Notas iniciais
Olá gente! Aqui é a Júlia! Como estão todos ai? Chegamos a 50 cometários e eu mal posso acreditar! Eu quero agradecer a cada um que comentou, está acompanhando, favoritando e especialmente recomendou a fic. Isso é muito importante para mim e tenho certeza que para Renata também. Boa leitura! Comentem!

Pov. Annabeth

Poseidon fez o prometido. No meio da noite, os 7 semideuses, abandonaram a ilha.

Poseidon criou uma espécie de bolha com os sete dentro e a fez, em uma velocidade alucinante, chegar ao tão esperado destino.

Atenas.

Na verdade a um quilometro de Atenas, Annabeth mal pode acreditar. O festival, era amanhã.

–É aqui até onde posso ir. Salvem o mundo. Dou todo o apoio que conseguir daqui.- diz Poseidon tristemente.

–Sinto não poder resolver isso com a minha mãe. -diz Annabeth.

–Ah, doce criança, essa briga, é muito antiga. Não sei se mantenho esperanças sobre uma reconciliação. Sua mãe é extremamente orgulhosa. -Ele diz.

Annabeth sabe disso. Tanto, que é um defeito, que ela herdara da mãe. Nunca teve esperança em um acordo entre os dois, só queria fazê-lo sentir-se melhor.

Ela espera que Poseidon retorne ao mar,mas ele não volta. Ele fica ali. Olhando o horizonte.

Apolo também permanece ali. Encarando a cidade.

–Faz muito tempo. –ele diz. –Muito tempo mesmo.

Annabeth estava tremendo. Nunca esteve tão assustada em sua vida. Ela suspira. O mundo adora conspirar contra ela.

–O que vamos fazer agora? –pergunta Jason.

–Ir para frente? –sugere Leo. -A cidade, está bem ali.

–Eu sei! Mas quando chegamos lá? Até onde temos que ir?

Annabeth não tinha pensado nisso. Qual era o próximo passo? Como ela não sabia? Ela xingou-se mentalmente.

–Temos que salvar as pacas de serem mortas por Gaia.– disse Leo como se fosse óbvio.

–Temos que salvar Percy e Thalia. – diz Nico.

–E os gigantes? –pergunta Piper.- Nos temos que detê-los!

Seis semideuses começam a discutir. Annabeth encara a cidade. Ela sempre imaginou que olharia Atenas encantada com sua linda e única arquitetura. Estava completamente certa. É de tirar o fôlego. Ela consegue enxergar a beleza da cidade até mesmo longe. Ela queria ver a Grécia com seus monumentos fantásticos e únicos. Costumava ser seu maior sonho e desejo. Estar ali. Olhando aquilo.

Por um momento, ela se permite olhar.

Então, ela volta a se concentrar. Gaia importa agora. A dura realidade.

Ela sente um arrepio.

Talvez amanhã, toda aquela beleza fosse destruída.

Um suspiro escapa da garganta de Annabeth.

Percy está lá. Ela tem que salvá-lo. Mas ela também tem que salvar o mundo. E se tiver que escolher um dos dois? Então ela encara o mar. É inevitável.

Ondas gigantescas estão surgindo ao longe. Sem realmente entrar e devastar a cidade. Um vento forte bagunça seus cabeço. As ondas estão ficando perigosas, como um aviso.

O perímetro inteiro. está sendo cercado.

Annabeth olha para seus amigos que param de discutir.

–Percy Jackson. – dizem todos juntos em uma sincronia que jamais voltará a existir.

O apocalipse, acabou de começar.

Pov. Thalia.

Thalia estava no escuro. Em vez de oxigênio, poeira enchia seus pulmões. Ela se sentia sufocada. Apertada. Algo quente escorrendo por sua pele.

Sangue.

Ela não conseguia falar, pensar ou se mover.

–Thalia! –ela ouviu alguém chamar seu nome. A voz era distante. Mesmo assim, ela reconhece.

Percy.

Ele nunca a acharia. Ela estava morrendo. Aos poucos. Ela não sabia a profundidade que estava dentro da "caverna".

Morrer esmagada, sem ter feito nada. Grande heroína.

Então, ela sentiu o peso diminuir. Estaria tendo a sensação de ficar mais leve e... encontrar a luz no fim do túnel?

Não, Percy estava removendo as pedras de cima dela. Ele a encontrará. Mas... era tarde demais. Ela solta um murmúrio de alivio. Mas a dor ainda é demais.

–Thalia... me perdoa. Fica comigo. Por favor. Eu preciso de você aqui. Não morra. Eu imploro. – Percy diz desesperadamente.

Ela mal consegue ver seu rosto.

Thalia tenta dizer alguma coisa. Qualquer coisa. Mas nada, além de um murmurio, escapa de seus lábios. Ela se sente sendo carregada, mas... para onde? Sua visão está vermelha por conta da dor. No momento, ela quer apenas que aquilo termina. Lá está ela. Thalia Grace, pensando na possibilidade de implorara pela própria morte. Não acreditava ter chegado a esse ponto.

Ela sente algo gelado tomar conta de seu corpo.

Água.

Cada parte de seu corpo queimava.

Queimava.

Ela gritava.

Então... a dor passou.

Ela abriu os olhos. Finalmente o ar conseguiu passagem por seus pulmões. Seus cabelos estão molhados. Ela sente areia grudar em sua roupa. Mas nada disso importa. Ela está viva. Percy estava ajoelhado ao seu lado.

Ele tentava respirar. Ele estava suado e ofegante.. Aquilo deve ter exigido muito dele. Thalia olhou para cima e pode ver o céu. Ela sorriu.

–Obrigada. –ela disse. –Você na deveria ter voltado. Deveria ter continuado sem mim.

Seus joelhos cederam e ele não teve forças para dizer qualquer coisa.

–Percy!- Thalia disse se sentando e indo ao seu lado.Ele vomita sangue na areia. Seus corpo treme em um espasmo.

–Obrigada por não morrer. – ele disse depois de um tempo, completamente ofegante.

–Fiz o meu melhor.

Então eles riram. Estavam vivos. Mas... por que?

–Acha que Gaia queria que saíssemos?- ela pergunta.

–Não sei mais o que ela quer. Ela deve estar nos seus dias. –ele diz.

Ele rirem mais. Provavelmente, em algumas horas, os dois estarão mortos. Percy se levanta.

–Se vamos morrer, acho que devíamos dar uma parte da profecia a Gaia.

–O que quer dizer com isso, Percy?- pergunta Thalia.

–Está na hora do mundo ver a maior tempestade da história. Acha que você consegue?

A ideia soa estupida, pois aquilo, vai consumir todas as energias ( que não são muitas) que lhe restaram. Mas o que eles tem a perder?

–Só se for agora. – ela diz.

Notas finais
Deixou muito a desejar, eu sei, bom, é no próximo capítulo que a destruição em massa. Continue acompanhando e mais importante, comentem!