Notas iniciais
Por favor, leiam de mente aberta, essa parte da história é necessária. Kissu!

Depois daquela noite, Vegeta começou a procurar Bulma todas as noites. A resolução de treinar rigidamente tinha ido pro espaço junto com o projeto da nova nave. As noites de treino pesado tinham sido trocadas pela cama de Bulma, às vezes era a cama dele, às vezes locais escondidos pela casa, a piscina, a banheira do quarto dela, o velho e já conhecido salão de jogos, a mesa da cozinha às altas horas da madrugada, com gemidos abafados.

Durante o dia, ele se esforçava o máximo que podia no treino, mas com tanta atividade noturna, seu rendimento não era o mesmo. Ficou pensando se Kakarotto teria a mesma dificuldade que ele, afinal, ele era o único saiyajin casado que ele conhecia. Aos poucos foi deixando esses pensamentos de lado, treinar e superar Kakarotto não era mais tão importante doque os momentos de prazer que tinha com Bulma. Resolveu aproveitar ao máximo tudo aquilo, era a primeira vez que estava rendido por uma mulher e não sentia mais incomodado com isso.

Seis meses dessa deliciosa rotina passou rapidamente e uma noite bastante quente, após finalizar o treino, Vegeta teve uma idéia. Levaria Bulma para uma praia distante, lá poderiam se amar livremente, sem se preocupar se seriam descobertos ou não, embora ele tivesse certeza que os pais dela já soubessem o que eles faziam juntos.

Ela aguardava por ele no quarto como fazia todas as noites, quando ele entrou voando pela janela.

— Você não perde esse hábito, não é mesmo? – ela acusou-o sorrindo.

Desceram juntos para a cozinha.

— Pegue algumas coisas, bebidas e alguns alimentos. – ele ordenou com a voz fria.

Ela separou uma garrafa de champagne, duas taças, queijo, frutas e uma grande toalha em uma cesta. Ele a pegou no colo e saiu voando.

— Está doido? Onde está me levando? – ela perguntou atônita.

— Você vai ver. – ele respondeu simplesmente.

Voaram por cerca de 10 minutos, ele não ía muito rápido e Bulma adorou voar livremente, muito melhor doque dentro de um helicóptero ou uma nave.

Chegaram em uma praia aparentemente deserta, Vegeta pousou calmamente e colocou Bulma no chão. Ela estendeu a toalha, enquanto ele a observava, sentou-se sobre a toalha e ele a acompanhou. Ela estendeu a garrafa de champagne para ele e ele abriu sem nenhuma dificuldade, ao entregar a garrafa para ela, Bulma sacudiu-a e espirrou a espuma nele enquanto ria. Fingindo estar irado, ele deitou-se sobre ela, segurando-a pelos punhos, seu rosto estava todo molhado de champagne, ela começou a lambê-lo, logo estavam num beijo alucinado. Se despiram e ficaram se beijando apaixonadamente, logo Vegeta a estava penetrando com toda a paixão, ela se entregava gemendo o seu nome. Se amaram durante muito tempo, até que gozaram juntos. Ela deitou a cabeça sobre o peito dele e ficou olhando as estrelas.

— Em pensar que você veio de um planeta tão distante para me amar aqui. – ela disse baixinho.

Ele sorriu tristemente. Não gostava de lembrar o que havia acontecido ao seu planeta, mas ela tinha razão, nem ele entendia como estava vivendo momentos tão mágicos com aquela humana. Tudo parecia um sonho, que ele tinha medo que acabasse, como tudo de bom que ele teve na sua vida.

Bulma sentou-se e serviu o que restou da champagne nas duas taças e beberam juntos, ela pegou um pedaço de queijo e ficou mordiscando, enquanto ele servia-se de um cacho de uvas.

Descansaram um pouco e amaram-se novamente. Vegeta era um amante extraordinário, ele sempre procurava novos jeitos de levá-la ao prazer e Bulma por sua vez se abria para as experiências que ele propunha e ela mesmo criava situações novas para eles. Não havia limites entre eles, nada era proibido. Ao terminarem, descansaram mais um pouco, depois Bulma arrumou as coisas e Vegeta a tomou no colo e voaram de volta para casa.

Ao longe, uma pessoa observava tudo, o ódio crescia dentro do peito dele, agora ele tinha a prova de que Bulma era mesmo uma vadia mentirosa.

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Depois de quase matar a prostituta de cabelos azuis, Yamcha ficou um pouco satisfeito e se acalmou da vontade de possuir Bulma. Além disso, ele ficou com medo de ser denunciado e resolveu pegar leve. Deixou de bater tanto nas prostitutas e quando tinha vontade de extravasar, levava-as para lugares mais afastados, nada de motéis ou parques públicos, ele ía para algumas das inúmeras praias desertas que havia na região, lá ele podia agredí-las a vontade, elas gritavam e choravam achando que iriam morrer, ele se divertia muito com aquilo.

Já havia passado mais de seis meses desde o episódio na casa de Goku, e ele não tinha desistido completamente da idéia de ter Bulma, mas resolveu esperar um pouco. A idiota era apaixonada por ele, quem sabe se ele contasse alguma mentira ela acreditasse? E com o consentimento dela, nem Vegeta nem ninguém poderiam fazer nada contra ele.

Com esses pensamentos, ele resolveu procurar uma prostituta, estava empolgado, aquela seria uma noite perfeita para extravasar, ele pensou. Como nas ruas ele já estava ficando conhecido, resolveu ir a um prostíbulo. Lá conversando com a dona do local, descobriu que havia uma jovem nova na casa, e, de acordo com a dona, ela tinha 18 anos e ainda era virgem. Ele não acreditou e pediu pra ver a menina. Quando a viu ficou alucinado, era a criatura mais bela que já havia visto, com os longos cabelos negros e lisos, o rosto perfeitamente angelical, seios e quadris enormes e uma cintura muito fina, a menina era um mulherão com o rosto de anjo, mas parecia amedontrada com a sua situação. Se ela era virgem ou não, Yamcha deu de ombros, seria ela mesma naquela noite. Yamcha tomou a mão da menina e trouxe até os lábios beijando-a enquanto sorria olhando nos seus olhos. Somente isso foi suficiente para fazê-la se derreter.

Ela nem acreditou que sua primeira vez seria com um homem lindo daqueles. Ele era alto, um porte atlético, os cabelos lisos caiam sobre os ombros e uma cicatriz no lado esquerdo do rosto deixava-o mais charmoso ainda. Embora seu coração fosse de outro homem, naquele lugar ela não tinha o que escolher, então não se sentiu tão incomodada em ter que ir para cama com aquele homem de aspecto tão gentil e romântico.

Yamcha chamou a dona do estabelecimento de lado e perguntou baixinho.

— Ela é virgem mesmo?

— É sim senhor, posso garantir. – A mulher dizia com convicção.

— Ok, quanto quer por ela?

— Mil dólares. – A mulher respondeu rapidamente.

— A senhora não entendeu. Quanto quer para que eu saia daqui com ela?

— Ela vai voltar inteira? – A mulher perguntou desconfiada.

— Ela vai voltar. – Yamcha respondeu com um sorriso malicioso nos lábios.

A mulher conhecia aquele tipo. Um rapaz jovem e bonito daquele poderia ter a garota que quisesse, se ele vinha buscar nesses lugares a explicação era uma só, ele era um daqueles tipos violentos que ela bem conhecia.

— Ok, nesse caso são três mil dólares, pagamento adiantado. Eu quero ela devolta aqui antes das três da manhã.

Yamcha pagou a quantia estipulada, aquela noite prometia ser demais, ele pensou. Saiu segurando a menina pelas mãos, e ela olhou para a dona do estabelecimento que tinha um olhar de preocupação.

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Yamcha dirigiu até uma praia deserta que ficava próximo dali. No caminho, foi fazendo perguntas à menina para quebrar o gelo, ele não era de modo algum um maníaco, só tinha uma maneira peculiar de conseguir prazer. Ela disse chamar-se Kaoru, tinha 18 anos e contou uma história triste que devido a dívidas que o pai havia contraído, ela e as irmãs tiveram que ir para aquele lugar.

— Nossa, isso ainda existe? – Yamcha perguntou com um tom de voz triste.

De fato ele não estava nem um pouco comovido com a história, mas não queria assustar a menina... ainda. Tocou levemente nas suas mãos e sorriu para ela, ela devolveu o sorriso envergonhada e abaixou a cabeça.

Ao chegarem na praia, Yamcha estacionou num local escondido, onde somente quem viesse do mar poderia ver eles, ele por sua vez, tinha a visão completa da praia e caso precisasse poderia fugir rapidamente. Ele desligou as luzes do carro mas devido a lua cheia, eles tinham uma boa iluminação, ele poderia ver Kaoru perfeitamente. Fingindo ser romântico abriu uma garrafa de vinho que trazia no carro, serviu em um copo de plástico e entregou para ela. Se ela era mesmo virgem, iria precisar de algo para se soltar.

— À você. – Disse ele brindando e tomando direto da garrafa.

Kaoru sorriu e bebeu também. Quando ela terminou, ele trouxe ela para perto de si e começou a beijá-la, seus lábios eram macios e doces, com uma mão ele acariciava seu queixo gentilmente. Kaoru suspirava com o encanto daquele toque. Aos poucos o desejo foi tomando conta de Yamcha, ele começou a abaixar o banco do carro onde ela estava sentada e antes de deitá-la abriu o zíper do vestido e a despiu. Ela tinha um corpo extraordinário, seios enormes, rijos e redondos, que ele tomou nos lábios e mamava gentilmente neles passando a língua sobre os bicos, enquanto Kaoru gemia de prazer. Sua cintura muito fina, Yamcha a apertava possuído pelo desejo. Ele tirou a camisa e deitou-se sobre ela, ela tinha um corpo quente e cheiroso, ele não estava mais tão disposto assim a machucá-la.

Yamcha abriu o zíper da calça e comprimiu seu quadril no de Kaoru, ela gemeu ante a expectativa de ter aquele membro dentro dela. Ele gentilmente retirou sua calcinha, e postou-se sobre ela. Começou a penetrá-la suavemente, ela era virgem mesmo, ele constatou. Aos poucos ele foi aumentando o ritmo, Kaoru gemia alto e agarrava suas costas. Ele estava alucinado de prazer, logo iria gozar. Ele gozou e derramou-se sobre ela, seu corpo todo estava suado, fazia tempo que não sentia um prazer genuíno daqueles, não era tão mal assim. Ficaram se beijando, quando de repente, Yamcha sentiu uma presença poderosa se aproximando que ele conhecia muito bem, era o ki do Vegeta.

O que esse maldito está fazendo aqui? Ele pensou. Levantou-se para ver e não acreditou nos seus olhos, Vegeta pousava na areia junto com Bulma. Yamcha ocultou o seu ki, pois não queria ser descoberto. Ficou observando, enquanto Bulma estendia uma toalha na areia, depois Vegeta abria uma garrafa, ela sacudia e jogava espuma nele, numa brincadeira como dois adolescentes apaixonados.

— O que foi? O que tanto olha? – Kaoru perguntou.

Yamcha deu-lhe um tapa no rosto e mandou-a ficar quieta. Ela se assustou e começou a chorar.

— Calada sua vagabunda. – a voz de Yamcha era aterrorizante.

Kaoru continuou chorando baixinho, enquanto isso Yamcha observava Vegeta deitar-se sobre Bulma e a possuí-la, ele estava enojado com a cena. Aquela vagabunda sempre dizendo que queria esperar após o casamento, agora seis meses que aquele maldito estava na casa dela e ela já estava dando para ele? O ódio crescia no peito dele, então era isso, o maldito saiyajin estava comendo sua namorada? Desde quando? Será que quando estive morto ela se consolou com ele? Esses eram o pensamento de Yamcha.

Ficou observando enquanto comiam, bebiam e trocavam carícias românticas. Depois deitaram e ficaram um tempo olhando para o céu. Novamente o saiyajin voltou a possuí-la, Yamcha tremendo de ódio pensando que era ele quem deveria estar ali. Seu ódio era tanto que ele queria ir lá na mesma hora matar os dois. Mas não podia, ele sabia não ser páreo para o Vegeta.

Yamcha estava consumido pelo ódio, com muito esforço conseguiu ocultar o seu ki e não ser notado. Viu quando eles arrumaram as coisas e retornaram voando, havia passado mais de uma hora desde que haviam chegado. Finalmente ele sentou-se no banco do carro e passou as mãos nervosamente pelos cabelos. Kaoru olhava para ele assustada, ele sentiu um ódio tremendo.

— O que está olhando, hein? – ele gritou.

— Porque me bateu? Porque fez isso? – ela perguntou com a voz chorosa.

Teria sido melhor para Kaoru ter ficado calada mesmo, ao ouvir isso, todo o ódio reprimido veio à tona. Ele a pegou pelos cabelos e bateu mais no seu rosto, ela gritava mas ele não conseguia parar, não queria parar. Kaoru assustadíssima tentava fugir, mas ele era muito forte, a segurou pelos braços enquanto a colocava de costas para ele.

— Você gosta assim é? Vou fazer assim então. – sua voz era cheia de ódio.

Começou a penetrá-la com força enquanto apertava seu pescoço, quando ela estava prestes a perder o ar, ele a soltou, não a queria inconsciente, queria ela bem acordada para se divertir com ele. Ainda segurando-a pelos cabelos com força ele encontrou a entrada que desejava, era mais apertada que a vagina, era isso mesmo que ele queria. Com dificuldade conseguiu entrar nela, Kaoru gritava e chorava com a dor, ele puxava mais os seus cabelos enquanto dizia.

— Me diga como é gostoso, você já fez assim com ele? Com quem é mais gostoso?

Yamcha aumentou ainda mais o ritmo, ele estava alucinado com o desejo e o ódio que sentia. Gozou novamente, mas dessa vez ao invés de ficar beijando Kaoru gentilmente ele a espancava com gosto, batia nas costas dela e em todo o corpo. Virou-a de frente, ela implorava pedindo para ele parar. Ele mordeu os bicos dos seios com tanta força que chegaram a sangrar, Kaoru soluçava e tentava se proteger como podia. Ele mordeu o lábia dela com tanta força, que o sangue começou a jorrar.

— Você vai sujar meu carro, sua puta! – e socou o rosto dela com força. Ele batia com o punho fechado, usando toda a força que tinha.

Quando ela estava prestes a ficar inconsciente, ele parou, sacudiu-a com força enquanto gritava.

— Fica acordada, sua vadia! Eu não terminei ainda.

Yamcha quebrou a garrafa de vinho que trazia e colocou o fundo quebrado no meio das pernas dela, mas não a feriu.

— Agora você vai falar entendeu? Vai falar tudo.

— Sim, eu falo, eu falo. – Kaoru soluçava em pânico.

— Fala que me ama e que não vai mais dar pra o Vegeta. – ele ordenava gritando.

Sem entender nada, Kaoru repetiu.

— Eu te amo, eu te amo, não vou mais ficar com o Vegeta.

— Não foi isso que te mandei falar! – ele agora pressionava a garrafa próximo à coxa dela – use o verbo correto! Repita: Eu não vou mais dar para o Vegeta.

— Eu não vou mais dar para o Vegeta. – Kaoru repetia balbuciando.

— Sua vagabunda. – ele disse enquanto pressionava com força a garrafa cortada entre as pernas dela, causando-lhe um sério ferimento fazendo-a gritar e chorar de dor.

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Como já era esperado, a dona do prostíbulo abriu a a casa para receber Kaoru, eram quase três horas da manhã e até mesmo ela ficou chocada com o que viu: o rosto da menina estava completamente desfigurado, ela estava nua e podia-se ver vários cortes e marcas roxas no seu corpo. Kaoru chorava desesperada enquanto Yamcha partia o carro cantando os pneus.

Exceto por um pequeno detalhe, essa noite foi realmente demais, ele pensou sorrindo diabolicamente

Notas finais
Podem me esculachar a vontade nos reviews, kissu!