O domínio do mundo?!

2 A nova Mark 33, só que surda...


Notas iniciais
Heey pessoal... Quero agradecer a todos que comentaram, e também quero agradecer a Anne Stark por ser a primeira a favoritar a fic! Obrigado mesmo, vocês não tem noção no tanto que isso me anima... Amei escrever esse capitulo... Espero que gostem, assim como eu gostei! Boa leitura...

(...)

Á caminho não falamos se quer uma palavra. Ouvia-se somente o barulho abafado do vento batendo sobre o capacete preto que quase sufocava minha cabeça.

Estacionei minha moto próxima à torre Stark. Tiramos os capacetes e desmontamos da moto. Olhamos aquela belezura de casa, se isso pode ser considerado uma casa. É de dar inveja em qualquer um. Os grandes prédios ficam no chinelo, comparado à bela Torre. Dava-se para ouvir a musica que vinha de dentro, e as luzes coloridas que se misturavam com o luar. Fomos caminhando com o olhar concentrado para cima.

– Uau! _ deixei escapar.

Chegamos até a entrada principal, que já estava aberta.

– Oi _ disse Pepper á nossa frente.

Demos um sorriso a ela. Demos passos longos e precisos até que ficamos paralisados com cada coisa presente na casa. Ela estava com um bar, cheio de prateleiras com todas as bebidas que você pensar. Tinha mais opções do que aquele bar que fomos. E a frente ao bar tinha um chão com luzes coloridas de led e muitas luzes de festa no teto.

– Desculpem aqui não vai ter DJ, vai ser o JARVIS mesmo! _ disse Tony chegando para nos cumprimentar, e como sempre com um copo na mão.

– Bela mansão! _ eu disse olhando agora para Banner que estava sentado num sofá e ao lado Clint e Thor.

– Vamos até a garagem! _ disse Tony já se virando.

Seguimos ele. Descemos a escada que nos levou até uma bela duma garagem. Paramos em frente de uma porta de vidro. Tony tocou nela, e apertou alguns botões e... BAM! A porta se abriu.

Misericórdia, havia cada armadura de cair o queixo. E os computadores todos altamente tecnológicos. Cada armadura estava devidamente reservada em seus lugares específicos. E logico, os luxuosos carros. (POV Autor: Não vou ficar dando muitos detalhes, pois vocês já sabem como é).

– Essa é a nova Mark 33! _ disse ele apontando para uma armadura no centro da garagem. Eu estava tão admirado com o conteúdo da garagem, que nem reparei essa armadura.

Natasha estava encantada, mas como sempre, não demonstrava muito. Olhei para a nova armadura, ela era linda. Era toda vermelha com alguns pequenos detalhes dourados. Suas curvas e detalhes eram devidamente adequados ao seu ponto, sem nada muito escandaloso.

Fiquei encantado com a nova armadura. Fui me aproximando dela cada fez mais. Acho que fiquei tão admirado com aquela belezura que acabei chegando perto demais e ela simplesmente me sugou para dentro. Senti ela se acomodar ao meu corpo. Logo as luzes se acenderem em frente ao meu rosto. Ela começou a se levantar do chão e eu lá sem saber o que fazer.

– Esqueci-me de avisar que ela tem um altíssimo sensor de proximidade! _ disse Tony enquanto ria de mim.

Natasha se manteve paralisada.

Agora a Mark 33 estava quase tocando o teto, quando... BUM! Ela atravessou o teto da garagem e passou reto, igual um foguete. Eu já estava a céu aberto, somente eu ali dentro daquela coisa e com uma cara de espanto. Ela não parava de subir, e a cada minuto ganhava mais velocidade. Então eu comecei a mexer meus braços que nem uma marionete. A armadura só podia estar de sacanagem comigo, agora ela dançava em ziguezague. Sem saber o que fazer, eu com muito custo, coloquei minhas mãos rente a coxa. E por milagre a armadura parou de subir e se estabilizou no céu.

– Obrigado! _ eu disse com um grande alivio.

– De nada! _ eu voz me respondeu. Ah, que legal a armadura me respondeu! Deixa eu perguntar se ela não faz o favor de me colocar no chão né.

Quando um avião começou apareceu sob minha vista.

– Olha o avião! _ eu disse por dizer mesmo enquanto acenava. Não bobo, é uma banheira que criou assas.

– O senhor quer correr igual a um avião? _ perguntou a voz da armadura. E praticamente eu me arrependi de ter dito qualquer palavra, pois a armadura se inclinou e começou a correr muito rápido. Senti como se meus órgãos estivessem se descolado do meu corpo.

– Senhor, estamos quase a 10.000 metros de altura, com uma velocidade de 800 km por hora. _ disse a voz suave mente. Eu me arrependi inteiramente de ter escutado isso. Quando eu pensei que não poderia ficar pior, eu estava inteiramente errado.

– Eu quero descer agora! _ eu disse já nervoso.

– O senhor quer saber as horas? _ disse a voz bem suavemente, como se nada disso estivesse acontecendo. O voz, você é surta? Eu acho que você precisa procurar um Otorrinolaringologista. Eu tentava me acalmar, “Calma Steve, calma”. _ São 21 horas, 23 minutos e 14 segundos.

– Desce agora! _ eu gritei. Quem sabe a voz não me escutava direito né.

– Claro senhor! _ respondeu ela suavemente.

Vamos cantar uma Aleluia! Ela escutou direito! Quando me dei conta, eu já estava em cima da Torre Stark, a armadura foi suavemente passando pelo buraco no teto da garagem, e aterrissou como uma pena. Ela se abriu, e eu fui praticamente jogado para fora.

– Ela não escuta direito! _ eu disse com as vistas meio embaralhadas.

– É que eu esqueci te avisar, que ela não esta totalmente pronta! _ disse Tony já se virando para sair da garagem.

Tony e Natasha riram.

Eu e Natasha o acompanhamos, e eu meio pasmo com o que acabara de acontecer. Subimos novamente os degraus e chegamos à festa. Já havia mais gente do que quando cheguei. Tony se distanciou de nos, eu e Natasha fomos para o bar. Puxamos o banquinho de madeira e nos sentamos (avá).

– Moço, me vê dois copos de Whisky! _ eu disse apontando para a garrafa.

O garçom logo colocou os dois copos na mesa. Foi tão rápido que nem deu tempo de falar nada a Natasha. Peguei um copo e o outro entreguei a ela.

– Gostou da nova armadura do Tony? _ perguntou ela rindo.

– Nem me fale! _ eu disse com um largo sorriso na boca. Contei tudo o que aconteceu nos ares com aquela armadura, contei que ela é bem surda e necessita de uma assistência rápida. Não citei nada de que eu fiquei com medo, pois eu já estou acostumado com alturas, sempre saio pulando prédios, saltando de aviões, e entre outros.

Olhei para meu copo e já estava vazio. Peguei outro, mas minha cabeça falava: “Chega Steve, amanhã você já sabe...”. Vai, só mais uma, ou duas, ou três.

– Vamos dançar? _ isso não foi bem uma pergunta da Natasha, pois ela me puxou pela mão. Não tive como recusar. Deixe meu copo vazio sobre o balcão e fui.

Fomos até aquela grande pista de dança com luzes coloridas. Aos poucos fui me soltando com alguns passos, até que a musica me contagiou. Natasha como sempre dançava muito seduzente, com os olhos fixos aos meus. Um garçom passou com uma bandeja ao nosso lado e nos ofereceu bebida e como claro, eu peguei mais um copo e Natasha me acompanhou pegando outro.

Quando ao meio daquela multidão, surge Thor e ao lado Bruce.

– Gostando da festa? _ perguntou Thor pegando de relance um copo na bandeija, que estava com um garçom que passou ao nosso lado.

– Claro! _ eu disse animado.

– Amanhã você volta pra Asgard? _ perguntei ao Thor.

– Sim, amanhã tenho que resolver uns problemas com Odin, sobre Loki.

– E você Bruce? _ perguntei a ele, que ao meio daquela multidão arriscava alguns passos.

– Vou me concentrar em uma nova pesquisa, no Canada.

– Gracinha, vou sentar! _ disse Natasha falando em meu ouvido, pois o som estava alto. Acho que a bebida já estava fazendo efeito nela, inclusive em mim também, eu estava rindo mais que o normal, e nem me lembrava de quantos copos eu já havia bebido, uns quatro? Não acho que foi cinco, ou seis... Ah sei lá.

– Daqui a pouco eu vou docinho! _ eu disse entrando na brincadeira, ou foi à bebida? Não me façam essa pergunta.

Ela assentiu com um olhar penetrante e saiu da pista.

– E você Steve? Tem novas missões? _ perguntou Bruce.

– Tenho sim, inclusive amanhã já vou para Starling City, para realiza-la.

– E você Steve, já deu uns pega na Natasha? _ disse Tony chegando para perto de nós. E pelo jeito ele já não estava tendo noção do estava falando, a bebida já tinha tirado do normal.

Eu dei um sorriso meio sem graça.

– Dá licença... _ eu disse á eles, e sai para onde Natasha estava.

Sentei ao lado dela, sem ficar muito perto. Só se ouvia a musica e mais nada, não falamos nada, até que decidi tomar partida. Fui me aproximando dela, com os olhos fixos nela e ela nos meus. Aos poucos nossas cabeças foram quase se encostando. Quando me dei conta meus lábios estavam ligeiramente tocando o do dela.

E uma coisa me surpreendeu.

Notas finais
Gostaram?? O que acharam da nova Mark 33 do Tony?? Por favor, comentem!