O misterio da camara

14 Capitulo 13- O diario de Tom


Notas iniciais
oi oi bruxinhos sim eu sei dei uma sumida neh, bom estou de ferias da facul finalmente e voltarei a postar todos os dias. acho que falta tres caps para acabar com essa temporada, já estou com a proxima em mente bom sem mais bla bla boa leitura a tds....

– Estão ouvindo isso?- disse passando em um corredor.

– Sim, alias tem como não ouvir Filch resmungar?- ironizou Rony.

– Ela esta falando da Murta chorando, vamos até lá.

– Mas Harry, Filch deve estar atendendo o local, se entrarmos lá ele vai dedurar ou inventar alguma coisa para nos prejudicar, você mais ainda. Ele ainda acha que você petrificou a gata dele- disse Rony.

– Ele não esta mais lá. Ele disse que ia falar com o diretor. Vamos- disse puxando ele pelo braço e entramos no banheiro, onde Murta chorava aos soluços.

– Que foi- disse a chorona quando nos viu- vieram jogar coisas em mim também?

– Porque faríamos isso?-perguntei e ela deu de ombros.

– Mas porque esse drama todo? Afinal o livro passa por você sem te atingir- disse Rony sem perceber o efeito que isso faria nela.

– Ótimo, vamos jogar livros na Murta, afinal ela é só um fantasma. Dez pontos a quem acertar sua cabeça, parece divertido? Mas para mim não- disse ela com raiva passando pelo corpo dele, fazendo que sentisse cala frio.

– Rony seu insensível- cochichei para ele.

– Mas afinal, quem jogou livros em você?- perguntou meu irmão.

– Não sei, não vi. Eu estava pensando na morte, quando um livro passou por mim- ela disse apontando o livro preto caído em uma pequena poça de agua.

Fui correndo pegar quando Harry segurou minhas mãos e não me deixou toca-lo.

– Você não sabe oque tem ai.

– Sei que é um livro e se não pegarmos não saberemos oque tem nele. Alias é apenas um livro Harry.

– Que pode conter encantos que queimam os olhos, corroem os dedos e meu pai confiscou um que a pessoa que lesse falaria só em rimas.

– Obrigada Rony, mas eu corro o risco.

– Deixa eu faço isso- disse Harry que tomou do chão o livro e pôs em seu bolso, fiz uma cara de censura, mas ele não ligou. Então Harry abriu o livro e nele estava escrito T. M Riddle em letras borrada.

– Já vi esse nome antes- disse Rony que também olhava o livro- vi na sala de troféus, quando peguei detenção no dia em que vomitei lesmas, tive de limpar varias vezes o troféu de serviços prestados a escola, o engraçado que o troféu é de cinquenta anos atrás.

– Mas ele esta em branco- disse enquanto Harry foleava suas paginas.

– Talvez tenha poderes ocultos- disse Rony.

– Vamos descobrir. Revele-se- disse apontando a varinha para o livro, mas nada aconteceu.

Saímos de lá e fomos correndo buscar Hermione que ia sair da enfermaria, contamos a ela sobre o ataque contra Murta e o livro que jogaram nela e Harry pegou.

– Talvez ele esteja enfeitiçado para que só o dono o veja- logo sacou a varinha e conjurou o mesmo feitiço que fiz e não deu resultado- É pelo visto esta em banco mesmo.

– Não sei porque você ainda não jogou ele fora Harry- disse Rony.

– Queria entender do porque tentaram se livrar dele, e porque Riddle recebeu um premio da escola.

– Deve ter salvado algum professor por ai, ou talvez fez o favor de assassinar Murta.

– Que horror Rony- exclamei- Mione em que esta pensando- disse ao olhar o olhar distante dela.

– É que... sabemos que a câmara foi aberta a cinquenta anos atrás, e o diário deve ter também cinquenta anos, e...

– E dai?

– Acorda Rony, o dono do diário recebeu a cinquenta anos um premio por serviços prestados a escola, e quem abriu a câmara foi expulso daqui, talvez Riddle conseguiu o premio por capturar o herdeiro de Sonserina.

– Ela tem razão, se ao menos o diário estivesse com escritas nele, provavelmente estariam informações sobre a câmara, como entrar nela, quem a abriu, e quem foi a vitima fatal- disse pensando nas possibilidades.

– Seria uma teoria brilhante, se estivesse escritas nele- disse Rony.

– Talvez a tinta seja invisível- manifestou Harry. Hermione tentou mais alguns feitiços, mas nada aconteceu.

– Desistam, vamos dormir já é tarde- desencorajou Rony. Harry guardou o diário com ele e subimos para o dormitório, os garotos rumaram para seus dormitórios e Hermione e eu fizemos o mesmo.

– Lira, Rony quer falar com você- acordou-me Gina, logo me levantei, pois certamente era sobre a câmara o sobre.

– Sim Rony, oque houve? Tem que ser muito importante para vir me acordar as cinco e meia da manha. E que milagre é esse de não estar acompanhado de meu irmão?-disse enquanto verificava se Harry estava ali- Rony...onde esta Harry?- perguntei desesperada.

– Ele desapareceu, não esta no dormitório e nem na sala comunal.

– E se aconteceu algo a ele também?

– Espero que não, mas temos que acha-lo para ter a certeza. Vamos procura-lo.

– Vou chamar Hermione.

...

Rony sugeriu que fossemos primeiro para a enfermaria ver se ele estava lá e por sorte não estava, oque significava que ele não teria sido atacado ou coisa do gênero.

– Senhorita Evans?- chamou a medi-bruxa- só queria dizer que logo teremos a cura para as petrificações, para que ficasse tranquila, que logo seu amigo estará de volta. Assim que as mandrágoras passarem pela puberdade, vamos reevasa-las depois corta-las e as cozir.

– Isso é uma ótima noticia Madame Pomfrey... bom tenho que ir, e a madame esta fazendo um ótimo trabalho- me despedi e sai.

Então quando estávamos a caminho da biblioteca, encontramos Harry frente aos troféus olhando atentamente para eles, e quando percebeu nossa presença, continuou sua observação.

– Ual, ele é como seu irmão Rony, monitor chef e tudo mais- comentei.

– Devia ter sido o numero um da sala, um metido e chato garanto- Hermione o encarou brava- mas nem todos são assim Mione.

– Harry? Em que pensa tanto?- perguntei por conta de seu silencio ao observar os prêmios de Ridlle.

– Não é nada não Lira, não se preocupe.

....

Na manha seguinte acordei com o alvoroço das meninas, me levantei para ver oque era, mas nenhuma deixava chegar perto o suficiente para saber oque era. Já que Hermione e os meninos não estavam nos dormitórios desci para tomar um café, e quando cheguei no salão principal esfreguei os olhos para ver se eu estava enxergando bem.

Aquilo nem de longe parecia ser o salão principal. Rosas enormes nas paredes, coraçõezinhos caindo do teto, me sentei rapidamente perto de Hermione.

– Por Merlin, oque houve aqui?- Rony logo se manifestou e apontou para a mesa dos professores.

Todos os professores com exceção de Lockhart pareciam não estar nada felizes com aquela situação. Lockhart se levantou de seu acento com suas vestes berrantemente rosa e pediu atenção de todos.

– Feliz dia dos namorados- Harry, Rony, Hermione e eu nos encaramos e fizemos caretas- queria aproveitar e agradecer as mais de quarenta cartas entregue a mim- disse com aquele sorriso irritante.

– Tem como ficar pior?- perguntou Rony.

– E se acham que a surpresa acaba por ai estão muito enganados. Meus cupidos passaram entregando a tarde toda entregando cartões. E tem mais, por que não pedem ao prof. Snape que lhes ensinem poção do amor?- Snape não ficou nada contente com a proposta.

– É Rony... tem como ficar pior sim- gargalhei.

Enquanto saiamos do salão para irmos a primeira aula, um dos anões de Lockhart irritou Harry com um cartão musical, e para seu azar Draco viu, e na loucura de sair de lá logo Harry tenta escapar do anão, mas o mesmo não deixa e acaba rasgando a mochila dele e Malfoy pegou o diário de Ridlle que havia caído no chão.

– Me devolve Malfoy.

– Claro Potter, mas só depois que eu ler.

Harry já sem paciência apanhou a varinha e conjurou o feitiço “ Expelliarmus”, mas não viu o momento em que Percy apareceu e lhe deu uma bronca. Gina eu estava de passagem aparentava estar com vergonha.

É Weasley, Potter não gostou de seu bilhetinho- disse Draco fazendo com que ela corasse ainda mais e sair nervosa do corredor.

Depois do términos das aulas fomos até o gramado da escola e um anão entregou bilhetes a mim e a Harry, alguns ofensivos, mas recebi duas anônimas, mas uma não era tanto assim.

“Gosto muito de você,

Desde quando á vi pela primeira vez

Pena que nossos destinos são controversos, e você nunca olharia para mim.

Sei que é anônimo, mas queria que você soubesse que há alguém que gosta muito de você e que diferente da maioria não quer seu mal”

– Lira tem um admirador secreto Harry, toma cuidado- comentou Rony, Harry olhou com uma cara de bravo que ate foi hilário.

– Ao menos ela recebeu uma carta Rony- disse Mione em minha defesa- acho que é Malfoy- comentou ela num tom que só eu poderia ouvi, neguei meio confusa.

A outra carta dizia:

“ Me encontre no campo de quadribol”

– Essa acho que nem precisava de nome, convenhamos- disse Harry irônico.

– Deixa eu adivinhar? É o Olivio?- Harry negava- É Lino?-harry negou novamente- já sei Cedrico?- Harry gritou 10 pontos para a grifinoria.

– Há- há- há, foi muito engraçada a brincadeirinha de vocês- todos riram ate mesmo Hermione e ainda alegavam que eu estava corada de vergonha.

– Vá, não liga para eles não- disse Mione e eu sai correndo para o campo.

...

– Você sumiu, não te vejo desde antes do natal, a não ser de longe- disse Cedrico sentado na arquibancada olhando para o campo.

– Tenho estado muito ocupada ultimamente sabe, rolos e mais rolos de pergaminho para entregar a Snape, treinando as transformações para as aulas da professora Minerva- disse subindo as escadas da arquibancada — e sempre que posso vou na enfermaria para ver Colin- sentei-me ao lado dele.

– Entendo. Fiquei sabendo que falta pouco para fazer os petrificados voltarem ao normal.

– Sim, é verdade- concordei alegre.

– Fico feliz- disse ele- olha é para você- falou me entregando uma cesta e um embrulho de presente.

– Oque é isso?

– Presentes- riu ele.

– Eu sei seu bobo, mas para que?

– Bom você me enviou o equipamento de quadribol de natal, eu queria entregar pessoalmente o seu presente. E o outro presente e de dia dos namorados...

– Namo oque?-perguntei espantada ele gargalhou alto e pediu que abrisse o pequeno envelope que vinha dentro de uma cesta.

– É um...

– Sim, um ingresso para a copa mundial de Quadribol.

– Por Merlin! Como conseguiu? Já esgotaram a meses.

– Meu pai trabalha no ministério, digamos que foi fácil ele conseguir os nossos ingressos. E como eu sei que voce ama quadribol resolvi te levar comigo.

– Obrigada Ced nem sei como agradecer. Foi o melhor presente que já ganhei- pulei nas costas dele para abraça-lo.- depois ele pediu que eu abrisse os presentes, entao comecei pela cesta, nela havia muitos doces e frutas.

– Depois você come, abra o outro presente- ordenou ele.

Quando eu abri o presente não me contive, comecei a chorar. Cedrico ficou sem entender o por que de minhas lagrimas até que baixei uma foto que estava em minhas mãos. Era Harry, meus pais, dois homens e eu, estávamos muito felizes nela.

Continuei a mexer no pacote e nele havia varias roupas de bebe, uma peça de roupa para cada idade, e quando terminei de ver a pilha de roupas vi um envelope no final do pacote. Cedrico viu que eu seria incapaz de ler por conta do choro soluçado, foi a pieira vez que vi ele sem reação comigo. Entreguei o envelope para ele, ele abriu e enfim começou a ler.

Olá pequeno Lírio,

Não queria estragar seu natal fazendo que um dia feliz virasse um dia cheio de lagrimas.

Provavelmente você não se lembra de mim, mas eu sou oque está ao seu lado na foto, amigo de seus pais, seu padrinho.

A poucos dias soube que você não havia morrido, não sabe o quanto fiquei feliz em saber disso. Procuramos por você em todos os lugares, mas nunca a encontramos.

Bom, espero que tenha gostado dessas lembranças as roupas de bebe eram suas, e quando você sumiu guardei presentes de acordo com as fases de crescimento, uma das roupas você esta usando na foto.

Sinto sua falta pequenina, e queria que soubesse que nunca a esqueci. Te amo.

P.S; Me desculpe por não ir te ver, minha saúde não anda em boas condições, mas lhe garanto que logo nos veremos.

R.J. Lupin

– Eu tenho um padrinho. Ced eu tenho um padrinho- ele confirmou com a cabeça- mas oque o presente fazia com você?

– O senhor Lupin entregou a meu pai. Bom foi meu pai que contou a ele que você não havia morrido- sorri e ele retribuiu- fico feliz que esteja feliz.

Passamos a tarde toda comendo das frutas e doces de minha cesta, vendo as minhas roupas, olhamos a foto Cedrico não parava de olhar para ela e dizer quão linda eu era. Acho que só naquela tarde eu li e reli varias vezes a carta de meu padrinho.

Quando anoiteceu Cedrico e eu subimos para o castelo, ele me deixou na minha comunal antes de ir para a dele.

– Lira até que enfim você chegou- disse Hermione me esperando por de traz da porta aparentemente aflita- venha comigo.

– Oque esta acontecendo Mione?- ela mandou eu esperar e me levou para um dos cantos da sala onde se encontrava Harry e Rony que também não estavam com a cara nada boa- algum problema? Por que estão com essas caras?

– Harry descobriu que abriu a câmara secreta anos atrás, provavelmente deve ser a mesma que abriu agora- disse Rony.

– Oque estão esperando? Me diga Harry, que abriu a câmara?- disse meio exaltada.

– Hagrid, foi Hagrid que abriu a câmara cinquenta anos atrás, e que provavelmente tenha aberto novamente.

Notas finais
bom espero que tenham gostado nao esqueçam de favoritar e comentar se nao leu a primeira historia procure na minha conta mal feito feito o-o * /