O espião
1 Prólogo
Notas iniciais
Junho de 1942.
Um par de olhos negros fitava o parlamento inglês, visível daquela altura do prédio localizado algumas quadras de distância.
-Senhor Chantalle? –Perguntou uma voz grave, adentrando na sala de reuniões.
-Sim, sou eu mesmo. –Respondeu o jovem.
O homem que acabara de entrar na sala tinha por volta de quarenta anos, era alto, com olhos azuis e cabelos negros com alguns fios brancos.
- O seu trabalho como espião tem sido muito comentado, meu jovem. – Falou o homem.
O jovem deu um sorriso de satisfação e perguntou:
-Então fui convocado porque o senhor quer um espião?
-Mais ou menos. –Respondeu o homem, deixando o mais novo confuso.
-Não entendi.
-Eu preciso de um espião, mas não particular. Na realidade...preciso de um espião de guerra.
O jovem não pode evitar que a surpresa tomasse conta do seu ser, mas tentou disfarçar da melhor forma possível.
-Entendo. E onde eu deveria trabalhar?
-Devo entender que está aceitando a minha proposta?
-Imagino que o salário será bom! – Afirmou o rapaz, arrancando um sorriso do homem mais velho.
-Melhor do que você pode imaginar.
-Então sim, eu aceitarei. Não tenho nada a perder.
-Parece um homem decidido, senhor Chantalle.
-Não vejo razões para ser diferente.
-Perfeito! Seu trabalho será bem simples...e ele começará com você embarcando em uma viajem até sua cidade natal, Paris.
Notas finais
Beijos.
Fale com o autor