O romance que eu posso te dar

30 A noite que não queria acabar


Notas iniciais
A respeito da demora em atualizar, eu não tenho defesa alguma. Estou realmente me dedicando a outra FIC, mas quero e vou terminar essa decentemente.

No cap anterior, Vegeta foi pedir conselhos ao Goku e acabou tendo uma ideia que resolveu colocar em prática o mais rápido possível. Vamos ver o que ele tem em mente.

A noite, Bulma ficou pensando na conversa que tivera com Chi-chi, mesmo não querendo admitir, ela morria de saudades do Vegeta, e foi com muito custo que não havia transado com ele desde que ele tinha voltado. Mas doía pensar que seria abandonada de novo, pois ela acreditava piamente que ele a abandonaria mais uma vez com certeza. Só de pensar em se entregar para depois ser jogada fora fazia o peito dela se dilacerar dentro de si, ao mesmo tempo que sentia um calor intenso entre as pernas, ela simplesmente odiava como o próprio corpo a traía só de pensar no Vegeta. Então ela resolveu que acabaria de vez com aquela história. É como dizem, nada como um novo amor para esquecer um velho, decidiu que arrumaria um namorado, uma rapaz bonito e decente, talvez um dos engenheiros que trabalhavam com o pai dela. Nada de lutadores, saiyajins, nada dessa bagunça. “Vou esquecer esse homem dos infernos que só bagunçou minha vida de uma vez por todas”, ela pensou resoluta, sentada na cama abraçando as próprias pernas enquanto algumas lágrimas desciam pela face.

De repente, uma brisa passou pela janela, e antes que ela desse conta, o saiyajin estava diante dela, em pé ele a olhava fixamente. Bulma sentiu tanta raiva, justo quando havia decidido que o esqueceria ele aparecia de novo, como ela o odiava! Sem conter sua emoção, ela levantou-se e começou a bater nele, dava pequenos murros nos braços e no peito enquanto chorava repetindo.

— Eu te odeio, eu te odeio! Seu saiyajin maldito e miserável!

Era exatamente assim que ele queria, ignorando-o ele não poderia fazer nada, mas assim tão frágil e aberta ele poderia pegá-la nos braços e confortá-la. E foi o que ele fez, ignorando os socos descoordenados que para ele eram uma carícia ele a abraçou. Deixou-a chorar por longos momentos, ele compreendia perfeitamente, ele a havia magoado indo embora, mesmo que fosse para o bem dela, aquele era um momento que ela precisava dele, mas ele não pôde ficar.

Daquele jeito que ela amava, ele secou suas lágrimas com a boca, beijando todo o rosto dela, logo tomou a sua boca em um beijo apaixonado, ela correspondeu agarrando-lhe as costas enquanto trazia-o para mais perto. Vegeta apertava ela pela cintura, temia machucá-la pois não conseguia medir a força assim possuído pelo desejo, ela por sua vez trazia-o mais ainda e gemidos roucos saíam dos seus lábios. Logo estavam num abraço tão apertado beijando-se com sofreguidão.

Afastaram-se um pouco, ele a segurava pela nuca enquanto olhava-a nos olhos. Gentilmente, ele a deitou na cama e deitou-se sobre ela, voltaram a se beijar e logo arrancaram as roupas um do outro, não tinham mais tempo a perder, já havia muito tempo que ele a queria e ela a ele. Bulma abriu-se para ele e gemeu quando ele a penetrou, Vegeta entrava e saía naquele ritmo que ela já conhecia, nada nele havia mudado, era o mesmo amante maravilhoso de antes. Ele mantinha um beijo apaixonado enquanto a penetrava, suas mãos não se cansando se explorar cada parte do corpo dela, enquanto ela gemia e derretia-se nos braços dele da maneira que há tanto tempo ele queria.

Gozaram juntos e ficaram abraçados enquanto recuperavam o fôlego. Logo Vegeta voltou a beijá-la com toda a paixão que tinha. Bulma viu que ele ainda estava ereto, então ele girou-se na cama, de modo que ela estava em cima dele, continuaram se beijando, enquanto Bulma encaixava-se em cima dele, assim que sentiu aquele membro dentro dela, ela começou a movimentar-se sobre ele, ele mantinha as mãos nos quadris dela ajudando nos movimentos. Os seios balançavam perto do rosto dele e ele tomou um dos bicos e ficou mamando e mordiscando levemente, Bulma gemia mais ainda, ele revezou no outro seio e ela aumentou o ritmo rebolando sobre ele.

Vegeta sentou-se na cama, enquanto ela gemia sobre ele, abraçou-a fortemente e segurando os cabelos da nuca a trouxe para mais um beijo, ela estava em transe com toda aquela paixão. Novamente gozaram, dessa vez Bulma sentiu desfalecer-se, ela deixou o peso cair ao lado dele na cama enquanto tentava recuperar o fôlego. Mas o Vegeta ainda não tinha acabado, ele ainda permanecia rijo, mesmo depois da segunda ejaculação, vendo-a deitada com as costas pra cima, ele decidiu fazer mais uma vez, ela nem protestou quando ele se postou atrás dela, e arrumando os seus joelhos na cama, abriu-se bastante para ele, todo o sêmen dele escorria pelas pernas dela ela sentiu ele introduzir um dedo na sua vagina, enquanto fazia movimentos rápidos no seu clitóris, aquilo era o puro prazer, ela delirava e gemia o nome dele sem parar. Logo sentiu ele a penetrando novamente, ele inclinou-se a beijando enquanto mantinha a massagem no clitóris, Bulma rebolava sob ele, alucinada com aquela luxúria.

Vegeta aumentou mais o ritmo, suas mãos nos quadris dela ajudavam os movimentos, logo ele gozou novamente, dessa vez ela sentiu um jato mais longo, enquanto ele soltava um gemido rouco. Ele quis deitar-se sobre ela, mas ela virou antes, se bem lembrava ele era bem pesado, ela não aguentaria o peso dele. Bulma levantou-se ofegante e foi até o banheiro, acendeu a luz e ficou olhando-se no espelho, seu rosto todo pegava fogo e ela podia ver as marcas avermelhadas pelo corpo todo, as mãos do saiyajin marcando o território, lembrou-se daquela conversa e sorriu.

Abriu a torneira da pia e abaixou-se para lavar o rosto. Ao inclinar-se sentiu as mãos dele a envolvendo novamente e não acreditou quando sentiu o membro dele ainda extremamente rijo. Levantou-se bruscamente espalhando água ao redor.

— Vegeta! O que é isso?! Não vai acabar nunca?!

Ele a olhava pelo espelho, seu olhar era pura luxúria, levantou uma das pernas dela na altura da pia, desse modo ela ficava livre para ele, novamente a penetrou, dessa vez ele parecia mais animalesco ainda, ele afundava o rosto nos cabelos dela, enquanto mantinha uma mão massageando seus seios e a outra mantinha a perna dela erguida, assim ela não fugiria. Depois de três ejaculações, ele parecia mais concentrado em obter e dar um prazer mais duradouro, então ele entrava profundamente nela, ela gemia cada vez que ele entrava, já estava ficando dolorida mas não poderia parar, ela tinha desejado aquilo por tanto tempo. Vegeta entrou e saiu inúmeras vezes, Bulma sentia a energia ao redor aquele poder predatório que ele havia adquirido. Ao invés de medo, dessa vez ela se sentiu tão poderosa quanto ele, afinal aquele homem poderosíssimo era dela, cada parte do corpo dele dizia isso, então o poder dele era dela também. Vegeta estava alucinado pelo desejo, ele queria entrar mais fundo ainda, por isso pressionava a carne dela contra ele enquanto mantinha um ritmo insano. Gozou pela quarta vez e a soltou, pelos gemidos dele Bulma teve certeza que dessa vez ele estava satisfeito, ela poderia descansar agora.

Sem olhar para ele ela arrastou-se até a banheira, ligou a torneira de água quente e deixou-a encher, jogou vários sais e espuma, logo a banheira estava borbulhando com água quente cheia de espuma. Ela desligou a água e entrou, deitou-se mantendo a cabeça fora da água enquanto sentia os jatos massageando suas costas, aquilo era tão relaxante depois de toda aquela atividade. Sentiu quando Vegeta entrou na água também, ele deitou-se ao lado dela e a abraçou, logo ele conduziu as mãos dela até o membro dele.

— Não é possível! – ela disse espantada enquanto sentia o membro dele ferozmente rijo.

Ele deu uma risada maliciosa.

— Isso é o que acontece quando fico muito tempo longe de você.

— Bem, mas eu estou acabada agora, talvez eu esteja pronta para outra na semana que vem. – ela disse tranquilamente sem olhar para ele.

— Só mais uma vez e eu acho que vou ficar bem... – ele dizia com voz rouca no ouvido dela.

— Você vai me matar saiyajin...

Dizendo isso, ela começou a massagear o membro dele com as mãos, ele não queria só aquilo mas era o máximo que ela poderia oferecer, estava realmente esgotada. Ficou massageando todo o membro dele, enquanto ele apertava os bicos dos seios dela, ela começou a ficar excitada de novo, ele tinha um jeito tão gostoso de fazer aquilo... Logo ele levantou-se ao seu lado e mantendo uma das pernas flexionadas, de modo que seu membro estava fora da água, Bulma sabia o que ele queria e envolveu-o com a boca, isso ela ainda poderia fazer. Vegeta gemia alto, enquanto ela o envolvia completamente, ela mantinha uma massagem em cada uma das bolas dele e aquilo provavelmente deixava-o fora de si. Ficaram assim por bastante tempo, envoltos naquele prazer carnal e naquela espuma.

— Bulma... vou gozar agora. – a voz dele era um sussurro rouco.

Sentindo o fluxo chegar, Bulma tirou-o da boca e deixou que ele jorrasse ao seu lado. Uma quantidade absurda de sêmen, ela pensou que o jato não terminaria mais, era até engraçado, daria para repovoar todo o planeta saiyajin com tudo aquilo. Vegeta estava com o olhar relaxado, parecia que agora finalmente ele estava satisfeito. Ela olhou para o membro dele e a rigidez estava desaparecendo. Ele deitou-se novamente na água e ficou ali, ficaram calados somente sentindo os jatos de água quente massageando suas costas.

Bulma foi a primeira a levantar, ela tomou uma ducha para tirar a espuma do corpo. Secou-se e saiu. Logo Vegeta imitou seu gesto, desligou a banheira, liberou a água e após uma ducha saiu secando-se. Ao entrar no quarto, Bulma estava sentada na cama, usava outra camisola. Ela terminava de secar os cabelos. Ele sentou-se ao lado dela colocando as pernas na cama. Ele estava tomando coragem para falar o que queria falar desde que havia chegado lá. Não era a sua intenção transar alucinadamente com ela como havia transado, mentira era sim e ele sabia disso, mas nem por isso iria mudar de ideia sobre o que tinha que fazer, ele não poderia mais ser chamado de príncipe se não fizesse as coisas daquela maneira, então reunindo toda a coragem que tinha, ele tomou as mão dela enquanto retirava-lhe a toalha, ela se assustou pensando que ele ainda queria mais sexo, mas ficou calada aguardando o que viria.

— Bulma, tem algo muito importante que quero falar para você.

— Diga saiyajin. – ela respondeu tentando demonstrar frieza.

— Você quer se casar comigo?

Bulma não estava entendendo nada, eles já não eram casados de acordo com os costumes saiyajins?

— Sei o que você está pensando – ele continuou – nós já somos casados de acordo com os meus costumes, mas agora quero me casar com você seguindo os costumes humanos.

Bulma permaneceu calada. Ela não tinha resposta para aquilo, dessa vez ele a havia pego de surpresa com esse negócio de casamento humano.

— E então, Bulma? O que me diz? Você quer se casar comigo? – Vegeta insistiu.

— Não. – ela respondeu secamente enquanto o olhava firmemente nos olhos.

— O quê? Por quê – agora era o Vegeta que não entendia nada. Mesmo depois de transarem do jeito que transaram e com ele propondo casamento segundos os costumes dela, ela ainda iria permanecer irredutível?

— Você acha que vai me amolecer com isso, Vegeta? Não pense que por que eu transei com você eu o quero de volta e muito menos que apelando para os costumes humanos você vai conseguir alguma coisa.

Vegeta olhava para ela chocado, não era possível que a mulher tivesse o coração mais duro que o dele, será que ela nunca iria perdoá-lo?

— Mas Bulma, nós... nós temos um filho juntos, somos uma família. Nós temos que ficar juntos.

— Vegeta eu decidi que vou deixá-lo ver Trunks, você pode participar da vida dele, mas eu não serei mais a sua esposa, nem segundo os costumes dos saiyajins e nem segundo os costumes humanos. – ela dizia com a voz fria e pontuada pelo rancor.

Vegeta queria agarrá-la e obrigá-la a aceitá-lo, mas sabia que isso só faria ela negá-lo mais ainda.

— Então porque transou comigo hoje? Eu achei que iríamos voltar com isso... – a voz dele era quase chorosa.

— Eu quis aproveitar um pouco desse seu corpo delicioso. – ela disse com a voz maliciosa enquanto sorria para ele, o que o fez ficar mais confuso ainda. – você pode vir aqui brincar comigo de vez em quando se quiser, mas já vou te avisando que não serei só sua, resolvi que vou começar a namorar outros homens. – ela o provocava enquanto via o rosto dele se alterando pela raiva.

— Nunca mais repita isso, Bulma. – ele disse levantando-se e se afastando-se dela para não fazer nenhuma besteira.

— Porque não? É verdade, é o que eu vou fazer, e sei que você não vai se importar, afinal você só me queria para isso. Eu não vou mais me negar à você, mas não serei mais exclusivamente sua. – ela se aproximou dele com as mão na cintura e o olhando por cima, mesmo que sua estatura fosse menor que a dele.

Vegeta ficou olhando incrédulo a mulher à sua frente, ela era sem dúvida o ser mais atrevido e destemido que ele já havia conhecido. Ele pensava assim porque nunca antes alguém foi capaz de desafiá-lo daquela maneira e sair vivo, mas Bulma o provocava e o levava ao limite, testando o ciúmes dele ao extremo, mas o máximo que ele podia fazer era se afastar dela, porque nunca conseguiria feri-la e no fundo ele queria acreditar que ela só estava falando aquilo para provocá-lo, que ela nunca iria se deitar com outro homem. Ficou olhando os olhos azuis dela faiscando num misto de raiva e deboche, ela com certeza estava se divertindo com a situação, embora seu lábio inferior tremesse com a raiva.

— Bulma, você insiste em ridicularizar tudo o que tivemos juntos, mas eu não vou entrar no seu jogo. – ele começou calmo – se não me aceita como seu marido segundo os costumes humanos e nem sob os costumes saiyajins, então eu te libero do compromisso. Você não é mais minha esposa e não precisa mais me servir como fez tão vividamente hoje. – ele terminou com um sorriso sinistro nos lábios.

Ele disse isso, embora por dentro o peito dele se despedaçasse ao dizer essas palavras e ver como o brilho dos olhos dela apagava-se, dando lugar à uma imensa tristeza. Doía, mas ele não iria mais ser capacho daquela mulher, correndo atrás dela igual a um cão enquanto era constantemente escorraçado. Se Bulma tivesse simplesmente dito não ao pedido dele, mas ela foi longe demais com essa história de se deitar com vários homens além dele, isso era algo que ele não iria aceitar nunca, não iria se unir a uma mulher que se prostituiria, ele preferiria matá-la, mas como a queria muito para chegar nesse extremo, resolveu que agora era a vez dele finalizar aquela história.

Bulma se recuperou do choque inicial que a dureza das palavras dele causaram, mas não iria chorar diante dele, se era isso o que ele queria, então era isso que ele teria.

— Eu acho isso ótimo saiyajin, porque eu não me considero mais a sua esposa desde que você me abandonou grávida como o covarde que você é.

Vegeta apertou os punhos com raiva, ela nunca entenderia que tudo o que ele fez foi para protegê-la e o Trunks. Ainda por cima a ingratidão dela o destruía, se ela pelo menos reconhecesse o seu sacrifício, mas nem isso Bulma mostrava ser capaz. Vegeta se esforçou de novo para não perder a cabeça e se aproximou dela, sua vontade era tocá-la com delicadeza e beijá-la até o dia clarear, algo que não demoraria a acontecer. Se a mulher fosse menos teimosa e arrogante, mas ela parecia idêntica a ele nesse aspecto e nesse momento Vegeta entendeu que somente o desejo que ambos sentiam um pelo outro não seria suficiente para terem um casamento fosse sob os costumes de qualquer planeta. Um mínimo de submissão era esperado de uma esposa de um saiyajin, mas Bulma era totalmente desprovida disso, e ele não iria ceder, por mais que ele fosse louco por ela, tudo tinha um limite e ela já havia ultrapassado a muito tempo. Ele se aproximou mais, ciente de que provavelmente seria a última vez que a veria. Bulma mantinha o olhar firme, embora os olhos já estivessem úmidos, ficaram se desafiando com o olhar, e ela pensou que se ele a beijasse era retiraria tudo o que havia dito antes, mas ele não a beijou, nem a tocou e nem fez nada do que ele mesmo queria fazer.

— Você me rejeitou humana – ele disse com um sorriso sinistro enquanto a olhava firmemente nos olhos, fazendo-a gelar de medo – mas isso é um alívio porque você não tem o que é preciso para ser a mulher de um saiyajin. Eu logo me enjoaria de você e a mataria.

Ele concluiu e tocando o rosto dela com a ponta do dedo, a empurrou para trás. Somente isso foi o suficiente para fazer Bulma cair no chão pelo impacto. Ela ficou caída no chão olhando para ele horrorizada, a cena parecia a mesma de anos antes quando ele a abordou na cozinha e a assustou fazendo derramar leite em si mesma e se cortar acidentalmente, e depois quando a assustou por uma segunda vez impedindo-a de subir para o seu quarto. Daquela vez, Bulma saiu calada e foi chorar no quarto, mas dessa vez, ela se levantou e mesmo que ele a matasse, ela não iria deixar barato, não mesmo. Reunindo toda a força que tinha, ela deu-lhe um tapa forte no rosto, mas isso não fez nada nele. Bulma viu o olhar dele enchendo-se de fúria e esperou um soco ou um tapa, mas nada disso aconteceu, ao contrário Vegeta avançou sobre ela urrando, o que a fez gritar de pânico e cobrir a cabeça com as mãos, certa de que ele a mataria, mas ele não tocou nela. Ela abriu os olhos e ele a olhava com um misto de raiva e dor. Vegeta saiu em silêncio pela janela. Bulma ainda ficou em pé durante um tempo, atordoada demais para fazer qualquer coisa, então sentiu os primeiros raios de sol iluminando o quarto. Com a luz do sol clareando o dia, sua mente também ficou clara, ela pôde ver que ele nunca a havia amado, não como ela queria ser amada e chorou de amargura, porque o que antes era somente uma desculpa tola agora ela teria que levar a sério, ela teria que esquecê-lo, nem que tivesse que morrer e nascer de novo para isso.

Notas finais
Só a Bulma mesmo para negar um pedido de casamento do Príncipe dos Saiyajins e ainda por cima fazê-lo quase perder a cabeça ao provocar o ciúmes do pobre coitado. Agora que foi rejeitado, Vegeta resolveu que não vai mais correr atrás dela, então eu quero só ver quem é que vai dar o braço a torcer primeiro e deixar o orgulho e a arrogância de lado. Continue acompanhando!