma das mãos em sinal de “pare”. — Pode falar qualquer coisa em relação ao meu peso, coisa magra. Mas, não vai escapar da pergunta de Nora. Vamos! Estamos curiosas. – Vee respondeu sem ofensa. Eu sorri, era tão bom vê-las próximas. — Ok, ok. Vocês não vão considerar uma traição? – Aphrodite indagou olhando de mim para Vee, e ambas respondemos com um aceno negativo. – Eu e Cameron nos beijamos. – Ela disse e encolheu os ombros. — Ok, Nora! Se tivéssemos apostado, você realmente teria ganhado. – Vee soltou nosso segredo e depois que notou cobriu a mão com a boca. – Ops. – Disse afobada. — O que? Vocês apostaram? – Aphrodite indagou indignada. — Claro que não! Caso contrário, estaria ocorrendo uma troca de dez dólares neste instante. – Vee deu de ombros e eu não pude evitar e caí em uma gargalhada verdadeira. Vee me acompanhou. — Minha vez. – Aphrodite declarou e suas sobrancelhas se uniram, olhando diretamente para Vee. Ah merda! Ela, com certeza, se ferrou. – E você e o Scott? Andam bem distantes. – Ela frisou a palavra “bem”. Bela pergunta, eu vinha ensaiando por ela há alguns dias então fixei meu olhar no rosto de Vee, enquanto ela preparava-se para responder, sincera como sempre era. — Ah oras. Eu não sei o que está havendo. Ele anda bem distante nos últimos dias. Meio que “atolado” em coisas que não diz o que é. — Deve ser sobre o lance da Queda. – Aphrodite sussurrou aproximando seu torso da mesa. As pontas de seus fios dourados roçaram o tampo da mesma. – E falta apenas um dia, depois disso, você vê no que vai dar. – Ela disse em apoio a Vee. O que era completamente... uau. Até Vee refletiu a mesma reação que a minha, com os olhos levemente arregalados. — Ok. Vou levar isso em consideração. – Ela disse, tentando disfarçar suas sobrancelhas enrugadas junto com a testa pálida. — Leve mesmo. Ele não é de se jogar fora. – Aphrodite voltou ao seu tom normal e eu sorri. Previsível como sempre. — É melhor voltarmos, Laurel pode notar pela falta. – Eu declarei rendendo-me ao fim de uma noite divertida que eu não tinha há um bom tempo. — Nem conseguimos comer direito. – Vee protestou enquanto levantávamos e deixávamos a lanchonete próxima a Morada para trás. — E depois não gosta de ser chamada de rechonchuda. – Aphrodite murmurou enquanto o som constante do salto de sua bota preta e de couro batia contra o concreto das ruas de Tulsa. — São gordurinhas localizadas, Afro. – Vee explicou-se. Mas, a esta altura da conversa eu já não ouvia as duas discutindo, conversando ou ofendendo-se. Eu só sentia aquela tensão palpável em torno de mim, demonstrando-me que algo de muito ruim estava para acontecer. Meus pelos se eriçaram e eu então eu soube que algo de ruim realmente aconteceria. Minha salvação foi o ponto que dividia com Patch me enviando calores reconfortantes por todo meu corpo. Aquilo fora a minha salvação e o fato de que eu sabia que tinha os cinco elementos mais a magnitude do poder nefilim-puro-sangue estavam comigo e me ajudariam para o que quer que viesse.
Mais senti do que notei quando meus pés pararam abruptamente a caminhada. Vee e Aphrodite viraram-se em minha direção, ambas com a mesma reação nos olhos. Eu olhava para todos os lados, menos diretamente para seus olhos. — O que tá acontecendo? – Aphrodite indagou seguindo meu olhar para todas as direções e não enxergando nada, assim como eu. Vee também parou, sem que uma palavra proviesse de seus lábios e olhou ao redor, com uma feição preocupada. — Bem que o chefe disse que ela estaria aqui. – Uma voz máscula ressoou ao longe. Nós três olhamos abruptamente naquela região. Eram dois rapazes com uma estatura alta de mais para humanos normais. Eram nefilins e pelo colar pendurado no pescoço de ambos – como o que o Scott ousou usar um dia – eram do exército de Hank. Meus elementos já foram invocados sem palavras ou pedidos internos. Eles estavam lá, palpáveis. Com cheiros e toques somente em minha pele. Eu podia sentir os cinco, tanto externa quanto internamente. — Olha ali. Filhote de Mão Negra na área. – Seus olhos sedentos olhavam para um ponto vivo atrás de mim, e soube, sem me virar, que eles olhavam fixamente para Aphrodite. Eu prensei os olhos e o nefilim dentro de mim entrou em vigor. – Bem melhor que Marcie. – Eles continuaram e começaram a dar passos certeiros em nossa direção. — Ah, não me compare com aquela lombriga. – Aphrodite se prontificou antes que eu viesse a fazer qualquer objeção. — Cale a boca. – Vee sussurrou. — Chegou a hora, Nora. – Aphrodite sussurrou suspirando sobre meu ombro. Eu balancei a cabeça em um “não” frenético. Eu não deixaria que a levassem, afinal, se eu fizesse isso Patch iria vir correndo atrás da filha de Mão Negra que ele supostamente “escondia”. — Não chegou a hora, nada! – Eu soei ríspida e bruta demais com as palavras, inclusive em vista de Aphrodite. Ela ousou se mover atrás de mim na direção dos dois nefilins que já estavam somente a alguns passos de distância. — Opa, nervosinha, querida? Nós a levaremos. Nada nos impedirá. – Um dos rapazes – o mais alto e mais musculoso – aproximou-se em passos lentos até a soleira em minha frente. Seus passos eram decididos, como se já tivesse tudo planejado em sua mentalidade. Estendi uma mão com a palma em sua direção e toquei seu peito duro como pedra. O mesmo parou abruptamente e mesmo com muita força não conseguiu passar pela a minha barreira imposta contra seu corpo. — Ah, não. – O outro começou. – Não consegue passar pelo toque de uma garota? Fala sério, Jason! Jason me olhava com as órbitas esbugalhadas e só depois de muito esforço se afastou e ajeitou sua camiseta preta. O outro rapaz deu a volta por mim em direção a Aphrodite e eu ergui o braço com o espírito em mente, seu corpo foi arremessado para longe de nós três. — Nora... Eles vão descobrir. – Aphrodite sussurrou sobre meu ombro. E só então notei que aquela seria a saída mais segura em relação à situação em que nos encontrávamos. — Vocês podem levar algo em troca. – Eu disse olhando para ambos que se ajudavam a se estabilizar. — O que seria melhor que a filha de nosso chefe? Conforme seu próprio pedido muito claro? – Jason disparou. Eu tentava formular algo ético e cético para se falar naquele instante, ao menos algo que pudesse ser bem entendido e que eles acreditassem de imediato, sem objeções. — Não queremos a sereiazinha. – O outro rapaz interveio desta vez olhando por trás de meu ombro esquerdo em direção à Vee. — Não estou oferecendo ela. Estou me oferecendo no lugar de Aphrodite. – Eu disse. — Olha que inteligente. Além de linda trocou seu nome pelo nome da Deusa do Amor. – Jason soltou entredentes, tipicamente arrebatado pela beleza de Aphrodite, assim quase não notando que eu me ofereci. Coisa ridícula de se fazer. — Ora, ora. Então me explique, qual seria a eficiência de leva-la até Hank no lugar de seu ouro perdido? – O outro rapaz perguntou. — Porque eu sou o outro ouro procurado. – Entrei em sua brincadeira de palavras. Ambos arregalaram os olhos e soube naquele momento que eu seria levada. Vee já tremia em um dos meus lados. Ah droga, eu nem tinha um plano bolado e estava me entregando facilmente à sepultura. — É a nefilim-puro-sangue mais poderosa que ele? Impossível, você não se entregaria tão facilmente. – Jason concluiu. — Exato! – Aphrodite disse dando passos decididos com uma rebolada hipnótica na direção de ambos. – Agora vamos. – Ela os chamou e fungou profundamente. “Não a levem.” Ordenei pela mente de Jason e ele virou-se abruptamente. Fora tão fácil fazer aquilo que ele nem notou quando comecei a ficar sabendo de seus pensamentos mais sombrios. Que nojo. — Como você consegue? – Ele indagou indignado. — É a prova. – Eu disse e ergui uma de minhas sobrancelhas. Repentinamente o ar ao meu redor tornou-se mais quente, tomando lugar do gélido da mata densa. Os rapazes também notaram, pois começaram a olhar em todas as direções. Ambos se entreolharam e permaneceram de tal forma por minutos intermináveis, como se estivessem conversando... Ah, claro! Era exatamente isso que eles estavam fazendo: entrando em um consenso oculto. Aphrodite me olhou com culpa e depois baixou os olhos na mesma velocidade que Jason se postava do meu lado direito e o outro rapaz no oposto me segurando pelos cotovelos. O calor que eu havia sentido tornou-se sondável ao meu redor e só então vi as lágrimas rolarem pelo rosto de Vee. Ela ergueu os braços e eu sabia o que viria a seguir. — Aphrodite. Não permita! – Eu gritei enquanto os rapazes me arrastavam, como se eu fosse incapaz de caminhar sobre meus próprios pés. — Nós vamos atrás de você. – Aphrodite gritou com certo esforço, mas não podia mais vê-la. Só então a verdade tomou conta e eu chorei. Deixei que as lágrimas roçassem meu queixo e que o desespero me abraçasse de uma forma agonizante. Não sabia quanto tempo havia passado naqueles sentimentos que só faziam com que meu peito afundasse em mais lágrimas, mas depois do ponto de desespero minha raiva se misturou ao sentimento ardente. Me deixando com nojo das mãos dos dois rapazes que me tocavam sem deixar que meus pés tocassem o chão. — Me soltem. – Eu comecei a me debater, chutando os pés para frente e para trás. Até fiz com que o andar de ambos ficasse um pouco mais complicado de se fazer. – Eu tenho pernas e sei andar sozinha. – Eu estava dividindo aquela raiva com Patch, podia sentir seu cheiro e sua presença tão próximos pelo ponto que... — Não ouviram o que ela pediu? Soltem-na. – A voz rouca de Patch ordenou e, desta vez, ela não estava nos meus pensamentos. Meus ouvidos a escutaram e não minha mente ou coração. Os rapazes pararam abruptamente com os passos e se viraram, encontrando Patch dentre a mata do local. Suas vestes negras como a noite acima de nós. Uma felicidade intensa me atingiu. Naquele instante não importou que ele estivesse mentindo. Ele estava ali, saiu de seu esconderijo provavelmente por sentir o perigo. E podia jurar que aquela nunca fora a intenção, a real intenção era mantê-lo lá, em seu esconderijo, protegido. — A noite está saindo com mais lucros do que imaginávamos. – Jason soou divertido ao meu lado. — Não bastou quase pegarmos a filha; conseguirmos a prisioneira e agora você, fugitivo, desperta das árvores. — Mandei soltar. – Patch disse dando passos em nossa direção. Ah droga, soltem logo. Ainda que hesitantes eles me soltaram em movimentos robóticos. Patch percorreu a nossa distância – que para mim era enorme – em menos de um segundo. E seus dedos capturaram ambos meus cotovelos. — Eles machucaram você, Anjo? – Ela indagava enquanto me olhava entre os cílios. Eu só consegui movimentar a cabeça de um lado para o outro, lhe dizendo que não em uma sequência de movimentos incoerentes. Eu não conseguia mover os lábios ou formular uma resposta coesa, pois seu toque fora mais real do que em sonho e como eu estava feliz por sentir isso – ansiei muito por este momento. Ele segurou meu rosto entre suas mãos, como se houvesse uma bolha particular nos privando de tudo ao nosso redor, e era exatamente desta forma que eu me sentia naquele momento. – Vai dar tudo certo. Saí de lá, pelo fato de que não vou deixar nada acontecer com você. Você está entendendo? – Acenei em positivo, ainda sentindo a gravidade do que estava por vir. — Estou me sentindo mais segura agora. – Soltei a verdade em torno de seu peito enquanto minha cabeça repousava-se ouvindo as batidas de seu coração tão próximas. Suas mãos acariciaram as pontas do meu cabelo e arrepios doces atingiram minha nuca.
— Tem de saber que não vou poder impedir. Não agora. Só posso dizer que não vou deixar nada acontecer com você. Entendeu? — O que? – Como assim? Ele não me levaria de volta até a Morada? — Só estaríamos atrasando tudo. Minha vontade é de te arrastar de volta para um local seguro, mas eles viriam atrás e seria pior para você. Então temos de raciocinar sem cabeça quente. – Ele murmurou. — Você também está em risco. Daniel ainda está solto. – Sussurrei a última parte. Era claro que ele sabia que havia descoberto, mas ele ficou fascinado pelo fato de que não puxei uma discussão chata através daquela informação. As beiradas de seus lábios se ergueram. — Você vai e eu vou te entregar para Hank. Vou propor algo, e aceitarei a melhor proposta para você de imediato. Não vou deixar esses dois tocar em você novamente. – Sua promessa me abrangeu em um afeto no meu peito. Como era bom vê-lo me dando ordens, não por carta ou pensamento, mas olho-no-olho. Era mais real e, prazeroso também, e ainda assim tornava as coisas um pouquinho mais suportável. Agarrei sua mão entre as minhas e senti seu calor contra meu corpo gélido pelo medo e só consegui sussurrar algumas palavras em agradecimento a sua preocupação comigo, eu nunca conseguiria retribuir aquilo tudo de uma forma tão intensa, como ele sempre fazia. – Confio em você. Mais do que qualquer pessoa do Mundo possa confiar em outra. Sempre vou confiar em você e sempre confiarei, Jev. — Há quanto tempo ninguém me chama assim com tanto afeto. – Ele disse sorrindo somente para mim. – Gosto de sentir seu toque, apenas o seu. Gosto do seu calor contra mim e gosto quando está quente e não fria como agora. É por isso que luto, por um sorriso seu e por sua felicidade. — Minha felicidade é e sempre será você. — Vamos indo na frente. Sabemos que você não será louco de dar meia volta. – Jason informou já dando as costas para nós. — Vamos, Anjo. Antes que eu desista do plano mais cético que já criei. – Patch disse e envolveu meus ombros com seus braços. Eu me senti mais segura do que quando nos deitamos e nos cobrimos toda enrolada livrando-nos do frio interno provocado pelo medo. Havia alguns dias que não me sentia tão segura e era completamente arrebatador dizer que apenas um braço quente de Patch sobre meus ombros era capaz de aliviar todo e qualquer estresse de cima das minhas costas.
Notas finais
Eaí? Vocês gostaram? Gostaram da presença um pouco mais constante de Vee? Quem for fã dela me avise se não estiver no personagem, é sempre bom aperfeiçoar! Gostaram do GRANDE retorno? Acharam a decisão dele incerta, não é? No final tudo vai se resolver!
Obrigada novamente e tentarei postar um novo amanhã, pela tarde. Amo muito todos vocês! ♥
Obrigada novamente e tentarei postar um novo amanhã, pela tarde. Amo muito todos vocês! ♥
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