O que eu faria sem você?

4 Capitulo 4- Nosso casamento quase perfeito


Notas iniciais
Oiee gente!!! Voltei no meio da minha semana de provas e em uma segunda-feira. Pq? Sei lá eu sou estranha... espero que gostem! Boa leitura!

Cap 4

(Pov Alice )

Com toda certeza eu estava morrendo de medo.

Acordei na casa de Percy, que ainda estava cheia de coisas da despedida de solteiro.

As meninas e o cara que Percy contratará haviam ido embora e só restavam eu e meu cunhado, que estava dormindo.

Fui até o banheiro e encarei o espelho esperando ver uma imagem bonita da noiva do dia. Como se fosse possível eu estar bonita naquele dia.

Meu cabelo parecia ter entrado em uma luta com um texugo e meu olho tinha tantas olheiras que fiquei me perguntando como não havia as percebido ali antes.

Encarei minha barriga e percebi que parecia com a de Ene, quando estava do um mês de gravidez.

Lavei o rosto para tentar tirar o sono que me perseguia e escovei o cabelo, o deixando mais liso que o normal.

Voltei para cama que Percy preparou para mim e peguei meu celular. Eram 9:47 e o casamento seria as 4:30, o que me dava tempo de me preparar.

Chequei as mensagens e vi que Reo me mandará uma as 6:00 da manhã.

"Acabei de perder o sono. Estou preocupado com vc, me pareceu estranha na mensagem ontem... Por favor de tiver alguma coisa errada me avise. Te amo! Até o altar... "

Sorri ao ler a mensagem e o respondi.

"Acabei de acordar, desculpa a demora. Tbm te amo, mais que tudo. Só estava nervosa por hoje, ainda estou pra dizer a verdade. Espero que esteja bem... Até o altar".

Deixei o celular na mesa de centro da sala e deitei novamente na minha cama improvisada.

Comecei a pensar em tudo que estava para acontecer. Coloquei minha mão sobre minha barriga e comecei a pensar em algo que não me havia me ocorrido, não tínhamos um nome para o bebê.

Se fosse menino eu iria querer João, pois era o nome do meu avô, mas se fosse menina eu não fazia ideia de como chama-la.

Jennifer? Não, havia uma menina na minha sala que se chamava assim e eu a odiava.

Maya? Não, era o nome da mulher de Jack. Ficaria algo repetitivo.

Dália? Não, que nome estranho...

– O que você está fazendo fora do chuveiro? — Percy disse indignado e com sono.

– Por que acabei de acordar... — disse mostrando o óbvio.

– Alice, você precisa se arrumar desde cedo! Quer chegar lá e fazer tudo? — ele me levantou — Pois saiba que você não vai ter tempo!

–Okay! Vou tomar banho!

Me dirigi até o banheiro e fechei a porta.

– E não demore, querida! Preciso estar magnífico hoje! — ele gritou do outro lado da porta.

– O que aconteceu com você? — disse, quase esperando que ele não me ouvisse.

– Me assumi!

–---------------------

Chegamos no local onde o casamento seria realizado e minhas mãos tremiam.

Cheguei perto de Ene e dei o braço a ela, tentando buscar forças na garota que foi minha amiga durante toda a minha vida. Ela sorriu e abraçou meu braço, começamos a andar uma ao lado da outra e entramos na casa reservada justamente para minha preparação e a das madrinhas.

Nós começamos a entrar no lugar e tudo estava preparado para nos vestirmos e nos prepararmos para a cerimônia.

Sentei em um sofá que havia ali no canto e observei o lugar. Pequeno espaço que caberia todas nós e Júlia, uma menina que era amiga de Reo e de Percy que seria a acompanhante de Percy no altar.

Minha mãe chegou junto com Laila e sua esposa, que traziam a pequena Catarina (que seria daminha junto com Laila). Elas me cumprimentaram e deixaram suas coisas junto com as das outras madrinhas. Minha mãe me levantou e me abraçou. Ao nos distanciarmos pude ver seus olhos marejados e um sorriso melancólico.

–Mas acredito que finalmente vou casar minha filha...

–Mãe, eu já não moro mais em casa a 5 anos!

–Mas depois de casar tudo muda, meu amor!

Engoli seco e pensei em como seria se nossa vida disse diferente. Afastei os pensamentos e abracei minha mãe novamente.

Fomos nos arrumar e todas colocaram roupões e começaram a fazer o cabelo e a maquiagem. Liguei para minha sogra, que disse que viria pronta e pediu para que eu não me preocupasse. Fizemos a maquiagem, preparamos cabelos e unhas. Todas as minhas madrinhas e minha mãe começaram a compartilhar suas histórias de casadas e como era a convivência dentro de casa.

Aquilo me fez perceber que todas as minhas amigas já haviam de casado e eu demorei 5 anos para isso.

Elas continuaram conversando e eu e Júlia olhávamos atenciosamente esperando aprender algo com a experiência.

Passaram-se horas e nós não havíamos terminado de nos arrumar. Olhei no meu celular e vi as horas 4:03 da tarde.

Comecei a ficar nervosa e pensar o quanto estaria atrasada, quando minha mãe veio até mim.

–Vamos entrar em meia hora, depois de 10 minutos você entra...

–Mas mãe, o casamento é 4:30, não posso me atrasar tanto...

– Eu demorei 1 hora pra chegar, minha flor! Seu pai não desistiu de mim por um milagre. — Ela me levantou da cadeira de maquiagem e me levou até o trocador. — Mude de roupa e então terminarmos seu cabelo e sua maquiagem.

Assenti de leve e entrei, vendo meu vestido de noiva ali, com pequenas alterações e pronto para esconder minha barriga.

O coloquei e me observei pela última vez no espelho antes de entrar naquele altar.

Com certeza estava bem mais bonita que antes, pela manhã, e me parecia tanto com minha formatura que me impressionava.

O coque, o vestido, que agora era branco e mais rodado, e os sapatos me faziam lembrar da noite que nos beijamos pela primeira vez.

Sai do trocador e encarei minhas amigas, minha prima e sua mulher, Julia e minha mãe.

– Está magnífica amiga... — Vick veio em minha direção e me abraçou.

Todas as outras seguiram seu exemplo e me elogiaram enquanto me abraçaram.

–Acho que estou pronta... — disse assim que todas me cumprimentaram.

– Vamos entrar então... — Laila disse dando o braço a minha mãe. — Até daqui a dez minutos.

Elas então se foram e eu esperei os piores dez minutos da minha vida.

–-------------------

(Pov Reo)

– Ela não pode se atrasar 1 hora! — disse a beira de um ataque cardíaco, depois de meu sogro me contar a história de seu casamento.

– Não, meu filho... — meu pai tentou me tranquilizar — ela vai apenas demorar alguns minutos!

– Eu preciso ver Alice! Estamos separados desde ontem á tarde... Não aguento mais!

– Fala sério, Reo! — Percy parou do meu lado — Vocês tiveram 5 anos pra ficarem juntos, agora terão o resto da vida. Por que está reclamando de uma noite?

– Por que eu a achei estranha na nossa última conversa... — disse sentando em um sofá e tentando amarrar minha gravata.

– Ela só está nervosa. Vai passar, assim que os dois disserem sim!

– Você não entendeu, não é? Tenho medo dela desistir ...

Meu sogro de sentou ao meu lado e colocou a mão em meu ombro.

–Alice te ama Reo, como nunca amou ninguém. Ela está esperando uma criança sua, nunca iria fugir...

Assenti de leve para meu sogro e aceitei ajuda de meu irmão. Ele colocou a gravata em mim e me ofereceu a mão para levantar.

Me ergui e me olhei mais uma vez no espelho.

Me lembrava de mim mesmo no dia da formatura de Alice. O dia em que contei a Alice o que sentia, que Gilbert me embebedou e que eu e minha noiva nos beijamos.

Peguei meu celular e o desbloqueio, apenas para ver a foto de Alice na praia, naquelas nossas férias, que estava como plano de fundo no meu celular.

–Mamãe está esperando... — Percy disse indo ao meu lado dos espelho.

–Acho que já chegou a hora então...-Sorri confiante e me virei para sair daquela sala.

Minha mãe estava esperando do lado de fora e tinha um sorriso esperançoso.

– Todos estão prontos... Vamos descer?-Ela perguntou ansiosa.

– Vamos! — disse com toda a certeza do mundo.

Descemos a rampa que havia entre aquela pequena casa e o Jardim onde seria a cerimônia. Pude ver a maior parte dos convidados, mas um me chamou atenção em especial.

Gilbert estava sentado na terceira fileira, com uma garota que Eu tinha certeza que conhecia, mas não me lembrava quem era.

–O que ele está fazendo aqui? — disse mais ríspido do que deveria.

– Ele quem, meu filho? — minha mãe disse ansiosa.

–Gilbert.- disse tentando amenizar toda a situação.

– Não sei quem é, mas hoje é seu casamento Reo. Sorria e aproveite o momento. A partir de agora tudo fica mais difícil...

– Mãe, nada vai mudar.

– Eu não acho, depois de casar...- Ela fez uma pausa e sorriu, quando começamos a entrar no tapete que levava ao altar — Algumas coisas sempre mudam!

Fomos até o altar, ao lado do juiz de paz, e enquanto passávamos todos olhavam para mim e para minha mãe.

Nós paramos no altar e eu encarei os convidados e os padrinhos que entravam.

Os padrinhos e madrinhas entravam no tapete, vindos do lado de fora.

Era um Jardim amplo e com cadeiras dispostas por todos os lados. Estava tudo lindo, mas a presença de Gilbert e a ansiedade pela chegada de Alice deixavam minhas mãos completamente geladas.

O sol estava batendo em meus olhos e com certeza refletiam em meus cabelos. O terno com corte francês, preferido de Alice, estava me deixando um pouco sufocado e eu queria saber onde Alice estava.

Olhei para meu pai e respirei fundo, tentando mostrar minha ansiedade. Ele olhou em meus olhos e pediu calma, sabia que eu precisava de Alice o mais rápido possível.

Ouvimos a marcha nupcial e todos se levantaram. Prendi a respiração por alguns segundos e comecei a olhar para a escada de onde Alice provavelmente surgiria.

Todos começaram a aguardar esperançosos e a maior parte das pessoas sorriram, outras prepararam lagrimas e alguns pareciam entediados.

Olhei para a disposição dos padrinhos.

Ene e Lion ao lado de Laila e de Paula, seguidas de Olívia e Valentim ficaram ao lado aonde Alice iria ficar.

Fred e Milena, perto de Percy e Júlia que sussurrou algo para Vick acompanhada de Leo ficaram ao meu lado do altar e esperavam a noiva com quase a mesma ansiedade que eu.

De repente tudo ao meu redor parou de fazer sentido e eu só queria olhar para a pessoa que vinha na minha direção.

Alice estava mais bela do que eu podia imaginar algum dia.

Ela entrava pelo tapete e parecia iluminado lugar. Ela me olhou com o seu melhor sorriso e depois mordeu de leve o lábio inferior, me fazendo ter vontade de ir até lá e beija-la.

Ela caminhava devagar, no ritmo da música, ao lado de seu pai.

Ela chegou até mim, depois do que pareceu uma extremidade e seu pai entregou sua mão para mim, dando um aviso que eu não prestei atenção, apenas assenti.

Alice beijou de leve minha bochecha e eu corei.

Ela estava quase da minha altura e parecia confiante em cima do salto.

Ela me deu a mão e fomos para o altar.

O juiz começou a falar tudo que um casamento representava e minhas não soavam frio.

Cheguei mais perto de Alice e sussurrou:

– Fiz meus próprios votos...

– Eu não. — Ela engoliu em seco e apertou mais minha mão. — Acho que vou ter que improvisar...

Continuamos ouvindo as palavras do juiz de pais e eu a encarei por um minuto, querendo ver se aquilo era realmente verdade.

Alice encarava o juiz de paz e parecia absorver cada uma de suas palavras. Eu queria tira-la dali e a levar para algum lugar onde pudéssemos ficar a sóis e onde eu pudesse beija-la antes que tivessem que dizer: "Pode beijar a noiva".

Continuamos ouvindo pacientemente até que o juiz disse:

–Os noivos escolheram fazer seus próprios votos.

Virei-me para Alice e ela sorria nervosa.

– Escolheram? — ela sorriu e prendeu a respiração.

– Acho que eu vou primeiro por que peguei minha noiva de surpresa!- disse fazendo a maior parte dos convidados rirem e Alice assentir sem graça.

– Tenho que pensar no que dizer, por que tem muita coisa! — Ela estava tão nervosa que me fez sorrir.

–Bem... — peguei o papel no meu palito e a encarei. Não precisava dele de verdade, pois já tinha gravado cada palavra- Bem... Vamos começar!

"Conheci você no meu primeiro do como coordenador. Você era apenas uma das muitas alunas que eu estava para conhecer, mas depois de não muito tempo percebi que você seria especial. Começamos a nós aproximar e na última semana de aula eu não conseguia pensar em nada que não fosse relacionado a você." — comecei a ler.

"Quando descobri que você sentia o mesmo por mim pensei no por que, uma garota linda, inteligente, divertida e simplesmente a pessoa mais incrível que passou na minha vida, poderia me amar e querer estar ao meu lado."

"O início foi incrível, porém cheio de dificuldades...” Eu quase morri ao pensar que nunca mais poderíamos ficar juntos. Felizmente tudo deu certo e já faz 6 anos que estamos juntos.

" Nada é uma mar de Rosas, mas com certeza foram os melhores anos da minha vida. Dizem que depois do casamento as coisas mudam, mas para mim não importa... Se eu estiver com você o resto pode mudar."

"Eu te amo Alice, mais do que imaginei amar alguém na minha vida... Você e esse bebê são as coisas com que mais me importo. Vou estar com vocês até o final... Até que a morte nos separe"

Fechei o papel e o coloquei novamente no meu paletó. Uma lágrima escorreu dos meus olhos e vi que Alice chorava de alegria.

– Eu não sei o que dizer...- ela foi sincera e tentava se recuperar o mais rápido possível, mas as lágrimas continuavam rolando.- Quando te vi pela primeira vez não senti nada, olhei pra você por obrigação , apenas para saber quem seria meu coordenador naquele ano. O tempo passou e você se tornou a minha razão de ir a aula, de me esforçar pra faculdade e até mesmo de sorrir.

"Achei tudo uma loucura no início, mas na verdade era, por que não podia os ficar juntos. Mas quando você disse aquela declaração, no dia da minha formatura, eu tive certeza que seria a melhor loucura da minha vida..."

Ela parou um pouco, tentando parar de chorar e mais uma lágrima caiu de meus olhos.

– Eu te amei, da nossa primeira conversa, quando você fez de tudo pra entender aquela garota problemática que eu era, até hoje e eu juro pra você que amarei pra sempre, não importa o que ocorra. Vou sempre estar aqui. — Ela pegou minha mão e repousou sobre sua barriga — nos sempre estaremos aqui... Para sempre.

O juiz de paz voltou a falar e disse a frase que eu tanto queria ouvir:

– Pode beijar a noiva!

Peguei Alice pela cintura e a trouxe para perto de mim. Encostei nossas testas e disse a mesma coisa que disse em nosso primeiro beijo.

– Eu te amo.

Ela encostou nossos lábios como havia feito naquela noite a tanto tempo atrás, mas eu evolui o beijo e fiz daquele um dos melhores momentos de toda a nossa vida.

–------------

(Pov Alice)

Era incrível o quanto os convidados poderiam ficar bêbados com uma rapidez incrível...

Eu estava sentada na varanda do salão e tentava repassar aquele dia louco.

A cerimônia havia sido perfeita e a festa estava sendo ótima. Tiramos fotos com todos os convidados e tudo estava indo incrivelmente bem, apesar de termos convidado parentes que só havíamos visto uma vez na vida.

Eu me balançava no balanço de jardim que foi colocado ali na parte de fora da festa.

Todas as pessoas que convidamos tinham aparecido e todos os convidados disseram que se emocionaram com nossos votos.

– Nos mal nos casamos e você já esta fugindo de mim? — Reo, agora realmente meu marido, se sentou com cuidado ao meu lado.

– Sabe que só quis me livrar um pouco do barulho... — disse encostando minha cabeça em seu ombro e sentindo seu braço envolvendo meu corpo.

– Você está bem? — ele acariciava meu braço e parecia realmente muito preocupado.

–Sim, só estou um pouco cansada, o dia foi meio cheio...

Ele assentiu e pareceu ficar mais relaxado. Ele parecia tranquilo e bem, como se aquela festa e toda a cerimônia não houvesse sido nada...

– Alice. — Reo me chamou e eu estremeci de leve. Não importava quanto tempo levasse, eu iria sempre estremecer ao ouvir meu nome em sua voz.

– Oi, meu amor...

Ele sorriu de leve e eu reparei o quanto ele estava lindo. Seu cabelo parecia refletir na luz que saía do poste de iluminação, seu terno estava impecável e sua expressão era serena.

– Queria saber o que Gilbert está fazendo aqui... — ele disse e só então lembrei-me que ele havia vindo.

– Eu o encontrei ontem... — comecei a dizer — ele me pediu desculpas e, agora que vamos para outra parte da nossa vida, não vi motivos para não perdoa-lo.

– Você podia ter me falado... — ele disse e eu pude sentir o seu tom mudando.

– Reo, desculpa! — Eu me virei para ele e o beijei. — Só não achei que teria problemas...

– Você esqueceu o que ele fez? — ele parecia um pouco mais amenizado.

– Não... — disse e ele me olhou, me mostrando que tinha razão- mas não disse que esqueci e sim que perdoei.

Reo respirou fundo e me abraçou de novo.

–Só não quero que ninguém machuque você...

–Você não vai deixar. — Sorri e ele uniu nossos lábios novamente.

– Por que a gente não volta pra lá e você joga o buquê... Assim depois podemos ir para o quarto que separaram pra nós aqui.

– Tem razão... Amanhã temos que viajar.

– Então vamos! — ele levantou e estendeu a mão pra mim.

Aceitei a ajuda e começamos a andar. Estávamos voltando para a festa e a música tocava alto.

Era umas das minhas músicas favoritas "Animals" do Marron V.

Puxei Reo e começamos a dançar e ele riu, me seguindo.

Estávamos quase no final da música, quando senti alguém tocando meu ombro. Virei-me e vi Gilbert ali, pedindo para que eu fosse para um lugar mais quieto.

Assenti e o segui até o bar, onde alguns convidados bebiam.

– Não deu tempo de falar com você antes... — ele disse assim que a música diminuiu. — queria parabenizar vocês, estava tudo perfeito, obrigada por ter me convidado.

– de nada! — disse e ele me abraçou.

– tenho que ir, Gaby está me esperando no carro...

– Okay. — Ele sorriu e começou a se dirigir até a saída.

Voltei para a pista e não encontrei Reo, algumas pessoas me chamaram e falaram comigo Enquanto eu passava por todos e tentei ser mais receptiva, mas queria saber onde Reo estava.

Fui em direção a saída e o vi falando com Gilbert, me aproximei e eles terminaram a conversa.

– O que aconteceu? — perguntei.

– Nada, ele veio me parabenizar....

–Então por que parecia estar com medo de você?

– Por que disse a ele para pensar duas vezes antes de chegar perto de você.

–Reo!

– Ele pode parecer Santo, mas não me engana. Ele não vai encostar em você de novo!

–Não acredito que você fez isso!

– E eu não crédito que você não pensou que eu iria fazer...

Olhei para lado e percebo que pessoas começavam a nós encarar.

– Vou jogar o buquê e depois conversamos...

–Tudo bem. — ele estava com sua típica expressão de "Tenho razão", ou seja, a cara que eu mais odiava.

Virei-me e fui novamente para dentro do salão de festas.

Notas finais
Treta '-' ... Beijos e fui -Avia