O Sol Sempre Retorna
6 Primeiras Lagrimas
Os garotos dançam em cima da mesa ao som de “Sexy and i know it”, e eu mastigo brigadeiro lentamente, uma das alunas é brasileira, então ela pego os ingredientes na cozinha e fez essa espécie de chocolate que posso comer de comer.
Recosto-me com o travesseiro na cabeceira da cama, e começo a responder as publicações na minha linha do tempo no Facebook, nesse meio tempo, chega um e-mail dos meus pais, clico para responder e agradeço-os quando Thomas chega e se senta do meu lado. Sua aparência semelhante a de Oliver me assusta, porem mesmo estando em uma batalha para conseguir a vaga na universidade é sempre bom contar com alguém para conversar.
– Sua animação é contagiante...
– Oi?
– Sua animação...
– Eu entendi, só que, eu não estou muito no clima.
– Alguma coisa aconteceu?
Deito-me no colo dele, Thomas sorri surpreso, e começa a mexer no meu cabelo.
– Talvez seja isso, eu não me sinto bem, não entrei no clima “Novo mundo”.
– Acho que sei do que você precisa, que tal fugir da sua própria festa?
***
A caminhada não dura muito, saímos da zona dos dormitórios e seguimos pra beira do lago, meu cérebro associa o lugar a praia da antiga lenda do “Dragão e a Lua”, a grama acaba e há uma pequena extensão de arreia, há um pequeno cais de madeira com uma pequena canoa.
– Você conheceu a Mary?
– Sr. Angel?
– Meus Deus, vocês são tão íntimos que já chama ela pelo primeiro nome? – Ele coloca a mão sobre a boca, e arregala os olhos. – Brincadeira, ela mesma. Então, como você encontrou com ela?
– Fui buscar o Item 32...
– Como assim? Garota, já no primeiro dia e você já dá motivos para as pessoas lhe xingar! Enfim, ela lhe contou a historia de Madre Conelse?
– Não tivemos um grande dialogo mas conte, ela até chegou a me chamar dessa tal de cone mas não falou quem era.
Ele se levanta, curva-se na minha direção, levanto-me, ele me puxa para mais perto e põe a mão na minha cintura, e segura a outra erguendo-a na altura de meus ombros.
– Era uma vez, no velho México, uma mulher. – Dois passos para trás, um para frente. – Lindo cabelos negros, que brilhavam com a lua, toda as noites, ela dança, e dançava, todos os homens amavam-na. Ela era Lua, cobiçada por todos. Conelse.
Ele me gira, e me abraça novamente, posso sentir o batimento de seu coração.
– Uma manha, ela acordou, e viu, ele brilhava em sua janela, Meu sol.
Ele me solta e começa a correr até a agua.
– Tão belo, tão... Distante. Conelse, Madre Else, ela o desejou com todo seu coração, ela queria toca-lo, ela queria o pouco daquela gloria majestosa.
Thomas dobra a barra da calça, que a esse ponto já esta encharcada,ele começa a jogar agua em mim, corro para longe da areia, e sento-me na grama, ele se deita ao meu lado, com a boca aberta, seus lábios me chamam atenção, mas tomo distancia.
– E depois...
– Ela o amou, com todo seu coração, da distancia de sua janela até a outra casa da rua, eles estavam próximos porem ela nunca teve coragem de falar com ele.
Deito-me também, ao seu lado, tomo cuidado para que meu vestido não faça aparecer mais que o devido, me viro para esquerda e os olhos negros de Thomas de encaram. Nossas boca então tão próximas, sinto uma absurda vontade de ataca-lo. Ele tem a mesma aparência que o Oliver, só que seu jeito é tão lúdico.
– A historia acaba assim? – Pergunto.
– Não, ele morre. – Thomas diz e se levanta.
– O QUE?
– Isso ai, minha amiga, ele morre, a cidade é invadida por bandidos e ao bancar o herói, Meu Sol, baleado.
Levanto-me e puxo-o pelo ombro, o que faz ele parar e se virar para mim.
– Só isso? Ele morre? E ela? Conelse segue em frente?
– Ahn...também não.
– Conta o resto da historia.
– Acho melhor a gente voltar para o quarto, esta ficando tarde.
Ele calça o tênis e começa a caminhar.
– Espera! Você não pode começar a contar uma historia e não terminar, isso é maldade.
– Sabe o que é maldade? Eu começar a gostar de você assim que você falou comigo hoje de manha, ninguém nunca fala comigo, então chega uma garota gata como você e faz isso comigo, e nem ao menos posso te beijar.
– Na verdade você pode...
– Pode o que?
Meu sorriso, meus olhos,eu acho que aquilo foi o suficiente, nunca me imaginei beijando o Oliver, mas com certeza o Thomas fazia aquilo melhor, seus lábios eras suaves, e sua boca possuía uma leva fragrância de hortelã.
Suas mãos faziam caminho por minhas costas, seguro em sua cintura para caso precise me afastar, mas não resisto, passo a mão por seu cabelo, sinto seus lábios se movimentando formando um sorriso, para um primeiro beijo, eu gostaria de agradecer aos filmes de romance que eu assisti com minha mãe e a Graciosa Audrey por não me deixar fazer feio. (Ótimo ponto para colocar no trabalho de cinema)
Ele se afasta, fico com medo de ter feito algo errado, por isso me aproximo e beijo seu pescoço, ele me abraça apertado e diz:
– Deveríamos fazer isso mais vezes. Quem sabe casar?
– Temos três meses, podemos faze-los durar uma eternidade, e hoje é só o começo.
– A eternidade me parece tento demais, e eu não tenho isso tudo.
Afasto-me para poder olha-lo cara a cara, sua pequena escuridão parece estar prestes a desmoronar.
– Como assim?
– Eu não passei no teste. Irei embora no fim primeiro mês.
– Não importa quanto tempo fiquemos juntos, eu acabei de conhecer você e até que chegue a hora de você ir não deixarei esses dias serem em vão.
Ele sorri e põe as mãos ao redor do meu pescoço, pego o celular e abro o aplicativo do Twitter.
– O que você esta fazendo?
– Nada.
Clico em publicar, e com menos de um minuto chega a notificação.
@Lissia_Now favoritou seu tuite: “Primeiro dia no acampamento :::: Acho que já tenho um namorado!!!!”
@Lissia_Now comentou seu Tuite: “HAHAHAHA estou lhe observando, quero detalhes quando você voltar C:”
M.E.R.D.A
***
Thomas me deixou na entrada do dormitório e seguiu para o seu quarto, quando abro a porta do meu fico surpresa ao não ver uma zona de lixo e pizza coladas no teto.
Está tudo limpo, Lissia passa a vassoura no canto do chão perto da cama.
– Olha quem chegou! — Ela grita e vem até mim, com quase nenhuma sutileza ela me empurra na cama. – Eu pensei que você era santa, mas já a deu em cima do FDT.
– FDT?
– Filho do Thomas.
– Putinha... Puta... Viado... X9... Dedo duro e outros adjetivos que ele recebeu após entregar a Quadra Numero 12 pro diretor. – Mikka sai de debaixo da cama, com um par de pantufas nas mãos.
– Eles mereceram, como ousam dar uma festa lendária sem me convidar? – Diz Lissia, o que faz o fato deu ser uma caloura algo insuportável.
– Galera, você poderiam me explicar?
– O seu lover, Thomas, é um zé ninguém no grupo 1, ele é um dos perfeitos que acabou sento transferido para junto de nós, só que não foi muito bem aceito, fizeram o Trote com garoto.
– Ele quase morre afogado – Sussurra Mik, que esta trocando de roupa.
– Para se vingar ele denunciou a festa do Ano para o diretor. Isso acabou com a sorte dele.
– Nada de Amigos, nem festas. – Mikka consegue me assustar com seu sussurro sombrio.
– Nem nada de vaginas.
– Eu achei que ele era gay.
– Eu também!
– EU AINDA ESTOU AQUI – Grito.
– NÓS SABEMOS. – Elas dizem ao mesmo tempo.
Lissia se abaixa pra pegar o lixo com a pá, Mikka se deixa na cama e liga a tela no iPad, meninas ricas sempre acostumadas com os melhores itens.
– Deixe-me tomar banho que continuamos.
Quando sai do banheiro está vestida com uma camisola de renda, que destaca suas curvas, sinto inveja de Lis com seu belo corpo, fazendo-me sentir envergonhada pelo brega pijama velho.
– Paremos de discutir o passado... ele beija bem?
– Pra meu primeiro sim...
– Como assim? Vocês fizeram algo mais?
– Não! Ele foi o primeiro Garoto que eu beijei.
– você é lésbica? Ou era? Como pode uma menina de 17 anos nunca ter beijado?
Dou de ombros, mesmo suponho que o fato das luzes estarem apagadas não as permitiram ver meu movimento, em meio ao silêncio ficamos caladas.
– Boa noite. — Digo.
– Qual a primeira aula de vocês amanhã? — Pergunta Lis.
– Tenho Instrução gráfica as 13h — Respondo.
– Vadias. Eu tenho aula de teatro as 8h20, agora vou me ferrar porque não terei as horas de sono necessárias.
Mikka ri, mas não me dou esse luxo.
– Eu realmente preciso dormir agora.
– Até amanhã, bela adormecida.
Tenho minha primeira noite de sono no acampamento. Pelos menos a primeira que eu me lembre e que não acordei na madrugada para vomitar. O único relato que eu tenho a fazer é: Esse colchão faz milagres.
"Acorde" brilha a tela do meu celular indicando o alarme. Clico em "cancelar" e sussurro pra mim mesma.
–Só levanto dessa cama hoje se o Sr. Colchão aceitar ser meu esposo.
Abro os olhos e vejo que Lissia já saiu. Mikka ainda está dormindo então aproveito pra tirar mais algum minutos de cochilo.
Acordo suada quando vejo que são 10h30, levando esfregando o olho, que se recusam a permanecerem abertos enquanto eu dobro a roupa de cama.
Vou pego uma roupa e vou até o banheiro. Abro o box de vidro e não me preocupe em fecha-lo, pois a única pessoa que pode entrar aqui é Mik, e garotas não se incomodam em seres vistas por outras garotas.
Entre tanto a voz que fala no momento com certeza não é de uma menina.
– Bom dia, flor do dia. Posso entrar?
– Não! — Grito a abro os olhos. Uma gota de shampoo cai dentro deles me provocando uma dor agonizante. Esforço-me para fechar a porta banheiro.
Termino de me enxaguar e saio do banheiro enrolada na toalha.
– Olá princesa, que ótimo namoro o nosso, segundo dia e já te vejo pelada, o que faremos amanhã?
– Você me viu pelada? — Sinto minhas bochechas corarem mas não há escapatória.
– Não vi, mas se quiser mostrar, fique a vontade.
– Idiota. — dou um tapa das costas dele, Thomas se encolhe e sorri ao mesmo tempo, fazendo surgir uma covinha no canto próximos aí seus lábios, deixando-o sexy.
– Feche os olhos para eu me vestir ou retire-se do quarto.
– Sua amiga, Mikka, já me convidou para ficar...
– Ficar pra que?
A garota de cabelos curtos e olhos puxados aparece atrás do balcão da cozinha com um DVD nas mãos.
– Vamos assistir Harry Potter e o Enigma do Príncipe. — Diz Mikka.
Aproveito o momento de distração pra por um vestido, espero que Ton não tenha me visto com o canto dos olhos.
Acaba que assistimos o filme os três juntos ali no quarto, fico em uma cama abraçada com Thomas, sei que já é muita intimidade pra alguém que eu conheci a menos que vinte e quatro horas atrás porém quero aproveitar todo tempo que tenho aqui.
Juntos os dois preparam yakisoba de microondas, receita japonesa (graças a Mikka) com uma adaptação do Chefe Thomas.
Não fica tão ruim quanto eu imaginava e consegue me deixar de barriga cheia. Me arrumo para a aula que vai começar 13h20 e saio.
Thomas me acompanha até a sala de aula depois segue para pegar seus livros no outro dormitório.
Na portaria da zona estudantil uma mulher me para e pergunta qual seria minha aula, respondo e ela me entrega um módulo que me faz questionar se o autor dele é George R.R. Martin pela grossura do objeto.
Levo o notebook na mão pois a bolsa está muito pesada, pergunto a moça como chegarei no terceiro andar, ela recomenda que eu suba pela escada.
Encaro os degraus sobre a minha cabeça e respiro fundo, e começo quando chega no final do segundo andar minhas pernas estão bambas, pelo uma garrafa de água e bebo uns goles. Depois recomeço a corrida.
Escuto uma melodia da musica dos The Beatles soando de uma sala no fundo, não me rendo ao charme de ver quem esta tocando “All you need is Love” no teclado, sigo para sala.
Fico eufórica ao ver o estado que as coisas se encontram, sempre fui fã de cinema mas nunca imaginei como seria estudar dentro de um retroprojetor, a uma grande painel de configurações ao lado da mesa do professor, e tudo esta forrado com malha preta, o que possibilita a minha visão são algumas luzes negras no teto do recipiente.
– Chegou, nossa moça atrasada, agora podemos começar.
Corro e sento-me em uma das cadeira da segunda fila, no chão a buracos vagos, como se fossem rachaduras, todo cuidado para não prender o pé em nenhum deles.
– Boa tarde a todos, sejam bem vindos a minha aula, espero que não durmam, meu é nome é Andrew, não acho que vocês precisam saber meu sobrenome, a menos que sejam da policia.
Rimos, e o velho homem de cavanhaque branco move as mãos para baixo pedindo que fizéssemos silêncio. Assim que nos calamos ele se levanta e começa passar no meio das carteiras e se posiciona no centro da sala e aperta um botão no controle remoto que tem em mãos.
Com uma arrancada pro lado a cadeira começa a se mover para trás, em seguida para o lado, seguro-me para não cair, vejo que outros alunos fazem o mesmo, percebo que o ferro debaixo delas correm por dentro das fendas no chão.
– Até o ano passado essa aula não existia, até que eu tive a idéia de dar uma utilidade maior para o Item 32 então, os veteranos e os calouros que conseguiram-no ontem estão aqui.
A parte mais tensa é que quando ele citou “calouro” apontou unicamente pra mim, será que fui a única que conseguiu esse premio no primeiro dia?
– Como eu suponho que vocês não abriram o modulo, eu suponho por que até agora não vi ninguém utilizando os adereços peguem ai o seu “Livro”. – Ele faz aspas no ar quando termina de pronunciar a ultima palavra.
Abro a bolsa e tiro o “Guia Pratico pra iniciantes de Design”, ele parece ter no mínimo oitocentas paginas, e capa dura, mas quando bato nele com o nó dos dedos e percebo que é oco. Com todo curiosidade escancaro a caixa de madeira, dentro a um grande e maculo quite.
Um óculos 3D, canelas esferográficas pretas com bico muito fino, lápis 6B, um bloco de notas, um cachecol, e um livro. Olho bem a imaginem na frente e reconheço o clássico, “Guia de mochileiro para as galáxias.”
– Meus queridos fãs, ponham os óculos, pois a gente vai assistir Star Wars em 4D!
Ainda não sei descrever bem a hora seguinte, mas, foi incrível, a cadeira se reclinou, projetores saíram do teto e hologramas planaram no meio da sala, com o ar condicionado ligado fiz bom uso do cachecol.
Quando o filme acaba, tiro os óculos e me estico na cadeira.
– Espero que tenham gostado, e prestado atenção. Resumo de no mínimo 30 Linhas, enquanto eu escrevo uma explicação básica sobre os projetores no quadro.
Ligo o notebook e o espero iniciar, abro o wordpad e começo a digitar, para meu infortúnio chega uma mensagem do Oliver.
[Oli]: Ta ai?
[Tessy]: Desculpa, to na aula, mas pode falar...
[Oli]: Aconteceu uma coisa. Preciso de você.
[Tessy]: O que aconteceu? Espero que seja importante!
[Oli]: Serio, tes.
[Tessy]: Fala o que aconteceu!
[Oli]: Meus pais, eles bateram o carro. Eles não tão legal, eu to a caminho do hospital.
[Tessy]:Como assim? Não brinca com uma coisa dessa!
[Oli]: É serio. Preciso de você, Tessa.
[Tessy]: Me liga.
Não tenho expressão, nem sei o que falar, minhas mãos tremem, se for brincadeira o Oliver passou dos limites, mas se for verdade... não consigo nem imaginar. A visão de um futuro sem meus pais fazem meus olhos lagrimejarem.
Meu celular toca, vejo no Visor.
Oliver esta ligando...
Clico em Atender.
Levanto e saio da sala, o professor me encara, e eu sussurro, “É urgente”, espero que ele entenda.
– Alô?
Oliver começa a chorar, desço as escadas correndo, utilizando nem um terço do tempo que usei pra subir. Saio da zona de salas, e vou até um dos bancos e me sento.
– O que aconteceu?
– Eles... estavam voltando de viagem, quando um carro tava tentando ultrapassar veio pra cima deles, e quando tentaram desviar acabaram capotando.
– Meu Deus.
– Seus pais, a policia ligaram pra eles. Falaram que mãe ta com traumatismo, com sinais de hemorragia, e pai fraturou um costela que acabou perfurando o pulmão, estão levando eles pro hospital.
– Eu sinto muito, espero que fique tudo bem.
– Eu tambem... mas e se não ficar? O que eu faço? Preciso de você.
– Eu... sinto muito.
Você cancelou essa ligação. Diz a voz da Siri no celular.
Me sinto mal. Minha cabeça doe, queria ter um amigo agora, não sei que posso contar com Lissia ou Mikka, muito menos com Thomas. E o único amigo que tenho fora daqui é Oliver.
Preciso Chorar.
Preciso.
Corro para a recepção. Torço para Angel Mary estar lá, ele foi tão gentil no dia anterior, ela me chamou de Conelse, não importa o que, mas sinto que ela não é somente uma balconista.
Tenho sorte. Eu a encontro em pé na parte da frente da sala. Parece que ela estava a minha espera. Mary me abraça apertado. Ela não pergunta o que aconteceu, mas acho que mesmo se perguntasse não teria voz para responder.
Ela me Poe sentada em uma das cadeiras, enquanto sai para buscar água com açúcar, quando ela volta me sinto um pouco melhor, mas ainda sim doe. Perder os pais parece muito ruim. Tenho que parar de sofrer pelos outros, mas parece impossível.
Não sei quanto tempo dura o silencio mas ele é interrompido pela presença do diretor, em seu termo cinza e cara seria. Esta é a primeira vez que vejo cara a cara.
– Senhorita Heigway?
– Sim. – Respondo.
– Seus pais ligaram.
– Alguma noticia sobre as vitimas do acidente?
Ele abaixa a cabeça.
– Tenho uma pergunta para fazer, sei que é difícil mais você deverá que escolher, Sair agora e abandonar tudo ou continuar e concorrer a bolsa?
– Não entendi.
– Se você sair do acampamento, será desclassificada, e lamento informar, mas, a senhora tem um enterro para ir.
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