O Preço da Volta
10 Capítulo 10 - Unicamente minha...
Notas iniciais
— Deixe-me ver se eu entendi direito... — Quinn desligou a televisão de tela plana fixa na parede e virou-se para encarar a namorada, que secava os cabelos com o secador. — Shelby Corcoran foi a barriga de aluguel dos seus pais. Assinou um contrato para não ter contato com você, mas dois meses depois de dar à luz, ela apareceu na creche onde você sempre ficava e alegou ser sua mãe. Então ela a sequestrou e sumiu do mapa.
— Exatamente. — A judia sentou-se na cama ao lado da loira. — Eles ainda não haviam fundado a grife, portanto não eram tão ricos e a responsável pela creche não achou que fosse ser um sequestro pela boa aparência de Shelby. — Suspirou.
— E como você foi parar em um orfanato? — Questionou.
— Eles não sabem. Shelby simplesmente sumiu. Eles não obtiveram nenhuma notícia dela. — Suspirou, entregando para a namorada uma fotografia.
— Nossa...
Quinn abriu a boca incrédula, observando a mulher de longos cabelos pretos e nariz avantajado como o de Rachel.
— Ela é muito parecida com você. — Olhou para a namorada. — Muito bonita.
— Eu não acredito que está reparando na beleza da minha mãe. — Cruzou os braços.
— Rach, eu apenas disse que ela é muito bonita. — Defendeu-se. — Mas seria bom uma mulher mais velha, experiente. — Sorriu.
— Você é muito idiota. — Ralhou, ficando de joelhos na cama e depositando tapas pelo ombro da namorada, que ria sapeca.
— Eu amo você. — Segurou os braços morenos, depositando um selinho nos lábios fartos. — Você é a garota mais linda desse mundo. — Sorriu com amor.
— Não é pra tanto. — Segurou o rosto alvo com as mãos.
— Você sabe que é. — Beijou-lhe o nariz. — Você é linda, Rach. Seus olhos castanhos pidões. Seus cabelos macios. Seu nariz que para mim é adorável. Seu cheiro. Tudo em você é lindo, principalmente seu coração. — Beijou o ombro desnudo. — Me aceita do jeito que eu sou.
Rachel aproximou-se mais e sentou-se no colo da namorada, passando uma das mãos nos fios curtos bagunçados.
— A única coisa que tive de aceitar em você foram seus defeitos, que são poucos. Como por exemplo: não aceitar a ajuda de alguém, ou sempre querer que tudo seja do seu jeito. — Beijou-lhe a testa. — Defeitos de uma pessoa normal. Da minha pessoa normal. — Beijou-lhe o queixo. — Da minha namorada, da pessoa que eu amo. — Pincelou seu nariz do de Quinn, que fechou os olhos. — Eu amo você. — Sussurrou.
— Pra sempre. — A loira sussurrou de volta.
— Pra sempre. — Assentiu, fechando também os olhos e beijando os lábios finos.
O beijo era intenso e logo foi aprofundado, fazendo as línguas conhecidas encontrarem-se e causar um gemido baixo de ambas.
Os dedos pálidos passearam pelas costas nuas até acharem o fecho do sutiã, logo tratando de abri-lo. Ambas quebraram o beijo por falta de ar e Rachel retirou a peça escura, sentindo as mãos alvas apertarem ambos os seios com devoção.
A morena mordia os lábios evitando gemer alto, quando sentiu o calor da boca da loira cobrir seu seio direito. O gemido foi inevitável.
Moveu as mãos entre os fios curtos da namorada, até agarrar-lhe os cabelos da nuca e forçar a cabeça de Quinn contra si.
A mais alta mordiscava-lhe o mamilo, sentindo o mesmo endurecer contra sua boca, enquanto apertava o seio esquerdo. Rachel sentia o membro da namorada ereto coberto pela calça de moletom, fazendo sua intimidade pulsar com o desejo de senti-lo dentro de si.
A boca da loira moveu-se para o outro seio e Quinn passou a chupá-lo com devoção, enquanto ouvia a namorada gemer manhosamente, fazendo sua excitação aumentar de tamanho.
Rachel agarrou com mais força os fios claros e puxou a cabeça da namorada para trás, tomando os lábios finos com pressa e luxúria. O beijo era errático e totalmente lascivo. Era possível ver as línguas em sincronia enquanto as respirações eram ofegantes.
A morena finalizou o beijo mordendo e puxando o lábio inferior da namorada entre os dentes, soltando-o e movendo as mãos até a barra da camisa de algodão da loira.
Quinn levantou os braços e Rachel retirou a peça, expondo a pele pálida da loira, fazendo a menor morder os lábios. A loira beijou-lhe o vão entre os seios, aspirando o cheiro da namorada.
— Eu amo o seu corpo. — Quinn sussurrou.
— Eu amo você toda. — A morena respondeu, segurando os ombros da namorada e fazendo a mesma deitar-se.
Rachel moveu os lábios até o lóbulo da orelha de Quinn, mordendo-o e chupando, fazendo a loira suspirar e apertar as coxas morenas.
Os lábios fartos foram trilhando beijos até o pescoço pálido, plantando beijos e chupões.
Marcando Quinn como sua.
Unicamente sua.
— Rach... — A loira suspirou, sentindo seu pênis pulsar dentro da cueca, chegando a doer pela falta de contato.
A morena mordeu o queixo pálido e chupou logo depois, enquanto movia a mão direita para a protuberância mais do que visível na calça da namorada, apertando o membro com desejo por cima das roupas.
Quinn gemeu roucamente enquanto sentia a namorada beijar-lhe o maxilar. A mão delicada moveu-se, mergulhando dentro da calça e cueca da loira, passando os dedos por toda a extensão, sentindo o calor da namorada e apertando-lhe os testículos delicadamente.
A loira gemia e suspirava sentindo a mão de Rachel tocando-lhe e passando a bombear seu comprimento vagarosamente. Quinn sentia que poderia gozar a qualquer momento, mas ela queria mais do que isso.
A maior agarrou a cintura fina da namorada e a deitou na cama, pondo-se de joelhos e retirando o resto de suas roupas, sendo seguida pela namorada que logo expulsou a calcinha para longe de seu corpo, abrindo as pernas em seguida.
Quinn acomodou-se entre as pernas da namorada e ambas suspiraram ao sentir o roçar do membro da loira contra as dobras de Rachel.
— Quinnie... — A morena passou as unhas nos braços da loira. — Nós... Oh... — Soltou um gemido ao sentir a glande do membro da namorada em sua entrada. — Nós não temos camisinha. — Suspirou pesadamente.
— Você quer mesmo parar agora? — Chupou o ponto de pulso da morena, que gemeu em resposta.
— Céus! — Rachel sentia sua intimidade latejar de desejo. Fechou os olhos com força e os abriu em seguida, deparando-se com as orbes verdes escuras da namorada. — Que se dane! — Proferiu, virando a loira na cama e montando em seu quadril.
Quinn soltou um riso contido e apertou as coxas torneadas, sentindo a morena rebolar em seu colo.
A menor levantou o suficiente para segurar o membro já lubrificado pelo líquido que saía de sua intimidade e o levou até sua entrada, sentindo todo o comprimento da loira dentro de si.
Ambas gemeram demoradamente. Rachel sentia-se totalmente preenchida pelo pênis extenso e grosso acertando todos os pontos certos de sua intimidade. O contato sem o látex da camisinha era de longe a melhor sensação para as duas. Quinn sentia o delicioso aperto das paredes de Rachel em seu pênis e o calor demasiado diretamente em sua pele sem o preservativo era enlouquecedor.
— Deus! — A morena sussurrou ainda extasiada. — É tão bom...tão fodidamente bom...
— É maravilhoso sentir você assim...tão minha... — A namorada respondeu também em um sussurro.
— Só sua... — Sorriu e inclinou-se em seguida, dando-lhe um selinho demorado, voltando a mesma posição.
A morena passou a movimentar-se vagarosamente. A sensação de ter o pênis de Quinn deslizando dentro de si era sempre como ir nas nuvens.
A loira moveu as mãos até os seios da namorada, apertando os dois montes lascivamente. Rachel sem pudores, passando a movimentar-se com mais velocidade, cavalgando no membro da loira, que soltava gemidos roucos.
Os corpos possuíam uma fina camada de suor e o som das peles se chocando estimulava o prazer e o desejo que aflorava em ambas.
A loira dobrou as pernas sobre o colchão, aumentando a profundidade da penetração, fazendo a morena soltar um gemido consideravelmente alto quando sentiu a glande do pênis bater em seu ponto esponjoso. Rachel revirava os olhos de prazer enquanto sentia seu corpo entrar em erupção.
Quinn tomou impulso e sentou-se na cama, colando os corpos e gemendo enquanto segurava as nádegas maravilhosas da namorada.
As mãos pálidas apertavam a carne morena e os corpos esfregavam-se enquanto Rachel não parava de movimentar-se, abafando os gemidos com o rosto na curva do pescoço pálido.
A morena mantinha uma das mãos entre os fios claros, enquanto a outra arranhava as costas alvas. Quinn passava as mãos nas coxas da namorada e sempre voltava para as nádegas, não deixando um centímetro de pele fora do contato.
Quinn sentia seus testículos formigarem, sabendo que o orgasmos estava próximo, mas passou a segurar enquanto chupava os seios da morena que balançavam com os movimentos intensos.
Rachel sentiu suas paredes apertarem com força o membro da loira e não conteve o gemido alto, sentindo o clímax atingir-lhe, enquanto chamava o nome de Quinn. Sua respiração ofegante tornou-se quase escassa e a morena sentia seu corpo todo tremer com tamanho prazer.
A loira abraçou o corpo da namorada, que retomava a respiração aos poucos. Quinn ainda sentia seu membro ereto e seus testículos doerem com o gozo preso. Levou uma das mãos entre os corpos, erguendo um pouco o corpo de Rachel e retirando seu membro da entrada apertada.
A morena afastou um pouco seu corpo e observou o pênis pulsante da loira, mordendo os lábios maliciosamente.
As mãos delicadas empurraram a namorada contra o colchão e a menor passou a distribuir beijos e chupões na barriga lisa da namorada. A pele alva ia ganhando uma coloração avermelhada e a morena passava a língua por entre os seios da loira, trilhando caminho até o umbigo, mordiscando e lambendo cada pedaço de pele branca lascivamente.
Quinn suspirava e apertava os lençóis com força, sentindo sua excitação latejar e sua pele arrepiar-se com o contato da boca da morena em si.
A menor beijou-lhe a virilha algumas vezes, antes de passar a língua por todo o comprimento da loira, chegando aos testículos e chupando um de cada vez para dentro de sua boca. A loira gemeu roucamente e demoradamente, apertando com mais força o pano, sentindo seus dedos dormentes.
Rachel segurou o membro que pulsava em sua mão e olhou nos olhos de Quinn com luxuria, plantando um beijo lascivo na glande da namorada e em seguida colocando todo o comprimento em sua boca.
Quinn soltou um gemido alto que ecoou por todo o quarto, levando uma das mãos até os fios castanhos, segurando-lhes firmemente mas com delicadeza para não machucá-la.
A morena mal piscava olhando nos olhos da maior enquanto descia a boca e sentia o pênis de Quinn bater em sua garganta, empurrando um pouco mais até sentir o seu nariz bater na virilha da loira.
Quinn sentia seu estômago revirar de prazer. O calor da cavidade da morena era indescritível e a loira sentia o orgasmo vir aos poucos, enquanto tentava prolongar essa sensação.
— Rach... — A loira sussurrou extasiada, sentindo a namorada fazer movimentos lentos e intensos em seu membro.
A mão delicada moveu-se até os testículos da loira, passando a ponta dos dedos na parte sensível e apertando delicadamente enquanto chupava a namorada com desejo.
A loira gemia dominada pelo prazer quando não aguentou e sentiu-se explodir na boca da morena. Quinn chamou o nome de Rachel enquanto sentia os jatos fortes de seu sêmen no fundo da garganta da menor, que não teve problemas para engolir graças à sua falta de refluxo.
Fechou os olhos enquanto sentia os espasmos por todo seu corpo e sua respiração errática. A morena subiu o corpo alvo plantando beijos carinhosos por toda a pele pálida, dando-lhe um selinho demorado no final.
A maior abriu os olhos após alguns minutos e encarou as orbes castanhas brilhando com amor, não muito diferente dos verdes de Quinn.
— Isso foi...
— Perfeito. — Rachel completou, beijando-lhe os lábios novamente, fazendo a loira sentir seu próprio gosto.
Os dedos pálidos afastaram os cabelos suados da testa da morena, levando uma mecha para trás de sua orelha.
Rachel sorriu e afastou-se, puxando o lençol para cobrir-lhe os corpos nus, deitando no peito da loira em seguida.
— Assim que possível irei numa ginecologista para começar a tomar anticoncepcional. — Determinou enquanto sentia os dedos longos em seu couro cabeludo numa carícia gostosa.
— Eu amei sentir você sem camisinha, e gostaria de preencher você com meu orgasmo. Como minha. Apenas minha. — Sorriu de olhos fechados.
A morena gemeu baixinho ao imaginar tal sensação e escondeu o rosto na curva do pescoço de Quinn.
— E você vai. — Sussurrou. — Eu sou apenas sua e você é apenas minha. — Levantou o rosto para beijar-lhe os lábios. Eu te amo. — Sorriu.
— Eu te amo. — A loira deu-lhe mais um selinho.
Rachel voltou para a posição anterior e aspirou o cheiro da pele alva.
— Para sempre. — A morena fechou os olhos, adormecendo gradativamente.
— Para sempre. — Quinn respondeu deixando o sono dominar-lhe.
Fale com o autor