— Ei Bettany, entre já esta de noite, e é perigoso ficar ai fora.

— Mãe, só mais cinco minutos. Minha amiga Maria ja está indo. — diz abraçando a amiga.

— Tudo bem, seja rápida. — Grita a mãe.

Bettany espera Maria virar a esquina e se abaixa para pegar suas barbies. Bettany ouve um barulho, e então olha para trás, e vê ao longe um rapaz, com um capuz cobrindo a cabeça, se aproximando, com um cachorrinho.

Bettany o olha e se apressa para entrar, mas é surpreendida com uma pergunta.

— Você gostou do meu cachorrinho? — Disse ele sorrindo.

— Sim, ele é muito lindo.

— Oh! Realmente. Pena que não poderei te mostrar os outros, há tantos. — diz o rapaz, fazendo uma expressão triste.

— Ah. Eu gostaria muito. Poderei até ir. Aonde você mora?

— Virando a esquina, é perto. — diz o rapaz a olhando de cima a baixo.

— Tudo bem, temos que ser rápidos.

O rapaz, com uma expressão de dar medo, a encarou por um longo segundo, soltou a coleira que prendia o cachorro, o permitindo sair correndo e a pegou pelo braço, tampando sua boca. Bettany o olhou assustada, tentava se debater e gritar sua mãe, sem sucesso. O rapaz a colocou no porta malas de seu carro, e saiu á 80 km de velocidade.

Bettany gritava sua mãe, mas depois, cansou, e então, ficou em silêncio, apenas soluçando. Lembrou se de tudo o que a mãe havia lhe dito sobre não falar com estranhos, e chorou mais. Bettany adormeceu, e só acordou quando sentiu que o carro havia parado. Assustada se levantou, e o rapaz abriu o porta mala, e a olhou sorrindo maliciosamente.

Bettany o olhou com os olhos vermelhos:

— Por favor, me deixe ir.

O rapaz sem dizer nada, amarrou suas mãos, e colocou uma fita em sua boca e tampou seus olhos com um pano. Bettany sentiu o rapaz pegar e apertar seus seios. Bettany deixou algumas lagrimas escorrer.

— Nada mal, garotinha.

Bettany tenta se soltar, mas o rapaz a pega no colo e carrega até um local, onde a joga no chão frio.

O rapaz tira o pano que cobria seus olhos,e a fita que cobria sua boca e então ela percebe que está em um porão, todo sujo e fedorento.

Bettany o olha:

— Como se chama?

— Julio, por que?

— Só para mim informar aos policiais quando eu sair daqui.

Julio ri e a segura forte:

— Você nunca mais verá sua mãe, ou sua familia. Agora eu sou sua familia, você vai sofrer, eu irei bater em você e sastifazer todos os meus desejos sexuais. — diz ele puxando forte o cabelo dela.

Bettany deixa lagrimas escorrerem e apenas fecha o olho.