O Segundo Advento de Dahr'Mogar
1 Parte I - A Batalha no Alto da Torre...
Notas iniciais
Frio.
A terrível sensação que aquele ar frio e congelante causava só era contrabalanceada pela situação em que um grupo de aventureiros estavam: no mais alto ponto do que pareciam ser as ruínas de uma antiga fortificação, eles se encontravam, a encararem uma forte chuva.
Ao redor deles, no entanto, eles ouviam os urros e os rugidos do que pareciam ser criaturas advindas de seus piores pesadelos: grotescas monstruosidades surgiam de vários lugares. Suas formas eram bizarras, como braços e pernas raquíticas e um manto negro a cobrirem, por completo, os seus corpos, assim como os seus rostos; suas mãos e pés contavam com afiadas garras que poderiam, facilmente, cortar a carne de suas incautas presas, além de moverem-se rapidamente e conseguirem escalar paredes sem nenhum tipo de dificuldade.
Os aventureiros, assim como muitos em Arkhania conheciam aquelas criaturas e as apelidaram de diversos nomes. Dentre estes, o que mais se destacou foi a alcunha de Criaturas das Sombras.
A frente do parapeito, estava Aghnos, um guerreiro, a segurar uma espada com ambas as mãos.
Ele possuía uma estatura de 1,75m de altura, pele clara, parcialmente bronzeada pelas longas jornadas pelo deserto e cabelos tão negros quanto a mais escura noite, cujos eram um tanto quanto ondulados e a se findarem na altura de seus ombros; também ostentava algumas cicatrizes em seu rosto e corpo e uma barba por fazer. Seus olhos, de um verde esmeralda, destacava-se de seu visual sempre lúgubre, cujo contava com roupas e armaduras de sua antiga ordem, já bastante desgastadas pelo tempo e pelas jornadas que realizava.
Com um forte movimento de sua espada, Aghnos a usou contra três daquelas criaturas, cujas rapidamente escalavam as paredes rochosas daquela abandonada fortificação onde ele se encontrava, decapitando-as em um só golpe. Porém, ainda haviam mais.
Muito mais.
Aghnos não conseguia ver quantas daquelas insistiam em escalar as paredes, pois pareciam como uma mancha sombria, a subir rapidamente, como o mover das ondas do mar, a cobrirem toda aquela construção em segundos.
“D-Droga...” Resmungou, Aghnos, enquanto derrubava mais duas criaturas, cujos corpos se reuniam aos montes, no chão. Seu braço doía, de tanto matar mais daqueles monstros, porém tentava se manter forte.
“S-Só mais um pouco, Aghnos!” Exclamou a feminina voz de uma mulher – uma jovem barda –, cuja se chamava Scylle.
Scylle devia ter uma altura entre 1,65m e 1,70m de altura, com um corpo bem delineado e os seios um pouco avantajados; sua pele era clara e seus cabelos, longos e bastante ondulados, eram ruivos, enquanto que os seus olhos eram castanho-claros. Trajava uma justa calça de couro preto e, na altura da cintura, portava uma cota de malha; como calçados, utilizava longas botas, também de couro, cujas alcançavam até a altura de seus joelhos e a contar com uma protetora camada de aço para a proteção de suas pernas; na parte superior, trajava uma modesta armadura de couro, reforçado, também, com uma protetora camada de aço e ombreiras para a sua proteção; nos braços até os pulsos, ela utilizava grossas luvas, com placas de metal, enquanto que os seus dedos eram livres, perfeitos para uma melhor agilidade.
Carregava, em sua cintura, uma pequena besta, algumas adagas e, em suas costas, carregava uma bolsa com o seu alaúde.
Ela, cuja se encontrava reunida com Balghür, o ladrão e Pyghorn, o mago, voltava a sua atenção para o ladrão, tão logo advertiu Aghnos, novamente.
“Estamos quase lá!” Continuou.
Aghnos cuspiu ao chão, incrédulo, enquanto recuava ante um novo grupo que haviam alçado o parapeito do forte e seguiam para cima dele: não se demorou, no entanto, para decapitar e matar todas aquelas criaturas, cujas caíam, manchando o chão com os seus sangues negros.
“Andem logo, maldição!!” Esbravejou, Aghnos, assim que o último daquele grupo de criaturas caiu ao chão. Porém, sem que ele percebesse, uma daquelas criaturas havia se aproximado rapidamente dele, pegando-o de surpresa: esta o acertou violentamente, jogando-o ao chão, enquanto que sua espada caíra alguns metros de onde estava.
“Merda!” Xingou, Aghnos, enquanto a criatura se aproximou dele, prestes a dar fim a sua vida com as suas afiadas garras.
No entanto, quando a mesma já se preparava para matá-lo, a cabeça da criatura foi aberta por um violento golpe de machado, banhando, parcialmente, Aghnos com o seu sangue negro.
“Droga, Aghnos, estás a fim de matar mais do que eu?” Resmungou, Ölgraf, o anão, enquanto recuperava a sua arma, novamente.
Ölgraf possui 1,30m de altura, mas a contar com um robusto porte físico; sua pele possuí um tom claro, enquanto que ostenta longas entradas em sua cabeça, quase a deixá-la calva, enquanto que os seus cabelos apenas começam a se avolumar atrás da mesma, com a sua natural coloração ruiva e longas barbas com certos adornos, característicos de sua casta.
Trajava-se com uma grossa armadura de couro, com emblemas de sua antiga casta e, como capa, utiliza a pele de um enorme javali.
Ele observava de Aghnos para as criaturas mortas com os seus sempre sérios olhos castanhos escuros, sendo difícil, para quem o via pela primeira vez, se ele estava realmente sério, ou a brincar.
Recuperados do susto inicial e a aproveitar do descontraído comentário do anão, tanto ele, quanto Aghnos riram, porém não demorou para o guerreiro levantar-se, recuperando a sua arma e cutucando o anão, ao mesmo tempo em que apontava para o parapeito, cujo era encoberto por diversas mãos de outras daquelas criaturas.
“Não se preocupe… tem para todos nós...” Provocou, Aghnos que, apesar das dores que sentia, causadas pela criatura e em seu braço, sentia-se um pouco mais renovado.
“Tsk… Dez moedas de ouro que eu vou conseguir matar cinquenta...” Resmungou, provocativamente, o anão e Aghnos riu.
“Vinte que eu consigo mais...”
Ölgraf fez uma careta, porém, logo, ambos partiram para cima daquela nova turbe de criaturas, esquartejando e matando qualquer uma delas que aparecia na frente deles.
“Esses dois...” Disse, em voz alta, Scylle, enquanto retornava—se para Pyghorn e Balghür: ambos ainda tentavam, de todas as formas, arrombar a porta de entrada para aquela fortificação.
No entanto, para desânimo de Scylle, os dois ainda permaneciam a discutir.
Balghür era um homem pequeno: não chegava perto da altura de Ölgraf, mas devia ter entre uns 1,50m ou 1,55m de altura, mas os seus braços e pernas, talvez pelas roupas que costuma usar, aparentam serem bem longos, o que lhe proporcionava uma enorme vantagem, fosse em se esquivar de alguma armadilha, ou de algum tipo de ataque.
Seus cabelos eram castanhos claros, bastante desgrenhados e curtos, enquanto que a sua pele era praticamente lívida, como se ele nunca tivesse ficado sob o Sol, em toda a sua vida, assim como os seus olhos, que pareciam duas safiras.
Pyghorn era um homem alto – uma altura aproximada de 1,74m – e esguio: sua pele era parcialmente parda e com longos cabelos, um tanto quanto grisalhos, enquanto que os seus olhos eram de um tom azul, bem próximo ao acinzentado. Estava trajado com uma longa túnica marrom escura, a contar com alguns adornos negros – como inscrições – no capuz e nas longas mangas.
“Até quando você vai ficar aí, a utilizar destas gazuas, jovem tolo?” Questionou, Pyghorn, irritado pela demora.
Balghür, no entanto, sequer se voltou para ele, limitando-se a concentrar no que fazia.
“… Até você fechar esta maldita matraca e me deixar concentrar, se possível for?” Respondeu, Balghür, também irritado, porém algo lhe chamou a atenção que o fez parar de tentar usar as suas gazuas, apesar de ser novamente perturbado pelo mago.
“Seria muito mais rápido se usássemos magia, não?” Resmungou, Pyghorn, erguendo o seu cajado, preparando-se para emanar uma magia de chamas. Porém, Balghür suspirou: desta vez, ele se interrompeu e voltou a sua atenção para o mago.
“Se quer tanto destruir esta porta, vá em frente...” Disse, Balghür, levantando-se e dando espaço para que Pyghorn pudesse conjurar a sua magia: este sorriu satisfeito e começou a se preparar, mas logo foi interrompido pelas novas palavras do ladrão.
“Agora não me responsabilizo se esta porta retornar o feitiço para a tua cara...” Continuou, sarcástico e irônico e Pyghorn o olhou, sério.
“Como?” Questionou, o mago, baixando o seu cajado e o fitando, em um misto de seriedade e curiosidade.
Balghür, no entanto, deu de ombros: para ele, agora, era tão claro e visível, até para os mais ignóbeis seres, que ali, naquela porta, o que pareciam serem simples ranhuras, eram, na realidade, runas.
Runas de um antigo tipo de magia, porém muito comum na sua terra natal.
“Não vês, meu caro -tolo-?” Questionou, Balghür, retornando o comentário do mago, enquanto apontava para aquelas runas. “Veja… aqui há runas… runas de Algoradh...” Concluiu e, tanto Scylle, quanto Pyghorn trocaram olhares, sendo visíveis as suas surpresas.
“… É… verdade…” Disse, por fim, Scylle, aproximando-se da porta e, evitando de tocá-las, ela pode sentir a emanação de poder daqueles símbolos, ainda surpresa como ela também não havia visto, ao mesmo tempo em que o mago, cujo ainda estava incomodado com o jeito de Balghür, pode perceber aquelas estranhas runas.
“Eu também não as avistei...” Continuou, Scylle, ainda a observá-las, com pensativos olhares, como se a analisá-las. “… Mas… acho que sei o que fazer...” Concluiu, por fim, a barda e, em seguida, pegou o seu alaúde, ao mesmo tempo em que prendia, em seu cinto, a sua besta: dedilhando o instrumento musical, ela logo começou a ler, em voz alta e como se a entoar uma forçada canção, aquelas runas.
“Ó Sábia Rainha da Luz…
Eu, aqui, vos peço, humildemente…
A sua benção…
E a sua permissão...”
Assim que Scylle terminou, ela passou a observar aquelas runas, não compreendendo nada do que aquele ‘poema’ queria dizer, lançando um breve olhar para Balghür e Pyghorn, porém tanto eles, quanto a barda, puderam notar que as runas, antes escuras, ganhavam, lentamente, um brilho branco esverdeado que, aos poucos, ganhava em intensidade.
Pyghorn, apesar de todo o seu conhecimento de magias, não compreendia o que acontecia, mas tanto Balghür, quanto a barda arregalaram os olhos, assustados.
“!!… Ah…” Começou a dizer, Scylle, enquanto que Balghür bufou, de raiva e pânico.
O mago, ainda assombrado por aquela aura, cuja, cada vez mais, ganhava proporção e intensidade, assumindo uma coloração esbranquiçada e intensa, quase a formar uma perfeita esfera de energia, logo começou a recitar palavras de encantamento, criando, em questão de poucos segundos, uma barreira que – ele acreditava – ser forte o suficiente para refletir o devastador efeito da iminente explosão.
Correndo para a proteção, Balghür lançou um olhar para trás e viu que tanto o guerreiro, quanto o anão, ainda lutavam incansavelmente contra aquelas criaturas: em um desesperado grito, ele os chamou.
“DROGA!!! AGHNOS, ÖLGRAF!!! VENHAM PARA CÁ!!” Esbravejou, Balghür.
Ambos, ainda a lutarem contra aquelas criaturas, antes mesmo do berro de Balghür, perceberam que havia algo errado: as criaturas pareciam recuarem, enquanto que algumas, de fato, se jogavam do forte, em desesperados e assustadores berros, ao mesmo tempo em que percebiam aquela forte luminosidade.
“O QUE FOI, AGORA?” Berrou, o anão, recuperando o machado, porém logo se calou ao voltar-se para trás, vendo aquela esfera de aura, bastante clara, enquanto que o seu grupo reunia-se atrás de uma mágica barreira criada por Pyghorn.
“MALDIÇÃO!” Gritou, Aghnos e, tanto ele, quanto o anão, pensaram que, se não fizessem nada, seriam atingidos pelo raio da explosão.
Eles, então, partiram em direção da proteção daquela magia criada por Pyghorn, no intuito de se protegerem, porém, por conta da distância e o peso de suas armaduras, não conseguiram chegar a tempo, sendo acertados em cheio, assim como todas as criaturas sombrias que ainda se encontravam no local, pela explosão: os dois foram jogados, com a força da mesma, para trás, salvos de não caírem para fora da velha e abandonada fortificação, ao se chocarem contra o parapeito do mesmo.
Ambos ficaram bastante feridos.
A luz brilhante da explosão iluminou quase todo o vale e a força da mesma fora tão violenta quanto um tornado: Scylle e Balghür ficaram perplexos por tal demonstração de poder e de destruição de tais runas, enquanto que Pyghorn caiu ao chão, desfazendo a barreira, assim que aquela extremamente clara luz se extinguiu. Fatigado, o mago apenas conseguiu se levantar quando a barda o ajudou, porém o ladrão voltou-se para os dois, procurando-os: não demorou, no entanto, e os avistou, recostados contra o parapeito e caídos ao chão.
Aghnos, cujo se encontrava mais ferido do que o anão, já que ficara de frente para a explosão, ficou desacordado, enquanto que o outro, apesar de desorientado e a sangrar muito, conseguiu se levantar, meio zonzo, usando o seu ensanguentado machado como suporte.
“Aghnos?!” Questionou, preocupado, o anão. O guerreiro, no entanto, parecia não reagir ao comentário e Ölgraf se preocupou. “Levanta-te, homem!! Pare de brincadeiras!!” Continuou, aproximando-se dele e o sacudindo, só se acalmando um pouco, quando o mesmo gemeu e resmungou de dor.
“Ackk… M-Mas que…?!” Começou a questionar, Aghnos, porém parecia que cada palavra proferida causava-lhe severas dores: sua armadura e parte de seu rosto estavam chamuscados, com uma escura coloração, além de ainda fumegar da explosão.
“T-Todos estão… bem?” Questionou, Scylle, aproximando-se a rápidos passos, de onde eles estavam, porém se interrompeu ao ver o estado de saúde do anão e do guerreiro.
“Claro que não! Droga!! Que maldita ideia foi esta?!?” Questionou, Balghür, certificando se estava, de fato, vivo, após o que acabara de acontecer.
Scylle suspirou, sentindo o frio golpe das palavras do ladrão: ela acreditava estar agindo de forma correta, pensando que aquele poema seria a chave para abrir a passagem – o que, de fato, aconteceu, já que a entrada finalmente se abriu —, mas não sabia que aquilo aconteceria.
“N-Não foi a minha--??” Começou a dizer, Scylle, com a voz embargada pelo seu próprio choro contido, mas a mesma fora interrompida por um singelo ato de Pyghorn, cujo pousou sua mão sobre o ombro da jovem e ruiva barda.
“Ela não teve culpa, Balghür… tanto ela, quanto você mesmo, não tinham como saber as consequências...” Disse, o mago, tentando amenizar a situação, apesar que, no entanto, até ele mesmo não esperava aquilo, acontecer: em sua mente, ele esperava haver um outro agrupamento de monstros dentro do local, ou até uma armadilha, mas não de tamanha magnitude.
“Hmpf...” Resmungou, Balghür, não ansiando aceitar facilmente o que Pyghorn disse, porém, em sua mente, ele não podia negar o que o mago havia dito: ele mesmo não esperava aquilo, agradecendo apenas o fato de que todas as criaturas sombrias haviam sido, de fato, aniquiladas, entregando aquele local ao mais completo silêncio, com exceção da chuva que caía e os raios e trovões que rasgavam os céus.
“É melhor entrarmos… se ainda houver mais alguma dessas malditas criaturas por aqui, que seja em um lugar mais protegido!” Disse, Pyghorn, porém Ölgraf demonstrou certo receio, ao lançar um olhar para aquela entrada, cuja passagem estava bloqueada até então.
“Depois do que esta passagem nos causou, tens certeza que é confiável?!” Questionou, irritado, o anão e um breve silêncio se instaurou entre o grupo, com todos a trocarem rápidos olhares, concluindo com Aghnos a se levantar, ajudado por Ölgraf.
“Consegues andar, Aghnos?” Questionou, o anão, amparando o companheiro de batalhas e, pela primeira vez que iniciaram aquela jornada, a ignorar a disputa por quem mais matava. O guerreiro riu, mas logo exibiu uma careta de dor.
“Tsk… Eu estou bem...” Resmungou, Aghnos, enquanto, já erguido, começou a tentar caminhar: as dores, no entanto, eram muitas e o fazia mancar, porém as tentou disfarçar, pois, assim como Ölgraf demonstrara preocupação quanto aos perigos que ainda poderiam rondar o local, ele também se sentia da mesma forma, preparando-se para qualquer coisa que surgisse.
“Hmpf… Ok, eu vou na frente, averiguar o local...” Disse, Balghür. Ele se sentia preocupado com a sua própria vida, mas graças as suas habilidades, ele certamente poderia entrar no local e fazer uma verificação quanto a qualquer perigo: no caso, de fato, ele presenciar algum tipo de risco para si, retornaria o quanto antes para perto do grupo.
Scylle, ainda a se sentir culpada pelo que acontecera ao anão e ao guerreiro, se aproximou deste, auxiliando-o, mesmo que este dispensasse a sua ajuda, caminhando ao seu lado.
Um último olhar para trás, no entanto, fez com que a ruiva barda suspirasse: naquele momento, desejava muito que Cyndell e Arthilliel estivessem com eles.
Ela suspirou.
— Continua -
Notas finais
Não me prendi em nenhuma descrição inicial enquanto escrevi este capítulo, partindo, quase que imediatamente, para a cena de batalha, que a primeira música me inspirou. No entanto, após ter escrito mais da metade do mesmo, me senti inspirado em tentar algo diferente, inserindo os usos de dados d20 para realizar os testes de esquiva, defesa e ataque, o que, em parte, poderia alterar o rumo da história.
O que, de fato, aconteceu: originalmente, era para o anão e o guerreiro saírem ilesos, 'pulando' para a segurança quando a explosão acontecesse. No entanto, usando-me dos dados e fichas criadas em um antigo aplicativo de Dungeons and Dragons (D&D 4), ambos falharam nos testes e, com isso tomaram os danos.
Os nomes dos personagens, obviamente, são bem aleatórios. Há algo, no entanto, que gostaria de destacar é que me divirto com cada um deles, sendo, o anão, um dos que me faz rir, por conta de ideias futuras para ele.
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