O Reencontro

4 O plano de Bonnie


Notas iniciais
Bom gente, já vou avisando, o final não é dramático, mas é aqui que as coisas começam a se desenrolar. Vou-lhes contar um segredo: Como devem saber a quarta temporada de TVD já acabou, e eu estou louuuuca para chegar ao final dela na fic, porque como sabem, estou narrando os episódios e mudando algumas coisinhas para encaixar Sofy, assim que acabar vou inventar, e ai que a história vai ficar realmente divertida.

O dia da formatura estava próximo, e apenas Caroline parecia se importar com isso. Damon, Stefan e Bonnie se preocupavam com a cura e Silas. Elena estava demonstrando muito ódio por Katherine, e quando Sofy a perguntou qual sentimento ela havia agarrado, Elena disse que havia sido o ódio. No principio Stefan e Damon não levaram muita fé no que ela havia dito, mas Sofy os convenceu do contrário.

– Pensem, por mais difícil que isso possa ser. Elena se agarrou no ódio, o ódio é uma obsessão, e agora Elena vai querer se livrar da dor e da culpa que a levaram desligar sua humanidade, isso quer dizer que... – Sofy prolongou o “que” na esperança de que uns dos irmãos Salvatore continuassem, foi Damon.

– Que ela pensa que a culpa e a dor acabarão se ela matar Katherine! – exclamou ele.

– Exatamente. – disse ela arqueando as sobrancelhas.

– Mas Elena nunca conseguirá matar Katherine, ela morrerá tentando. – disse Stefan.

– Então que seja. –Elena acabara de chegar, ela estava realmente brava com os irmãos Salvatore, principalmente com Sofy.

–-----X------

Elena continuava com a ideia de matar Katherine, e Caroline, que cuidava dos preparativos da formatura, tentava distrai-la, dando-lhe tarefas simples como enviar avisos e ajudar a fazer os convites, mas Elena não era persuadida a deixar sua nova obsessão.

Damon bebia uísque sentado no sofá quando Sofy apareceu, ela estava de vestido vermelho com uma meia calça preta rendada e uma bota também preta de salto e cano curto.

–Aceita? – perguntou ele erguendo seu copo a ela, que pegou e tomou um gole, logo depois sentando ao seu lado no sofá.

– Como está Elena?

– Como se você se importasse.

Damon tomou o copo da mão dela e bebeu mais um pouco.

– É, você tem razão, eu não me importo, já você, se importa até demais...

–Eu amo a Elena!

– Certo, não vou discutir.

– Ótimo

Ele tomou o resto do uísque fazendo o gelo tilintar, se virou para ela, lhe lançou um olhar que não havia feito desde que a irmã chegara.

– O que foi? – perguntou ela.

–Você mudou.

–Você também.

–Está completamente diferente, digo, você sempre foi um pouquinho idiota – ironizou. – Mas era uma menina meiga, alegre, e agora...

– E agora pareço você. –completou ela.

Damon não conseguiu responder, ficou ali apenas a olhando pensativo, quando foi tirado do “transe” pelo seu celular que tocava. Ele olhou o visor, era Liz, a mãe de Caroline e xerife de Mystic Falls, atendeu.

– Liz, como vai, algum problema?

– “Sim Damon, alguém tem atacado os pacientes do hospital, e pelo que podemos observar, os ferimentos estão no lado do pescoço”.

– É Silas, ainda não sabemos por que ele está fazendo isso, mas se soubermos de alguma coisa eu lhe aviso, Liz. – e desligou o celular.

–O que Silas anda aprontando? – perguntou Sofy.

– Ele está atacando pacientes no hospital, nada que seja muito estranho para Mystic Falls.

– Silas, ele gera alguns probleminhas desnecessários...

Ela se levantou, prendeu os cabelos em um rabo alto.

– Aonde você vai?

– Vou até o hospital para saber o que está acontecendo – ela parou em frente a porta e se virou para ele. – Você vem?

– Claro, se eu não fôr, quem vai evitar que se meta em confusão? Vou só chamar Stefan.

– Peça para ele nos encontar lá.

–-----X------

Bonnie tinha um plano para derrotar Silas, e se recusava a desistir dele, mas para que funcionasse, ela precisava de Katherine ao seu lado. Katherine tinha uma pedra, e nessa pedra havia o sangue de Qetsiyah, a bruxa que havia acabado com Silas.

Bonnie estava sentada no Mystic Grill, ela havia escolhido uma mesa no canto mais escuro do restaurante para que fosse mais difícil de acha-la, esperava alguém, e logo esse alguém passou pela porta de entrada e assim que viu Bonnie, foi em sua direção.

– Katherine, que bom que veio. – disse Bonnie assim que Katherine se aproximou o suficiente para escuta-la.

– Diga logo qual o seu plano contra Silas antes que eu desista de sequer ouvir suas explicações.

Katherine se sentou à mesa e cruzou os braços.

– Eu quero falar com Qetsiyah, assim eu posso pergunta-la como derrotar Silas, mas eu preciso da pedra.

– E o que te faz pensar que eu tenho a pedra?

–Katherine, você não me engana, eu sei que você a tem, sei que a pegou na ilha.

–Mesmo que eu tenha a pedra, porque eu a daria a você? O que eu ganharia com isso?

– Você quer ser imortal, para que nada consiga matá-la, para isso preciso falar com Qetsiyah, o que significa derrubar o véu.

– Isso não justifica eu me arriscar a vir até aqui, alguém pode me ver.

Bonnie fechou os olhos, e Katherine não entendeu a atitude dela, até que ao piscar e abrir os olhos, estava na floresta de Mystic Falls, e Bonnie estava a sua frente, a encarando.

– O que fazemos aqui? – perguntou Katherine impressionada.

– A alguns quilômetros, naquela direção. – disse Bonnie apontado para sua direta. – Doze híbridos morreram na Adega Lockwood. E naquela direção. – Ela apontou para a esquerda. – Doze humanos morreram na fazenda Young. E bem aqui morreram doze bruxas.

– Treze se não começar explicar logo. – disse Katherine perdendo a paciência.

–É o triângulo da expressão, preciso carregar os três pontos e canalizar a energia mística da lápide de Silas. Com isso posso derrubar o véu dentro deste espaço, só o tempo de conseguir o que eu quero.

– O que exatamente você quer? – perguntou Katherine com mais interesse do que aparentava.

– Silas não fez nada além de atormentar meus amigos, agora quer libertar o Inferno da Terra? – Bonnie estava muito excitada, o que estava dando medo em Katherine “se é que isso é possível” – Ele é perverso, e em dois mil anos, uma pessoa foi capaz de derrotá-lo.

– Que no caso seria... – fez uma pausa como se estivesse pensando – Qetsiyah.

–Se puder contatá-la, posso perguntar como fazê-lo. Agora – Bonnie estendeu a mão para Katherine – A pedra.

– Vai encher a cidade com seres sobrenaturais mortos para poder “pedir” – disse ela fazendo sinal de aspas com as mãos. – Para uma bruxa de dois mil anos, não um, mas dois favores? – ela riu e deu as costas a Bonnie, virando a cabeça para falar – Prefiro negociar com outra pessoa.

Katherine foi em direção à saída da floresta, mas de repente viu-se esbarrando como se fosse em uma parede invisível.

– O que foi isso? – perguntou.

– Eu nos conectei. – disse Bonnie se aproximando. – Significa que está presa comigo hoje. Silas pode ser qualquer um, se entrar na sua mente e vir que não preciso da lua cheia pra executar o feitiço... – fez uma pausa dramática — Acabou.

Katherine tinha cara de indignada, e aproximou-se de Bonnie como se a quisesse matar, mas Bonnie não se deixou abater.

– E quanto àquela lápide? – perdiu a bruxa.

–-----X------

Stefan chega ao hospital e encontra sua irmã e seu irmão lá.

– Perdeu as rosquinhas. – diz Damon com um sorriso no rosto.

–E estavam tão boas – diz Sofy massageando a barriga.

Stefan lhes lança um falso sorriso. Até que Liz chega e os encontra.

–Olá garotos, que bom que vieram.

Confusa, dirige seu olhar a Sofy.

–Desculpe, mas te conheço?

– Não, meu nome é Sofy, sou irmã de Damon e Stefan, prazer em conhecê-la. – Seus irmãos ficaram perplexos, sua voz não tinha um pingo de ironia ou falsidade, aquela mais parecia a antiga Sofy que a atual.

– O prazer é todo meu querida. – diz a xerife apertando a mão de Sofy e olhando para Stefan e Damon os repreendendo por não tê-la dito sobre a irmã deles antes. – “Outro Salvatore, espero que não me arranje mais encrenca" – pensou.

Notas finais
Esperam que tenham gostado. Gente eu imploro por Reviews, queria mesmo saber se estão gostando da história e se tiverem tempo, poderiam me mandar sugestões de pares românticos para Sofy? Obrigada por lerem. BjsReviews???