Obsession

7 Capítulo 6 - Brotherzone...


Notas iniciais
Oieee Cupcakes ♥! Capítulo duplo hoje, para alegria e felicidade da nação kkk'!! Antes de mais nada, eu tenho que me desculpar pela demora, mas eu ainda muito ocupada e acabo não conseguindo arranjar um tempinho para postar!! Agora, tenho algo de importante para dizer: AAAAAAAAAAAAAAAA, A PRIMEIRA RECOMENDAÇÃO DA FIC CHEGOU *0*!!! MAMIS CONFEITEIRA E PODEROSA, VOCÊ É MUITO DIVA ♥!! EU SIMPLESMENTE AMEI A RECOMENDAÇÃO E ESPERO QUE GOSTE DOS DOIS CAPÍTULOS DE HOJE, POIS ELES SÃO DEDICADOS A VOCÊ!!!!! Quero agradecer também a Lêh (Letícia Merlo), Carolzinha1107, Pequena Miss, Mila Diva e Purpurinada (Uma Direção), Manu Filha Gata (VacuumCleaner), Milazinha, Jujuh (Juliana Lorena), Josy Vovó Sexy e Poderosa (Auslly s2), Isa Santos, Auslly, Italianinha (Fran), May Moranguinho (Dreams And Wishes), Jenny Mega Fox Filha Diva (Gatinha MÁ), Sôh Filha Princesinha da Mamis (Sophia Stephane) e Tay pelos lindos e divosos comentários ♥!! Boa Leitura...

21 de Abril de 2013 – Miami

POV Cassidy

– Sim. – afirma Kira, decidida. – Austin e Ally serão um dos pares de padrinhos de nosso casamento.

Ainda que eu detestasse isso, eu senti raiva de Kira naquele instante. Eu estava sendo infantil, admito, mas ela é a minha melhor amiga, sempre soube dos meus sentimentos por Austin e na primeira oportunidade que tenho de ter uma lembrança onde sejamos somente eu e ele, a morena tira de mim.

– Eu não sei se é uma boa ideia, Kira. – diz Ally, tentando me ajudar. – Por que não coloca Cassy com Austin e Dallas será o meu par.

Ela olha para mim, como se sentisse uma enorme culpa sobre si. No entanto, logo seu olhar se cruza com o de Austin e eu tive a impressão deles estarem conectados de maneira inexplicável.

– Essa é a nossa decisão. – insiste Elliot, reforçando o desejo que ele e a futura esposa tinha em ver Ally e Austin como um casal.

Sinto a mão de Dallas apertar a minha. Olho para o moreno e não consigo evitar não sorri pelo apoio que ele me dava. Apesar de não dizer nada, eu via preocupação estampada em seus olhos.

Respiro fundo, procurando descartar qualquer sentimento ruim que eu estava sentindo. Eu estava sendo injusta com Kira e Elliot. Eu não podia ser uma pedra no sapato para o casal que lutou muito para ficarem juntos.

– Mas... – Ally tenta dizer algo, mas eu a interrompo, sentindo-me um pouco mais calma.

– Está tudo bem, Ally. – afirmo, sorrindo para a garota. – O casamento é de Elliot e Kira. A decisão deve ser deles, não é mesmo?

– Você tem certeza disso? – sussurra Ally, ainda preocupada.

Balanço a cabeça, afirmando a minha posição sobre o assunto. Eu não tinha o direito de interferir nos planos do casal e, após colocar na minha cabeça de que Ally é minha amiga e que jamais me trairia, aceito melhor a decisão de Kira.

Quando o assunto do casamento foi resolvido, Dez começou a animar a comemoração da futura união de nossos amigos. Mesmo não demonstrando, eu vi nos olhos do ruivo, que ele também estava chateado por não ter feito par com Ally e acaba exagerando na bebida.

– Ele não está bem. – comenta Dallas, olhando para Dez. – Assim como você também não.

– Não diga bobagens. – minto, sorrindo forçadamente. – Eu estou perfeitamente bem.

Olho para Austin e o mesmo conversava com Ally. Os dois bebiam tranquilamente, mas ainda era possível ver o clima tenso entre eles. Provavelmente, nenhum dos dois queriam formar um dos casais de padrinhos.

– Por que ainda insiste em mentir para mim? Eu não sou tão tonto igual o Dez. – fala Dallas, tomando um pouco de vinho, em seguida.

– Não entendo essa sua obsessão por arrancar os meus sentimentos de dentro de mim. – digo, tomando um pouco de minha bebida, tentando disfarçar a tristeza que eu sentia no momento.

– Porque você tem a mania de se fazer de forte e desabar quando está sozinha. – responde, encarando-me com intensidade. – Você sabe que eu conheço você melhor do que qualquer pessoa.

Observo Dallas com atenção. Eu nunca entendi, de fato, o porquê dele agir com tanto cuidado comigo. Enquanto eu sofria por Austin, ele sempre foi o meu ombro amigo, meu confidente, a pessoa que eu não precisava ter vergonha ou medo de dizer o que eu estava sentindo.

– Eu sei. – afirmo, sorrindo com carinho. – Por isso você é o meu melhor amigo, um irmão que eu nunca tive.

A tristeza que se apossou dos olhos de Dallas, por alguns instantes, não passou despercebida por mim, no entanto, quando eu ia perguntar o que tinha acontecido, Dez aparece atrás de nós e começa a gargalhar com intensidade.

– Nossa, Dallas, meus parabéns! – grita Dez, visivelmente, bêbado. – Passou da Friendzone para a Brotherzone. Essa foi uma incrível evolução! Depois você ainda diz que não precisa de ajuda. Que não quer revelar a verdade.

– Dez! – repreende Austin, aproximando-se de nós, rapidamente, junto com Elliot. Rapidamente os dois afastam o ruivo de perto de nós.

Tento entender o que havia acontecido. Antes que eu tivesse a chance de exigir alguma explicação pelo alvoroço que Elliot e Austin fizeram para afastar Dez de nós, Dallas sai do Sea’s, sem olhar para trás.

– O que aconteceu aqui? – pergunto a Ally, que havia corrido ao meu encontro, enquanto eu arrumava as minhas coisas para ir atrás de Dallas.

– Eu não faço a menor ideia. – admite Ally. – Mas acho melhor você ir atrás de Dallas.

Concordo com Ally, no entanto, sou impedida de sair, quando Kira segura meu braço. Olho para a morena, confusa. Ela analisa meu rosto por um tempo e me solta.

– O que? – pergunto, apressada.

– Tome cuidado com o que você diz a Dallas. Às vezes você tem a irritante mania de machucá-lo sem perceber. – alerta Kira, preocupando-me ainda mais.

– Quando eu faço isso? – questiono, extremamente em choque.

– Isso não importa agora. – diz Kira, misteriosamente. – Apresse-se, pois Dallas já deve estar longe.

Não espero por mais nenhuma informação por parte de Kira e saio a procura de meu melhor amigo. Eu detesto ser a única a não entender a situação. Tirando Ally, todos pareciam saber o que estava acontecendo.

Tento ligar no celular de Dallas, mas ele não me atende de imediato. Parecia que o mesmo estava me evitando. Após três tentativas, finalmente, consigo falar com ele.

Alô. – fala, com a voz um pouco mais rouca que o normal. Sinto um enorme alivio ao ouvir a voz do moreno.

– Onde você está? – pergunto, preocupada.

Dallas fica calado por um tempo, como se refletisse se deveria ou não falar onde estava. A impaciência tomava conta de mim. Nunca fui a pessoa mais calma do mundo e o suspense sempre me estressava.

Estou de frente ao outdoor de Piper. – responde, desligando o celular na minha cara.

Ignorando a sua clara falta de educação e sigo em direção ao outdoor que tanto nos atormenta. Um pouco antes de chegar ao local, vejo Dallas de frente para a propaganda, observando a imagem de Piper, como Austin sempre faz, no entanto, diferente do loiro, ele não esboçava qualquer sentimento pelo outdoor.

– Por que veio para cá? – pergunto, assim que chego ao seu lado.

Dallas me olha por alguns segundos e volta a encarar a chamativa propaganda de cerveja, que ocupa o mesmo lugar há anos. Espero pela resposta do moreno, por incrível que pareça, pacientemente.

– Não sei. – confessa. – Acho que aqui se tornou o lugar onde nosso grupo usa para pensar.

– Por que agiu de maneira tão estranha quando Dez disse aquelas baboseiras? Não me diga que ficou chateado com ele. – repreendo, enquanto sento no chão. Dallas faz o mesmo e não diz nada. – Não precisava fazer essa cena toda. Ele estava bêbado, não sabia o que estava falando.

– Não seja boba. – fala Dallas, dando um peteleco em minha testa, mania que ele tem desde que me lembro de nossa amizade. – Acredita mesmo que eu me importo com o que Dez fala?

– Então por que agiu assim? Saiu correndo, sem nem se despedir. – eu não entendia o motivo de querer tanto saber o que estava acontecendo com ele.

– Um dia, quem sabe, você possa descobrir. – brinca, fazendo-me soltar um suspiro de alivio por ver que ele estava bem.

Encaro o outdoor de Piper e prendo um suspiro. De alguma forma, olhar para a loira sempre parecia sugar minhas energias. Quando ela estava na cidade, não éramos as melhores amigas do mundo, mas tenho que admitir que ela era uma boa pessoa.

– Quantos pontos eu perdi hoje? – pergunto, sem olhar para Dallas.

– Acho que permaneceu na mesma pontuação. – diz Dallas, surpreendendo-me.

– Não brinque comigo. – digo, rindo, sentindo um pouco da bebida que eu havia tomado, fazer um leve efeito sobre mim.

– Não estou brincando. – fala Dallas, esbarrando seu ombro contra o meu. – Agiu de maneira madura, se é que posso dizer isso, quando Kira e Elliot disseram que Ally e Austin seriam um casal. Seus pontos permanecem os mesmo.

Desde que eu revelei meus sentimentos por Austin para Dallas, nós inventamos uma brincadeira. Se eu fizer algo de ruim por causa de Austin, Dallas tiraria pontos meus, caso fizesse algo de bom, eu ganharia pontos. Não tinha uma lógica especifica, era apenas uma forma de aliviarmos as minhas frustrações.

– Por que eu insisto em amar Austin? – pergunto, encostando minha cabeça no ombro de Dallas. Ele passa os braços em volta de mim, deixando-me mais confortável.

– Não escolhemos a quem amar, meu anjo. – responde Dallas, com um tom de voz doce. Raramente, Dallas se mostra carinhoso e nas vezes que isso acontece, é realmente acolhedor. É como uma brisa suave que sentimos em um dia agradável da primavera.

– É muita loucura da minha parte não querer desistir dele? Mesmo depois de anos de sofrimento, rejeição e promessas quebradas, eu continuo a sonhar com o dia em que eu serei correspondida. – digo, tristemente, sentindo as lágrimas rolarem pelos meus olhos. Dallas me aperta ainda mais contra si, como se sentisse a mesma dor que eu.

– Não chore. – pede Dallas, beijando a minha testa. – Você não combina nenhum pouco com lágrimas descendo de seus olhos. Acredite, ficou completamente fora de moda.

Rio com seu comentário. Dallas sabe do meu amor pela moda e sempre que eu estou triste, ele encontra alguma forma de me animar com o assunto.

– Mesmo? Acho melhor parar de chorar ou o resto de glamour que eu ainda tenho será perdido. – digo, rindo, enquanto limpo as lágrimas que estavam ameaçando descer. – Obrigada, Dallas.

– Pelo que? – fala, bagunçando meus cabelos.

– Só você é capaz de me fazer sorri quando estou em meio a tantas lágrimas. – digo, voltando a me encostar em seu peito. – Ainda irei descobrir como você me conhece tão bem e eu não sei nem metade do que acontece dentro de sua cabeça.

Dallas beija o topo de minha cabeça e ri do que eu havia dito. Por mais que eu não conhecesse Dallas tão bem como o mesmo me conhece, eu sentia que não importasse o que acontecesse, ele sempre estaria comigo.

– Não pense muito sobre isso. É capaz de seu cérebro entrar em curto-circuito por forçá-lo demais. – brinca, enquanto ri da careta que eu fiz ao ouvir seu comentário.

– Idiota! – digo, dando um tapa em seu braço.

Não importa quanto tempo passe, o carinho que sinto pelo tímido, sensível, gentil, sarcástico, amoroso, inteligente e, às vezes, egocêntrico garoto nunca vai acabar.

[...]

– Como assim ele não te disse nada? – pergunta Ally, sentada no sofá a minha frente na minha sala.

Estávamos apenas Ally e eu na grandiosa casa. Kira não quis abrir mão de ir dormir junto com Elliot e achou melhor ficar em um hotel que pertence a minha família.

– Não me culpe. – digo, encolhendo-me no sofá. – Eu tentei arrancar alguma coisa dele, mas você não sabe o quanto ele é teimoso.

– Certo, certo. – fala Ally, suspirando cansada. – Ao menos vocês se resolveram?

– Bem, nós não havíamos brigado, então acho que não tinha o que se resolver. – respondo, sem saber ao certo o que falar. – Mas, estamos de bem. Dallas é o meu melhor amigo. Não importa o que aconteça, sempre vai ser assim.

Ally parece não concordar muito com a minha fala, pois faz uma leve careta ao término de minha fala. Olho confusa para a garota, tentando entender o motivo de sua reação, mas nada vem a minha mente.

– Mas, mudando de assunto. – diz Ally, parecendo receosa. – Cassy, eu preciso falar algo para você.

– Se for sobre o casamento de Kira e Elliot, você não precisa se preocupar. – digo, sorrindo.

– Não...

– Ally, é sério. – corto a morena, que parecia querer retrucar a minha resposta. Você é a minha ajudante estrangeira.

– Ajudante estrangeira? – pergunta confusa.

– Sim. – falo, rindo. Eu havia visto isso em um programa de televisão recente. – Uma ajudante estrangeira é quase a mesma coisa que um cúpido.

– Qual a diferença? – pergunta, rindo.

– Uma ajudante estrangeira deve ser alguém que não conhecemos a tanto tempo, mas que está disposto a ajudar. Além de que servirá de espião. – explico, fazendo Ally ri mais a cada característica que eu dava a um ajudante estrangeiro.

– Espião? Está querendo que eu vire uma stalker¹ e persiga Austin? – questiona, sem controlar o riso. – Não acha que isso é exagero?

– Não quero que persiga Austin. – digo, jogando uma almofada na cara da garota. – Só quero que fique de olho nele. Se ele demonstrar algum interesse ou algo assim, você me fala.

Estendo meu dedo em direção a ela. A garota me olha por um momento e segura o riso por alguns segundos. Ela leva seu dedo até o meu, encostando-o, e sorrimos por termos um acordo fechado.

– Tudo bem. Isso eu posso fazer. – responde, jogando a almofada de volta. – Mas, por que eu?

– Como? – questiono, sem entender a sua pergunta.

– Você poderia usar qualquer amiga para te ajudar. Por que me escolheu para ser sua ajudante estrangeira? – pergunta.

Olho para Ally e dou o meu melhor sorriso. A resposta da pergunta é muito simples. Eu não tinha que pensar muito, pois a resposta está na ponta de minha língua.

– Porque você é uma das únicas pessoas que eu tenho certeza que jamais me trairia. – respondo. – Pode parecer ingenuidade, Ally, mas eu sinto que você nunca faria nada para me machucar.

Ally se encolhe no sofá, como se não estivesse tão feliz assim com a minha resposta. Encaro a garota, tentando entender o motivo dela ter ficado tão séria de uma hora para a outra.

– Eu preciso ir dormir. – avisa, levantando do sofá. – Amanhã eu preciso ir cedo para o Evan’s.

– Certo. – concordo, desconfiada. Decido deixar a reação estranha de Ally para lá. – Boa noite, Ajudante Estrangeira. – digo, rindo e apontando o dedo. Ally encosta seu dedo no meu e sorri.

– Noiva demoníaca, ajudante estrangeira... Estou esperando o próximo apelido. – diz Ally, seguindo em direção ao seu quarto.

Permaneço na sala, pensando em minha situação. Eu não tinha o que reclamar sobre muitas coisas em minha vida. Tirando o fato de não lembrar da minha vida antes dos quinze anos, eu sempre fui cercada por amigos companheiros e por uma família amorosa.

Deito no sofá com a barriga virada para cima. Tudo o que sei sobre a minha vida antes dos quinze é que eu já conhecia Dallas, Austin, Kira, Elliot, Dez e Prince.

Fecho meus olhos e respiro profundamente. Pergunto-me se algum dia, as lembranças retornarão. A cada dia que passa, sinto que estou mais e mais longe de quem eu já fui um dia.

Viro-me para o lado, abro meus olhos e encaro a foto do meu último verão antes do acidente. Entre Austin e Dallas, eu ria com meus amigos, feliz por estar ao lado deles. Segundo Kira, o verão nunca mais foi o mesmo depois daquele acontecimento.

Procuro não pensar muito nisso. Tenho medo do que pode acontecer se eu recuperar minhas memórias. Ao mesmo tempo em que quero descobrir mais sobre quem eu era, tenho medo das respostas.

Ouço o barulho do meu celular, indicando que uma nova mensagem havia chegado. Levanto do sofá e pego o aparelho que estava em cima da mesa de centro da sala.

Foi inevitável não sorri com o que eu leio. Ainda que não seja novidade eu receber uma mensagem de “boa noite” de Dallas, eu não consigo evitar um sorriso moldando meus lábios. Sua criatividade sempre me invejou.

“Por que eu ainda tenho que cuidar de dois bêbados escandalosos? Enfim, agradeça aos céus por não ter um bêbado chorando de um lado do seu ouvido e outro insistindo em dá em cima da televisão. Boa noite! Dallas.”

Não era preciso mais nada para entender de quem Dallas estava falando. Austin, quando fica bêbado, chora feito um bebê e lamenta tudo o que já aconteceu em sua vida, principalmente sobre Piper. Dez, de um tarado intermediário, passa a ser um pervertido de primeira classe.

Penso em ir ajudá-lo com a missão de cuidar dos dois, mas eu não estou muito animada para fazer algo assim. Tanta coisa aconteceu hoje que o que eu menos precisava era de dois bêbados e um cara de mal humor para completar minha noite.

“Você é o adulto responsável, esqueceu? Eu até iria ai para te ajudar, mas preciso das minhas oito horas de sono para conservar a minha beleza. Boa sorte com Aus e Dez! Vejo você amanhã. Boa noite! Cassy.”

Rio um pouco e vou para meu quarto. Antes mesmo que eu esperasse uma resposta por parte de Dallas, acabo adormecendo com a roupa que estava usando.

Continua...

Notas finais
Stalker¹ : Perseguidor. *** E então? O que acharam? Críticas, elogios, erros ortográficos? Oi Cupcakes *0*!! Eu espero que tenham gostado do capítulo. Eu postarei o próximo capítulo mais tarde! Sorry pelo erros, não revisei capítulo, pois estou com pouco tempo :/!!! Enfim, vejo vocês daqui a pouco! Beijocas ♥ *** PS.1: Quem quiser participar do grupo no face: www.facebook.com/groups/677328449023646/ >o< !! PS.2: Criamos um grupo no WhatsApp, então podem participar também, basta apenas me enviarem uma MP com o DDD de vocês e o número do celular que eu adiciono *-* !! PS.3: http://fanfiction.com.br/historia/514701/Unlike_Cinderella/