Na manhã de Segunda-Feira, o dia em que se encontraria a noite com Shacklebolt, enquanto descia para o café, um grande aviso fora afixado ao quadro da Grifinória; tão grande que cobria tudo que ali estava: as ofertas de livros de feitiço de segunda mão, os lembretes sobre o regulamento da escola pregados por Argo Filch, o horário de treinamento do time de quadribol, as propostas para trocar certos cartões de sapos de chocolate por outros, os últimos anúncios dos Weasley pedindo testadores, as datas dos fins de semana em Hogsmeade, e os avisos de achados e perdidos. O novo aviso estava impresso em grandes letras pretas e tinha um selo de aspecto muito oficial embaixo, ao lado de uma assinatura rebuscada e clara.

"POR ORDEM DA ALTA INQUISIDORA DE HOGWARTS

Todas as organizações, sociedades, times, grupos e clubes estudantis estão doravante dissolvidos.

Uma organização, sociedade, um time, grupo ou clube é aqui definido como uma reunião regular de três ou mais estudantes.

A permissão para reorganizá-los deverá ser solicitada à Alta Inquisidora (Prof a Umbridge)

Nenhuma organização, sociedade, nenhum time, grupo ou clube estudantil poderá existir sem o conhecimento e a aprovação da Alta Inquisidora.

O estudante que tiver organizado ou pertencer a uma organização, sociedade, um time, grupo ou clube não aprovado pela Alta Inquisidora será expulso.

O acima disposto está em conformidade com o Decreto da Educação Número Vinte e Quatro

Assinado: Dolores Joana Umbridge, Alta Inquisidora"

— Ela sabe, ela só pode saber – Comentou Hydra baixinho com Fred e Jorge

— Sim, mas como? – Perguntou Fred.

— Não sei, ela ouviu de alguma forma, só pode ter sido isso, tenho certeza.

Hydra ouviu uma buzina alta e triste, se virou e viu os degraus das escada que dão para o quarto das meninaas se fundiram formando um escorrega comprido e liso, como o de um parque de diversões Hydra viu Harry e Rony, o último com seus braços e pernas se agitando como as pás de um moinho, então caiu para trás e deslizou, ligeiro, pelo escorrega recém-criado, indo cair de costas aos pés de Harry.

— Eu não lembrava que isso acontecia quando os meninos tentavam subir para o nosso quarto – Disse Hydra

— É, super injusto, vocês podem ir nos nossos quando quiserem – Reclamou Fred

Ficou imediatamente óbvio ao entrarem no Salão Principal que o aviso de Umbridge não aparecera apenas na Torre da Grifinória. Havia uma intensidade peculiar nas conversas, e uma multiplicação das idas e vindas de alunos correndo às mesas e se consultando sobre o que haviam lido. Harry, Rony e Harmione tinham se sentando quando ela, Fred, Jorge, Neville, Dino e Gina foram para cima de Harry.

— Vocês viram?

— Acham que ela sabe?

— Que vamos fazer?

Todos olhavam para Harry que olhou para o salão e então respondeu:

— Claro que vamos continuar do mesmo jeito – confirmou em voz baixa.

— Eu sabia que você ia dizer isso – disse Jorge, abrindo um grande sorriso e dando pancadinhas no braço de Harry.

— Os monitores também? – perguntou Fred, olhando curioso para Hydra, Rony e Hermione.

— Claro – disse Hermione calmamente.

— Não vejo porque não – Respondeu Hydra também calma mente.

Quando se sentou em seu lugar novamente, depois de Harry, Hermione e Rony saírem, Angelina veio falar com eles parecendo desesperada.

— Vocês entenderam o que aconteceu? O time da Grifinória está incluso nessa proibição! – Dizia ela quase chorando — Teremos de procurá-la e pedir permissão para reorganizar a equipe.

— Eu não acredito nisso! – Resgmungou Fred

— Eu preciso ir, eu preciso pedir que o Harry não perca mais a cabeça com a Umbridge ou iremos perder todas as nossas chances de vez – Disse ela saindo desesperada pela porta do salão principal.

No caminho de uma das aulas, Hydra ouviu seu irmão se gabando com Harry sobre sua permissão para o time da Sonserina.

— É, na mesma hora a Umbridge deu à equipe da Sonserina permissão para continuar a jogar. Fui pedir a ela logo que acordei. Bom, seria automático, quero dizer, ela conhece meu pai muito bem, ele está sempre entrando e saindo do Ministério... vai ser interessante ver se a Grifinória vai ganhar permissão para continuar a jogar, não acham?

— Draco, você sabe que eu sou tão Malfoy (infelizmente, incluiu ela baixinho) quanto você, certo? – Disse Hydra – O que me impede de pedir a mesma coisa para a minha casa?

Draco parecia confuso e furioso, então começou a atacar Rony e Harry.

— Quero dizer – continuou Draco, alteando um pouco mais a voz, os olhos cinzentos brilhando malevolamente para Harry e Rony –, se é uma questão de influência com o Ministério, acho que eles não têm muita chance... pelo que diz meu pai, há anos que estão procurando uma desculpa para despedir o Arthur Weasley... e quanto a Potter... meu pai diz que é apenas uma questão de tempo, logo o Ministério vai mandar despachá-lo para o Hospital St. Mungus... parece que lá tem uma enfermaria especial para gente que teve o cérebro fundido por magia

Draco fez uma careta grotesca com a boca aberta e os olhos girando nas órbitas. Crabbe e Goyle deram os seus habituais grunhidos de riso, e Pansy Parkinson guinchou de prazer.

Hydra ia reagir contra o irmão, mas uma fração de segundo depois, ela percebeu que Neville, acabara de avançar diretamente contra Draco.

— Neville, não!

Harry saltou para a frente e agarrou Neville pelas vestes; o garoto lutou freneticamente, os punhos sacudindo no ar, tentando desesperadamente chegar a Draco, que pareceu, por um instante, extremamente espantado.

— Me ajude! – gritou Harry para Rony, conseguindo passar um braço pelo pescoço de Neville e puxá-lo para trás, afastando-o dos alunos da Sonserina. Crabbe e Goyle flexionaram os braços colocando-se à frente de Draco, prontos para brigar. Rony agarrou os braços de Neville e juntos, ele e Harry, conseguiram arrastar o garoto para junto dos alunos da Grifinória. O rosto dele estava escalate.

— Não... graça... não... Mungus... mostre... a ele...

Hydra então teve que seguir correndo para a sua aula de Transfiguração ainda enfurecida com Draco, mas decidida a falar com Angelina que pediria ela mesma a permissão para o time da Grifinória funcionar.

Hydra encontrou com Angelina no jantar antes de seu encontro com Shacklebolt .

— Angelina, eu tenho um plano – Disse ela para a amiga que parecia arrasada.

— Qual? – Disse Angelina olhando com um fio de esperança para Hydra.

— Eu vou falar com a Umbridge, ela é uma puxa-saco do meu pai, do meu nome, talvez eu tenha sucesso em conseguir a permissão para o time da Grifinória jogar.

Angelina abriu um enrome sorriso e abraçou Hydra e deu um beijo em sua testa do mais absoluto nada, deixando Hydra paralisada e todos ao redor olhando para as duas.

— Eu acho que você gostou da ideia – Disse Hydra sem graça.

— Quando você pode falar com ela? – Perguntou Angelina ainda empolgada sentada ao seu lado no salão principal.

— Amanhã eu a procuro depois das aulas – Disse Hydra – Hoje talvez ela não goste, ache tarde...

— Tudo bem, me mantenha informada – Disse Angelina ainda muito animada.

Hydra seguiu depois do jantar com a desculpa de ir estudar até a sala de Transfiguração, bateu na porta e a voz da Professora McGonagall a mandou entrar.

Hydra viu Shacklebolt sentado na escrivaninha enquanto a Professora estava em pé a sua frente.

— Senhorita Malfoy, entre, sente-se – Disse a Professora apontando um lugar em frente a Shaclebolt.

Hydra se aproximou com cuidado e se sentou.

— Malfoy, é muito importante que mantenha a descrição, existem pessoas... – Ela fez uma pausa e Hydra sabia que se tratava de Umbridge – Que não podem saber de jeito nenhum desse encontro, eu coloquei um feitiço de proteção nessa sala, então não serão incomodados, agora se me dão licença – McGonagall saiu da sala deixando os dois sozinhos.

— Malfoy, como vai? – Disse Shaclebolt simpático.

— Muito bem, Senhor Shacklebolt e o senhor? – Perguntou Hydra ainda confusa.

— Muito bem, muito bem – Ele pegou um pedaço de pergaminho e começou a ler e falar – As suas notas nos N.O.M.s foram muito boas, vejo aqui – Disse ele lendo – Continua mantendo o bom padrão nas matérias atuais, cursando os N.I.E.M.s Transfiguração, Poções, Feitiços, Alquimia, Defesa Contra as Artes das Trevas e Herbologia, bom, bom... – Ele continuava analisando o papel.

Hydra se sentia sem graça de ouvir falar dela mesma, ele continuou a analise do pergaminho.

— N.O.M.s em História da magia, trato de criaturas mágicas, astronomia, estudo dos trouxas e runas antigas, por que abandonou essas matérias? – Perguntou Shacklebolt

— Eu achei que não precisaria mais delas para o meu futuro – Disse Hydra meio sem graça.

— De fato para uma mestre em poções... Malfoy, você conhece todas as áreas do Ministério? – Perguntou ele tirando os olhos do pergaminho e a observando.

— Não todas senhor...

— Bem, vou falar um pouco sobre elas, precisamos decidir a que melhor se encaixa com você, temos o Departamento de jogos e esportes, Departamento de transportes mágicos, Departamento de cooperação internacional de magia, Departamento para a Regulamentação e Controle das Criaturas Mágicas, Departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas, Departamento de Execução das Leis da Magia, Os escritórios executivos do Ministro, Departamento dos mistérios, mas esse não acho que venha ao caso... – Disse ele pausando como se tivesse falado demais – Existe algum deles que você tenha mais interessse? – Perguntou ele ainda a observando firmemente.

— Acho que o de acidentes e catástofres mágicas, o de execução das leis mágicas e o de cooperação internacional de magia são os que mais me chamam atenção – Disse ela sem muita certeza.

— Ótimo, foi o que eu imaginei – Continuou Shaclebolt simpaticamente – Vamos aos cargos desses departamentos, em acidentes e catástofres mágicas você pode trabalhar no esquadrão de reversão de feitiços, central de obliviação, comissão de justificativa dignas de trouxas e reversão de poções, imagino que dentro dessa a de poções lhe interesse mais, certo? – Disse Shacklebolt

— Sim a reversão de feitiços também – Respondeu Hydra ainda se sentindo um pouco intimidada sentada em frente a escrivaninha enquanto Shacklebolt parecia anotar suas respostas em um pergaminho.

— Muito bem, dentro de execução das leis mágicas temos, controle do uso indevido de magia, controle do mau uso dos artefatos trouxas, aurores e serviços administrativos da Suprema Corte dos Bruxos, qual desses lhe causa interesse? – Perguntou Shacklebolt novamente a olhando. Hydra sabia que ele era da sessão dos aurores, mas nunca tinha pensado em se tornar uma, ficou realmente na dúvida e demorou um pouco para responder.

— Acho que uso indevido da magia – Respondeu ela um pouco incerta.

— Não Aurores? – Perguntou o Bruxo

— Eu gosto da área, só realmente nunca me imaginei nela – Respondeu Hydra sem graça.

— Você parece que seria boa nela – Sorriu ele anotando no pergaminho – Bem, vamos a última seção, cooperação internacional de magia. Temos o organismo de Padrões de Comércio Mágico Internacional, a parte administrativa e de direito em magia e a Confederação Internacional dos Bruxos, algo lhe interessa?

— Eu acho que a Confederação internacional dos Bruxos onde o Abbas trabalha me chama atenção.

Shaclebolt voltou a anotar e então voltou sua atenção novamente para Hydra.

— Bom, serei honesto, de todas que manifestou interesse acho que sua ajuda seria mais bem-vinda na parte de Confederação internacional dos Bruxos e uso indevido da magia, talvez reversão de feitiços mas acho que não muito.

Hydra se sentiu um pouco triste por não poder trabalhar na parte de poções.

— Tudo bem? – Perguntou ele, notando o desapontamento em seu rosto.

— Sim, claro – Mentiu Hydra forçando um falso sorriso.

— Bem, a sessão de uso indevido da magia como a Senhorita já deve imaginar controla todo o uso da magia, tem como objetivo maior impedir que os trouxas saibam sobre nós e é um departamento muito sério e muita grande, com vários sub cargos – Disse ele a observando gentilmente – Na Confederação internacional dos Bruxos tem como objetivo unir o mundo mágico, inclui muitas viagens, o problema é que o Ministro da magia nomeia as pessoas para esses cargos, então imagino que de começo não consiga ir para esse sessão específica, mas podemos ver algo no meio disso. De qualquer maneira o que me preocupa é o fato de não estar cursando os N.I.E.M.s em história da magia, mas acredito que os N.O.M.s já serão aceitados nessa área, dependendo das suas outras habidades que eles precisem – Disse ele analisando mais uma vez o pergaminho.

Hydra se sentia estranha, era como ter alguém decidindo o seu futuro, era algo que nunca imaginou que iria passar, principalmente depois que saísse de casa, mas sabia que era para um bem maior.

— Você tem alguma habilidade não mencionada? – Perguntou o bruxo interrompendo os pensamentos de Hydra.

— Sim, eu sei Oclumência e estou aprendendo Legitimência e também sei falar cinco línguas, até agora pelo menos pretendo aprender algumas outras em breve...

Shacklebolt pareceu espantado por um segundo, arregalou os olhos e abriu um sorriso.

— Mas isso é excelente, excelente! Quem lhe ensinou tudo isso? – Perguntou ele ainda muito surpreso.

— As línguas eu fui aprendendo ao longo da vida com minha tutora e na minha antiga escola, Oclumência e Legitimência o Professor Snape me ensinou – Respondeu ela.

— E tem certeza que o escritório de aurores não lhe interesssa? Se bem que, com cinco línguas entrar na parte de magia internacional será fácil, quais são as línguas? – Perguntou ele agora muito mais empolgado.

— Inglês obviamente, Português, Francês, Búlgaro e Serêiaco.

— Serêiaco? Verdade? – Perguntou o bruxo, agora muito empolgado.

— Sim, não é exatamente muito bom, mas eu aprendi, eu quis aprender uma língua mágica, achei que poderia ser útil.

— E pode de fato, que maravilha, com esse currículo e o nome Malfoy provavelmente não será um pouco difícil conseguir um bom cargo dentro do ministério.

Shacklebolt fez mais algumas anotações empolgados e voltou então sua atenção para Hydra.

— Bem, em Dezembro iremos arranjar uma visita ao Ministro para que você comente sua vontade de entrar no Ministério, é muito importante que se mantenha focada em dizer a ele que é filha de Lúcio Malfoy e fingir uma boa relação com ele, ok?

Hydra sentiu seu estômago revirar em pensar em fingir tudo isso.

— Ok – Respondeu ela ainda se sentindo mal.

— Quanto ao Percy Weasley, fontes disseram que ele tem uma, me desculpe se constranger a senhorita, simpatia pela senhorita, pela aparência física da senhorita pelo menos, digamos assim – Shacklebolt se sentiu tão sem graça quanto Hydra que ficou imediatamente muito vermelha. – Perdão falar sobre isso, mas é só que achamos que você poderia conversar com ele sobre como sua ambição para o Ministério parece com a dele, isso deixaria ele com certeza muito contente e tornaria tudo mais fácil.

— Ele acharia que eu também não acho certo a falta de ambição dos irmãos e pai dele, entendo – Disse Hydra

— Exato, fora que isso faria Fudge achar que teria mais uma aliada para espionar Dumbledore.

— Tudo bem, eu farei tudo o que precisar – Disse Hydra, decidida.

— Muito bem, eu voltarei mês que vem para treiná-la no que deve dizer e como agir, tudo bem pela Senhorita? – Perguntou o bruxo sempre muito simpático.

— Claro – Sorriu Hydra

O resto do encontro foi discutido mais questões burocráticas e legais dos departamentos, um pouco tedioso na opinião de Hydra que se sentiu feliz em deixar a sala pouco antes da meia noite.

Enquanto subia para a torre da Grifinória, uma mão em seu ombro lhe fez dar um grito de susto, se virou e viu Umbridge parada em sua frente parecendo espantada com sua reação.

— O que a Senhorita está fazendo nos corredores até essa hora? – Perguntou Umbridge, do seu jeito irritantemente simpático de sempre.

— Monitorando – Respondeu Hydra, pensando rápido – Eu sou a Monitora Chefe da Grifinória – Ela apontou para seu distintivo no peito.

— A, claro – Sorriu Umbridge – Filha de Lúcio Malfoy só poderia realmente ser destinada a grandes cargos, uma pena que talvez não na casa que lhe compete... – Disse ela analisando o símbolo da Grifinória que Hydra usava em sua veste.

— Sim, meu pai falou muito bem da Senhora – Mentiu Hydra que na verdade não tinha ouvido falar muito sobre ela antes, mas Umbridge ficou corada e pareceu satisfeita ao ouvir isso, Hydra aproveitou a deixa para falar sobre o time de quadribol – Professora Umbridge, será que poderia marcar uma reunião com a Senhora amanhã?

— Sobre o que querida? – Perguntou ela parecendo levemente surpresa – Tem algo para me contar? – Agora ela perguntava esperançosa de que Hydra diria algo interessante para ela.

— Não, na verdade era sobre o time de Quadribol da Grifinória, eu gostaria de pedir permissão para o funcionamento dele.

Umbridge pareceu decepcionada com a resposta.

— Bem, a senhorita faz parte do time?

— Não oficialmente mas, eu sou uma das reservas e...

— Então eu não vejo o porquê da reunião, um membro do time já veio falar comigo e eu estou esperando o prazo de consideração para responder.

Hydra queria insistir, mas sabia que não adiantaria muito.

— Tudo bem, mas peço por favor que a Senhora considere o assunto, me faria muito feliz e tenho certeza que meu pai também ficaria feliz de me ver feliz.

— Irei considerar todos os assuntos que vierem até a mim, afinal, sou uma pessoa justa... – Disse Umbridge dando uma risadinha irritante.

— Claro professora, tenho certeza que sim.

— Só mais uma coisa antes de voltar para o seu... Monitoramento – Disse Umbridge fazendo uma pausa antes da palavra monitoramento – Eu pensaria muito bem com quem me associaria se fosse a Senhorita, um nome tão nobre, um sangue tão puro não deve se meter em coisas que lhe causariam problemas, me entende?

Hydra sabia que Umbridge falava sobre o clube de defesa contra as artes das trevas, seu coração bateu forte, ela sabia afinal que ela estava entre os membros da reunião.

— Sim Professora Umbridge, não iria querer fazer nada errado – Mentiu Hydra

— Assim espero e se tiver algo que gostaria de revelar, como reuniões ilegais ou qualquer coisa do tipo...

— Eu posso dizer com toda certeza que desde que li o descreto que a Senhora colocou nunca mais vi nenhuma reunião de nenhum clube e nem time – Disse Hydra sorrindo ironicamente.

— A... Sim... Muito bem então, que assim seja sempre, pode ir – Disse Umbridge desconfiada, Hydra virou então as costas e subiu correndo para a sua sala comunal, finalmente.