Notas iniciais
Oi gente! Tudo bem? Espero que gostem do capítulo! Boa Leitura!

(Alice Pov)

Fui para o meio do salão e pedi para a organizadora do evento que chamasse todos para virem ao meu encontro, pós iria jogar o buquê.

Ela começou a falar com todos e eu não paravade pensar na atitude de Reo. Não, eu não me importava com Gilbert ou com que faria em relação ao que meu marido disse, mas me imortava muito com o por que Reo havia quase arrumado confusão no dia de nosso casamento.

Em poucos minutos todas as mulheres da festa de esgoelavam para um melhor lugar e uma boa oportunidade de pegar aquele Monte de flores.

Consegui perceber que Ene, Vick e Olívia ali na frente e pareciam me encarar de uma forma preocupada, quase percebendo o que estava acontecendo.

Me virei para o outro lado e ouvi a maior parte das mulheres gritando para pegarem o buquê.

Olhei para a frente, na entrada do salão onde alguns homens olhavam suas mulheres e namoradas, com uma espécie de medo. Vi ali no meio Reo, que me encarava de forma mais amena, como se nada tivesse ocorrido.

Me preparei para jogar e o arremecei para atrás.

Me virei rápido e vi Ene, com sua barriga maior que nunca, segurando o buquê com facilidade e sorrindo vitoriosa.

– Rara! Trouxas! — ela disse levantando seu prêmio.

Quando derrepente minha amiga se curva e coloca a mão na barriga.

– O que aconteceu? — perguntei correndo até ela é tentando não tropeçar no meu vestido.

– Meus bebês ficaram muito emocionados e querem nascer!

Olhei para trás, onde estavam os maridos e vi que Lion vinha desesperando empurrando todo mundo que voa na frente.

– Meu Deus! — ele exclamou assim que chegou ao lado da mulher — chegou a hora.

Ele segurou a mão de Ene e comeou a levá-la para o carro. Eu, Vick e Olívia nos encaramos e começamos a segui-los, ignorando toda a festa e apenas se importando com nossa amiga.

Quando estávamos quase chegando no carro, senti uma mão segurando a minha.

– Não vai caber todos em um carro... — Reo disse com calma — Eu levo você!

Ene urrou de dor e de sentou no banco do carona. As meninas entraram na parte de trás do carro e Lion me olhou interrogativo.

Acenti mostrando que eles poderiam ir e apertei a mão de meu marido.

–Vamos rápido, são gémeos e eu sou a madrinha se um deles! — Reo e eu fomos par nosso carro e ele nos dirigiu para o hospital onde Ene teria seus filhos.

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Chegamos no hospital e Eu comecei a fazer o registro de Enf, enquanto ela era levada para a sala de parto, para ser feito a cesariana.

Reo parou a meu lado e apoiou a mão em minha cintura, me dando apoio. Terminei a ficha e comecei a ir para a sala de espera onde minhas madrinhas esperavam. Percebi que elas estavam com o mesmo vestido do casamento e só então olhei para minha própria roupa. O vestido, que antes parecia realmente espetacular, agora era realmente desnecessário.

–Senta um pouco, meu amor!- Reo sussurrou no meu ouvido e eu o encarei.

– Você realmente acha que está tudo bem? — disse baixo, mas em um tom sério. — Não gostei do que você fez, não pode simplesmente quase acabar com a cerimônia do nosso casamento por um ciume fútil!

– Só não quero que ele te machuque de novo, Alice!- ele também manteu um tom baixo. — Sabe o quanto me senti mal por não ter podido fazer nada da última vez?

– Foi a 6 anos... — eu acariciei sua bochecha. — chamei ele hoje como um sinal de perdão, não pretendo virar amiguinha dele!

Reo abriu a boca por um segundo e depois a fechou, desistindo de falar qualquer coisa. Ele me abraçou e eu retribui com avidez.

– Vocês são os acompanhantes de Ene Wolfnighit? — um enfermeiro perguntou para todos nós e acentimos. — Ela já está sendo preparada para o procedimento, mas como são gêmeos pode levar um tempo...

Ele encarou a mim e Reo, e parecia demonstrar que perderiamos nossa lua de Mel.

– Vamos esperar o tempo que for preciso...- Reo disse e eu sorri. Ele sabia o quanto aquilo era importante para mim.

O enfermeiro acentiu e se virou, indo embora, e nos deixou na sala de espera, com mais alguns acompanhantes de outros pacientes que não conhecíamos.

– Essa noite vai render, mas do que o esperado... — Vick disse e encostou na cadeira.

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(Pov Reo)

Estávamos a mais ou menos uma hora esperando o parto terminar e Alice dormia apoiada em meu tronco.

Vick estava inquieta na sua cadeira e trocava mensagens com alguém em seu celular. Olívia tentava ler uma revista, que parecia ser de muitos meses atrás, e as vezes pegava o celular, provalvelmente para falar com Valentim.

Comecei a acariciar os cabelos de Alice e ela abriu de leve os olhos e me encarou.

–Vai mesmo me deixar aqui sozinho? — perguntei, brincando.

–Estou com sono, me deixa! — Ela disse e se aproximou mais de mim.

– Meus meninos nasceram! — Lion veio o mais rápido que conseguia e parou perto de onde Estávamos.

Alice se levantou, totalmente sincronizada com suas amigas, e todas disseram ao mesmo tempo:

– Podemos vê-la?

– Ela pegou no sono assim que levaram os meninos para o berçário, Acho que ela vai matar vocês se a acordarem...

Todas olharam um pouco decepcionada e se sentaram de novo.

– Vamos?- perguntei assim que Alice encostou novamente em meu ombro. Precisamos dormir pra amanhã pegar o avião .

–Temos que ter nossa lua de mel, não é?

Sorri para ela e nos levantamos de mãos dadas.

– Vocês querem que eu leve vocês para casa? — perguntei para Vick e para Olívia.

–Leo está vindo, não precisa... — Vick disse e começou a se despedir de Alice, dizendo algo sobre o hotel no qual estava hospedada.

– Eu iria agradecer muito... — Olívia disse no tom sério que ela sempre usava comigo. Isso me fazia pensar que talvez ela me odiasse.

Elas terminaram de se despedir de Vick e de Lion e eu acenei, indo para o carro.

Liguei o carro e esperei elas entrarem, então nos levei para nosso prédio.

Fomos o caminho quase todo em silêncio e chegamos bem mais rápido que o esperado.

Estacionei em uma vaga qualquer e saímos do carro rapidamente.

– Vocês vão ver Ene antes de irem? — Olívia perguntou, para nós dois, mas queria a resposta de Alice.

– Sim, eu acho... — Ela respondeu nquanto iamos para o elevador. — O vôo é as 10 horas então talvez passemos lá!

– Me despeço de vocês amanhã, entao.

Ela apertou o seu andar e Alice fez o mesmo.

Subimos ouvindo aquelas musiquinhas horríveis que, não sei por que, resolveram por em nosso prédio.

Olívia abraçou Alice e acenou para mim, assim que chegamos em seu andar. Continuamos subindo, mas agora Alice estava encostada em mim, como se não conseguisse ficar em pé sozinha.

–Estou tão cansada... — Ela disse quando chegamos ao nosso andar.

– Isso por que é nossa noite de núpcias!- falei indo até a porta de nosso apartamento.

– Vai dizer que não está cansado? — Ela disse antes de entrar.

– Nem um pouco... — a peguei no colo, como os recém casados costumam fazer, e a levei para dentro.

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Acordei e não pude me mexer, pois Alice estava apoiada ao meu ombro e sua mão repousava em minha barriga.

Olhei devagar para o lado e percebi que eram 8:00 da manhã e ainda tínhamos que ir para o hospital antes de embarcar.

Com a mão que abraçava a cintura de Alice, comecei a passar a mão pelos seus cabelos, que estavam cheios de cachos pelo coque que havia usado.

– Meu amor... — a chamei com delicadeza, assim como fazia todas as manhãs antes de irmos para o trabalho.

Ela resmungou e chegou ainda mais perto de mim.

– O que?

– Temos que levantar agora se queremos ir ao hospital antes de pegar o avião.

– Okay — Ela disse se afastando de mim e sentando na cama.

Ela usava uma camisola velha, uma das únicas roupas de dormir que não colocará na mala. Olhei para sua barriga e vi que nosso bebê já fazia volume em sua roupa. Me sentei também e a abracei de novo.

– Ele cresceu muito, não acha?

– Não é tanto assim... — Ela olhou para própria barriga e colocou a mão por cima.

– Você já pensou em nomes?

– Sabe que quero João, se for menino, mas menina...

– Joana não é tão legal assim... — falei e ela me encarrou. — que foi? Se acha bonito, tudo bem!

– Não! — Ela riu — Não é isso. Só que você não está ajudando!

– Não sei se quero homenagear alguém em especial na minha família.

– Só pense em um nome bonito...

– Gosta de estrelas? — disse após um tempo.

– Sabe que sim! — Ela olhou interrogativa — Mas estrela não é um nome tão bom...

– Ester, me lembra estrela...

– Gosto de Ester!

– João ou Ester, que venha bem meu amor! — me curvei e beijei a barriga dela.

Alice sorriu e me deu um beijo na bochecha.

Ela se levantou e foi para a cozinha. Começou a preparar nosso café e pegar as coisas. A Ajudei em algumas coisas e em poucos minutos já estávamos terminando nossas xícaras de café.

Lavamos a louça do café, pois Alice não queria nada na pia quando voltássemos de viagem.

Ela foi trocar de roupa e eu segui seu exemplo, pegando a roupa que minha mulher havia escolhido para essa ocasião.

Terminamos de nos arrumar, pegamos as malas, fechamos a casa e fomos para o hospital.

Alice perguntou a secretaria o quarto de Ene e nós fomos para lá.

Ela estava deitada, parecia dormir, e Lion estava ao seu lado.

Ele nos cumprimentou e nos levou para A parte da maternidade onde os bebês ficavam. Ele sinalizou seus filhos, Elliot e Shion. Eram exatamente iguais, a não ser uma única coisa, Elliot tinha os cabelos louros de Ene e Shion os castanhos de Lion.

– Pelo menos vamos conseguir diferenciar... — o pai disse, parecendo aliviado.

Eu e Reo sorrimos solidários e olhamos mais uma vez através do espelho.

– Somos padrinhos de um deles... — eu disse me recordando — mas qual?

– Elliot. — Alice disse determinada. — e Shion será o afiliado de Olívia e Valentim, esse foi o combinado!

– Okay... — eu e Lion dissemos ao mesmo tempo.

Alice se virou para seu afiliado e sorriu.

– Ela deve estar tão feliz...

– Eu acharia mais apropriado dizer com sono, por que ela não acordou desde ontem — Lion disse e recebeu um olhar de reprovação, de minha esposa. — Mas claro que ela está feliz.

Olhei para meu celular, procurando saber as horas e vi que eram 9:10.

– Alice, temos que ser rápidos... O voo é em 50 minutos.

Ela olhou mais a vez para os bebês e se virou para Lion.

– Parabéns! — Ela o abraçou — Diga a Ene que mando notícias no final da semana...

– Tudo bem... Boa viagem!

– Parabéns, Boa sorte e que Ene acorde... — disse me despedindo.

– Obrigada! — Ele apertou minha mão, sorrindo, e eu e Alice saímos.

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(Pov Alice)

Estávamos terminando o check-in e indo para o embarque. Se tivesse os demorado mais 10 minutos no hospital teríamos os atrasado.

Reo carregava a mala grande que seria transportada o bagageiro e eu levava nossa bagagem de mão, com celulares, livros e tudo que pudéssemos querer para passar o tempo no avião (que não seria muito).

Deixamos a bagagem na esteira e fomos para o embarque.

– Reo! — disse antes de irmos de vez para a parte de fora, para pegarmos o avião.

– Vamos nos atrasar, meu amor...

– Da tempo para mais uma coisa. — disse e envolvi nossos lábios em um beijo, preciso com aquele que demos antes de eu ir para França. — Podemos ir agora...

–Se você diz... — Ele parecia sem ar, o que me fez sorrir.

Fomos para o avião e embarcamos. Nós sentamos um ao lado do outro, comigo na janela e ele na ponta. Havia um passageiro ao nosso lado (um senhor de idade, que lia calmamente seu jornal).

Começamos a subir e eu dei a mão para Reo, tentando me acalmar um pouco.

Ele olhou para mim, sorrindo e então se voltou novamente para frente, e não parecia gostar do que via.

– O que aconteceu? — perguntei.

– Nada... — Ele parecia distante e ainda não gostava do que via.

– Reo, o que aconteceu?

– Pronta para nossa semana de lua de Mel? — Ele perguntou, mudando de assunto.

– Sim. Mas por que você olhou daquele jeito pra lá?

– Estava pensando que essa é nossa última semana de férias...

– Tem certeza que é só isso?

– A última semana de férias não te incomoda? — Ele perguntou, como se eu tivesse dito alguma atrocidade.

– Incomoda, eu acho.

– Então pronto... — Ele me beijou rapidamente e começou a abrir a bagagem de mão.

Notas finais
Beijos e fui! - Avia.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.