Notas iniciais
Olá pessoas lindas. Como vão vocês?
Eu quero agradecer ao Son of Athena pela recomendação, adorei! Obrigada!! Capítulo para você! :)
E bem, algumas pessoas já haviam me pedido este capítulo (que está bem grande, por sinal). Então aí está.
Boa leitura!

O quique da bola parecia ter muito mais potência sonora quando aquele ginásio estava vazio. Seus músculos estavam retesados como nunca, pingos de suor caíam de sua testa para sua bochecha. Mais uma cesta de três.

Era provavelmente a milésima primeira cesta de três do dia.

O time já havia saído há horas, na realidade, a aula já havia acabado há algum tempo. Mas ele não se importava, era aquilo seu único objetivo. Ele não tinha a inteligência de Nico, ou o talento de Percy. Tinha que ser perseverante.

Saiu quicando a bola de basquete novamente, atravessando meia quadra e dando uma bela cesta de três. A milésima segunda.

-Às vezes eu me pergunto se você gosta mais desta bola do que de mim – uma voz rouca e arranhada falou atrás dele. Ele reconheceria aquela voz em quilômetros de distância. Projetou seu corpo para a porta de entrada do ginásio.

Uma morena com os olhos azuis prateados contornados por uma forte maquiagem preta o olhava repreendedora. As correntes e o couro preto faziam parte de seu traje diário, juntamente com o enorme moletom preto e o salto alto.

-Eu achei que você era a única que me entendia – murmurrou o loiro fazendo mais uma cesta.

-Eu sou a mais compreensiva, até que chega uma hora que eu fico uma hora e meia plantada no meio do Central Park e ele não chega para o encontroque marcouporque está com esta bosta de bola de basquete.

Luke jogou a bola longe enquanto olhava para Thalia envergonhado.

-Me desculpe. Eu me esqueci disto totalmente. Será que ainda dá para ver o filme? – Thalia riu irônica, andando a passos lentos para sua frente.

-Creio eu que o filme já acabou há meia hora – ela cruzou os braços, e seus olhos faiscaram de raiva quando viu Luke mais uma vez com a estúpida bola de basquete, quicando-a e dando mais uma cesta.

Ele ia correr para pega-la de volta, quando Thalia fora mais rápida e pegou a bola primeiro. Luke colocou os braços na cintura, suspirando cansado.

-Desculpe se eu não estou passando tempo com você. Mas eu não sou como os outros, essa é a minha única chance de passar numa universidade que preste – ele tentou tirar a bola de sua mão. Mas ela foi mais rápida e jogou-a para o lado.

-Eu não estou falando para você passar mais tempo comigo – Thalia andou rapidamente até o lado da quadra, parando em frente à arquibancada. Então surpreendentemente tirou suas sandálias de salto preta e também seu moletom. Revelando um sutiã rendado que fez a garganta de Luke fechar – Vamos ver se você é bom mesmo. Jogue comigo.

Luke se segurou para não gargalhar. Ela parecia estar propondo algo realmente sério. Sua expressão não demonstrava qualquer tipo de brincadeira. O loiro pôs as mãos na cintura enquanto a encarava, ela fez o mesmo e assim ficaram por algum tempo, por fim, Luke suspirou.

-Tudo bem – ela sorriu enquanto ia para sua frente. Ele coçou os cabelos enquanto ela abria as pernas e o braço para tentar pegar a bola.

-Não pegue leve – Luke sorriu de lado.

-Não é da minha natureza.

Thalia foi para o centro da quadra e Luke quicou para ela a bola, a mesma começou cadenciando o jogo para que o loiro viesse a sua frente. Ele assim fez e ela continuou ali, cadenciando. Até que num rápido movimento Luke pegou a bola e fez uma cesta de três.

Thalia já parecia ofegante.

Mais uma vez ela pegou a bola, só que daquela vez ela foi para o ataque direto, acabando batendo no peito de Luke e recuar para trás.

O loiro se segurou para não rir e pôs as mãos na cintura. Era como um descanso e ele estava feliz por passar aquele tempo com ela. Thalia parecia acabada e para ajudar em sua autoestima Luke tirou a camisa, mostrando-se ofegante. Mesmo não estando.

-Só falta um ponto para você ganhar, não é? Mas não pense que vai ser assim tão fácil, Castellan – ela quicou a bola mais algumas vezes e quando chegou perto de Luke, simplesmente parou. O loiro abriu os braços. Thalia fez um gesto para que parasse – Antes, tenho uma coisa a dizer. Essa merda não importa, esse jogo não importa. Pra mim nós dois somos muito mais que isto – ela apontou os braços para todo o ginásio – É difícil ver que tudo pode acabar antes do tempo de terminar.

Ela se virou, cansada.

-Só faltam três meses, mas eu não tenho certeza se tem diferença para você – terminou Thalia. Ela jogou os cabelos negros para trás e foi andando até a arquibancada.

Suspirou enquanto ia embora, Luke, no meio da quadra, parecia atônito demais para esboçar qualquer reação.

Quando viu a morena indo embora, e a bola de basquete em sua mão, ficou com tanta raiva que a jogou contra a parede, deixando uma pequena cratera no gesso. Urrou de raiva e andou a passos pesados até o vestiário.

(...)

Thalia não se sentia bem. Nenhum pouco. Não gostava de ver tudo se desmoronando a sua volta, como um quebra-cabeças que você demorou muito para terminar e depois de muito olhar para ele descobre que não tem mais nada a fazer senão desmonta-lo todo novamente.

Thalia estava neste processo de desmontar.

Suspirou enquanto olhava para seu quarto totalmente preto. Não se sentia com raiva o suficiente para colocar um rock pesado. Deitou na cama com os braços abertos e deu um grito.

Ouviu alguém bater em sua porta. Pensou seriamente se a abriria. Seu pai não era, já que ele estava na empresa. Sua madrasta não era, já que ela era uma vaca. Provavelmente era Jason. Seu irmão mais velho que veio passar alguns dias por lá. Só por causa disto ela andou em passos pesados até a porta, abrindo-a lentamente.

Logo viu um garoto forte dos olhos azuis tão azuis quanto os dela. Ele passava a mão calmamente por entre seus fios loiros enquanto mordia o lábio inferior ressaltando sua marca acima da boca.

-O que aquele idiota fez com você? – perguntou ele enquanto se desencostava. Thalia suspirou enquanto se virava.

-Luke? Nada – ela se sentou enquanto tirava sua sandália

-Eu acho que você está mentindo. – Thalia riu pelo nariz.

-Por quê?

-Bem, porque você não é de me ignorar com uma caixa de chocolates lá embaixo – ele cruzou os braços. Seus olhos azuis pareciam preocupados – Sabe, eu posso dar uma surra nele se você quiser.

Thalia riu enquanto o abraçava de lado. Era bom ter um irmão mais velho de vez em quando. Agora que estava acabando a faculdade, Jason parecia outro garoto. Quando criança era muito certinho, muito cuidadoso para que tudo desse totalmente dentro dos conformes. Thalia só não ficou uma louca rebelde sem noção porque Jason estava ali, para aguentar o tranco que seus pais ignoraram. Assim que entrou na faculdade, ele arrumou uma namorada, e novos amigos. Ficou mais liberal e para Thalia, muito mais divertido. Menos pai e mais irmão.

-Você sabe que tem que deixar isto de lado, não é? Thalia, agora é a hora de cortar os laços. Estou falando isto porque já passei por tudo. Namorado, amigos... Uma hora, querendo ou não, vocês iriam se separar.

Jason beijou o topo de sua cabeça.

-Só não chore por ele, tudo bem? – Thalia riu – Quer dizer, você nunca chora por nada. Se chorasse por um menino eu teria que ter um ciúme doentio por ele que não quero sentir por enquanto.

Ele bateu a porta e Thalia sorriu de lado, estava começando a anoitecer e a última coisa que queria era ficar uma noite de sexta feira remoendo um namoro fadado ao rompimento.

Pegou seu celular no bolso de sua calça de couro e olhou duas mensagens bem esquisitas de Megan.

Vamos chutar o balde, eu e você na nova balada do centro. Quero muito pegar uns garotos.

Thalia coçou os cabelos, não entendo praticamente nada. Iria responder quando viu que tinha outra mensagem dela.

Talvez você não, já que tem namorado. E bem... Eu tecnicamente também tenho. Mas uma coisa aconteceu. Venha aqui hoje, agora. Oh Deus, aconteceu outra coisa. Beijos.

Thalia riu já esperando por aquilo. Calçou suas sandálias novamente e pegou as chaves do carro na escrivaninha. Entristeceu-se por não estar tão animada assim em ir para a balada nova e “pegar uns garotos”. Aquele merda do Castellan havia acabado com a antiga ela.

Decidiu não ir de carro, precisava de um ar. Até porque, todos eles (menos Percy, e agora Annabeth) moravam praticamente no mesmo bairro. Não avisou a ninguém que sairia, apenas foi andando lentamente pelas ruas agora enegrecidas do bairro.

Havia casas enormes por todos os lados. Era aquele tipo de bairro de “gente rica”, onde a maioria dos moradores tinha uma condição financeira espetacular. Thalia odiava aquele bairro.

Suas sandálias foram batendo contra o asfalto, suas mãos estavam sem bolsos já que seu enorme moletom de lã não tinha. Seus cabelos batiam em seus olhos por conta do vento toda hora.

Virou-se para trás. Sentia que alguém a seguia, semicerrou os olhos e não viu nada. Então voltou a olhar para frente, decidiu andar um pouco mais rápido. Poucos segundos depois, sentiu que alguém havia posto a mão em sua boca.

-Quanto vão dar pela filhinha de Zeus? – perguntou alguém em seu ouvido. Seus olhos se arregalaram. Ela mordeu a mão do homem e saiu correndo. Pasma. O único problema é que estava com sandálias bem altas e aquele ladrão era rápido. Não demorou muito para ele joga-la no chão num beco perto da rua principal. Ele bateu em seu rosto e ela sentiu um corte em seu lábio inferior.

-Meu pai me odeia. Vai tentar contratar tudo qualquer tipo de força especial para tentar te pegar! Tudo menos pagar qualquer merda de fiança! – gritou ela, sua boca foi tampada novamente. Os olhos castanhos do homem eram tudo que via graças àquela máscara.

-Olhos azuis? Cabelo perfeito? – o homem tirou a mão da faca e foi para o lado do seu corpo, pela primeira vez, os olhos azuis de Thalia transpareceram medo. Ele desceu até sua intimidade, esfregando-a por cima da calça de couro.

-A filha de Zeus, sério? – perguntou uma voz do lado de fora. O tom grave parecia ter intimidado o ladrão, que se virou na hora. Mal teve tempo de pegar sua faca e o homem já havia lhe dado um soco no rosto, digno de seus anos de boxe. Depois, chutou o peito do ladrão tão forte que acabou faltando ar para o homem. Não demorou muito para o ladrão sair correndo de forma humilhante.

Thalia respirou fundo, vendo a forma do homem começar a aparecer em sua visão. Abriu a boca num grande “O” ao perceber que o homem era Luke, seus olhos azuis estavam negros de raiva ou adrenalina e ele usava apenas uma camisa cinza com um jeans que não pareciam danificados.

-Você – ele falou enquanto cruzava os braços – Será que dá para parar de se meter em confusão?

Thalia sorriu de lado enquanto se levantava sozinha, arrumou sua calça de couro e cruzou os braços também.

-Bem, não. Eu não consigo parar de me meter em confusão – ela abriu os braços, brincalhona, mas Luke (pela primeira vez) não parecia estar para brincadeira. Jogou seus cabelos loiros agora grandes para trás e pôs as mãos no jeans.

-Você deveria parar de andar sozinha à noite por aqui, ainda mais com este couro – ele olhou rapidamente para as pernas dela e depois retornou a andar. Thalia correu para ficar ao seu lado – Aquele cara idiota pegou em você, espero que não volte por aqui – acabou murmurando ele.

-Na realidade, eu estava indo para casa de Megan, e ãhn... Obrigada.

-Tudo bem.

-Eu não sei o que teria acontecido comigo caso você não estivesse me salvado – ela coçou o couro cabeludo, sentindo seus cabelos negros ficarem mais rebeldes do que queria – Só poderia ter sido o destino você ter passado justo naquela hora.

-Eu estava jantando fora, já que os meus pais estão viajando. Então pode ter sido também uma mera coincidência – respondeu ele enquanto dobravam a esquina, Thalia percebeu que estava a alguns metros da casa de Luke. No fim da rua, via a bela casa amarelada numa forma triangular.

Thalia olhou para o chão. Talvez Luke estivesse realmente irritado, “uma mera coincidência” não era algo realmente romântico. Mas ela não mudaria nada em seu discurso na quadra então decidiu apenas ignora-lo, da mesma forma que ele estava fazendo. Luke percebeu sua linha de raciocínio e a segurou pelo braço.

-Desculpe-me a indelicadeza. Você quer um copo de água? Eu sinto sua adrenalina daqui. Não, isto não é uma pergunta. Você precisa se sentar. Vem. – ele a puxou para a casa e abriu a porta vagarosamente, ligou a luz da sala e Thalia percebeu o quão solitária aquela casa parecia sem os pais de Luke. May e Hermes.

Ela se sentou já acostumada com estofado e pegou o enorme copo de água gelada que Luke havia trago para ela. Ele se sentou à sua frente, suas costas apoiando-se a frente para vê-la melhor. Os lindos músculos dos braços retesados e os olhos azuis sempre aconchegantes agora estavam intimadores. Como os de Thalia.

Ela colocou o copo na mesa ainda praticamente cheio. Olhou para Luke e quando seus olhares se encontraram os dois desviaram na mesma hora. Um silêncio constrangedor veio em seguida.

-Você tem razão – ele falou por fim.

-Oi?

-Você estava certa, hoje à tarde no ginásio. Eu deveria ser um pouco mais flexível com meus horários. Eu sei que vou passar em alguma Universidade, eu vou passar em alguma Universidade. Você... Bem, eu já não sei se isto – ele apontou para os dois – Vai continuar na universidade ou iremos ir para caminhos diferentes. Eu não quero que você vá embora antes de ter que ir.

Ele olhou para o lado, tentando desviar dos olhos intimidadores. Thalia coçou o queixo enquanto olhava para ele.

-Certo – ela se levantou. Luke se levantou também – Acho que eu deveria... Ir.

Ela gesticulou para a porta e o loiro assentiu, Thalia pegou seu celular no bolso de sua calça de couro para mandar uma mensagem a Megan para desculpar a demora. Luke pegou as chaves.

-Então... Nos vemos amanhã? Ou talvez segunda, na escola?- Thalia assentiu, os olhos dos dois se encontraram. Só que desta vez ninguém desviou o olhar, sustentaram por segundos que pareceram horas.

Rapidamente Luke deu um tapa na mão de Thalia, fazendo o celular dela cair no chão, mais que rapidamente Thalia pressionou o corpo do loiro contra a parede, juntando os lábios numa forma calorosa.

-Você não vai embora? – sussurrou ele entre gemidos enquanto sentia os lábios da morena em seu pescoço. Thalia puxou os cabelos loiros.

-Só me pega.

O moletom de Thalia fora jogado longe, a blusa do loiro havia saído há muito tempo. Luke inverteu as posições, os dois gemeram contra a boca um do outro enquanto o beijo ficava ainda mais caloroso.

As grandes unhas de Thalia marcaram as costas musculosas e largas dele com perfeição, indo dos ombros até as omoplatas, acabando com um leve aperto na bunda do garoto. Luke a puxou com força, fazendo as pernas dela contornarem sua cintura. Os lábios do loiro foram para seu pescoço, marcando lá seus dentes. Ela se deitou no balcão da cozinha, sentindo sua calça ser puxada para baixo.

Os olhos de Luke voltaram a enegrecer, só que agora Thalia tinha uma pequena desconfiança que não era de raiva. O sutiã e a calcinha preta rendada marcavam seu corpo definido deitado no balcão do loiro. Ele poderia ficar olhando seus maravilhosos seios e a barriga definida por horas, mas algo já incomodava sua cueca profundamente.

Ele tirou a própria calça e sorriu maliciosamente, aquele sorriso safado que Thalia aprendeu a amar. Quando ele ficou encima dela, sentiu as mãos da morena passarem por todos os seus músculos ao mesmo tempo. Os chupões de Luke passaram do pescoço para o maxilar, acabando com um beijo devorador. Suas mãos pesadas passaram para a coxa da morena, juntando-a ainda mais ao seu corpo. O contato dos corpos era viciante, sentir a pele quente da morena em seu corpo era a coisa mais gostosa que poderia acontecer. Eles combinavam, muito.

Os dois riram enquanto se beijavam ainda mais, Megan poderia esquecer-se da balada para pegar garotos.

(...)

Os raios solares deram uma boa ajuda para Thalia acordar. Sorriu de lado ao ver que estava na cama de Luke, em meio a lençóis rasgados. Pegou um deles e passou por seu corpo, uma de suas mãos segurou o topo e a outra ajeitou seus curtos cabelos repicados para trás.

Mordeu o lábio inferior enquanto descia as escadas silenciosamente, lá embaixo, Luke estava se saindo bem num café da manhã rápido. Thalia olhou para o chão e viu alguns cacos de vidro por toda a cozinha.

-Bom dia – murmurrou enquanto descia o resto das escadas. Luke sorriu de lado enquanto voltava com o olhar para ela. Somente naquela cena, Thalia havia percebido o quanto os cabelos loiros dele haviam crescido, o quanto seu rosto estava másculo, de um jeito homem mesmo. E não garoto safado. Ela parou no último degrau, admirando as pernas e os braços fortes do loiro, o abdômen totalmente definido. O final marcando ainda mais a trajetória para sua intimidade, os poucos cabelos loiros naquela região. Ele se sentou num lado da mesa, erguendo um copo quebrado.

-Quer se juntar a este banquete de café da manhã?- Thalia riu assentindo, jogando seus cabelos para trás. Havia o cortado até um pouco abaixo do queixo, de forma que sua franja sempre caía em seus olhos. Luke olhou para a cena dela jogando o cabelo para trás enquanto andava, seus olhos não conseguiram parar de se mover junto com a morena.

Ela estava com o celular na mão. Havia recebido umas trinta mensagens de Megan, e até uma foto. Só que tal foto havia feito à morena engasgar com o próprio suco.

-Que foi? – perguntou Luke lambendo na faca manteiga de amendoim. Ela arredou mais para seu lado enquanto estendia seu Iphone. Luke ficou com a expressão pálida.

Na foto, Nico estava com os braços rodeados na cintura de outra garota. Uma garota que nem parecia do colégio, mais velha.

-Oh, oh – cantarolou Luke enquanto pegava o Iphone – Thalia, esta aqui é a Bianca.

-Oi?

-A irmã mais velha dele, Bianca. Bem, é bem óbvio por esta marca de nascença que ela tem na coxa direita – ele apontou e Thalia semicerrou os olhos.

-Como você sabe da marca de nascença dela?

-Bem... – ele parou no meio da frase – Não é isto que importa. O que importa é que Megan já deve estar bem com raiva. Pelo que estou vendo, ela já foi até para a balada, não é?

Ele cruzou os braços. Thalia desviou o olhar de seu peitoral para o seu rosto.

-Sim... Mas, o que você quer dizer com isto? – Luke se levantou, pegando seu celular encima da mesinha.

-Com certeza já saiu alguma foto. Nico deve estar puto da vida – ele mexeu com agilidade por seu telefone – Na realidade, ele já está puto da vida.

Thalia pegou o celular do loiro e viu uma mensagem nada calma de Nico para Luke. Os dois se entreolharam.

-Eu sei que esta coisa de cupido era mais trabalho do Percy... – ela suspirou – E da Annabeth...

Luke assentiu. Thalia não gostava nenhum pouco de pronunciar o nome da loira.

-Enfim, mas eu acho que devemos pegar temporariamente este cargo emprestado e ajeitar estes dois – ele pegou seu celular de volta. Luke assentiu mais uma vez, passando o nariz em sua bochecha e depois lhe dando um beijo logo ali.

-E rápido.

Notas finais
É ÓBVIO, que não teria um hentai Thaluke antes de Percabeth, claro, mas óbvio, que eu farei o hentai Percabeth primeiro, né? Hehe.
Outra coisa, eu particularmente adorei o próximo capítulo. Muito, muito bom. E as coisas com Megan e Nico estão cada vez mais quentes. Hehe. Adoro.
Deixem seus reviews!
Beijos e até o próximo!