Notas iniciais
Capítulo grande, hein! E pra todos os gostos... Temos Faberry, Brittana e Hannily. Momentos hots, momentos fofos... Enjoy!

A noite ao lado de Rachel e Beth havia sido melhor do que Quinn poderia imaginar e querer. Foram ao cinema, jantaram juntas, caminharam pela noite estrelada de Lima... E o sorriso no rosto de ambas as suas garotas era a melhor recompensa que a loira poderia receber.

Estava deitada com as costas na cama e olhando para um ponto fixo no teto quando foi tirada de seus pensamentos pela voz de Rachel.

– Já estamos em Lima há alguns dias e você ainda não foi a sua casa...

– A chegada de Beth me tirou dos eixos... – respondeu virando-se para a morena que se deitava ao seu lado.

– Você está preocupada com a sua mãe?

– Com relação ao que, exatamente?

– A mim, a Beth...

– Não, não estou. Minha mãe mudou bastante depois que se separou do Russel. Ela também sofre por ter perdido a Beth, acho que ela vai ficar feliz em ver a menina linda que ela se tornou. E sobre você... – Quinn sorriu – Eu estou feliz e isso que importa para ela.

– Então quando iremos lá? – perguntou a morena se aconchegando mais ao corpo da loira

– Que tal amanhã? Posso ligar após o café e perguntar se podemos almoçar juntas...

– É uma ótima ideia!

Quinn puxou Rachel ainda mais para seus braços e juntou seus lábios aos carnudos da morena. O beijo era uma troca, uma declaração silenciosa. A língua de Quinn brincava com a de Rachel, arrancando pequenos gemidos. A mão da loira estava na cintura da morena e fazia pequenos círculos por baixo da blusa do pijama que ela vestia.

Quando Rachel percebeu seu corpo já estava sob o de Quinn. A loira sugava seus lábios e sua língua com um desejo desenfreado e ela não fazia questão de pará-la. Uma de suas mãos enredou os fios loiros, enquanto a outra arranhava a nuca de Quinn.

Quinn forçava seu corpo cada vez mais contra o de Rachel. A mão que antes estava na cintura da morena começou a subir. Os beijos partiram para o pescoço e colo, enquanto as mãos passavam pelo abdômen e chegavam aos seios. Rachel gemeu audivelmente, fazendo Quinn cessar os beijos.

– O... O que... Estamos... Fazendo? – perguntou a loira com a respiração descompassada.

– Não sei, mas é bom. Ótimo, na verdade – respondeu a morena sorrindo.

– Você tem certeza que quer continuar? – perguntou temerosa.

– Quinnie – acariciou o rosto da loira – Nós não precisamos chegar as vias de fato hoje, agora. Vamos apenas aproveitar. Eu gosto das suas mãos em mim...

O sorriso maroto de Rachel fez Quinn ter a certeza que precisava para continuar. Voltou a beijar a morena. As mãos de Rachel foram para as costas de Quinn por baixo da blusa e faziam leves carinhos ali.

O que antes era afobado, cheio de luxúria, passou a ser um momento de aproveitar a aproximação. As mãos de Quinn voltaram a subir por dentro da blusa de Rachel.

– Me deixa tirar essa blusa – Quinn sussurrou, sua respiração batendo na orelha da morena.

Como resposta, Rachel apenas acenou positivamente. Quinn subiu a blusa e retirou, fixando seus olhos aos seios da morena, salivando com a visão. Ela levou as mãos aos montes e os apertou, arrancando um gemido da morena. Quinn não sabia se o passo que daria a seguir seria demais para o momento, mas ela precisava sentir o gosto de Rachel e foi isso que fez. A loira levou a boca até um dos seios e circulou o mamilo com a língua, chupando-o em seguida.

Rachel arqueou as costas ao sentir os lábios molhados de Quinn em seu seio. A calcinha da morena encharcou imediatamente e ela sabia que nunca, nem nas suas maiores fantasias, ela havia sentido algo como aquilo. Nunca havia ficado tão molhada em tão pouco tempo. E pior (ou melhor) nunca imaginou que pudesse chegar a um orgasmo sem sexo, mas era para isso que ela estava se encaminhando.

Quinn levou seus lábios até a orelha de Rachel e lambeu seu lóbulo, enquanto suas mãos acariciavam cada seio com maestria.

– Você é tão gostosa – sussurrou sedutora – Eu passaria a vida inteira com meus lábios no seu corpo...

Quinn fortaleceu seu ponto com uma mordida no pescoço de Rachel e levando a morena ao seu extremo. Ela gemeu alto, enquanto seu corpo tremia com espasmos. Quinn sabia o que aquilo significava, mas não acreditava que realmente havia levado Rachel a um orgasmo sem sexo. Sua reação surpresa permitiu apenas que ela segurasse a morena em seus braços, enquanto a beijava por inteiro.

O corpo de Rachel foi voltando ao normal aos poucos. Ela já estava deitada sobre o peito de Quinn e a loira fazia carinho em seus cabelos. Ao sentir que a respiração de Rachel havia voltado ao normal, Quinn quebrou o silêncio:

– Tudo bem? – questionou com a voz carinhosa.

– Quão patética eu sou? – Quinn percebeu o tom de voz envergonhado na voz da morena.

– Patética? Por que você seria patética, Rach?

– Chegar a um orgasmo sem sexo... Isso é patético! Você deve me achar uma idiota...

– Pelo contrário! – Quinn se virou e virou Rachel, as duas agora estavam deitadas de lado, cara a cara – Eu nunca achei que pudesse causar isso em alguém. Isso me deixa feliz, pois mostra que nem sempre eu precisarei de sexo para te satisfazer...

O sorriso no rosto de Quinn dizia a Rachel que a loira estava sendo extremamente sincera em suas palavras, mas ela precisava ter certeza.

– Você está falando sério? – questionou.

– Claro! – sorriu – Seu corpo tremendo sob o meu foi uma das melhores sensações que já tive na vida.

Rachel se aproximou e beijou os lábios de Quinn. O beijo não foi quente e nem demorado. Ao se separar, a morena sorriu e se aproximou da orelha da loira com um sorriso safado:

– Eu não vejo a hora de você me fazer ter outros orgasmos das formas mais variadas possíveis...

Quinn gemeu e Rachel sorriu.

– Mas agora nós vamos dormir que amanhã acordaremos cedo – disse a morena – Boa noite, amor...

– Boa noite, amor – respondeu a loira.

Rachel virou de costas para Quinn e a puxou para se aconchegar a ela, formando uma conchinha. A morena não se preocupou em vestir a blusa que havia sido retirada, por isso a mão de Quinn descansou no abdômen desnudo. Ela deu um leve beijo no pescoço de Rachel...

Rachel Berry, você será minha morte..., pensou Quinn.

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Há poucos metros do quarto de Rachel, em um dos quartos de hóspedes, as coisas também estavam quentes. Tanto Santana como Brittany já não tinham a parte de cima de seus pijamas. A latina estava sentada e tinha a loira em seu colo. Apertava os seios, enquanto beijava e mordia a pele branca do pescoço, arrancando gemidos da loira que tinha as mãos no cabelo escuro e a cabeça jogada para trás dando mais espaço.

– Britt... – disse a latina contra o pescoço da loira, a respiração falha – Nós... Nós precisamos... Parar.

Brittany puxou o rosto de Santana e a encarou. Notou as pupilas dilatas da latina que tinha a respiração pesada e o corpo quente.

– Por que, San? – perguntou com um muxoxo.

– Se continuarmos, não sei se sou capaz de parar...

– E por que teríamos que parar?

– Eu... Eu não quero que você pense que eu só quero sexo...

– San... – passou a mão pelo rosto da latina – Não é como se nunca tivéssemos feito sexo antes. E já voltamos tem um bom tempo, eu sei que não é só sexo. Eu não quero parar, eu quero você...

Brittany puxou o rosto de Santana para si e a beijou. Um beijo cheio de vontade e que provava o ponto da loira: ela queria a latina. Mais que isso, ela precisava. Como precisa de ar para respirar, ela precisava do corpo de Santana novamente. Precisava ter ainda mais certeza de que elas estavam em sintonia novamente. Que elas ainda podiam se fundir como há anos atrás. Ela precisava ter a certeza de que a essência delas não tinha ido embora e o sexo era sim importante para isso. Ela precisava sentir que a latina ainda a queria, ainda a desejava.

Se separaram quando o ar faltou para ambas. Santana abriu os olhos e encontrou Brittany ainda de olhos fechados. A latina passou o nariz suavemente pela mandíbula da loira.

– Tem certeza? – questionou com a voz cheia de amor.

– Toda a certeza do mundo – a loira abriu os olhos e fitou a latina.

Dessa vez Santana foi a pessoa a iniciar o beijo. Não conseguiria e nem queria fugir da loira sentada em seu colo. Beijava Brittany e sentia a loira se apertar ainda mais contra ela. Os seios roçavam um contra o outro. Rapidamente a latina se virou, deitando a loira na cama e ficando por cima. Seus lábios foram para o pescoço pálido. Beijou, lambeu, mordeu e deu um chupão no ponto de pulso, fazendo Brittany arquear as costas. Apertava os seios da loira e começou a descer seus beijos. Clavícula, colo, vale dos seios, até abocanhar um dos montes. Chupava com vontade, dando total atenção a ambos, rodeando os mamilos com a língua.

Voltou a descer os beijos. Passou pelo abdômen, sentindo a respiração pesada da loira. Seguiu até encontrar a barra do short do pijama. Deu uma olhada para a loira, como se pedisse autorização, que foi prontamente assentida com um balançar de cabeça. Começou a puxar o short para baixo, encontrando a calcinha verde que a loira vestia. Ao tirá-lo por completo Santana pode perceber pela mancha na calcinha quão molhada Brittany já estava. Beijou o centro da loira fazendo-a gemer alto. Passou a língua e viu-a arquear as costas. A latina sorriu. Subiu de volta, deixando seu rosto frente a frente com o de Brittany que tinha um bico enorme pela falta de contato. Aproximou-se da orelha dela para sussurrar:

– Você está ainda mais gostosa do que eu me lembro – disse a latina com a voz carregada de tesão.

– Saaaaan – gemeu contrariada.

– O que? – sorriu sacana – O que você quer, Britt-Britt? Me pede e eu te dou...

– Eu... Eu quero... Quero a sua boca... Lá embaixo...

Santana voltou a descer o corpo loiro e ficou entre as pernas pálidas, cara a cara com o centro da loira.

– Assim, baby? – perguntou a latina e depois deu um beijo de boca aberta no centro ainda vestido pela calcinha.

– Siiiiim, a-assim Saaaan – gemeu a loira.

Santana puxou a calcinha para o lado e passou a língua por toda a entrada de Brittany até alcançar o feixe de nervos, prendendo-o entre os lábios, fazendo ela gritar. A latina voltou a se afastar e antes da loira ter tempo de reclamar pela falta de contato, começou a retirar a calcinha. Após tirá-la por completo, retornou a posição inicial. O desespero de Brittany era visível. Santana soprou levemente a região e a loira se contorceu na cama.

– Para de tortura... – disse Brittany.

Em resposta ela ganhou a língua de Santana em contato com o seu centro molhado. A latina chupava avidamente, se dividindo entre a entrada e o feixe de nervos, mas estimulando ambos com uma desenvoltura magnífica. Brittany levou as mãos aos cabelos negros, segurando-o com força enquanto gemia cada vez mais. Gritando ao ser surpreendida por um dedo a penetrando enquanto seu feixe estava entre os lábios latinos.

Santana dava estocadas seguras, sem deixar de chupa-la um segundo. Inseriu um segundo dedo e aumentou o ritmo das estocadas. Sem deixar a penetração de lado, subiu seu corpo e beijou Brittany. A loira sentiu o próprio gosto nos lábios da latina que logo depois direcionou os beijos para seu pescoço, continuando com as estocadas, inserindo agora um terceiro dedo e encontrando o ponto que levou Brittany a loucura. Se dedicou a bater sempre no lugar certo, que somado aos beijos molhados no pescoço e os sussurros safados no ouvido, fez a loira chegar ao orgasmo pouco tempo depois. Os espasmos do corpo de Brittany mostravam quão intenso havia sido o momento.

Santana retirou os dedos de dentro da morena, mas permaneceu circulando o clitóris da loira esperando que o corpo dela voltasse ao normal. Ao sentir a respiração de Brittany se normalizando, deitou-se com as costas no colchão e puxou a loira para si, dando um beijo em sua testa.

– Tudo bem? – perguntou enquanto acariciava as costas da loira.

– Bem? Mais que bem! Tudo perfeito! – Brittany sorriu olhando para a latina.

– Ótimo! – sorriu de volta e beijou seus cabelos – Vamos dormir, então? Você deve estar cansada...

– Dormir? – Brittany ficou sobre o corpo de Santana, um sorriso brincando nos lábios – Você acha que acabou? Não! A nossa noite ainda está só no começo, meu amor...

– Ah, é?! Me mostre o seu ponto, então – a latina sorriu sacana.

Brittany atacou os lábios de Santana ferozmente. Prendeu o inferior entre os dentes, faltando pouco parar retirar sangue, mas arrancando um gemido. Desceu o corpo e retirou o short e calcinha, deixando a latina tão nua quanto ela. Voltou a sentar-se no quadril, sorrindo para a latina.

– Pronta, amor? – questionou a loira.

– Pronta pra...

As palavras morreram na boca de Santana, abafadas por um gemido alto, quando Brittany começou a rebolar em cima dela, friccionando os sexos. As mãos da latina apertavam a cintura da loira, que já tinha o corpo jogado para trás apoiado nas mãos que estavam contra as coxas de Santana, rebolando cada vez mais. Elas gemiam juntas sentindo ambos os gozos se misturando em um só, causando uma sensação cada vez melhor.

O rebolado irregular de Brittany e as mãos de Santana apertando a loira com cada vez mais força reforçavam a certeza de que elas estavam perto. E não demorou muito. Mais alguma fricção e elas chegaram ao orgasmo juntas. Elas tremiam juntas e ao perceber que o corpo de Brittany cairia para trás, Santana juntou forças sabe-se lá de onde e a puxou para frente. Corpos colados, respirações irregulares. A latina fazia carinhos na cabeleira loira e sentia a respiração em seu pescoço. Santana sabia: Brittany sempre seria o seu melhor lugar.

– Namora comigo... – disse fazendo a loira levantar o rosto para encontrar seus olhos.

– Oi?

– Namora comigo. Me deixa dizer a todos que eu te tenho pra mim de novo e que agora é pro resto da vida...

– Você está falando sério? – a loira não acreditava.

– Seríssimo. Prometo que amanhã te levo pra jantar, que digo coisas bonitas que você merece ouvir, até compro anéis de compromisso... Mas nesse momento eu preciso te ouvir dizer que é minha. Oficialmente minha.

Uma lágrima escorreu dos olhos azuis.

– Eu sempre fui sua, San. Meu corpo, minha mente, minha alma, meu coração... Cada pequena parte do meu ser sempre foi sua. Eu nem acredito que poderei voltar a dizer que você é minha!

Brittany beijou Santana apaixonadamente. A latina as separou.

– Isso é um sim? – sorriu.

– Um? Não! É um milhão! Um milhão de vezes sim! Tudo que tiver você envolvida nunca poderá ter uma resposta negativa! Sim, sim, sim!

Elas se abraçaram apertado. A felicidade irradiava de cada lugar daquele quarto. Não foi como nenhuma imaginava, mas o importante é que elas estavam juntas novamente. O importante é que as duas novamente eram apenas um ser só.

– Eu te amo, meu amor... – sussurrou a latina.

– Muito, San. Muito...

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– Elas não se cansam nunca? – questionou Hanna, enquanto virava na cama mais uma vez.

– Se eu conheço a Santana, ainda vai durar bastante... – Emily riu.

– Elas estão na casa da Rach! Podiam baixar o volume pelo menos um pouquinho...

– O que te incomoda? – Emily perguntou fazendo com que a loira a olhasse.

– Como assim, o que? Eu quero dormir!

– Okay... Então vem cá – a morena abriu os braços.

Hanna se aconchegou em Emily, colocando o rosto na curva do pescoço dela, enquanto a morena a apertava contra si.

– Você sente falta da Santana? – perguntou a loira em um sussurro, fazendo com que Emily procurasse seu rosto para saber se o que ouviu era mesmo real.

– O que?

– Você sente falta da Santana?

– Han, eu moro com ela, esqueceu? Nem se eu quisesse conseguiria sentir falta dela... – brincou.

– Não, não assim... Você sente falta dela como namorada? Sente falta do sexo?

– De onde veio isso?

– Você... Você não me deseja.

– Quem te disse uma besteira dessas? – Emily se sentou, fazendo Hanna sentar também.

– Elas estão transando, a Rach e a Q também já devem estar... Mas você não me toca, quando algo mais quente começa a surgir você foge. Eu sei que não sou tão gostosa como ela, mas...

– Para! – exclamou a morena – Para com isso agora! Como você pode dizer tanta besteira junta? Você é a mulher mais linda e mais gostosa que eu já tive o prazer de conhecer! Qual a parte do querer fazer especial que você não entendeu?

– Eu...

– Me escuta. Não diz que eu não te desejo porque isso é a maior mentira do mundo, a maior loucura! Eu te desejo tanto que esse desejo me consome a cada segundo. Você não tem noção de como é difícil pra mim estar contigo esses meses sem te tocar como eu quero, como é difícil te ter na minha cama e ter que me controlar. Mas isso tudo, é porque eu quero que com você seja diferente. Não quero apenas transar, depois virar para o lado e dormir. Você tem alguma noção de como mudou a minha vida? Eu nunca imaginei passar o resto da vida ao lado de alguém, nem mesmo com a Santana, mas é isso que eu penso quando te olho. Quando você sorri, meu mundo para e eu só penso em nós duas, em uma garotinha loirinha correndo pela casa te chamando de mamãe. Pode parecer loucura, já que faz tão pouco tempo. Mas eu realmente estou caída por você, Han. Você virou a minha vida e eu já não sei mais caminhar sem você ao meu lado. Eu... Eu acho, quer dizer, acho não. Eu tenho certeza. Eu te amo.

Um silêncio se instaurou no quarto. Emily olhou para Hanna em expectativa, mas a loira não esboçava reação alguma. Sua expressão estava fixa e difícil de decifrar. O medo começou a invadir a morena. Teria sido muito cedo? Será que Hanna não sentia o mesmo? O silêncio de Hanna respondeu por si. Emily sorriu triste e se levantou da cama, pegando um travesseiro e um lençol, encaminhando-se para a porta do quarto.

– Eu, eu vou dormir na sala. A gente se fala amanhã.

– Eu te amo também...

Emily estancou com a mão na maçaneta da porta. Ela não conseguia se mover, nem para sair do quarto e nem para se virar de volta. Ela queria falar algo, mas as palavras morreram em sua garganta. Então Hanna falou novamente.

– Se o que eu sinto por você não for amor, eu não sei o que pode ser. Eu só... Eu só não imaginei que fosse te ouvir dizendo isso.

Emily finalmente conseguiu se virar, encontrando lágrimas escapando dos olhos azuis. Caminhou de volta para ela e puxou-a para seus braços.

– Como você pode pensar uma coisa dessas? Eu não seria capaz de amar mais ninguém depois de te conhecer...

Hanna se afastou do abraço e beijou os lábios da morena.

– Me desculpe – disse com os lábios próximos, as respirações se misturando – Me desculpe por ser um idiota. Nós não somos iguais a elas...

– Não se desculpe. Está tudo bem... – respondeu a morena fazendo um carinho na bochecha da loira.

– Eu esperaria você por toda a minha vida. Você foi a melhor surpresa que a vida me reservou...

– Eu prometo. Prometo que farei tudo dar certo. Prometo que não te farei esperar tanto por mim. Vai ser especial.

– Eu sei que vai, porque será com você...

Notas finais
Vamos lá! Espero que esse capítulo renda muitos comentários! Já estamos próximas dos 200 comentários e vai rolar surpresinha pra autora dele. Então, comentem! Xoxo, my girls s2s2