O romance que eu posso te dar

19 O preço da ingenuidade


Notas iniciais
Papai e mamãe não avisaram que não é bom conversar com estranhos? Taí o resultado...

Bulma olhava para ele atônita, ele era de fato a última pessoa que ela imaginou encontrar naquele lugar.

— Boa tarde, Yamcha, como vai? – ela não deixaria de ser educada, embora sua voz estivesse visivelmente irritada.

— Estou bem e você?

— Muito bem, obrigada. – E permaneceu calada.

— Eu vi uma moto quebrada lá atrás, ela é sua?

— Não está quebrada, está só sem gasolina. – ela respondeu seca.

— Quer uma carona?

— Não, obrigada.

— Bulma, você está à quilômetros de tudo, seria melhor aceitar, vai saber o que pode acontecer?– Yamcha falava com a voz sincera.

— Acontece Yamcha, que eu não quero nada de você. – Bulma estava muito irritada.

— Bulma, eu sei que as coisas terminaram mal entre a gente, mas nos conhecemos a tanto tempo, podemos ser amigos, certo?

— Não sei se quero a sua amizade depois de tudo o que me fez passar. – Havia raiva na sua voz.

— Eu entendo Bulma, eu fui mesmo um idiota, não espero que me perdoe, mas entenda que fiz tudo motivado pelo amor que sinto por você. – Yamcha falava com o olhar triste.

Bulma não acreditou naquelas palavras, mas também não disse nada.

— Bom – ele continuou mudando o tom de voz — eu estou indo para a casa do Goku, se quiser, posso deixá-la em algum lugar mais habitado com um posto de gasolina talvez.

— Você está indo para a casa do Son-kun? – ela perguntou intrigada – o que vai fazer lá?

— Agora que a temporada de jogos acabou resolvi voltar a treinar com seriedade. Goku e Gohan vão me ensinar algumas técnicas, mas não conte a ninguém, é segredo. Sei que não vou conseguir acompanhar o ritmo deles, então não quero ser motivo de piada. Nem a Chi-chi está sabendo disso.

Bulma pareceu convencida por aqueles argumentos, afinal, isso era bem a cara do Yamcha mesmo.

— Ok, me ajude a buscar minha moto, vou abastecê-la no primeiro posto que encontrar. – Bulma respondeu seca.

Ele fez a volta com o carro e colocou a moto dela na parte traseira do carro, ele ergueu a moto somente com um braço.

Nossa, como ele é forte, ela pensou. Mas o meu saiyajin é mais, sua mente a corrigiu a tempo.

Depois disso, foram em silêncio pelo resto do caminho, de vez em quando Yamcha olhava para ela e sorria, aquele sorriso lindo com cara de apaixonado que antes a derretia. Sentiu-se mal por estar com ele, considerando tudo o que havia acontecido, e sabia que se o Vegeta descobrisse os dois estariam mortos.

Quando estavam passando em uma região com a vegetação mais fechada e árvores mais altas, Yamcha parou o carro.

— O que foi, porque parou? – Bulma perguntou.

Yamcha virou-se para ela, ele sorria de maneira triste.

— Bulma, isso não está certo, preciso falar uma coisa para você. – Yamcha começou.

Bulma já ficou irritada pois imaginou o teor da conversa que se seguiria.

— Yamcha, seja lá o que for eu não quero ouvir. – A voz dela já mostrava sinais de que perderia a cabeça.

— Mas Bulma, você tem que entender. Preciso do seu perdão, não posso continuar a viver assim.

— Yamcha, esse não é o melhor momento para falar dessas coisas. Vamos esquecer o passado, o que passou, passou, não há como voltar. Se quer saber, já não guardo rancor de você, estou em paz.

— É mesmo Bulma, porque está em paz?

— Não te devo satisfações, mas caso queira saber, eu encontrei um amor verdadeiro.

— Eu imagino.

— Sim, pode imaginar. Nunca fui tão feliz na minha vida, não tenho dúvida que sou correspondida, sou amada de verdade. Ele é um homem de verdade, não me engana e nem me trai.

— Nossa, que tocante isso. – a voz de Yamcha era sarcástica.

— Sim, nosso amor é maravilhoso, algo que está além da sua miserável compreensão. – Bulma dizia desafiadoramente.

Ao olhar para Yamcha, viu o rosto dele transtornado pelo ódio, ficou assustada.

— Bulma, Bulma. Você não sabe onde se meteu ao entrar nesse carro. – A voz dele era tenebrosa.

Sentindo o perigo iminente, Bulma quis sair do carro, mas foi detida pelo braço forte do Yamcha. Rapidamente ele a amordaçou e colocou uma fita na sua boca, amarrou as mãos atrás do corpo e depois os pés, ligou o carro novamente e seguiu rapidamente para uma região mais afastada e escura. Bulma chorava sem acreditar no que aquele infeliz estava fazendo, então ele havia planejado tudo isso? Ele armou tudo isso para me fazer cair nessa armadilha? Ela pensava com raiva.

Chegou a um local escuro e totalmente cercado por árvores altas, quem passasse na estrada dificilmente conseguiria ver o que acontecia ali. Yamcha estacionou o carro e desligou o motor.

— Agora, quanto mais você colaborar comigo, melhor será para você Bulma. – ele dizia com a voz pesada. – Você sabe o que eu quero, não sabe? Não é nada mais doque você vem dando para o maldito saiyajin esse tempo todo. Foi tão fácil trazê-la para cá, você que se diz tão inteligente não percebeu que sabotei seu helicóptero, seu carro e até a sua moto.

Bulma olhava para ele com ódio.

— Você está tão diferente, Bulma. Cadê aquelas saias curtas que eu tanto gostava? O saiyajin a proibiu de usar? Se você estivesse de saia seria tão mais fácil...

Dizendo isso, ele tirou os shorts de tecido que ela usava, era um short longo até os joelhos.

— Hum nada mal... — disse ele admirando suas pernas – vamos ver se ainda é macia como eu me lembro, ele colocou a mão entre as pernas dela, tocando sua vagina por cima da calcinha.

Abriu os botões da camisa que ela usava , retirou o sutiã e ficou admirando os seios.

— Nossa, deve ser maravilhoso ter esses seios balançando sobre o rosto enquanto você rebola no meu pau. O saiyajin deve adorar isso, não é? Me diz?

Bulma gritava por baixo da mordaça, mas o som não saía. Ela começou a chorar e tentava dar chutes nele, mas era em vão, Yamcha ria com gosto.

— Bulma, você ainda é tão gostosa como eu me lembro. – ele dizia massageando os seios dela — Eu juro que se você der pra mim, esse vai ser nosso segredo, depois eu nunca mais vou perturbar você.

Ela balançava a cabeça chorando, como que implorando pra que ele parasse. Isso é claro, atiçou mais ainda o desejo dele.

Ele tirou as calças e ela pôde ver que ele estava bastante excitado. Ele tirou sua calcinha e colocou os dedos entre as pernas dela, nenhum sinal de lubrificação, ele percebeu contrariado.

— Temos que mudar isso Bulma, você tem que entrar no clima... – dizendo isso ele se colocou entre as pernas dela e começou a lamber sua vagina. Aquele gosto delicioso que ele sempre quis sentir, agora entendia como até o Vegeta não havia resistido, ela tinha um gosto tão doce...

Bulma se sacudia violentamente, tentando fazê-lo parar de todas as maneiras.

— Isso meu amor, está gostando? Posso ver que se retorce de prazer... – ele debochava dela.

Yamcha ficou lambendo e beijando a vagina de Bulma durante um longo tempo, ela queria morrer, tamanha a humilhação que sentia. Se Vegeta chegasse ele iria matá-lo e dessa vez ela não o impediria, mas não havia chance de ele aparecer num local daquele.

Já satisfeito do gosto dela, ele se posionou entre as pernas de Bulma. As pontas dos pés estavam amarradas, de modo que com ele no meio, a única posição possível era ela ficar com as pernas abertas diante dele.

— Isso mesmo meu amor, abra as pernas pra mim, desse jeito mesmo que eu sempre quis.

Yamcha olhou para os olhos de Bulma e podia ver o ódio dela claramente, lágrimas finas escorriam da sua face, ela estava tão frágil e indefesa, ele estava louco de desejo, só de pensar que depois de tanto tempo ela seria dele.

— Bulma, eu sei que agora você não acredita, mas eu te amo, tão loucamente que cheguei a esse ponto, seja minha, por favor, seja minha. Eu juro que te deixarei em paz depois disso, esse vai ser nosso segredo. – Yamcha dizia com a voz rouca de desejo.

Ela assentiu com a cabeça e ele não pôde acreditar. Rapidamente tirou a mordaça e a beijou apaixonadamente.

Quando abriu os olhos, viu uma sombra sobre ele, olhou para cima e viu uns sapatos marrons muito estranhos e ouviu Bulma dizer.

— Me ajude.

Notas finais
Pessoal, Bulma é minha xodó, mas eu tinha que deixar o Yamcha tirar uma casquinha... reviews?