Obsession
1 The Unforgiven.
Notas iniciais
Boa leitura á todos voxês *--*
Obsession.
Capítulo Um.
The Unforgiven.
(Por G.A).
O olhar tão gélido e negro, o ônix tinha alguns pontinhos brancos que poderia ser definidos como uma noite um pouco estrelada. Ela o via tão de perto, que o medo consumia-lhe todo o seu peito, o massacrando, aquele amor doentio, possesso, que destruíram o relacionamento dos mesmos aos poucos. Com mentiras. Era imperdoável. Ele sabia perfeitamente que ela era a única que lhe entendia perfeitamente, que sempre soube a sua história. Ele era como um simples menino preso em correntes do passado, era medroso, e sempre se remexia na cama quando ou não os dois dormiam juntos. Ela teve que cuidar dele, todas aquelas noites, preparava chás de menta com camomila – o preferido dele. Colocava uma canção baixa, que era a favorita dele e dela, por que The Unforgiven foi o testemunho do primeiro olhar que os mesmos trocaram entre eles. Em um bar de rock’n’roll. Eram um pouco jovens naquela época, tinham apenas dezessete anos. Hoje já fazia dez anos, os dois se casaram, porém, brigas foram geradas.
E á seis meses atrás foi gerada mais uma dessas, com detalhes que surpreende Sasuke não era um homem de agredir mulheres, mais naquele dia por alguma razão, perdeu tudo que defendia. E se sentiu parecido com o seu próprio pai. Um verdadeiro egocêntrico, que só tem a rosada á sua frente, sentada em outro sofá da sala de espera do Terapeuta de Casal. Às vezes se olhavam tão fixamente que dava impressão que se matariam, ou se comeria á qualquer momento com aquela troca de olhares tão intenso e profundo.
Ela pegou uma revista de famosos, e que na capa estampada estava à foto dela e de Sasuke dentro de um coração quebrado, ela olhou e se surpreendeu. A foto era um pouco atual, a festa do começo de ano da empresa de contabilidade do pai de Sasuke. Ela suspirou, e começou folhear a página. E percebeu que era fitada por Sasuke intensamente, ele parecia querer realmente gravar todos os movimentos da rosada.
Sasuke era um homem obsessivo, ele queria deixar Sakura á sua mercê, de pensar que não faziam amor á um ano, chegava á doer na mesma. Ela nunca o traíra ou trairia, mais não sabia dizer se ele já tinha feito ou não. Era possessiva, mais sabia se controlar. Principalmente quando Karin (ou outra mulher) lhe jogava uma piadinha ou a irritava, sempre enfrentou tudo com um sorriso forçado, como se não soubesse mais sorrir, e com um olhar distante e triste.
Ela sempre se imaginou amando e sendo segurada, mais ela se jogou em um precipício sem luz, antes Sasuke sempre confirmou que o sorriso e os olhos dela sempre trairiam alegria, mais as coisas mudam. Ela pediu para ele segura-la não deixar que ela se machucasse, por uma queda que não parava era longínqua, era grande demais para si própria.
Em basicamente um ano, ele parou de toca-la e passou a chegar em casa tarde, ela chorava praticamente todas as noites. E quando ele chegava em casa a encontrava dormindo e com o rosto marcado de lágrimas. Mais não parava; Ele não sabia mais explicar para si, por que fazia aquilo á mulher que tanto ama, sim ele poderia trai-la, mais nunca se perdoou pelo o que fez naquele dia, que depois disso passaram seis meses separados.
Flash Back (On)
E mais uma vez o casal entravam no prédio, enquanto a bela rosada com o vestido branco e leve. O rosto estava manchado por lágrimas. Seu marido havia a traído na sua frente, com a sua inimiga de adolescência. Karin. E aquilo dilacerou todo amor que ela sentia por ele. Era imperdoável. Era como aquela canção que eles ouviram e seus olhares se cruzaram. Ele vinha atrás observando a sua mulher tremer e chorar; Sim estava arrependido, por que era Sakura não queria ir á festa e ele a forçou. Como o elevador estava quebrado, eles subiram a escada. E cada vez que ele tentava se aproximar dela, mas a mesma se afastava. Até que ele a pegou rudemente, olhou para ela com um olhar raivoso e cortante, fazendo a mesma soluçar mais alto. Estavam parado no meio da escada, um encarando o outro. Enquanto a rosada chorava e soluçava, o Uchiha a olhava com certo nojo no olhar.
- Por que saiu daquela forma? – ele perguntou friamente, sem realmente se importar que a mesma se encontrava com as lágrimas nos olhos.
- Eu vi... Sasuke não me faça de besta! – ela exclamou, fechando os olhos e os pulsos. Sasuke fez um barulho estridente com a boca, como se reprovasse.
- Você sabe que foi ela que me beijou, caralho – ele exclamou, a vendo abrir os olhos com raiva, e começando a estapear o peito de mármore do mesmo, mais ficando com raiva o mesmo pegou os dois pulsos e os prendeu em só uma mão sua, vendo a rosada gemer de dor. Ele apontou o dedo indicador da outra mão para dela, quando ela disse friamente.
- Você retribuiu – ela sussurrou, com a boca rosada perto dele, que estremeceu nunca resistira aos encantos que ela nem parecia perceber que tinha. Ele a soltou devagarinho quando ia falar alguma coisa, ela o interrompeu antes do ato, dizendo nervosamente e agora tendo um choro compulsivo. – Você prometeu... Que nunca iria fazer isso, você jurou... Você é um cretino egocêntrico! – Ele odiava ouvir aquela palavra ‘cretino’, ele deferiu um tapa forte no rosto da sua mulher, e se arrependeu ao vê-la parando de soluçar, e começar á ter um choro silencioso.
Ela foi finalmente para o apartamento deles, e entrou deixando a porta aberta. Foi para o quarto deles, pegando uma mala, e começou a pegar as suas roupas ali, que sempre estava organizada, colocando cuidadosamente dentro da mala. Viu passadas fortes, e observou de esguelha seu marido entrar no quarto, e observar a mala.
Ela o viu tremer, o mesmo se aproximou da mala a jogando no chão, ele começou a chorar, não aguentaria ver a sua mulher lhe deixando.
- Por favor, deixe-me ir Sasu... – ela começou mais foi interrompida pela a voz agora chorosa dele.
- Não, por favor, não, me deixe me perdoe... – ele implorava, beijando o rosto delicado e alvo da sua esposa, que se espantou ele parecia arrependido, mais tinha que deixa-lo, por mais que aquilo doesse tinha que ir, para ele saber como é ruim você perder a pessoa que sempre te quis de verdade que sempre cuidou dele, e nunca teve medo do mesmo. Mais aquele tapa foi como se ela tivesse acordado para uma vida que não queria; Ele era um homem obsessivo, e o tapa que havia levado a fez ver que era uma agressão física. Ela aguentava por três anos a agressão verbal, mais aquilo estava de mal á pior.
- Sasuke você tem que aprender a viver sem mim – ela disse amargamente, a garganta enrolou, e algumas lágrimas desceram quase que sem querer. Ele engoliu em seco, segurando levemente o antebraço da mesma, a olhando profundamente. Ele viu pelo o olhar dela, a dor que lhe transmitia, estavam opacos, sem aquele brilho e intensidade que o fez se apaixonar por ela. No apartamento ao lado, Naruto que também era roqueiro ouvia um tipo gótico sofrido, You do The Pretty Reckless, que mesmo estar baixo era ouvido do quarto do casal. Sakura suspirou e fechou os olhos e disse. – Eu vou para o apartamento da Tsunade, eu volto amanhã para pegar as minhas coisas – Ela abriu os olhos, vendo Sasuke observar a marca vermelha, o local onde ele havia batido. Respirou fundo, e a soltou. – Adeus, Sasuke.
- Não me diga que é um adeus, eu vou tentar... – ele ia dizendo mais ela o repreendeu com o olhar e disse com todas as letras.
- Não, Sasuke, você não consegue você sempre mente – ela disse, saindo do quarto, do apartamento e da vida do Uchiha Sasuke, as lágrimas desciam sem piedade, a face alva estava úmida, os olhos negros brilhavam mais era de dor e tristeza.
Ele respirou fundo, e foi até á sala fechando a porta, observou o sofá vermelho, e alguns retratos com fotos sua e de Sakura. Ele pegou um e observou o olhar triste e distante, e o sorriso forçado, foi na festa do começo do ano da empresa de contabilidade de seu pai.
As lágrimas desciam sem querer molhando o vidro. Observou outra foto que eles tiraram com o seu vocalista favorito, James Hetfield. Em gostos eles eram parecidos, por exemplo, apreciavam muito cavalgar. Ele lembra quando ela chorou quando perdeu o primeiro filho que eles iam ter, foi espontâneo. E o médico disse que fora normal, por que era um pouco nova. Mais e agora? Ele não a procurava para fazer amor á um ano. Ele se arrependeu, a pele dela era tão doce e sedosa, ela se arrepiava toda vez que ele a tocava da forma mais amorosa. Mas aquilo não acontecia á um ano. Um ano.
Flash Back (Off)
“New blood joins this earth
And quickly he's subdued
Through constant pained disgrace
The young boy learns their rules…”
(Sangue novo junta-se a esta terra
E rapidamente ele é subjugado
Pela constante e dolorosa desgraça
O jovem aprende as regras deles).
Um homem pode muito errar, mais depende do seu passado. Pode ser algo sombrio, com mortes de inocentes o medo é esquecido, como velhas memórias, as mortas. Um sorriso sádico pode fazer medo á uma criança aquela que chora sem o apoio da mãe, que fora morta pela a própria dor. E aquele homem á frente de Sakura, é apenas a prova da dor, do olhar frio e seco, mais que tem um coração que só ela cabe. Mais aquele amor a sufoca lentamente, é algo que os prende, eles estavam se matando por dentro, fingindo que tudo estava bem. Com um sorriso forçado, e os olhos extremamente frios ou opacos demais. O sofrimento parecia desenha-los.
“…What I've felt
What I've known
Never shined through in what I've shown
Never be
Never see
Won't see what might have been”
“What I've felt
What I've known
Never shined through in what I've shown
Never free
Never me
So I dub thee "Unforgiven"”
(O que eu senti
O que eu soube
Nunca refletiu no que eu demonstrei
Nunca ser
Nunca ver
Não posso ver o que poderia ter sido)
(O que eu senti
O que eu soube
Nunca refletiu no que eu demonstrei
Nunca livre
Nunca eu mesmo
Então eu o nomeio-o o “Imperdoável”)
Ele sempre teve os mesmos problemas de sempre, acordar assustado por alguma coisa passada, antes Sakura cuidava dele, com todo o cuidado do mundo, sempre fazia por ele tudo. Ela o amava com todas as suas forças, mais as vezes o amor se abala, por mais que atitude seja simples, machuca lentamente. É como torturar uma pessoa antes de mata-la, é insulta-la. É se embebedar, e ver tudo que você tinha, havia se perdido, agora era lembranças boas e ruins. Naquele dia ele começou á chorar silenciosamente, por que o silêncio as vezes pode significar uma grande dor.
O mundo, a sociedade é como os seus professores, começa por casa. Mesmo que você tenha respeito e educação, independente de quem lhe acolhe, pode te transformar em um monstro, seguindo a própria linhagem, como uma maldição. Sasuke era um homem calado, quieto e seco; Dizem que pessoas assim são piores, e dão medo. Por mais que Sakura veja que Sasuke não é a pessoa que todos dizem ser. Ela sabia das dores de todos os seus passados; lembra perfeitamente quando ele chorara contado a sua história, em um dia chuvoso, os dois estavam no quarto do apartamento que antes moravam juntos. Talvez com o tempo os dois se afastaram. Como se eles nem ao menos morasse no mesmo apartamento. Apenas falavam coisas necessárias, como aquelas de precisarem irem no mercado, ou brigavam constantemente.
Na sala do doutor Kakashi.
O homem de cabelos prateados sorria com os dentes meio amarelado e forçadamente, já era décima quinta vez que o mesmo casal se encontrava ali. Ele se amaldiçoou por esses pensamentos longes, pelo o menos ganhava dinheiro para aquilo. Observou o casal, os dois estavam silenciosos. A rosada tinha um olhar triste, e o beiço estavam juntos formando uma linha. Ela ergueu uma das sobrancelhas, enquanto era observada. Depois voltou seu olhar para o Uchiha que era frio e distante, mais percebia que estava triste, a boca do mesmo estava entreaberta, ele bufou com a observação do psicólogo.
- Bem, é um prazer revê-los senhores – ele disse formalmente, sorrindo forçadamente ainda, estava cansado, e quando foi avisado que Sakura e Sasuke apareciam para uma visita, quase bateu no seu secretário. Naquele momento que fora avisado estava cuidando da recepcionista do consultório. – Então vocês ainda estão em confusão? – perguntou ele calmamente, pegando a caneta, e pondo-se a esperar eles falarem.
- E por que a razão de estamos aqui não fosse isso? – perguntou Sasuke com a voz sarcástica, lançando um olhar de raiva para o psicólogo. Sakura balançou a cabeça negativamente, envergonhada com as palavras do marido.
- Me contem um fato importante...
Flash Back (On)
Sua música favorita tocava, a voz do vocalista soava suave, o refrão da mesma forma, era algo que dava pra dormi. Sasuke tomava um porre para esquecer mais uma decepção amorosa. Ao seu lado Gaara e Ino se agarravam, como se fosse transar ali. Ele respirou fundo, e levantou a cabeça. E olhou, uma garota de cabelos róseos estava com alguns roqueiros e tinha um belo sorriso. O Uchiha observou mais, e seus olhares se cruzaram. Viu certo brilho no olhar mesma, naquele momento começava á tocar The Unforgiven, a música dele favorito. Ele se levantou cambaleante, indo sem se importar até lá, percebeu que Naruto seu melhor amigo estava lá. E a música chegava no refrão.
- Beleza Sasukinho! – exclamou Naruto rindo loucamente da carranca do amigo que estava muito ‘chapado’. Ele deu um soco no antebraço do loiro fazendo a rosada sorrir de leve. Ele fixou seu olhar na rosada que estava com uma camiseta do Pink Floyd. Ela também o encarava, mais tinha uma leve respiração descompassada. Segurou a mão dela e a puxou para dançar, a mesma sorriu terna e aceitou de bom grado.
E começou a tocar Nothing Else Matters. Eles dançavam lentamente, com os olhos grudados um no outro. Uns dos roqueiros deu um grito alto de comemoração, depois mais casais entraram dançando da mesma forma, a música se acelerou, e o Uchiha a girou.
- Você não me disse seu nome, flor – comentou o Uchiha dando um leve sorriso de canto, quando percebeu que a mesma estava mais próxima de si.
- Sakura, Haruno Sakura – disse ela com a voz doce, Sasuke ouviu a voz dela como se fosse uma bela melodia.
- Eu sou o Sasuke Uchiha, mais me chame só de Sasuke – disse ele com a voz rouca. Ele já se sentia excitado, fazia tempo que não ficava com nenhuma mulher. – Eu amo essa música – ele disse comentando sobre uma das músicas mais românticas do Metallica.
- Eu também a amo – ela disse serenamente fechando os olhos.
- Estar dizendo isso por que eu disse, ou por que gosta mesmo? – ele perguntou observando o belo rosto angelical, ela arregalou os olhos, o observou atentamente.
- Admito por que sou a sobrinha da dona do bar – ela comentou falando com a voz esnobe e triunfal, o fazendo sorrir de canto...
(Flash Back Off)
- Então o momento que vocês se conheceram fora o mais belo? – perguntou Kakashi com a voz calma, e às vezes murmurando uma música qualquer.
- Sim, Sasuke era um homem muito romântico – disse Sakura com um olhar distante, como se lembrasse de algo muito feliz já que sorriu, mais depois balançou a cabeça freneticamente. Sasuke permaneceu sorrindo levemente mais depois veio um comentário, que o fez fechar a cara. – Mais desses anos pra cá ficou bipolar.
- Ele já chegou á te agredir? – perguntou ele para Sakura, que engoliu em seco, e uma lágrima caiu dos seus olhos sem querer. Sasuke suspirou com medo, mais lançou um olhar gélido, Kakashi nunca havia perguntado aquilo á sua mulher.
- Não – mentiu Sakura...
Continua...
Notas finais
Espero que tenham gostado, sérioooo!!
E nada de: PLÁGIO É CRIME, E BLÁ, BLÁ.. Por que a estória é inteiramente minha e tenho como provar (que além do mais, relançamento!1!1!)...
Bem só um presentinho básico, e como a minha agenda tá corrida :c não sei quando sai o próximo cap. mais aguardem, talvez: Sábado.
Peço desculpinhas sinceras aos erros :c
http://filosofa-solitaria.tumblr.com/
Entre em contato comigo: @allonely_girl.
Tchauzinho c:
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