O caminho dourado.

2 Dia cansativo? Sim.


Notas iniciais
Oe pessoas! Desculpa demorar alguns dias pra postar... O por que é que aqui em casa estava sem net e tals... Então é isso... Ta ai mais um cap. espero que vocês curtam ♥ Bjs

Josh se retirou do lugar onde estava e bem rápido o mais rápido que pôde foi para o seu quarto. Sim, novamente, para o seu quarto. Chegando lá trancou a porta e pegou a “máquina” que encontrara. Olhou bem para todos os lados daquilo e pensou “Será que é um robô que se ativa com a voz... Ou um... Ah...” não sabia mais o que pensar sobre aquilo então deixou de lado. O garoto com raiva por não ter descoberto o mistério daquela coisa a jogou em um dos cantos de sua cama.

– Eu vou descobrir o que é isso...

Disse ele semicerrando os olhos.

Josh sai do quarto e vai para a sala. Enquanto anda nos corredores enormes de sua casa o garoto vê sua irmã gritando com um de seus empregados.

– Você não sabe fazer nada direito! Tudo isso está errado! Que merda!

A garota falava isto como estivesse se comunicando com um animal.

Josh vendo isso foi até onde estava a empregada e sua irmã.

– Por que está gritando?

Diz Josh.

– E o que você tem haver com isso? – fala a garota em um tom totalmente esnobe – Acabou de sair da toca e já acha que é alguém aqui?

Ela ri.

– Talvez não para você, mas, para outras pessoas mais importantes que você. Ah, Morgana está dispensada. Com licença... Lisa.

Quando Josh ia virar as costas para sua irmã para se retirar do lugar ela fala:

– Seria uma pena se essas “outras pessoas” não estivessem “mortas”.

O garoto sente uma raiva enorme interior tinha vontade de voltar lá e dar uma surra na sua irmã, ou talvez de se jogar da primeira janela do andar de cima que visse. Ele não aguentava mais aquilo. Seu pai era tudo que tinha. Mas ele se foi, agora o que restou a ele... Bem, até agora nada. Ele da um leve suspiro ignora com classe o comentário inútil da sua irmã. Quando já estava chegando à sala disse:

– Meu quarto era melhor que tudo isso.

Ele chega à sala e se joga no sofá como se estivesse pulando dentro de uma piscina, pega o controle e liga a TV. As únicas coisas que via passando agora na sua televisão era tragédia, mortes e mais mortes. O garoto sentiu certa saudade da uma leve paz que já teve. Leve paz. E então continuou assistindo. As horas se passaram e ele estava lá na frente da grande TV quando de repente ouviu um barulho de raio vindo do lado de fora de sua casa. Josh levantou-se do sofá e foi até a janela do cômodo onde estava e viu que tinha acabado de começar a chover. Já não chovia há sete anos em toda parte do mundo.

– Chuva?

Disse o garoto com um sorriso estampado no rosto.

Logo, uma de suas empregadas desce as escadas desesperada gritando.

– Chuva? Meu Deus! Ai... Meu Santo Antônio Augustinho da Cirola.

O garoto olha para a mulher desesperada e com uma risada fala:

– Não precisa ter medo. É só chuva.

Ele aponta o dedo para a janela.

– Eu sei, mas, você já ouviu falar no que elas causam? Destruição. Cabum.

Fala ela arregalando os olhos e mexendo com a mão.

– Relaxa Rosa isso não vai acontecer.

– Hum. Sei. Com licença.

A mulher sai do lugar.

– É cada uma que me aparece.

Diz Josh sorrindo e admirado com a chuva.

Depois de algum tempo o garoto já cansado de olhar a chuva decidiu ir para o seu quarto. Chegando a seu quarto abriu a porta e dirigiu o seu olhar rapidamente para em cima de sua cama onde estava a geringonça que encontrou.

– Lá vou eu de novo.

Fala ele indo em direção à coisa que encontrara hoje.

Novamente olhou aquilo, sacudiu pra cima e pra baixo, pra esquerda e pra direita e nada. Fez de tudo para tentar descobrir o que era aquela coisa, mas não conseguia, ele estava a ponto de desistir, mas, toda hora que pensava nisso lembrava-se do seu pai. Realmente o garoto se espelhava muito no pai. Ele então deixou quieto aquele objeto.

– Acho que nunca vou descobrir o que é isso.

Disse ele meio desanimado e desapontado com a suposta “varinha” entre as mãos.

De repente a coisa começa a brilhar. Seu brilho é bem fraco só que com a medida do tempo vai aumentando. Josh arregala os olhos e joga a geringonça para o outro lado do seu quarto soltando um grito meio esganiçado. Ele tenta se acalmar, respira fundo e coloca uma das suas mãos sobre o peito.

– Filho?

Diz a mãe desesperada entrando no quarto dele.

–Estou bem.

Tudo o que Josh queria agora é que sua mãe não visse aquela coisa que ele encontrou, mas, para sua sorte na hora que ele jogou aquilo no chão seu brilho desaparecera.

– Tem certeza?

O garoto revira os olhos e fala:

– Com licença.

Sua mãe parou um minuto e o olhou segurando as lágrimas de sofrimento. Lágrimas de sofrimento? Sim, sofrimento. Ela sabia que era tarde de mais para recuperar o amor do seu filho, ou bem, ela pensava que era. Desde menor sua mãe preferia sua irmã, sempre o menosprezava falava que o garoto não ia ser ninguém e era maldosa com ele. Mas com o tempo isso foi mudando dentro dela, ela começou dar mais atenção, amor, carinho e respeito ao garoto, mas, a imagem de boa mãe que ela queria passar para ele não funcionava, pois, ele não acreditava que ela realmente havia mudado. A mulher sai do quarto sem dizer nada e ele fecha a porta bruscamente para ela. Josh olha a hora e vê que já está ficando tarde e decide ir dormir.

– A cama me aguarda.

Ele se joga em cima da cama. Josh amava fazer aquilo era quase uma tradição para ele “toda noite antes dormir ele se jogava na cama”. O garoto sentia-se no céu com a cama que ele próprio tinha feito. As horas se passam e ele vai pegando no sono até que adormece. Realmente hoje foi um dia muito cansativo para ele. O melhor até agora a se fazer era descansar.

Notas finais
Comentem. Bgd, dnd.