O Reflexo Que O Espelho Tem...

8 Abraços Quentes... Sorrisos Também...


Notas iniciais
Yo minna! Lamento a demora mas não tinha ideia de como começar o cap ^^' Acabou por ficar assim! Espero que esteja bom! o.~ Bem, o cap foi terminado mesmo agora, estou postando o cap totalmente às pressas... lamento se surgir algum erro! >.< Bem, vamos ler logo!!

– Nee, Oyu-chan? O que achas de comprarmos alguns doces naquela loja ali para levar para a Shi-chan? – pergunta, sorridente, uma morena de olhos esmeralda parando com um salto na frente da amiga.

– Celi-san... não temos já coisas de mais? – pergunta cansada.

A pobre ruivinha está a ser obrigada a carregar todos os sacos de compras. Até agora tem três sacos no braço direito, dois no esquerdo e uma mochila com alguns pertences da Celi (sim, a morena levou a mochila mas a Oyuki é que tem que a carregar).

– Oh... mas a Shi-chan iria gostar tanto... – lamenta-se abraçando o pescoço da amiga.

Depois de quase cair ao chão por sentir aquele peso repentino, Oyuki acaba por ceder.

As duas atravessam a estrada com cautela para alcançarem a loja de doces, percurso que é feito rapidamente tendo em conta a escassa distância. Celi entra sozinha na loja já que Oyuki tinha demasiados pesos nos braços para aguentar mais uns minutos de pé e a ruivinha acaba por se sentar num banquinho ali perto. Já sabia como Celi demorava a escolher algo então acomodou-se no banco, com as compras ao seu lado esquerdo.

Passados uns largos minutos a morena finalmente sai da loja com um sorriso enorme no rosto e um saco, não tão pequeno como Oyuki desejaria que fosse.

– Acabei por trazer para as outras também! – explica Celi ao ver a cara de interrogação da amiga.

A ruiva levanta-se suspirando frustrada e, quando ia voltar a pegar nos sacos com compras, sente alguém puxá-la para o beco ao lado da loja tapando a sua boca com uma mão e agarrando firmemente a cintura e os braços, juntos desta, com o outro braço bruto. Para seu desespero também Celi tinha sido agarrada mas esta tinha os seus braços presos atrás do corpo e tentava gritar desesperada e inutilmente.

Ao ver uma carrinha escura, de vidros igualmente escuros, aproximar-se do beco onde estavam, Oyuki percebeu tudo. Tentou soltar-se com sucesso ao trincar um dos dedos da mão suja e grande que lhe cobria a boca e só largou quando começou a sentir o gosto do sangue. O homem soltou-a aos urros de dor agarrado à mão levemente ensanguentada e, sem tempo para pensar bem, vê-se de repente no chão ao levar uma rasteira feita pela ruivinha; aqueles truques de karatê dignos de filmes famosos. Oyuki tentou correr até ao outro homem que segurava a morena mas o seu pé é puxado pelo brutamontes no chão e ela cai desamparada. O homem volta a tentar prende-la, desta vez com mais cuidado para não levar uma trinca, mas a ruiva consegue levantar-se com um salto e dá um murro forte ao sujeito que vai para trás com o impacto e, com o seu azar, tropeça numa garrafa no chão e cai novamente, mas desta vez derruba um monte de caixas de madeira em cima de si.

– Bolas! A minha mão... – resmunga Oyuki baixinho tentando livrar-se da dor que sentia no punho por causa daquele soco – É nestes momentos que queria ser forte como a Natsumi...!

Sem pensar em mais nada acaba por avançar no homem que prendia Celi para, sem dar ao bruto oportunidade para reagir, dar um chute forte... naquela zona... lá em baixo. O homem solta a morena absorto em tamanha dor e esta corre até à ruiva.

Ao perceber que o homem que a agarrara estava a “trocar de lugar” com o condutor da carrinha, Oyuki decide ser breve:

– Vai embora Celi! – ordena, nervosa, alternando o seu olhar entre a morena à sua frente e os dois brutamontes que discutem e o terceiro no chão – Eu trato deles! Vai pedir ajuda, onegai! – diz séria.

– E-Eu... e-eu não consigo Oyu-chan... Eu não te posso deixar aqui sozinha... – choraminga a outra.

– Podes sim! – reclama com um breve grito ao ver que os homens já se aproximavam, voltando a baixar a voz – E vais fazê-lo...

A ruiva solta os ombros de uma Celi afogada em lágrimas de medo e parte para a luta, chutando e esmurrando os dois homens que se aproximavam. O terceiro estava demasiado desnorteado para lutar então mantinha-se dentro da carrinha. Seria a oportunidade perfeita... Os dois brutamontes seguravam Oyuki com todas as suas forças e, mesmo assim, ela ainda conseguia arranjar forças para baloiçar as pernas e chutar o da direita. O homem da esquerda tenta segurá-la melhor mas ao segurar os dois pulsos da ruiva esta dá balanço com o corpo para trás e acerta um chute na cara do homem enquanto ainda estava no ar. Com os três homens incapacitados seria a chance de fuga.

– Pega nas coisas! – ordena Oyuki com um grito.

Celi reage rapidamente pegando nas suas coisas e compras e saindo do beco. Acabou por aguardar ali pela a amiga, mas, ao ficar para trás, Oyuki tem mais uma vez o seu tornozelo preso pelas mãos brutas dos dois homens e volta a cair.

– Oyuki! – grita a morena desesperada fazendo intenção de ir ajudar amiga.

– Não sejas parva e corre! Vai buscar ajuda! – grita a ruiva como resposta tentando desesperadamente pisar as mãos que a prendiam.

– Mas tu...

– Eu fico bem! Vai!

– Mas... – tenta insistir.

– VAI!

Celi reage ao último grito da amiga e corre dali, sem rumo aparente. Àquela hora da manhã poucas lojas estavam abertas e não havia ninguém na rua.

– Eu tenho que ser forte... pela Oyu-chan... – murmura entre as lágrimas que lhe escorrem pela face – Vai tudo ficar bem... Aguenta um pouco mais Oyu-chan...

***

– E-E foi isso que aconteceu... – revela a morena entre os poucos soluços de choro que ainda restava.

Com aquela revelação todos na sala ficaram alterados. O que quereriam aqueles homens com as duas? E a Oyuki? Estará bem...? Estará ferida...? Onde estará ela neste exacto momento?

– Então o meu sonho... – murmura um ruivo completamente pálido.

Desta vez as atenções estão focadas em Ittoki.

– Que sonho Otoya? – pergunta Cecil atento à reação do ruivo.

– E-Eu... sonhei... com ela... quando desmaiei... – revela ainda assustado com tal pensamento, de olhos no chão – Sonhei que estava preso dentro de uma carrinha, e haviam três homens que me atiravam para o chão... d-depois já não era eu... era a Oyuki... ela era levada por dois homens para dentro de outra carrinha... – quando levanta o seu olhar para o teto e tapa a cara com o braço; estava nitidamente a chorar – A Oyu-chan chorava muito e p-pedia a minha ajuda... mas eu não consegui alcançá-la e depois... acordei!

Reiji abraça o seu kouhai tentando confortá-lo e Otoya solta pequenos soluços de choro. O ruivo odiava chorar em frente de outras pessoas. Nunca lhe tinha acontecido isto, sempre era positivo e sorridente para tudo e todos! Mas desta vez... parece não conseguir evitá-lo.

– Então pode nem tudo estar perdido! – exclama Cecil assustando todos com a positividade repentina.

– C-Como assim...? – pergunta uma Shizuka chorosa.

O rosto de Celi ilumina-se de repente ao perceber a ideia do seu duplo. Levanta-se determinada (N/A: levaram-na para o sofá depois de ela entrar) e aproxima-se do ruivo que a encarava atento e esperançoso.

– No sonho! A matricula da carrinha! Viste-a?

Ittoki faz uma careta confusa e pensativa durante uns minutos.

– Não... a carrinha... não tinha matricula... – murmura pensativo franzindo as sobrancelhas.

– Oh... isso é um problema... – suspira derrotada voltando a sentar-se.

– Mas sabes para onde a levaram? Eles disseram algo no sonho? – insiste Cecil aproximando-se ele, desta vez, do ruivo.

Mais uns segundos de silêncio em que Otoya faz caretas pensativas. Nenhum dos detalhes do sonho parecia relevante... apenas...

– Só sei que a vão levar para fora da cidade... – responde triste.

– Esta não! – grita o outro frustrado.

– Calma Aijima. Entrar em desespero não é-... – Masato é interrompido.

– Não é isso Masa-kun!

Era raro ver o moreno tão chateado e sério como neste momento. Todos ficam imediatamente preocupados e ele decide responder à questão que estava no ar.

– Os duplos têm de estar sempre perto dos seus originais porque senão os dois perdem a ligação entre si! – reclama exasperado sentando-se ao lado da sua dupla, com os cotovelos apoiados nos joelhos e os punhos fechados a apoiar a cabeça.

– Em outras palavras... – insiste Ren.

Cecil suspira tentando acalmar-se. Responder àquilo não era algo fácil! Ele próprio temia que a ligação com a sua dupla se quebrasse... O moreno levanta o rosto encarando todos ao seu redor.

– Se o original e o duplo forem demasiado afastados; basta sair da cidade... eles perdem a ligação... deixam de ser duplo e original... – mais um suspiro para tentar completar com a maior calma que lhe era permitida — ... para passar a ser dois originais.

Alguns ainda pareciam confusos então tentou explicar-se melhor.

– Se os dois se afastarem muito irão tornar-se duas pessoas individuais a partir do momento em que passarem a barreira de ligação! – levanta-se irritado pela situação, começando a andar de um lado para o outro na sala – Se aqueles homens levarem a Oyuki para fora da cidade então ela vai separar-se do Otoya, vai perder a memória total! As pessoas, as coisas, as relações, a personalidade, os gostos e, inclusive, a sua dimensão! Se a ligação se partir ela não poderá voltar e nunca mais vai ter algum tipo de ligação connosco...!

As faces desesperadas eram de partir o coração de qualquer um. Todos os pensamentos convergiam para um único ponto... Porque algo tão horrível tinha que acontecer logo agora? Agora que elas chegaram... Agora que tudo parecia bem e animado... Só de ouvir as palavras do moreno todas as reflexos sentem um arrepio de medo. Separarem-se do seu original que tanto adoram, esquecerem-se umas das outras... não puderem voltar...

***

– Isto é loucura Ikki! – alerta Ren vendo o ruivo pegar num casaco às pressas e sair em direção à chuva lá fora.

Todos o seguem acabando por travar à porta. A chuva cai com tamanha intensidade, como se quisesse quebrar o chão só com aquele pequeno e constante contacto. O ruivo corre furioso evitando poças de lama maiores que se formavam aos seus pés, sem saber que caminho seguir ao certo, mas com o seu coração a correr pelo peito, querendo saltar daquele local tão quente e apertado de momento. Não suporta tanta dor. Mas não pára. Sabe que se o fizer perderá para sempre aquela que nem teve tempo para conhecer suficientemente bem. Uma parte do seu corpo parece querer ser arrancada, com violência, como uma dentada certeira de um animal feroz, prestes a devorar um pequeno e frágil coração indefeso.

Ao alcançar a estrada principal assusta-se ao ver um carro travar à sua frente com urgência. A porta abre-se e lá dentro está um moreno com um sorriso incentivador.

– Precisas de boleia? – volta a encolher-se no lugar de condutor — Vamos Otoyan! Entra!

O ruivo obedece sem pensar mais. Neste momento só queria salvar aquela ruivinha, a sua ruivinha!

Olha para o moreno atento à estrada já que este acelerara no preciso momento em que Otoya fechou a porta.

– Para onde agora, Otoyan? – pergunta o mais velho com um semblante confiante.

– O mais rapidamente possível para fora da cidade! Tenho um pressentimento... – diz sério.

– Hai, Hai!

***

– Eles estão a ir para aí... – informa uma voz disfarçada.

– O que quer que façamos, Chefe? Damos cabo deles? Afinal eles são...

– Não! Nem pensar!

– Mas Chefe...

– Mas nada! Quem manda aqui afinal?!

– Você... – resmunga o homem do outro lado do telefone.

– Então façam como digo...

– Sou todo ouvidos!

***

Quanto mais longe eles iam melhor o ruivo se sentia. Como se um calor inexplicável, mas bastante confortável, abraçasse o seu coração, aquele mesmo que parecia prestes a ser devorado minutos atrás. Cada vez mais perto dela... que sensação. Finalmente conseguia sorrir, mesmo que apenas um pouco, só de se sentir mais perto dela.

– Reji-sempai! Ali! Pára ali!

O nervosismo e ânsia antecipam-se ao colocar os olhos numa casa isolada de um lado da estrada. O moreno não diz nada, apenas segue as instruções do seu kouhai sem duvidar dele. Afinal, a reflexo é dele! De um forma ou outra estão ligados!

Assim que o carro pára Ittoki dispara-se para fora do veiculo a toda a velocidade, em direcção à casa meio apodrecida, meio comida pelas plantas trepadeiras ou pelas árvores. Reiji ainda sai do carro para tentar avisar o ruivinho para esperar por ajuda. Estão três homens, possivelmente armados, lá dentro. Seria imprudente entrar sem, pelo menos, uma vantagem numérica. Mas não. Sem dar tempo se quer de dizer “ah”, o ruivo já havia entrado a correr, como se a sua vida dependesse disso... No fundo... até depende...

POV Otoya

Não sei bem para onde estou a ir. Apenas sigo o caminho que acho melhor, aquele que me chama mais à atenção, de alguma forma. É estranho dizer isto já que todos os corredores e portas parecem iguais. Não... É como... se algo me puxasse! Não sei dizer o que.

Ao passar a correr por uma porta dupla, grande e esverdeada, volto atrás. É aqui! Tenho a certeza! Bem... quase, pelo menos. Estico a mão para alcançar a maçaneta da porta mas só aí é que me lembro. Os homens do sonho. Provavelmente estarão lá dentro, ou se não, é possível que venham aí para me apanhar! Arg! Tenho de deixar de ser tão imprudente! Sorrio levemente. Seria o tipo de comentário que a Oyu-chan faria.

Encosto o ouvido à porta, depois fico uns segundos, muito breves, atento ao corredor onde me encontro. Nada. Parece tudo vazio. Decido então entrar.

Abro a porta com cuidado para me poder proteger caso alguém me ataque e... Pumba! Mal meto a cabeça para dentro levo logo com algo pesado em cima. O impacto fez-me bater a cabeça no chão, mas nada de grave, acho. Apenas fecho os olhos e levo as mãos à cabeça, perto da nuca.

– Itai... – resmungo.

– Otoya?! – uma voz surpreendida acima de mim.

O meu coração falha uma batida ao ouvir aquela voz. A mais linda melodia que jamais poderia desejar... Arg! A pancada fez-me pensar parvoíces! Mas tenho de confessar que não consegui evitar corar quando ela se abraça a mim a chorar; um choro de alivio.

– Baka...! Porque demoraste tanto... – resmunga entre os soluços de choro.

Abraço-a tentando confortá-la. Só agora percebi que o peso que sinto em cima de mim é a Oyu-chan, sentada na minha cintura. Coro violentamente com isso mas tento esquecer esses pensamentos. No momento não são importantes.

– Gomen Oyu-chan... – tento fazê-la perdoar-me, num tom mínimo carregado de medo e culpa – Gomene por ser tão idiota e por deixar que te magoassem... Eu sou um fraco... Lamento... – digo já a chorar também.

Ela afasta-se ligeiramente de mim e fico extasiado ao ver um sorriso lindo no seu rosto ainda molhado pelas lágrimas. Ela aproxima-se e beija a minha bochecha, beeeem perto dos meus lábios; sabe, o “chamado” canto da boca. Desta vez não consigo esconder a vergonha e as minhas bochechas coradas. Ela sorri mais um pouco e volta a abraçar-me.

– Não importa... Estás aqui agora... Fico feliz que não nos tenham separado... – murmura ela com uma voz melancólica.

Consigo sorrir ao ouvi-la dizer aquilo.

Então lembro da nossa situação perigosa. Levanto me com cuidado para não ser brusco nem magoá-la e, ao ver que ela não conseguia apoiar um dos pés no chão, coloco-a nas minhas costas com bastante facilidade. A Oyu-chan é tão leve e fofinha!

– É melhor irmos antes que voltem! – relembro-a com o cenho franzido.

Ela não parece ficar preocupada. Apenas envolve os seus braços ao redor do meu pescoço com cuidado e apoia a cabeça nas minhas costas. Entendo aquilo como um consentimento para a carregar dali para fora, então saio dali o mais rápido que consigo.

Ao alcançar o carro coloco-a num dos bancos de trás e entro, sentando-me ao seu lado.

– Vocês estão bem? – pergunta Reiji-sempai preocupado pela demora.

– Sim, nenhum dos homens apareceu – digo tremendo só de pensar em ter que lutar.

O moreno liga o carro e tiranos dali rapidamente. Apenas quando voltamos a entrar na cidade é que me permito suspirar de alivio.

Noto algumas marcas de cordas na pele clara da minha dupla, o seu rosto ainda marcado pelas lágrimas, o tornozelo um pouco inchado... os seus braços gelados... Retiro o meu caso sem pensar duas vezes e envolvo-a nele. Ela parece agradecer-me mentalmente pois deita-se no meu ombro, sonolenta. Ainda me culpo mais um pouco pelas suas feridas e marcas. Eu devia ter chagado mais cedo! Devia ter impedido o rapto! Eu não sei fazer nada bem...

– Isso é mentira Otoyan... – diz a ruiva, calmamente, brincando com o apelido que o meu sempai me colocou – Tu foste o herói do dia... O meu herói...

Nisto ela volta a beijar-me a bochecha, desta vez num local “normal”. Agradeço a Kami-sama por ela estar bem e junto a mim; sorrio. Então ela sorri mais uma vez, coloca-se de baixo do meu braço aproveitando o calor do meu abraço e então adormece de vez.

Notas finais
Bom, espero que tenham gostado! Já sabem, cap não revisado e postado totalmente às pressas! >.< Comentem onegai! o.~ NOTAS IMPORTANTES: (talvez nem tanto... ^^') - Sei que muitas de vocês já leram o cap e comentaram... (agradeço desde já por isso! bjs com sabor de cereja para todas! suas lindjas!)... mas só agora lembrei (1 dia depois de postar o cap... -.-') que queria avisar vocês de uma nova fic sobre UtaPri que postei! ^^ O nome é "As Nossas Doces Rivais" e é, pelo menos até agora, inteiramente composto pela minha escrita dramática e exagerada ^^' mas em parceria com as MINHAS DOCES CANDYS! Podem dar uma passadinha lá? O link é esse aqui: http://fanfiction.com.br/historia/450268/As_Nossas_Doces_Rivais/ Espero que gostem desta fic também! ^^ Tem muitos mais mistérios e segredos que a ORQOET, possui duas gémeas saltitantes iguaizinhas ao seu irmão, o nosso querido (e saltitante) Reiji-sempai!, uma garota misteriosa e, em parte, mentirosa com um passado por descobrir, muita confusão e amor, muita disputa e amor, muitas surpresas e amor... enfim... PEACE AND LOVE FOU YOU ALL!