Notas iniciais
mais um no mesmo dia!

Ao sair da casa, Yamcha viu que Sayuri não estava mais lá. Ficou irritado pois planejava transar com ela mais tarde.

Sayuri havia aproveitado a brecha e saiu daquele local. O homem era louco, ela pensou, o prazer dele era somente machucar as mulheres. Decidiu que já tinha tido muito daquilo tudo, iria sumir antes que fosse tarde demais, ela poderia acabar morrendo nas mãos daquele monstro. Andou por alguns minutos até achar um ponto de táxi. Logo apareceu um que a conduziu até o seu pequeno apartamento. Lá ela fez as malas rapidamente e foi até a rodoviária da cidade. Dias antes uma amiga havia ligado dizendo que havia arrumado trabalho como dançarina em uma boate e a convidou também. Era pra lá que Sayuri iria. Sem deixar telefone e avisos para niguém ela deixou a cidade, Yamcha nunca mais a acharia, ela pensou.

Passaram alguns dias e Yamcha foi até o hostess club, Sayuri não estava lá e ninguém sabia dela.

A vadia fugiu, ele pensou. Resolveu deixar pra lá, afinal o anel que a tinha dado era falso mesmo, e ela já tinha servido para os propósitos que ele queria. Ver a Bulma chorando daquela maneira tão humilhante era tudo o que ele queria, e mesmo que Vegeta não havia aparecido para vê-la ser humilhada, ele teve sua vingança afinal. Só uma coisa o incomodava, no final de tudo não havia conseguido possuir Bulma, e ele ainda queria isso, mas sabia que agora depois de tudo ela nunca mais consentiria em ser dele, a coisa toda teria que ser a força, ele pensou.

Yamcha, idiota, afaste esses pensamentos da cabeça. – ele disse pra si mesmo – está feito e não há como desfazer. A família dela é muito rica e influente, eu só sairia perdendo. Além do mais aquele maldito saiyajin sempre por perto. Ele tinha certeza que havia algo entre os dois, o Vegeta nunca foi de defender ninguém, ele deveria estar comendo a Bulma, Yamcha pensou e esmurrou o volante do carro só de pensar na cena.

Resolveu procurar uma mulher para satisfazê-lo. Vou procurar uma parecida com a Bulma, ele pensou.

Andou pelo centro da cidade, na região onde poderia encontrar uma prostituta facilmente. Rodou pelo local por cerca de trinta minutos, ao vê-lo, as prostitutas se aproximavam do carro, além de rico ele era bonito e todas queriam tê-lo como cliente. Foi então que ao longe ele viu uma garota com cabelos azuis, ela era magra, não tinha tantas curvas como a Bulma, mas seu rosto era bem delicado. É essa mesmo, pensou Yamcha com um sorriso malicioso no rosto.

Ao se aproximar, ela logo veio até o seu carro, ao ver aquele rapaz jovem e bonito, ela ficou empolgada, era muito diferente daqueles velhos babões que depois queriam tirá-la das ruas e torná-la sua amante exclusiva.

— Entre no carro. – ele disse seco. Yamcha não costumava combinar preço com as putas, ele fazia o que queria e depois esperava que eles dessem o seu preço. Como sempre, devido às agressões a coisa toda ficava entre duzentos a quinhentos dólares, o que era uma mixaria para ele. Ele pagava calmamente, afinal não era um caloteiro.

Naquela noite, a jovem se arrependeu amargamente de ter entrado naquele carro. Embora lindo, Yamcha era sem dúvida o cliente mais violento que ela jamais tivera. Ele parecia um animal em cima dela, chamando-a de Bulma e espancando seu rosto, seu corpo todo tinha sido arranhado, havia marcas terríveis nos seios e nas coxas. Ele apertava seu pecoço e mordia seus lábios e rosto com força, tanto que começaram a sangrar. Assustadíssima e chorando muito, ela gritava para ele parar, mas isso só fazia ele aumentar a violência. Ele gozou e deitou seu peso sobre ela, achando que teria uma chance, ela tentou empurrá-lo, mas ele era incrivelmente forte, então mordeu a orelha dele com bastante força.

— Ah, Bulma, sua vadia! Não deveria ter feito isso. – ele disse enquanto socava seu rosto com os punhos fechados usando toda a força. A jovem perdeu os sentidos e desmaiou.

Yamcha levantou-se rindo muito. Ficou observando o rosto desfigurado da mulher. Checou as batidas do seu coração, ela estava viva pelo menos, ele não poderia ter ido tão longe...

Deixou quinhentos dólares na cabeceira ao lado da cama, vestiu-se rapidamente e saiu.

Naquela noite ele dormiu tranquilamente, estava completamente satisfeito.

*********

Nos dias que se passaram, Vegeta não viu Bulma nenhuma vez, ele queria ter visto mas a estava evitando novamente, ele sentia-se muito mal por tê-la machucado. Por causa disso, treinou mais rigorosamente ainda, ele levava o corpo ao limite, rapidamente alcançou a gravidade 200 vezes maior doque a da Terra e já podia sentir a diferença. O corpo estava mais forte ainda, os músculos mais rígidos e ele conseguia sentir um novo poder fluindo nele mas ainda não era suficiente, ele pensava. Ele precisava superar o nível do Super Saiyajin que Kakarotto havia alcançado, mas nem isso ele havia conseguido ainda. Ele estava com ódio por não conseguir alcançar seu objetivo, não entendia como ainda não havia conseguido, ele era o príncipe da raça saiyajin, não deveria haver ninguém mais poderoso que ele.

Bulma também tentava evitar Vegeta, para não pensar tanto nele ela se entregava nos seus projetos, passava horas debruçada nos desenhos e cálculos da nova nave. Duas semanas passaram rapidamente, sem grandes emoções.

Quando se permitia pensar nele, vinha a imagem dele olhando furiosamente para ele, enquanto apertava seus braços. Ele tremia só de lembrar, não entendia aquele homem, às vezes tão doce e romântico, outras vezes pronto para matar. Ela começava a ter dúvidas sobre sua escolha.

O Yamcha agora era só uma sombra na mente dela. Depois do encontro na casa de Goku, ela apagou-o rapidamente da lembrança e logo todo o sentimento que um dia tivera por ele já estava esquecido.

Mesmo achando que sua escolha por Vegeta era mais arriscada, no fundo não se sentia completamente enganada sobre ele. Quando ele a olhava nos olhos, de maneira tão penetrante, ela se sentia segura, seu coração se aquecia e inevitavelmente seu corpo começava a desejar o dele. O Vegeta tinha sido o primeiro homem dela, mas havia quebrado tantos preconceitos que ela um dia teve sobre sexo, que ela achava que nada mais era errado. As vezes acordava depois de ter sonhado com ele e via que estava molhada, era assim que ele se sentia em relação à ele, completamente dominada e desejando aquele corpo a todo o momento. Lembrou das palavras de Chi-chi quando essa havia prometido que após ter um saiyajin na cama, ela não quereria outro homem nunca mais. Sorrindo com o pensamento, resolveu que naquela noite procuraria Vegeta.

O dia passou tranquilo, ela terminou uma etapa importante do projeto, depois disso poderia iniciar o protótipo e depois começar a construir a nave.

— Papai, vou indo, venha logo você também. – Bulma disse beijando a testa do pai.

— Vou sim, filha, só vou terminar alguns cálculos aqui.

Antes de ir para casa, passou na sala de treinamento e Vegeta estava lá, o corpo dele estava visivelmente mais forte, seu olhar era pura concentração e ela podia até mesmo ver a energia circulando ao redor dele. Ficou feliz de pensar que ele estava realmente se dedicando nos treinos. Calculou que pelo horário, logo ele encerraria o treino para o intervalo da janta, decidiu que era nesse intervalo que se encontraria com ele.

Tomou um banho e perfumou-se bastante, vestiu lingeries novas, colocou um vestido vermelho de tecido leve e foi até o quarto dele. Quando chegou, pôde ouvir o barulho do chuveiro e imaginou a água escorrendo por aquele corpo musculoso. Deitou-se na cama dele e aguardou ansiosa pela expectativa.

***********

Vegeta encerrou o treino para a pausa antes do jantar. Ele estava extremamente cansado, mas depois de tomar banho, retomaria o treino até a meia-noite, não podia relaxar agora que estava no caminho certo para alcançar seus objetivos.

Porém, enquanto retornava para a casa, não conseguia tirar Bulma da cabeça, fazia vários dias que não a via, ele estava desejando aquele corpo ardentemente. Mais que isso, queria sentir seu perfume, seu calor, beijá-la e olhar dentro daqueles olhos azuis.

Já no banho, começou a lembrar-se da última vez que tinha estado com ela. Lembrando daqueles lábios carnudos sobre o seu membro, ele estremeceu, e depois a maneira como ela se abria para recebê-lo dentro de si, sua voz suave gemendo o nome dele. Instintivamente levou as mãos até o seu membro rijo e começou a se tocar, logo se repreendeu, pois aquilo tiraria a concentração dele para o treino de mais tarde. Procurou se acalmar e decidiu que no dia seguinte procuraria por ela, se fosse necessário pediria desculpas, prometeria que nunca mais iria machucá-la, o que fosse para tê-la denovo.

Ele estava tão absorto por esses pensamentos que não notou a presença dela ao entrar no seu quarto, ao sair do banheiro se enxugando, viu a dona dos seus pensamentos deitada na sua cama esperando por ele, ela sorria convidativa e sem pensar em nada, ele correu até ela, tomou-a nos braços e a beijou avidamente. Ficaram se beijando por um longo tempo, até que ele se afastou e olhou para ela, ela estava linda com os cabelos soltos caindo ao redor do rosto, usava um vestido vermelho com tecido bem fino, que revelava todas as formas deliciosas do seu corpo.

— Deite-se. – ela disse autoritária.

Vegeta não recebia ordens de ninguém, mas Bulma tinha todo o poder sobre ele, embora ela ainda não soubesse. Rapidamente deitou e ficou esperando para ver o que ela faria, ela se levantou foi até a frente da cama e começou a mover os quadris suavemente, enquanto passava as mão por todo o corpo. Ela deslizou a mão e delicadamente retirou o vestido atirando da direção do rosto de Vegeta, ele pegou o vestido no ar e cheirou, todo o cheiro dela está aqui, ele pensou. Ela continuou movendo os quadris sedutoramente, suas mãos estavam atrás das costas, vagarosamente ela abriu o fecho, ele estava excitado por poder ver aqueles seios novamente, então ela se virou de costas e ele pôde ver as costas nuas, ela retirou o sutiã e o atirou na direção dele, ao virar-se cobriu os seios com as mãos, ela se aproximou olhando nos olhos dele, ele estava ávido por ela, ela subiu em cima dele ainda cobrindo os seios, aproximou o quadril do rosto dele e disse.

— Tire minha calcinha.

Como um animal enlouquecido, Vegeta rasgou o tecido fino da calcinha com os dentes, quando viu aquele pêlos loiros tão finos ficou alucinado, passou a língua suavemente por eles, causando arrepios em todo o corpo de Bulma. Logo ele estava com toda a língua passeando pela vagina dela, enquanto apertava seus quadris e cintura com as mãos.

— Você é deliciosa. – ele dizia com a voz rouca enquanto provava daquela fruta carnuda.

Bulma afastou-se do rosto dele e colocou a mão no seu membro, ele estava latejando de tanto desejo, ela se arrumou com os quadris sobre ele e lentamente sentou-se nele enquanto o recebia na penetração. O olhar de Vegeta era de pura luxúria, ele estendeu as mão para tocar nos seios dela, mas ela o segurou no ar e suavemente prendeu as mão dele atrás da cabeça. Era óbvio que ele poderia se livrar facilmente, mas resolveu entrar no jogo dela, fazendo-se de dominado. Ela roçava o bico dos seios na boca dele e quando ele ía tomá-lo nos lábios ela se afastava, ficaram nesse jogo enquanto ela se movia sobre ele com um ritmo delicioso e suave. Aos poucos o desejo dela foi aumentando, deixou os seios na boca dele enquanto ele mordia levemente os bicos e mamava deliciosamente.

— Ah Vegeta... – ela gemia, sussurando o nome dele, o que o deixava mais louco ainda.

Ela arqueou as costas jogando o peso para trás e intensificou o movimento dos quadris sobre ele, ela rebolava num sobe e desce alucinado, enquanto seus seios balançavam. Vegeta estava alucinado com a maneira como ela movia o corpo sobre ele, ela é muito gostosa, ele pensou.

Bulma estava em transe com o imenso prazer que sentia, aquele membro grosso dentro dela, continuou rebolando sobre ele, enquanto jogava a cabeça para trás. Vegeta assistia a tudo, seu prazer era imenso também, ela tinha aquela vagina apertada e úmida e se movia gostoso sobre ele.

— Eu vou gozar Vegeta, goze comigo. – a voz de Bulma estava rouca de desejo.

Apoiou-se com as mãos ao lado dele e intensificou o movimento de sobe e desce, ele a ajudava com as mãos nos quadris dela, logo os dois atingiram o clímax gozando juntos. Ela deitou-se sobre ele e ficou ouvindo as batidas do coração dele, estavam muito aceleradas, o dela também estava.

— Então é assim, né? – ela falou ofegante – se eu não viesse aqui não nos veríamos nunca mais?

— Não é que... eu estava me sentindo muito mal por ter machucado você. – ele disse envergonhado por ter que admitir.

— É simples, somente não faça mais isso, nunca mais. – Bulma falava autoritária mas com suavidade – e nunca mais me prometa algo que você não possa cumprir.

— O que eu te prometi?

— Você disse que continuaria a me ver à noite, mas não foi nenhuma vez. Eu quero tê-lo todas as noites.

Ele virou-se para ela com um sorriso malicioso nos lábios.

— Sim senhora. – ele respondeu antes de tomá-la num beijo apaixonado.

Notas finais
reviews?