O misterio da camara

15 capitulo 14- A Murta.


Notas iniciais
e ai pessoal estamos quase no final dessa historia e aii estao gostando? bom sem mais delongas boa leitura.

– Hagrid? Só pode ser loucura da cabeça de vocês... Alias, de onde tiraram isso?- falei.

– O diário de Tom- comentou Harry.

– De um diário? Harry o diário só continha folhas em branco, como ele poderia contar que Hagrid abriu a câmara?

– Na verdade eu vi, Tom me transportou para dentro de suas memorias. Eu sei que parece loucura- disse ele vendo minha expressão- mas é verdade.

– Hermione? Rony?- eles leram minha e mente e disseram.

– Não encontramos nada no diário- disse Rony.

– Por que não pode acreditar em mim?- perguntou Harry nervoso.

– Ninguém além de você conseguiu ver o diário Harry, mas supondo que eu acredite... oque ficou sabendo?- perguntei curiosa.

– Como eu disse, Tom me transportou para suas lembranças, vou resumir. Ele foi para a sala do antigo diretor e pediu para passar as férias na escola, mas o diretor negou, pois naquele mesmo dia houve um ataque no qual uma aluna morreu.

– Uma aluna morreu?- o interrompi, ele confirmou com a cabeça.

– O homem disse que não seria seguro em deixa-lo ficar, disse também que o ministério pensava em fechar a escola. Então Tom insinuou saber sobre quem é o autor das barbaridades que estavam acontecendo, logo depois ele apareceu na porta de u garoto grandalhão...

– Hagrid- interrompeu Rony.

– Hagrid pedia que algo entrasse na caixa eu estava ao seu lado e Tom começa a dizer que sabe que foi Hagrid que abriu a câmara e disse que entregaria a criatura que possivelmente poderia ter matado a garota...

– A criatura era uma enorme aranha- interrompeu Rony novamente se estremecendo todo.

– Da para parar de interromper Rony? Obrigada- disse Hermione brava.

– Como Rony disse, o animal era uma aranha gigante, Hagrid negou que a aranha tivesse matado a garota, mas Tom não deu a mínima e jogou feitiços na aranha e... voltei para o quarto, foi só isso que eu vi.

– Talvez devêssemos dizer a Dumbledore, ele pode fazer algo a respeito.

– Não sei não Rony, as peças não se encaixam, Hagrid é um bom homem. E se levarem Hagrid preso por algo que ele não fez?- disse Hermione preocupada- sem falar que aranhas não petrificam as pessoas.

Devemos perguntar a Hagrid então?- disse Rony.

– E dizer oque? Hagrid queríamos saber se você abriu a câmara secreta há cinquenta anos atrás?- ironizou Harry. Mione e eu os ignoramos.

– Ela tem razão, e se a câmara foi feito por um Sonserino o animal que representaria era uma...

– Serpente- concluiu Hermione- essas vozes que vocês ouvem antes de um ataque eu e Rony não podemos escutar, deve ser por isso mesmo. Pessoal, com licença vou fazer umas pesquisas. Boa noite- despediu Mione que subiu para o dormitório, pedi para que ela esperasse para eu contar a novidade, mas ela nem me deu ouvidos.

Contei aos meninos sobre o presente que Cedrico me dera, e oque mandaram ele me entregar. Quando disse a Harry que eu tinha um padrinho ele fingiu que estava contente, mas eu sei que não estava, certamente por que ele não deve ter um padrinho, ou ele ainda não se manifestou.

Terminada nossa conversa, nos despedimos e fomos para os nossos dormitórios. Hermione estava dormindo coberta por livros. Deitei ela na cama para deixa-la mais confortável e retirei os livros que estava em sua cama e guardei-os na estante, depois fui me deitar.

...

– Não machuca ela, Hermione não te fez nada. Não se aproxime- eu disse.

Mas quem estava lá nem se importou com o que eu disse e foi para cima de Mione.

– Naaaao !!!!

Nesse instante eu acordei, olho para os lados e vejos as meninas em suas camas, mas a de Hermione estava vazia. Coloquei meu casaco e desci para a sala comunal onde Harry e Rony estavam sentados em frente a lareira.

– Onde esta Hermione?

– Que cara é essa Lira?- perguntou Harry preocupado- Hermione disse que ia devolver uns livros na biblioteca, e procurar outros. Falou que não esperássemos ela para o café, que nos veria na aula de poções.

– Ah- suspirei aliviada.

– Esta tudo bem Lira?

– Sim Rony, obrigada – respondi e voltei para o dormitório me arrumar, depois fomos para o salão principal tomar o café da manha.

...

Harry ficou de mal o humor quando soube que o jogo tivera sido canelado por causa da falta de segurança como a trinadora havia dito.

– Podem me dizer com quais ingredientes posso fazer a poção da confusão?-perguntou professor Snape- Srt Evans, por que não nos diz?- ele só fez a pergunta porque eu não estava olhando para ele, estava vendo se Mione havia chegado atrasada na aula e tivesse sentada no fundo, mas não estava lá.

– Coclearia, Ligustica e boatão de prata.

– E que efeitos ela produz...

– Professor Snape?- interrompeu professora McGonagall- poderia dispensar a Srt Evans, O Sr Potter e o Sr Weasley?

– Claro- disse no tom frio de sempre- ele olhava para mim como se eu tivesse aprontado uma- algum problema Minerva?- ela não respondeu, mas os dois mantiveram um contato visual, e quando o contato foi quebrado, vi amargura nos olhos de Snape que se voltaram para mim.

Acompanhamos silenciosamente a professora que andava apressadamente a caminho das escadas que davam para a enfermaria.

– Quero que fiquem calmos, oque vão ver é muito doloroso, e vão ter que aguentar firme- disse ela com olhar de compaixão sobre nos. Então ela abriu a porta da enfermaria. E antes mesmo que eu pudesse ver o que estava acontecendo Rony sussurra o nome de Hermione. Meu irmão vai correndo para uma das camas, logo após Rony o segue.

– Encontramos elas perto da biblioteca, isso era da Srt Granger, não sei se tem algum significado, mas ela estava o segurando.

Não respondi a professora fui caminhando lentamente até onde ela se encontrava deitada feito uma estatua. Não, isso não podia ter acontecido, jurei que ia cuidar para que isso não acontecesse. Eu estava tomada por tristeza e ódio. Tristeza por Mione e Colin estarem naquele estado, e raiva muita raiva de mim por não ter cuidado deles. Mas eu estava disposta a descobrir quem fez aquilo e fazer com que ele se arrependesse muito.

– Harry me de o diário, não discuta comigo. Me de o diário logo- ordenei a meu irmão e ele não exitou a fazer isso, na realidade parecia estar assustado com alguma coisa.

– Seu cabelo...- apontou Rony- Estão negros- não era de se duvidar, sempre ficam negros quando eu estou tomado por uma grande negatividade.

– Toma- disse Harry entregando o diário- tome cuidado, de alguma maneira podemos usar como prova. Rony e eu vamos para a casa de Hagrid- disse ele em baixo tom para que só eu pudesse ouvir. Assenti e fui sem rumo.

Todos me olhavam com uma mescla de pena e medo. Certamente caíram em si que eu e Harry não somos os autores do ataque no castelo.

Passei perto de duas pessoas totalmente conhecidas, elas estavam abraçadas uma a outra, passei sem dar atenção, ou melhor sem mostrar que eu tinha prestado atenção.

– Ravenna! Ravenna espera... Ravenna- disse Fred que me agarrou pelos braços e me virou para ele- Eu soube da Hermione, você não poderia fazer nada para salva-la, seja lá quem esteja fazendo isso, é bem mais forte que você, mais forte que Dumbledore.

Oque ele disse não fez com que eu me sentisse melhor, nem pior, só não conseguia expressar sentimento algum. Ele me abraçou tão forte que parecia que a qualquer momento ficaria sem ar, ou será que era por isso mesmo?

– Bela!- ouvi outra voz me chamar, era de Cedrico. Fred rapidamente se afastou do abraço e disse:

– Voce esta em boas mãos agora. Cuida dela Diggory- disse ele se afastando. Eu não se oque anda acontecendo comigo, por mais que Fred esteja namorando Angelina eu gosto de estar na presença dele, e Ced, ele veio e parece que bagunçou tudo, ele aparentemente preenche a falta de Fred. Não sei se isso é bom, mas quando estou perto dele o mundo parece não existir.

Fomos para o campo de quadribol onde era para estar cheio naquele momento, mas devido os ataques o jogo tinha sido cancelado. Cedrico me contou que o ministro da magia a pouco estava na sala do diretor, e o boato que corre pela escola é de que se houver mais algum tipo de ataque a escola será fechada. Oque aumentou mais a minha força de me vingar de quem esta fazendo isso.

Enquanto ele falava sobre os boatos peguei o diário e uma pena e pus me a escrever nele.

'Eu sei eu voce sabe sobre a câmara'– escrevi em uma das folhas, segundos depois a letras desapareceram.

Não demorou muito outras palavras se formam na folha.

'Olá senhorita Evans, sabia que me procuraria. Gostaria que vesse oque realmente aconteceu a cinquenta anos atrás, e que pudesse tirar suas próprias conclusões.''

E antes mesmo que eu respondesse a folhas começaram a virar e num piscar de olhos já não estava junto de Cedrico, estava em um lugar escuro e apertado, tentei achar alguma referencia mais só uma tranca.

– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah !!!!!!!!!!!!!- gritou uma voz feminina, logo após ouvi um baque no chão e um som de algo arrastando.

Abri a porta e vi um vulto no chão. Logo se ouve passos e o lugar fica claro. Era o banheiro feminino. Quatro pessoas ficaram em circulo em volta da garota. Dentre as quatro pessoas que foram até o banheiro ver oque havia acontecido estava o diretor Dumbledore, bem mais jovem.

Eles conversavam entre si até que um jovem e belo garoto pálido aparece na porta.

– Mais um ataque professor Dumbledore?- perguntou o garoto.

– Não Tom, isso foi um assassinato- disse o homem abalado. E temo pelo fechamento da escola.

– Quem é?

– Murta Elizabeth Warren, tinha apenas 14 anos- disse desolado- o mesmo instante que ouvi esse nome fui puxada do cenário.

– Era a Murta- sussurrei.

– Oque disse bela?

– Nada Ced. Tenho que ir com licença.

Corri o mais depressa possível para o primeiro andar. Olhei para os lados para ver se Filch ou Percy não estavam de tocaia na porta do banheiro, como não estavam entrei.

Murta estava sentada na janela oval do banheiro, cantarolando uma musica fúnebre. Então sem pensar duas vezes a chamei.

– Murta Elizabeth Warren!- ela me olhou surpresa, mas o sentimento que ele me encarava era indecifrável, ela desceu da janela lentamente e veio na mesma velocidade lenta até mim, mantendo o contato visual.

– Como você sabe? Ninguém nunca se importou em me chamar assim enquanto eu era viva, de tanto me chamarem de feiosa e quatro olhos nem me lembrava do meu verdadeiro nome.

Isso não vem ao caso Murta. Eu preciso saber de uma coisa quem te matou?- ela fez um cara de espanto e pareceu feroz.

Notas finais
me dgam oque acharam comentem favoritem e nao esqueçam de recomendar aos amigos bjo bjo o-o