O Suspeito Insólito
33 Capítulo XXXII
Capítulo XXXII
Ao chegar em frente a casa de José Roberto, Eduardo estacionou o carro. Antes de descer ele checou os arredores e visualizou na esquina da casa a viatura dos policiais/vigias. Eles não estavam presentes. O Agente sai do carro e puxou seu revolver que estava presa ao porta armas do seu cinturão a destravou. Em seguida moveu-se cautelosamente em direção a casa.
Musica alta saia de dentro da residência. Roberto não era o tipo de pessoa que escutava música em tal altura e Eduardo sabia disso. O Agente constou que a porta estava apenas encostada e portanto a empurro e entrou. Uma das primeiras coisas que viu foi o corpo morto de um dos dois policiais/vigias. Ao adentrar mais na casa ele encontrou o segundo.
Haviam ocorrido vários disparos, pois havia várias capsulas de balas espalhadas pelo chão. Além disso vários móveis estavam fora de posição e vidro estava espalhado pela casa. Uma disputa corpo a corpo muito acirrada tinha ocorrido ali.
Investigou a casa mais a fundo e encontrou José Roberto e sua esposa mortos por pelo menos dez disparos em cada um. Ao ver os corpos caídos ao chão e de mãos dadas Eduardo passou mal levemente. Depois que se recompôs foi para o lado de fora da casa. Simultaneamente um homem quarentão passava.
— Ei qual o seu nome?- Disse o Agente. O cidadão disse. – Joseph me empreste seu celular. Sou um agente de investigação. Eu tenho certeza que você sabe quem eu sou;
O homem obedeceu. Eduardo ligou para o hospital e para a Policia Militar e em seguida ligou para seu parceiro de profissão.
Simultaneamente em que Eduardo chegava tarde demais, Anderson aproximava-se da residência de Jose Lima. Ainda dirigindo o Agente ligava para Jonathan, mas o adolescente não atendia. O mesmo aconteceu quando tentou ligar para o fixo da casa.
Enfim havia chegado ao destino. Armou-se e foi rapidamente para o interior da casa. Arrombou a porta e adentrou. Os presentes na casa tiveram um susto. Embora com medo Jose Lima correu para ver o que tinha acontecido.
— É você! Que susto! – Disse ele aliviado.
— Esta tudo bem por aqui?- Disso o Agente.
Jonathan e sua mãe desceram pelas escadas.
— Claro que esta tudo bem. Guarda essa arma! – Anderson assim fez.
— Os policiais que estão te vigiado estão lá fora não é?- Perguntou o investigador.
— Lá fora. Acho que estão no carro na esquina da casa. Vi eles lá pela ultima vez.
Anderson anunciou que logo voltava. Foi tranquilamente na direção do carro e já viu a silhueta dos policiais, mas ao aproximar-se teve uma surpresa: estavam mortos. Havia um tiro na testa de cada um. O coração do investigador disparou.
— Jose!- Gritou. – Em seguida correu para o interior da casa. Pegou sua arma e a destravou.
Logo ao entrar não encontrou ninguém. Com passos cautelosos ele investigava. Alguma coisa estava errada, obvio, e ele sabia disso. Chamou pelo anfitrião da casa, mas não teve resposta. Começou a subir cautelosamente os degraus da escoda. Ao chegar no topo ouviu fortes barulhos no andar de baixo. Alguém estava travando uma luta. Automaticamente Anderson correu em direção aos barulhos e entrou no escritório, porém a luta havia cessado. José Lima estava encostado em uma parede. Jonathan e sua mão estavam assustados e igualmente encostados em uma parede no lado oposto em que seu marido/pai estava. Um homem mascarado apontava uma arma na direção de José Lima. Ao ver essa cena Anderson apontou sua arma para o mascarado.
— Cicero, não faça isso. Acabou. Jogue sua arma na minha direção AGORA! – O Homem olhou momento e momento para José Lima. Em um desses momentos José Lima tentou investir contra o bandido, porém foi atingido por um disparo do mesmo.
— Não!- Mãe e filho gritaram juntos.
Anderson, por sua vez, também realizou um disparo, mas esse acertou a cabeça do criminoso levando-o a óbito no mesmo instante.
José Lima veio ao chão tal como o bandido.
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